{"id":1174,"date":"2016-07-15T17:00:13","date_gmt":"2016-07-15T17:00:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/15\/15-07-2016\/"},"modified":"2016-07-15T17:00:13","modified_gmt":"2016-07-15T17:00:13","slug":"15-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/15\/15-07-2016\/","title":{"rendered":"15\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 15&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.310<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;Impostos sobre peixes e queijos podem ter aumento, alerta ministro da Fazenda<\/strong><\/p>\n<p> A equipe econ\u00f4mica do novo governo estuda aumentar os impostos cobrados sobre alimentos como salm\u00e3o, que hoje tem tributa\u00e7\u00e3o zero, para engordar os cofres p\u00fablicos. Outros itens, como bacalhau, truta e atum do Atl\u00e2ntico podem ser alvos do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sem mencionar v\u00e1rios tipos de queijos, como provolone, mu\u00e7arela, minas e prato.&nbsp;<\/p>\n<p> Em entrevista ao jornal Estado de S\u00e3o Paulo, Meirelles citou o salm\u00e3o como um \"item de luxo\", que foi adicionado \u00e0 cesta b\u00e1sica do brasileiro, e sobre o qual a al\u00edquota do PIS-Cofins - hoje zero - pode ser elevada. O quilo do salm\u00e3o fresco inteiro custa, em m\u00e9dia R$ 50,00. No primeiro semestre, o Brasil gastou quase US$ 200 milh\u00f5es com a importa\u00e7\u00e3o de 32 mil toneladas do peixe do Chile.<\/p>\n<p> A Receita Federal estima que o governo vai deixar de arrecadar s\u00f3 este ano R$ 18,5 bilh\u00f5es devido \u00e0 desonera\u00e7\u00e3o do PIS-Cofins da cesta b\u00e1sica, que beneficia alimentos como feij\u00e3o, arroz, farinha de mandioca, batata-doce, milho e leite. Massas, a\u00e7\u00facar, \u00f3leo de soja e itens de higiene e limpeza tamb\u00e9m entram nessa lista, assim como carnes bovinas, prote\u00ednas de frango e carnes de caprinos e ovinos - para respeitar h\u00e1bitos alimentares de diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p> Meirelles usou o salm\u00e3o para exemplificar como alguns itens podem sofrer eleva\u00e7\u00e3o de tributa\u00e7\u00e3o, se for necess\u00e1rio. Segundo ele, a medida \u00e9 estudada, mas ainda n\u00e3o passa de um \"Plano C\". O \"Plano A\" continua sendo ajustar as contas p\u00fablicas com a conten\u00e7\u00e3o do crescimento dos gastos p\u00fablicos. A outra prioridade \u00e9 fortalecer o caixa por meio de privatiza\u00e7\u00f5es, securitiza\u00e7\u00f5es e vendas de ativos.<\/p>\n<p> Antes de tomar qualquer decis\u00e3o, o governo avaliar\u00e1 a repercuss\u00e3o que o aumento dos impostos ter\u00e1 sobre a economia. No caso espec\u00edfico do PIS-Cofins, tamb\u00e9m dever\u00e1 ser levado em considera\u00e7\u00e3o quanto essa medida representar\u00e1 em aumento de custo para as empesas, e se, no limite, ela ter\u00e1 que demitir funcion\u00e1rios em fun\u00e7\u00e3o disso. Tamb\u00e9m existem estudos para uma alta geral do tributo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Economia - iG)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">Campo aberto para produtos que sustentam as exporta\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1850\" style=\"width: 755px; height: 386px;\" \/><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Estudo rec\u00e9m \u00acconclu\u00eddo pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e pela Embrapa com proje\u00e7\u00f5es para o agroneg\u00f3cio brasileiro at\u00e9 a safra 2025\/26 confirma que o cen\u00e1rio \u00e9 bastante positivo para os produtos mais valorizados do setor nos mercados interno e externo. Mas, em contrapartida, sinaliza um horizonte sombrio para itens b\u00e1sicos como arroz e feij\u00e3o, voltados sobretudo ao abastecimento dom\u00e9stico e que normalmente oferecem aos agricultores remunera\u00e7\u00f5es mais baixas do que commodities como soja e milho, por exemplo. Como adiantou ontem o Valor PRO, servi\u00e7o de informa\u00e7\u00f5es em tempo real do Valor, o estudo aponta que a safra brasileira de gr\u00e3os poder\u00e1 alcan\u00e7ar entre 255,3 milh\u00f5es e 301,3 milh\u00f5es de toneladas na safra 2025\/26, ante 196,5 milh\u00f5es em 2015\/16 \u00ac um crescimento que, na melhor das hip\u00f3teses ser\u00e1 de 53,3%%, puxado por soja e milho.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Esse incremento embute avan\u00e7os tanto da produtividade das lavouras quanto da \u00e1rea plantada total, que poder\u00e1 crescer para entre 58,2 milh\u00f5es e 65,6 milh\u00f5es de hectares, ante 58,2 milh\u00f5es na temporada 2015\/16. \"Ainda que as nossas proje\u00e7\u00f5es sejam conservadoras, esses dados mostram que a agricultura brasileira tem um grande potencial de crescimento pela frente\", afirma Jos\u00e9 Garcia Gasques, coordenador geral de An\u00e1lise de Estudos do minist\u00e9rio. O cen\u00e1rio tra\u00e7ado est\u00e1 em linha com o que esperam do Brasil \u00f3rg\u00e3os como a FAO, a ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o, e o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Entre os produtos que puxam as perspectivas de expans\u00e3o do campo nacional, um dos grandes destaques \u00e9 a soja, que j\u00e1 \u00e9 o carro \u00acchefe do agroneg\u00f3cio brasileiro.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O estudo prev\u00ea que a produ\u00e7\u00e3o da oleaginosa poder\u00e1 alcan\u00e7ar 129,2 milh\u00f5es de toneladas (m\u00e9dias dos limites inferior e superior apontados) em 2025\/26, 35,1% mais que em 2015\/16, com uma expans\u00e3o de 30% da \u00e1rea plantada, para 43,2 milh\u00f5es de hectares. Em seguida, aparece o milho, cuja colheita poder\u00e1 aumentar 24,2%, para 94,7 milh\u00f5es de toneladas (m\u00e9dia dos limites), em uma \u00e1rea 4,4% superior, da ordem de 16,4 milh\u00f5es de hectares. Em larga medida, essas culturas tendem a ser impulsionadas pelo aumento da demanda para produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o tanto no pa\u00eds quanto no exterior, tendo em vista a tend\u00eancia de incremento do consumo de prote\u00ednas animais, principalmente em pa\u00edses emergentes. Tanto que, no horizonte desenhado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e pela Embrapa, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de carne de frango poder\u00e1 aumentar 34,6%, para 19,1 milh\u00f5es de toneladas no ciclo 2025\/26, a de carne su\u00edna tende a crescer 31,3%, para 4,7 milh\u00f5es de toneladas, e a de carne bovina poder\u00e1 subir 21%, para 10,2 milh\u00f5es de toneladas, sempre considerando as m\u00e9dias dos limites inferiores e superiores das estimativas.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Mas, se s\u00e3o igualmente positivas as perspectivas de expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, caf\u00e9 e laranja, entre outros, o quadro tra\u00e7ado para os b\u00e1sicos arroz e feij\u00e3o \u00e9 preocupante, sobretudo porque o minist\u00e9rio e a Embrapa projetam aumentos de produtividade at\u00e9 agora n\u00e3o registrados. As estimativas do estudo do minist\u00e9rio apontam que a \u00e1rea plantada de arroz poder\u00e1 cair 48,3% at\u00e9 2025\/26, para 1 milh\u00e3o de hectares, e que a produ\u00e7\u00e3o, mais eficiente, tende a crescer 2,6%, para 11,5 milh\u00f5es de toneladas. J\u00e1 a \u00e1rea de feij\u00e3o poder\u00e1 recuar 40,5%, para 1,8 milh\u00e3o de hectares, e a colheita poder\u00e1 subir 2%, para 3,4 milh\u00f5es de toneladas, tamb\u00e9m por ganhos de produtividade superiores a 40%, que n\u00e3o encontram paralelo nas \u00faltimas d\u00e9cadas. No caso do feij\u00e3o, por exemplo, da safra 2005\/06 para o ciclo 2014\/15 \u00ac a temporada 2015\/16 foi muito prejudicada pela seca \u00ac, a produtividade m\u00e9dia caiu 28%. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <strong><span style=\"text-align: justify;\">Itamaraty cita vantagens em acordos internacionais; agricultura familiar v\u00ea perda de soberania<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Ao analisar o projeto, o Itamaraty entende que o texto pode aproximar o Brasil de eventuais acordos de investimento firmados com outros pa\u00edses no \u00e2mbito da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). \"A proposta vai na dire\u00e7\u00e3o de n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o entre empresas brasileiras ou controladas por estrangeiros\", disse Norberto Moretti, que representou o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores na audi\u00eancia. \"A consequ\u00eancia pr\u00e1tica \u00e9 que o investidor estrangeiro, sob a forma de uma empresa nacional de capital estrangeiro, ter\u00e1 o mesmo tratamento que uma empresa brasileira\", disse Moretti. O deputado Heitor Schuch (PSB-RS), que prop\u00f4s o debate, se disse contr\u00e1rio \u00e0 proposta. \"N\u00e3o podemos nem permitir falar que agricultor familiar esteja correndo o risco de perder sua terra para estrangeiros. Estaremos realimentando a ind\u00fastria dos sem-terra.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Portanto, o Brasil precisa antes cuidar bem dos brasileiros\", disse. \"Pode at\u00e9 trazer gente de fora, mas n\u00e3o entregando a terra. \" Schuch disse que o objetivo do projeto \"\u00e9 vender 25% do territ\u00f3rio nacional para estrangeiros\". \"\u00c9 dali que tiramos a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, que gera emprego, gera renda e traz divisas novas para o Brasil\", afirmou. Para o secret\u00e1rio da Contag, Elias D'\u00c2ngelo, a mat\u00e9ria p\u00f5e em risco a soberania nacional e poder\u00e1 inflacionar o pre\u00e7o da terra no Pa\u00eds. Mesma opini\u00e3o compartilhada pelo presidente da Fetag\/RS, Carlos Joel da Silva. Segundo o dirigente, no Rio Grande do Sul hoje 30% dos agricultores n\u00e3o t\u00eam terra e plantam em \u00e1reas arrendadas. \"A terra \u00e9 um bem, sim, mas tamb\u00e9m tem fun\u00e7\u00e3o social.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Precisamos \u00e9 de cr\u00e9dito fundi\u00e1rio para garantir a sucess\u00e3o rural e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos\", opinou. Tamb\u00e9m contr\u00e1rio ao projeto, o representante da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Guilherme Delgado, disse que o texto \u00e9 completamente inapropriado. \"O projeto vai na contram\u00e3o dos regimes fundi\u00e1rios institu\u00eddos pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988. Precisamos entender que a terra n\u00e3o \u00e9 mercadoria, mas um bem intergeracional de uso m\u00faltiplo e com uma fun\u00e7\u00e3o social clara\", defendeu Delgado, para quem o texto p\u00f5e em risco comunidades tradicionais, como \u00edndios e quilombolas, e a soberania nacional. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Secret\u00e1rio do Mapa&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) tem novo secret\u00e1rio de Mobilidade Social, do Produtor Rural e Cooperativismo. \u00c9 Jos\u00e9 D\u00f3ria, ex-secret\u00e1rio Nacional de Irriga\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional e administrador em RH. Nesta quinta-feira (14), ele teve reuni\u00f5es com o ministro Blairo Maggi e com o secret\u00e1rio-executivo do Mapa, Eumar Novacki. D\u00f3ria disse que uma de suas principais atribui\u00e7\u00f5es \u00e0 frente da Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e Cooperativismo \u00e9 trabalhar para que o Brasil tenha uma agricultura cada vez mais sustent\u00e1vel. (MAPA)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.310 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Impostos sobre peixes e queijos podem ter aumento, alerta ministro da Fazenda A equipe econ\u00f4mica do novo governo estuda aumentar os <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/15\/15-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1174","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1174","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1174"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1174\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1174"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1174"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}