{"id":1169,"date":"2016-07-12T17:24:37","date_gmt":"2016-07-12T17:24:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/12\/12-07-2016\/"},"modified":"2016-07-12T17:24:37","modified_gmt":"2016-07-12T17:24:37","slug":"12-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/12\/12-07-2016\/","title":{"rendered":"12\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 12&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.307<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ind\u00fastrias de l\u00e1cteos com inspe\u00e7\u00e3o municipal defendem libera\u00e7\u00e3o de FGPP<\/strong><\/p>\n<p> As agroind\u00fastrias do setor leiteiro enquadradas no Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Municipal (SIM) enfrentam problemas para obter o Financiamento para Garantia de Pre\u00e7o ao Produtor (FGPP), embora a exig\u00eancia de inspe\u00e7\u00e3o federal tenha deixado de existir a partir da safra 2012\/2013, quando foi criada a modalidade de financiamento substituindo o ent\u00e3o Empr\u00e9stimos do Governo Federal (EGF). Esta \u00e9 uma linha de cr\u00e9dito do Sistema Nacional de Cr\u00e9dito Rural (SNCR), cujo objetivo \u00e9 financiar o carregamento de estoques de produtores rurais e agroind\u00fastrias para comercializa\u00e7\u00e3o futura.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Pequenas e M\u00e9dias Cooperativas e Empresas de Latic\u00ednios (G100), Wilson Massote, h\u00e1 cinco anos o setor vem demandando mais cr\u00e9dito no FGPP. Ressalta, no entanto, que n\u00e3o houve sucesso at\u00e9 agora e, inclusive, ocorreu retra\u00e7\u00e3o no volume liberado. \"Se o clima for favor\u00e1vel at\u00e9 o final do ano, teremos leite abundante, mas n\u00e3o teremos condi\u00e7\u00f5es de estocar todo o produto. N\u00e3o h\u00e1 sensibilidade do governo, para esta quest\u00e3o. Gostar\u00edamos que isso fosse colocado realmente em pauta\", alerta. Outro entrave das pequenas ind\u00fastrias de latic\u00ednios para a obten\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito, s\u00e3o as d\u00edvidas junto ao INSS que impedem a emiss\u00e3o de certid\u00e3o negativa.&nbsp;<\/p>\n<p> O dirigente do G100 afirma que este problema tamb\u00e9m n\u00e3o permite a participa\u00e7\u00e3o de muitas empresas no programa Mais Leite Saud\u00e1vel que ajuda a melhorar a competitividade do setor leiteiro e a renda do produtor. Uma das reivindica\u00e7\u00f5es da entidade \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de PIS\/Cofins para liquida\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica de d\u00e9bitos de INSS para as ind\u00fastrias l\u00e1cteas. \"Se isto n\u00e3o ocorrer, a maioria das micro, pequenas e m\u00e9dias empresas de latic\u00ednios n\u00e3o ter\u00e3o acesso ao cr\u00e9dito. \u00c9 preciso uma solu\u00e7\u00e3o urgente\", alerta Massote. As pautas de reivindica\u00e7\u00e3o foram objetos de discuss\u00f5es com o governo, em reuni\u00e3o com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no dia 21 de junho, em Bras\u00edlia, e de audi\u00eancia p\u00fablica na Comiss\u00e3o de Agricultura da C\u00e2mara dos Deputados, proposta pelo deputado federal Alceu Moreira, (PMDB\/RS), na quinta-feira passada, dia 7 de julho. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Setor amplia participa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> O Relat\u00f3rio do Com\u00e9rcio Exterior do Agroneg\u00f3cio do Rio Grande do Sul, divulgado ontem pela Assessoria Econ\u00f4mica do Sistema Farsul, apontou um volume comercializado no m\u00eas de junho de 2,5 milh\u00f5es de toneladas, equivalente 1,353 bilh\u00e3o de d\u00f3lares. O n\u00famero, que corresponde a 75% do total de exporta\u00e7\u00f5es ga\u00fachas, representa um incremento de 10,8% no volume exportado em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado e de 1,65% comparado \u00e0 maio de 2016. Em maio, o volume de exporta\u00e7\u00f5es teve um crescimento de 46,6%, confirmando uma tend\u00eancia de melhora dos neg\u00f3cios a partir do segundo trimestre do ano. De acordo com o documento da Farsul, o resultado positivo no final do primeiro semestre ajudou a amenizar a queda nas vendas, que foram 2,2% menores em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros seis meses de 2015. A China mant\u00e9m a posi\u00e7\u00e3o de grande comprador do agroneg\u00f3cio ga\u00facho, com 36,2% do total comercializado. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>O Brasil foi respons\u00e1vel por 60% do faturamento com as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Uruguai<\/strong><\/p>\n<p> O Brasil se transformou no principal destino das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Uruguai, representando 60% do faturamento no primeiro semestre do ano, informou a El Observador Mercedes Baraibar, t\u00e9cnica da \u00e1rea de informa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e estat\u00edsticas do Instituto Nacional de La Leche (Inale). Mesmo sem divulgar a quantidade adquirida pelo Brasil, o valor foi estimado pelo Uruguay XXI em US$ 158 milh\u00f5es. Brasil e China - apesar do faturamento bem menor que o Brasil - foram destacados no primeiro boletim semestral de monitoramento de mercados que lan\u00e7ou esta semana o Inale. A informa\u00e7\u00e3o divulgada se concentra nos mercados que s\u00e3o chaves para o Uruguai: Brasil, que importou 60% das divisas obtidas com l\u00e1cteos; e a China, como mercado potencial no longo prazo, apesar de neste momento n\u00e3o estar t\u00e3o forte, explicou Baraibar. A an\u00e1lise do Inale considera o comportamento dos mercados nos primeiros quatro meses de 2016 e sua compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado.&nbsp;<\/p>\n<p> Apesar da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica complicada do Brasil e proje\u00e7\u00f5es de retra\u00e7\u00e3o do consumo em geral - pela infla\u00e7\u00e3o e uma economia que crescer\u00e1 levemente em 2017 - est\u00e1 previsto crescimento consider\u00e1vel das importa\u00e7\u00f5es. Nestes itens, o Uruguai foi o primeiro ou o segundo fornecedor, dependendo do produto. Por outro lado, a China efetuou compras importantes nos primeiros meses de 2016, mas, a pergunta \u00e9 se realmente houve recupera\u00e7\u00e3o da demanda, ou se est\u00e1 apenas considerando fazer estoques com pre\u00e7os baixos para os pr\u00f3ximos meses, ressaltou Baraibar.&nbsp;<\/p>\n<p> Os Estados Unidos aumenta a oferta a taxas vari\u00e1veis, mas, abaixo dos pre\u00e7os pagos pelos produtores, esperando que a produ\u00e7\u00e3o desacelere. Situa\u00e7\u00e3o id\u00eantica ocorre na Uni\u00e3o Europeia. J\u00e1 a R\u00fassia, apesar das dificuldades, \u00e9 um mercado importante para a manteiga do Uruguai e tamb\u00e9m tem efetuado compras pontuais de queijo e leite em p\u00f3 desnatado. Em mat\u00e9ria de perspectivas, nada faz prever altera\u00e7\u00e3o na demanda ou retra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. Por isso, nada indica quando haver\u00e1 recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. Mas, todos os analistas dizem que ir\u00e3o melhorar. Alguns opinam que ser\u00e1 antes do final de 2016, e outros que ser\u00e1 no primeiro semestre do pr\u00f3ximo ano. Tamb\u00e9m \u00e9 esperada uma desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, embora deva crescer 1,6%, ou a taxas menores. Isto significa um volume extra de leite no mercado, que em alguns lugares como nos Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia v\u00e3o crescer nos estoques, dificultando a recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, diz Baraibar. (El Observador, Tradu\u00e7\u00e3o Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Goi\u00e1s registra queda de mais de 6% na produ\u00e7\u00e3o de leite no 1\u00ba semestre<\/strong><\/p>\n<p> O criador Gon\u00e7alves Costa \u00e9 produtor de leite em Itabera\u00ed. Foi a primeira vez que antecipou, em um m\u00eas e meio, o trato das vacas com silagem e ra\u00e7\u00e3o. N\u00e3o chove na regi\u00e3o h\u00e1 mais de tr\u00eas meses. O pasto secou bem antes do previsto e para piorar, o milho, importante componente da ra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o rendeu. \"De 600 toneladas, colhemos 100 toneladas de material ruim\", afirma.<\/p>\n<p> Em maio do ano passado a fazenda produziu 57 mil litros de leite. Em maio deste ano caiu para 41 mil litros, uma redu\u00e7\u00e3o de 28%. Isso nunca tinha acontecido na fazenda. A fazenda faz parte de uma associa\u00e7\u00e3o que conta com 60 produtores. Todos est\u00e3o sofrendo para a alimentar o gado. \"Se ele retira ou diminui essa comida, a vaca vai deixar de produzir 30 litros e produzir 20, 22, ou menos. No nosso grupo tivemos uma queda de 30%\", comenta Eur\u00edpedes Bassamurfo, produtor de leite.<\/p>\n<p> Para a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura de Goi\u00e1s, o clima s\u00f3 agravou uma crise que o produtor vem enfrentando nos \u00faltimos anos. O n\u00famero de vacas ordenhadas no estado, caiu 3% em 2015. O produtor estaria descartando animais al\u00e9m do necess\u00e1rio.<br \/> \"O produtor teve que sacrificar animais para pagar compromissos financeiros l\u00e1 atr\u00e1s. Estamos sentindo isso agora. Os pre\u00e7os aumentando, a produ\u00e7\u00e3o caindo. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 Goi\u00e1s, o Brasil teve uma queda de produ\u00e7\u00e3o em torno de 8%\", declara Edson Novaes, gerente econ\u00f4mico da Faeg.&nbsp;Segundo a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura de Goi\u00e1s, a queda da produ\u00e7\u00e3o no estado nos \u00faltimos doze meses ficou em 8,7%, acima da m\u00e9dia nacional. (Portal Lacteo)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Queijo artesanal em pauta no minist\u00e9rio<br \/> O deputado federal Alceu Moreira encaminhou documento ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, sugerindo que a pasta regulamente a produ\u00e7\u00e3o de queijo artesanal. A ideia \u00e9 estipular regras espec\u00edficas para esta modalidade de produto. Moreira \u00e9 autor de um projeto de lei que visa regulamentar a atividade. A estimativa \u00e9 de que 80 mil estabelecimentos possam ser beneficiados, especialmente no Rio Grande do Sul e Minas Gerais. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.307 &nbsp; Ind\u00fastrias de l\u00e1cteos com inspe\u00e7\u00e3o municipal defendem libera\u00e7\u00e3o de FGPP As agroind\u00fastrias do setor leiteiro enquadradas no Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Municipal <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/12\/12-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1169","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1169"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1169\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}