{"id":1173,"date":"2016-07-14T16:38:21","date_gmt":"2016-07-14T16:38:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/14\/14-07-2016\/"},"modified":"2016-07-14T16:38:21","modified_gmt":"2016-07-14T16:38:21","slug":"14-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/14\/14-07-2016\/","title":{"rendered":"14\/07\/2016\u00a0"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 14&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.309<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Miss\u00e3o sanit\u00e1ria a caminho<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O deputado Alceu Moreira busca junto ao Minist\u00e9rio da Agricultura o agendamento de uma miss\u00e3o governamental a latic\u00ednios uruguaios e argentinos. \"A ideia \u00e9 conferir a condi\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o destes pa\u00edses\", disse o parlamentar. Isso porque o Brasil \u00e9 importador de produtos l\u00e1cteos destes pa\u00edses. \"A qualidade precisa ser igual ou superior \u00e0 do leite produzido aqui\", destacou, afirmando que este \u00e9 um pleito antigo do setor l\u00e1cteo brasileiro. Segundo o deputado, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, considerou oportuna a realiza\u00e7\u00e3o de miss\u00e3o sanit\u00e1ria, at\u00e9 mesmo para um interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es. Entretanto, ainda n\u00e3o h\u00e1 data prevista. A expectativa de Moreira \u00e9 que a miss\u00e3o ocorra ainda neste ano.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Presidente do Sindilat, Alexandre Guerra considerou positivo o pleito. \"Podemos analisar a produ\u00e7\u00e3o e entender a vis\u00e3o que eles t\u00eam do leite daqui pra frente\", pontua o dirigente, destacando que Uruguai e Argentina sempre foram refer\u00eancia em produ\u00e7\u00e3o de leite de qualidade. De janeiro a mar\u00e7o deste ano, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leite cresceram 11%, de 28,8 milh\u00f5es de quilos no mesmo per\u00edodo de 2015 para 32,2 milh\u00f5es; e as exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram 23%, de 13,9 milh\u00f5es de quilos no primeiro trimestre do ano passado para 10,6 milh\u00f5es neste. (Correio do Povo)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Tamanho m\u00e9dio das fazendas leiteiras globais pode ser diferente daquilo que imaginamos<\/strong><\/p>\n<p> Em 2015, havia cerca de 121 milh\u00f5es de produtores de leite no mundo. Quando voc\u00ea pensa sobre os motivos pelos quais o setor de l\u00e1cteos e as pol\u00edticas governamentais est\u00e3o proximamente relacionadas a resposta \u00e9 que muitas pessoas est\u00e3o envolvidas na produ\u00e7\u00e3o global de leite, disse o diretor gerente da International Farm Comparison Network (IFCN), Torsten Hemme, durante a Confer\u00eancia de Gest\u00e3o de Grandes Rebanhos Leiteiros, realizada no come\u00e7o de maio, pr\u00f3ximo a Chicago.<\/p>\n<p> Ainda haver\u00e1 121 milh\u00f5es de produtores de leite nos pr\u00f3ximos anos? Os n\u00fameros dever\u00e3o declinar. \"Quando nossos n\u00fameros de produtores declinam, se iniciam alguns processos pol\u00edticos para a preven\u00e7\u00e3o de perdas. N\u00f3s podemos parar essa mudan\u00e7a estrutural? N\u00e3o, mas o processo pol\u00edtico estar\u00e1 l\u00e1 e cabe a n\u00f3s orientar os envolvidos o m\u00e1ximo poss\u00edvel\", frisou Torsten.&nbsp;<\/p>\n<p> \u00c9 interessante notar que, at\u00e9 2013, o n\u00famero de fazendas leiteiras estava aumentando lentamente, de forma que tem havido cerca de 1% de aumento nos n\u00fameros de fazendas. Esse \u00e9 um indicador que mostra novas adi\u00e7\u00f5es de animais nos rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1849\" style=\"width: 570px; height: 397px;\" \/><\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Qual o tamanho m\u00e9dio de uma fazenda leiteira?<\/span><br \/> O tamanho de uma fazenda \u00e9 um indicador muito simples, mas significativo. Pa\u00edses com um tamanho m\u00e9dio de rebanho com mais de 100 vacas incluem Estados Unidos, Argentina, Uruguai, \u00c1frica do Sul, Oceania, Ar\u00e1bia Saudita e partes da Europa - especialmente, Reino Unido e Rep\u00fablica Tcheca. Entretanto, a maioria dos pa\u00edses no mundo n\u00e3o s\u00e3o de grande escala, mas sim, tem rebanhos menores. \"O tamanho m\u00e9dio de uma fazenda leiteira mundial atualmente \u00e9 de cerca de 3 vacas, que produzem aproximadamente 18 quilos de leite. Metade disso, os pr\u00f3prios produtores consomem e a outra metade \u00e9 vendida. Essa \u00e9 a realidade\", comentou Hemme.&nbsp;<\/p>\n<p> Ele destacou que 73% das fazendas leiteiras s\u00e3o de pequena escala ou fazendas familiares, que possuem de uma a duas vacas, enquanto cerca de 23% possui de duas a dez vacas. \"Cerca de 60% das vacas leiteiras est\u00e3o em fazendas de pequena escala ou familiares, enquanto cerca de 26% das vacas est\u00e3o na categoria de fazendas familiares m\u00e9dias, que t\u00eam 10 a 100 vacas. Cerca de 15% das vacas est\u00e3o em fazendas comerciais com mais de 100 vacas\", ponderou o diretor.&nbsp;<\/p>\n<p> De acordo com ele, em alguns pa\u00edses, fazendas com mais de 100 vacas s\u00e3o consideradas \"hobby\", por\u00e9m, \u00e9 importante observar a ind\u00fastria de l\u00e1cteos por meio de uma vis\u00e3o global. \"No momento, talvez apenas 3% das vacas leiteiras totais est\u00e3o em rebanhos com mais de 1000 vacas. \u00c9 interessante notar que n\u00f3s provavelmente temos 300.000 rebanhos globalmente - com mais de 100 vacas - e grande parte deles est\u00e3o localizados nos Estados Unidos\", finalizou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.thecattlesite.com\">http:\/\/www.thecattlesite.com<\/a>, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Kantar WorldPanel: Italac foi uma das marcas que mais ganhou consumidores em 2015<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Entre 2014 e 2015, as marcas no Brasil que mais ganharam consumidores foram aSeara (3,4 milh\u00f5es de novos lares), Brilhante (2,8 milh\u00f5es) e Italac (2,7 milh\u00f5es), de acordo com dados in\u00e9ditos da Kantar WorldPanel.&nbsp;<\/p>\n<p> O estudo Brand Footprint mostra que o crescimento da Seara, da JBS, est\u00e1 relacionada com a busca do consumidor por uma prote\u00edna mais barata, ajudado pelo maci\u00e7o investimento em propaganda. Agora, a marca chega a 32,8 milh\u00f5es de domic\u00edlios.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1848\" style=\"text-align: justify; width: 570px; height: 245px;\" \/><\/p>\n<p> J\u00e1 a Italac, ainda de acordo com o estudo, beneficiou-se da estrat\u00e9gia de inova\u00e7\u00e3o e aumento do portf\u00f3lio. A empresa mineira de latic\u00ednios alcan\u00e7a 33,4 milh\u00f5es de resid\u00eancias.<\/p>\n<p> E a marca Brilhante, da Unilever, presente em 25,3 milh\u00f5es de lares, mais barata que alguns de seus concorrentes, cresceu pelo melhor custo\/benef\u00edcio. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Globo)<\/p>\n<p> <strong>USDA revisa para cima produ\u00e7\u00e3o norte-americana de gr\u00e3os<\/strong><\/p>\n<p> O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) disse nesta ter\u00e7a-feira (12\/7) que produtores do pa\u00eds devem colher uma safra recorde de milho. Em seu relat\u00f3rio mensal de oferta e demanda, o USDA estimou a produ\u00e7\u00e3o em 14,54 bilh\u00f5es de bushels (369,32 milh\u00f5es de toneladas), acima da proje\u00e7\u00e3o de junho, de 14,43 bilh\u00f5es de bushels (366,52 milh\u00f5es de t). Analistas consultados pelo The Wall Street Journal esperavam um n\u00famero maior, de 14,561 bilh\u00f5es de bushels (369,85 milh\u00f5es de t).<\/p>\n<p> Os estoques de milho nos EUA ao fim da atual temporada, em 31 de agosto, devem somar 1,701 bilh\u00e3o de bushels (43,21 milh\u00f5es de t), ante proje\u00e7\u00e3o de 1,708 bilh\u00e3o de bushels (43,4 milh\u00f5es de t) em junho. Os analistas esperavam um aumento para 1,784 bilh\u00e3o de bushels (45,3 milh\u00f5es de t). Para o ciclo 2016\/2017, o USDA estimou os estoques em 2,081 bilh\u00f5es de bushels (52,86 milh\u00f5es de t), abaixo da previs\u00e3o do mercado, de 2,189 bilh\u00f5es de bushels (55,6 milh\u00f5es de t).&nbsp;<\/p>\n<p> J\u00e1 a safra de soja foi estimada em 3,880 bilh\u00f5es de bushels (105,61 milh\u00f5es de t), acima da previs\u00e3o de junho, de 3,8 bilh\u00f5es de bushels (103,43 milh\u00f5es de t) mas pr\u00f3xima da estimativa de analistas, de 3,876 bilh\u00f5es de bushels (105,5 milh\u00f5es de t). O USDA reduziu sua estimativa para as reservas dom\u00e9sticas de soja em 2015\/2016, de 370 milh\u00f5es de bushels (10,07 milh\u00f5es de t), em junho, para 350 milh\u00f5es de bushels (9,53 milh\u00f5es de t). O n\u00famero ficou pr\u00f3ximo da previs\u00e3o de analistas, de 354 milh\u00f5es de bushels (9,64 milh\u00f5es de t).<\/p>\n<p> Para 2016\/2017, os estoques finais foram projetados em 290 milh\u00f5es de bushels (7,89 milh\u00f5es de t), em linha com a previs\u00e3o do mercado. Em 30 de junho, o USDA disse que produtores de soja semearam uma \u00e1rea recorde de 83,7 milh\u00f5es de acres (33,87 milh\u00f5es de hectares). O n\u00famero ficou acima dos 82,236 milh\u00f5es de acres (33,28 milh\u00f5es de hectares) previstos em 31 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p> J\u00e1 a \u00e1rea semeada com milho foi estimada em 94,1 milh\u00f5es de acres (38,08 milh\u00f5es de hectares). O n\u00famero ficou acima dos 87,999 milh\u00f5es de acres (35,6 milh\u00f5es de hectares) do ano passado e dos 92,759 milh\u00f5es de acres (37,54 milh\u00f5es de hectares) projetados por analistas.<\/p>\n<p> O clima favor\u00e1vel durante a primavera do Hemisf\u00e9rio Norte e a alta dos pre\u00e7os de commodities agr\u00edcolas levaram produtores a semear uma \u00e1rea maior este ano. As condi\u00e7\u00f5es foram amplamente favor\u00e1veis durante os est\u00e1gios iniciais de desenvolvimento e, caso persistam, podem resultar em alta produtividade. No entanto, se o clima ficar mais quente e seco no fim de julho, o rendimento pode ser afetado. \"Parece que teremos uma grande safra de milho\", disse Don Roose, presidente da corretora U.S. Commodities.<\/p>\n<p> Ele observou, por\u00e9m, que o clima parece mais amea\u00e7ador \u00e0 medida que julho avan\u00e7a. Os estoques globais de milho em 2016\/2017 devem somar 206,9 milh\u00f5es de toneladas, disse o USDA. J\u00e1 as reservas mundiais de soja devem cair para 66,31 milh\u00f5es de toneladas no pr\u00f3ximo ciclo, de 72,17 milh\u00f5es de toneladas projetadas para este ano. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos tem ligeiro recuo em junho<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo dados do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos tiveram ligeira redu\u00e7\u00e3o em junho. O volume totalizou 25,19 mil toneladas no m\u00eas. Na compara\u00e7\u00e3o com o embarcado em maio deste ano, a queda foi de 2,3%. Para os gastos, a redu\u00e7\u00e3o no per\u00edodo foi de 0,8%, totalizando US$61,90 milh\u00f5es.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">O produto mais importado foi o leite em p\u00f3. O pa\u00eds importou 17,35 mil toneladas, num total de US$42,10 milh\u00f5es no m\u00eas de junho. Os maiores fornecedores de produtos l\u00e1cteos, em valor, foram o Uruguai, com 64,2%, a Argentina com 23,1% e a Nova Zel\u00e2ndia, com 4,0%. Apesar da queda mensal, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano passado, a importa\u00e7\u00e3o aumentou 59,0% em valor e 101,5% em volume. (Scot Consultoria)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 14&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.309 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Miss\u00e3o sanit\u00e1ria a caminho O deputado Alceu Moreira busca junto ao Minist\u00e9rio da Agricultura o agendamento de uma miss\u00e3o governamental a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/14\/14-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/07\/2016\u00a0\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1173","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1173","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1173"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1173\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1173"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1173"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1173"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}