{"id":1177,"date":"2016-07-18T17:21:34","date_gmt":"2016-07-18T17:21:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/18\/18-07-2016\/"},"modified":"2016-07-18T17:21:34","modified_gmt":"2016-07-18T17:21:34","slug":"18-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/18\/18-07-2016\/","title":{"rendered":"18\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 18&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.311<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>D\u00e9ficit na balan\u00e7a de l\u00e1cteos \u00e9 o dobro de 2015<\/strong><\/p>\n<p> O d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos do Brasil no primeiro semestre j\u00e1 \u00e9 o dobro do d\u00e9ficit registrado em todo o ano passado. O quadro \u00e9 reflexo da escassez de mat\u00e9ria--prima no mercado dom\u00e9stico, o que tem estimulado as importa\u00e7\u00f5es. Nos primeiros seis meses do ano, o pa\u00eds importou US$ 268,6 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos e exportou US$ 62,7 milh\u00f5es, o que gerou um d\u00e9ficit de US$ 205,9 milh\u00f5es. Em todo o ano passado, o d\u00e9ficit havia sido de US$ 100 milh\u00f5es, conforme dados da Secex\/Midc compilados pela MilkPoint. Considerando os volumes comercializados em equivalente leite, o d\u00e9ficit na balan\u00e7a tamb\u00e9m cresceu. Conforme a MilkPoint, no primeiro semestre, o d\u00e9ficit foi de 683,7 milh\u00f5es de litros ante 343,7 milh\u00f5es no mesmo intervalo de 2015. Em todo o ano passado, o d\u00e9ficit fora de 548 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1851\" style=\"width: 500px; height: 597px;\" \/><\/p>\n<p> A escassez de leite no mercado dom\u00e9stico por conta da redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o tem elevado os pre\u00e7os internos da mat\u00e9ria\u00ac-prima, o que torna a importa\u00e7\u00e3o mais competitiva. De acordo com Valter Galan, analista da MilkPoint, as importa\u00e7\u00f5es poderiam ser ainda maiores, mas no momento, os principais fornecedores do Brasil \u00ac Argentina e Uruguai \u00ac enfrentam alguma restri\u00e7\u00e3o na oferta por problemas clim\u00e1ticos e aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o. No primeiro trimestre deste ano, a aquisi\u00e7\u00e3o de leite no Brasil recuou 4,5%, para 5,86 bilh\u00f5es, segundo o IBGE. Pelas estimativas da MilkPoint, a retra\u00e7\u00e3o se acentuou no semestre, para 7% na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2015 (ver quadro).<\/p>\n<p> At\u00e9 maio, a queda era projetada em 6%. Diante desse cen\u00e1rio, a disponibilidade total tamb\u00e9m caiu mais \u00ac 4%. At\u00e9 maio, o recuo era de 3,5%. Ainda conforme as proje\u00e7\u00f5es da MilkPoint, a disponibilidade de leite per capita no semestre foi de 56,6 litros, 4,8% abaixo dos 59,4 litros um ano antes. O recuo tamb\u00e9m avan\u00e7ou em rela\u00e7\u00e3o a maio. A expectativa de Galan \u00e9 de um ambiente mais favor\u00e1vel \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil neste semestre uma vez que a rela\u00e7\u00e3o de troca com o milho come\u00e7ou a melhorar. Assim, avalia, os pre\u00e7os da mat\u00e9ria-\u00acprima devem come\u00e7ar a ceder. Ali\u00e1s, j\u00e1 come\u00e7a a haver recuo nos pre\u00e7os dos produtos finais, como leite longa vida e mozzarella, segundo Galan, reflexo de uma retra\u00e7\u00e3o do consumidor.<\/p>\n<p> No curto prazo, contudo, o cen\u00e1rio n\u00e3o deve mudar muito, pois a importa\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 competitiva, diz o analista. Enquanto o queijo mozzarela nacional \u00e9 negociado por entre R$ 22 e R$ 23 o quilo no atacado, o produto argentino chega a S\u00e3o Paulo por cerca de R$ 17 o quilo. Marcelo Costa Martins, diretor\u00acexecutivo da Viva L\u00e1cteos (que re\u00fane empresas do segmento), concorda que, no curto prazo, \"n\u00e3o h\u00e1 perspectiva de mudan\u00e7a\", uma vez que a limita\u00e7\u00e3o de oferta persiste no mercado interno. Ele observa, por\u00e9m, que mesmo num cen\u00e1rio pouco estimulante para as exporta\u00e7\u00f5es, as empresas do setor \"continuam apostando na import\u00e2ncia da abertura de novos mercados\". O objetivo \u00e9 estarem prontas quando o cen\u00e1rio estiver mais favor\u00e1vel. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Bancos querem fatia maior do cr\u00e9dito agr\u00edcola<\/strong><\/p>\n<p> Em um cen\u00e1rio de retra\u00e7\u00e3o de diversos setores da economia brasileira, as institui\u00e7\u00f5es financeiras t\u00eam voltado cada vez mais suas aten\u00e7\u00f5es para o cr\u00e9- dito agr\u00edcola, tradicionalmente dominado pelo Banco do Brasil. Entre as principais estrat\u00e9gias adotadas est\u00e3o o aumento do volume de recursos do agroneg\u00f3cio em rela\u00e7\u00e3o ao total da carteira; a especializa\u00e7\u00e3o das equipes de atendimento, inclusive com a contrata\u00e7\u00e3o de agr\u00f4nomos; e a aproxima\u00e7\u00e3o do relacionamento com cooperativas, empresas do setor e produtores. Para a safra 2016\/2017, todos os principais bancos privados do Pa\u00eds incrementaram o volume de recursos dispon\u00edvel. Apenas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o Sicredi vai liberar R$ 6,1 bilh\u00f5es, quase 8% mais do que no ciclo anterior. Em n\u00edvel nacional, o Santander n\u00e3o revela os n\u00fameros, mas pretende incrementar em 20% a disponibiliza\u00e7\u00e3o de recursos livres e controlados. Da mesma maneira, o Bradesco, que aplicou R$ 21 bilh\u00f5es, em 2015\/2016, pretende aumentar o \u00edndice em 10%.&nbsp;<\/p>\n<p> O Banrisul, por sua vez, lan\u00e7ou, no fim do m\u00eas passado, uma carteira de R$ 2,1 bilh\u00f5es para produtores ga\u00fachos, alta de cerca de 10%. Por outro lado, o volume maior de recursos voltado ao campo tem sido acompanhado por eleva\u00e7\u00f5es nos juros nos \u00faltimos dois anos. No Plano Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio, lan\u00e7ado pelo governo federal em julho, as taxas variam de 9,5% a 12,75% ao ano, sendo de 8,5% para o Programa Nacional de Apoio ao M\u00e9dio Produtor Rural (Pronamp). De acordo com os bancos, a eleva\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas n\u00e3o tem influenciado nas contrata\u00e7\u00f5es, pois ocorreram paralelamente a alta da taxa Selic, hoje em 14,25%. No caso da agricultura familiar, que contar\u00e1 com R$ 30 bilh\u00f5es, as taxas variam de 2,5% a 5,5%, apresentando queda para produtos agroecol\u00f3gicos e da cesta b\u00e1sica. Mesmo com a maioria das al\u00edquotas mais onerosas, o agroneg\u00f3cio segue com inadimpl\u00eancia baixa na compara\u00e7\u00e3o com outros setores. \"\u00c9 uma inadimpl\u00eancia muito aqu\u00e9m do mercado tradicional.<\/p>\n<p> \u00c9 um setor que vem se beneficiando de safras cheias, pre\u00e7os bons nas commodities e, com isso, acaba tendo um cen\u00e1- rio diferente em rela\u00e7\u00e3o aos demais segmentos\", explica o diretor executivo do Sicredi, Gerson Seefeld. No Banrisul e no Sicredi, por exemplo, as pend\u00eancias dos agricultores giram, respectivamente, em torno de 3% e menos de 0,3% da carteira de cr\u00e9dito. Enquanto o custeio e a comercializa\u00e7\u00e3o da lavoura exigem cr\u00e9dito anual, a \u00e1rea de investimento \u00e9 a que mais sentiu os efeitos da crise econ\u00f4mica, vide as bruscas quedas nas vendas de m\u00e1quinas nos dois \u00faltimos anos. Segundo Seefeld, a busca por financiamento para compra de maquin\u00e1rio, armazenagem e constru\u00e7\u00e3o, caiu nesse per\u00edodo. \"H\u00e1 cinco anos, houve investimento pesado na renova\u00e7\u00e3o do parque de m\u00e1quinas. Depois, o produtor passou a fazer aplica\u00e7\u00f5es mais precisas.&nbsp;<\/p>\n<p> Acredito que, agora, est\u00e1 havendo uma readequa\u00e7\u00e3o do mercado, com investimentos em equipamentos que gerem mais produtividade e menos perdas na colheita\", explica. Para o superintendente executivo de Agroneg\u00f3cios do Santander, Claudio Yutaka, principalmente na regi\u00e3o Sul, h\u00e1 espa\u00e7o para renova\u00e7\u00e3o do maquin\u00e1rio, o que tem impulsionado a procura por cr\u00e9dito de investimento. \"Em geral, os produtores trocam 10% do parque de m\u00e1quinas anualmente e h\u00e1 um desgaste natural pelo uso de colheitadeiras e tratores\", analisa. Yutaka afirma ainda que o aumento do pre\u00e7o m\u00e9dio da terra tem obrigado o agricultor a investir em agricultura de precis\u00e3o, irriga\u00e7\u00e3o e armazenagem para elevar a produtividade. Nesse cen\u00e1rio, entram as linhas de silos, constru\u00e7\u00e3o civil e renova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica: outra oportunidade dos bancos para captar o setor que mais cresce na economia brasileira. (Jornal do Comercio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Projeto Leite na Escola apresenta resultados&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1854\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/>&nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1852\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Em oito meses de a\u00e7\u00e3o, o projeto Leite na Escola j\u00e1 visitou 22 escolas e atendeu 2.608 alunos de escolas estaduais da regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre. Realizada pela Secretaria de Agricultura (Seapi), a a\u00e7\u00e3o integra a agenda da C\u00e2mara Setorial do Leite e tem apoio de institui\u00e7\u00f5es ligadas ao setor produtivo, como o Sindilat. Os dados foram divulgados em reuni\u00e3o de trabalho realizada nesta segunda-feira (18\/7). De novembro de 2015 a julho de 2016, as oficinas levaram conhecimento a crian\u00e7as com objetivo de incentivar o consumo de leite e derivados desde a inf\u00e2ncia, resgatar a confian\u00e7a no produto e mostrar todo o percurso do leite, desde a origem at\u00e9 a mesa das fam\u00edlias. Ap\u00f3s cada apresenta\u00e7\u00e3o, os alunos s\u00e3o convidados a degustar alguns itens, momentos esses onde foram consumidos 522 litros de bebida l\u00e1ctea, 99 litros de leite e 30 quilos de queijos. &nbsp;Os alunos que participaram das oficinas ainda receberam a revistinha \"Pedrinho &amp; Lis: a origem do Leite\".&nbsp;<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, acompanhou a reuni\u00e3o e ressaltou a import\u00e2ncia dessa a\u00e7\u00e3o junto a esses novos consumidores e garantiu a continuidade da parceria para atender a novas institui\u00e7\u00f5es de ensino. O coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite, Danilo Gomes, pontuou que a expectativa \u00e9 atender mais 20 escolas neste segundo semestre e que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 ampliar a atua\u00e7\u00e3o uma vez que a demanda por receber a equipe do projeto \u00e9 crescente. Contudo, pontuou que a a\u00e7\u00e3o precisa estar enquadrada na quest\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria e log\u00edstica existente.&nbsp;<\/p>\n<p> No segundo semestre, o projeto Leite na Escola traz uma novidade. A segunda edi\u00e7\u00e3o da revistinha \"Pedrinho e Lis em: A Fant\u00e1stica F\u00e1brica do Latic\u00ednios\" j\u00e1 est\u00e1 em elabora\u00e7\u00e3o. A ideia, pontuou o estagi\u00e1rio Pedro Nery, \u00e9 lan\u00e7ar a publica\u00e7\u00e3o na Expointer 2016. O gibi traz informa\u00e7\u00f5es sobre o processamento do leite e como funciona um latic\u00ednio, al\u00e9m de brincadeiras e curiosidades.&nbsp;Na ocasi\u00e3o, a equipe do projeto Leite na Escola ainda apresentou dados compilados a partir de question\u00e1rios respondidos pelos professores que acompanharam o primeiro semestre de atividades. Segundo levantamento, 77% deles acreditam que a a\u00e7\u00e3o ajudou no consumo de produtos l\u00e1cteos na merenda, 82% informaram que o assunto rendeu novas atividades em sala de aula e 100% gostariam de levar alunos a propriedades leiteiras ou ind\u00fastrias.&nbsp;<span style=\"text-align: center;\">(Assessoria de Impresa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Festiqueijo espera receber 21 mil visitantes na edi\u00e7\u00e3o deste ano<\/strong><\/p>\n<p> Principal evento do calend\u00e1rio de Carlos Barbosa, na Serra Ga\u00facha, o Festiqueijo chega a sua 27\u00aa edi\u00e7\u00e3o com perspectiva de aumentar o n\u00famero de visitantes em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Os organizadores esperam receber 21 mil pessoas entre os dias 1 e 31 de julho, sempre \u00e0s sextas-feiras, s\u00e1bados e domingos, no sal\u00e3o paroquial da Igreja Matriz. \"O p\u00fablico \u00e9 muito fiel. As pessoas se programam para participar\", descreve o presidente da diretoria volunt\u00e1ria do evento, Diego Carlos Baldasso. Ou, seja, a crise n\u00e3o tem afetado a expectativa de p\u00fablico. O valor do ingresso \u00e0s sextas-feiras e domingos \u00e9 R$ 100,00. Aos s\u00e1bados a entrada passa para R$ 110,00. H\u00e1 gratuidade para crian\u00e7as at\u00e9 7 anos, sendo que para as que t\u00eam de 8 a 12 anos o valor cobrado \u00e9 de R$ 50,00. No local, o visitante tem acesso a mais de 40 tipos de queijos, al\u00e9m de um amplo card\u00e1pio de pratos t\u00edpicos da regi\u00e3o, o que faz com que o festival seja reconhecido como um dos principais eventos gastron\u00f4micos da Serra.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A cultura italiana \u00e9 presen\u00e7a forte, refor\u00e7am as soberanas Cheila Paula Pansera, que \u00e9 a Senhorita Festiqueijo, e Stephanie Pech, a dama de companhia. \"A cultura italiana diz que uma senhorita nunca anda sozinha, por isso existe a dama de companhia\", comenta Cheila. \"Tudo foi pensado para respeitar as tradi\u00e7\u00f5es\", acrescenta Stephanie. Segundo a vice-presidente e diretora de Marketing do evento, J\u00e9ssica Dalcin Andrioli, o espa\u00e7o que recebe o Festiqueijo passou por melhorias que garantem mais conforto aos visitantes, com aten\u00e7\u00e3o \u00e0 climatiza\u00e7\u00e3o do ambiente, sobretudo. \"Prezamos muito pela qualidade\", afirma J\u00e9ssica. (Jornal do Comercio)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Sindilat debate parceria para F\u00f3rum em Santa Maria<\/em><br \/><em> Reunido na sexta-feira (15\/7) com Luciane Kolbe e M\u00e1rcia Mandagar\u00e1, do Canal Rural, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, alinhou parceria para a realiza\u00e7\u00e3o da segunda edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum do Leite. O evento ocorrer\u00e1 no pr\u00f3ximo dia 11 de outubro, em Santa Maria. Desta vez, o encontro ter\u00e1 o apoio da Universidade Federal de Santa Maria. Na ocasi\u00e3o, foi debatida a tem\u00e1tica central do evento e os encaminhamento a serem dados para sua realiza\u00e7\u00e3o. O 1\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite - Rumo \u00e0 Excel\u00eancia foi realizado em Iju\u00ed no m\u00eas de junho e reuniu mais de 500 pessoas no audit\u00f3rio da Uniju\u00ed para discutir as mudan\u00e7as oportunizadas com a nova Lei do Leite. &nbsp;O projeto itinerante deve ter sequ\u00eancia em diversas regi\u00f5es produtoras de leite do Rio Grande do Sul. (Assessoria de Impresa Sindilat)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.311 &nbsp; D\u00e9ficit na balan\u00e7a de l\u00e1cteos \u00e9 o dobro de 2015 O d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos do Brasil no primeiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/18\/18-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1177","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1177","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1177"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1177\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}