{"id":1162,"date":"2016-07-05T17:08:39","date_gmt":"2016-07-05T17:08:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/05\/05-07-2016\/"},"modified":"2016-07-05T17:08:39","modified_gmt":"2016-07-05T17:08:39","slug":"05-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/05\/05-07-2016\/","title":{"rendered":"05\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 05<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.302<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;Leil\u00e3o GDT: mercado internacional segue sem grandes varia\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p> O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (05\/07) apresentou leve queda de 0,4% sobre o leil\u00e3o anterior, com pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos em US$ 2.345\/tonelada. O leite em p\u00f3 integral registrou queda pelo terceiro evento seguido, fechando a US$2.062\/tonelada (-1,6%). Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2015, o leite em p\u00f3 integral n\u00e3o apresenta grande varia\u00e7\u00e3o, com pre\u00e7os 0,4% acima do apresentado no ano passado.<\/p>\n<p> O leite em p\u00f3 desnatado, por outro lado, teve a terceira alta seguida, fechando a US$1.938\/ton (+2,6). O queijo cheddar apresentou pequena queda de -0,5%, sendo cotado a US$2.902\/ton. Foram vendidas 32.500 toneladas de produtos l\u00e1cteos neste leil\u00e3o, 2,1% abaixo do volume comercializado no mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p> Os contratos futuros de leite em p\u00f3 integral apresentaram uma expressiva rea\u00e7\u00e3o para agosto, apontando para alta de 15,4% a um pre\u00e7o de US$2.427\/ton. No entanto, para o restante do ano, a previs\u00e3o \u00e9 que mercado recue novamente para o patamar de US$2.000 a US$2.100\/ton. (A mat\u00e9ria \u00e9 da Equipe MilkPoint, com informa\u00e7\u00f5es do Global Dairy Trade)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1833\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil \u00e9 destaque em proje\u00e7\u00f5es de longo prazo de FAO e OCDE<\/strong><\/p>\n<p> Em amplo estudo com proje\u00e7\u00f5es de longo prazo divulgado ontem, a Ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) e a Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) confirmaram um cen\u00e1rio de desacelera\u00e7\u00e3o da demanda e da oferta globais por produtos agropecu\u00e1rios na pr\u00f3xima d\u00e9cada, projetaram uma relativa estabiliza\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es internacionais das commodities agr\u00edcolas no per\u00edodo e voltaram a estimar que, nesse contexto, o Brasil tende a ganhar ainda mais participa\u00e7\u00e3o em alguns de seus principais mercados.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1834\" style=\"width: 570px; height: 390px;\" \/><\/p>\n<p> No caso da soja, que lidera a produ\u00e7\u00e3o brasileira de gr\u00e3os e \u00e9 um dos itens mais importantes na pauta de exporta\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, FAO e OCDE preveem que a produ\u00e7\u00e3o nacional dever\u00e1 alcan\u00e7ar 135,5 milh\u00f5es de toneladas em 2025, ante um c\u00e1lculo para 2016 que indica a colheita de 100,2 milh\u00f5es - esse volume n\u00e3o foi de fato alcan\u00e7ado, por conta de &nbsp;adversidades clim\u00e1ticas, e est\u00e1 previsto pela Conab em 95,6 milh\u00f5es. No caso do milho, FAO e OCDE partem de uma base de 83,1 milh\u00f5es de toneladas neste ano (ser\u00e3o 76,2 milh\u00f5es, conforme a Conab) e projetam 101,2 milh\u00f5es de toneladas em 2025.<\/p>\n<p> Entre os produtos de origem animal, os destaques s\u00e3o os previstos aumentos das produ\u00e7\u00f5es brasileiras de carne bovina (de 9,6 milh\u00f5es, em 2016, para 11 milh\u00f5es em 2025); carne de frango (de 13,8 milh\u00f5es para 16,8 milh\u00f5es de toneladas) e tamb\u00e9m deleite (de 31,9 milh\u00f5es para 39,1 milh\u00f5es de toneladas). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Blairo Maggi: nenhum pa\u00eds tem legisla\u00e7\u00e3o ambiental t\u00e3o dura quanto o Brasil<\/strong><\/p>\n<p> O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) participou nesta segunda-feira (4) do Global Agrobusiness Forum (GAF 2016), em S\u00e3o Paulo. Ele apresentou aos participantes dados elaborados pela Embrapa apontando que mais de 61,3% do territ\u00f3rio nacional \u00e9 ocupado por \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Isso, na avalia\u00e7\u00e3o do ministro, \u00e9 um passaporte para vender ao mundo a informa\u00e7\u00e3o de que o Brasil tem a legisla\u00e7\u00e3o mais dura sobre o assunto.&nbsp;De acordo com a Embrapa, dos 38,7% restantes do territ\u00f3rio apenas 8% s\u00e3o ocupados por lavoura e florestas plantadas. Outros 19% s\u00e3o destinados \u00e0 pastagem e 11% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa preservadas em propriedades rurais. Para o ministro, esses dados rebatem as cr\u00edticas de que a agropecu\u00e1ria brasileira esteja devastando as florestas.<\/p>\n<p> O ministro disse que nenhum pa\u00eds tem uma legisla\u00e7\u00e3o t\u00e3o dura quanto a brasileira em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental. Com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o percentual preservado nas propriedades privadas poder\u00e1 aumentar em at\u00e9 70% em fun\u00e7\u00e3o da regulariza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas desmatadas. Maggi destacou ainda que as terras ind\u00edgenas ocupam cerca de 13% do territ\u00f3rio brasileiro, bem mais do que as \u00e1reas destinadas \u00e0 agricultura.&nbsp;<\/p>\n<p> Os dados apresentados pelo ministro surpreenderam os produtores rurais e os representantes estrangeiros presentes ao evento. Blairo Maggi ressaltou que \u00e9 importante que esses n\u00fameros sejam divulgados, especialmente no exterior. \"Isso \u00e9 um patrim\u00f4nio internacional.\"&nbsp;Outro ponto destacado pelo ministro \u00e9 que a agropecu\u00e1ria brasileira vende o produto, mas n\u00e3o o conceito associado a ele. Como exemplo, Maggi citou a sustentabilidade da agricultura nacional. \"A B\u00e9lgica, por exemplo, vende chocolate, mas n\u00e3o planta cacau. Apenas associa o conceito ao produto\".<\/p>\n<p> O presidente Michel Temer fez a abertura do evento e destacou a import\u00e2ncia do setor para a economia brasileira. \"A agropecu\u00e1ria tem o potencial de tirar o pa\u00eds da crise mais rapidamente do que os demais setores\", afirmou Temer.&nbsp;O ministro disse tamb\u00e9m que o Brasil tem produzido mais utilizando menos espa\u00e7o. A produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no pa\u00eds aumentou 220% nos \u00faltimos 38 anos, praticamente usando a mesma \u00e1rea, gra\u00e7as ao avan\u00e7o tecnol\u00f3gico. Maggi afirmou ainda que pretende, nos pr\u00f3ximos cinco anos, aumentar a participa\u00e7\u00e3o do Brasil no mercado internacional dos produtos agropecu\u00e1rios de 7% para 10%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pre\u00e7os\/AR&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Algumas empresas j\u00e1 recebem mais de US$ 2.500\/tonelada. A m\u00e9dia do m\u00eas passado ficou em US$ 2.350\/tonelada. Boa not\u00edcia: come\u00e7ou a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral argentino a partir de vendas realizadas ao Brasil e Chile.<br \/> As exporta\u00e7\u00f5es argentinas de leite em p\u00f3 integral a granel declaradas em junho passado foram de 4.975 toneladas ao pre\u00e7o m\u00e9dio ponderado de US$ 2.351\/tonelada, contra 4.793 toneladas (sem considerar as remessas para a Venezuela) a US$ 2.113\/toneladas em maio deste ano. O importante \u00e9 que 1.310 toneladas registradas no m\u00eas passado (26% do total) foram declaradas com cota\u00e7\u00f5es acima de US$ 2.500\/tonelada. Os maiores pre\u00e7os em junho corresponderam \u00e0 venda de 10 toneladas da L\u00e1cteos Monte Cristo para o Uruguai por US$ 3.000\/toneladas; 100 toneladas da Sobrero y Cagnolo (Cremac) para o Brasil pelo valor de US$ 2.800\/toneladas; 15 toneladas da Corlasa para o Brasil a US$ 2.700\/toneladas; e 500 toneladas da Nestl\u00e9 para o Brasil pela cota\u00e7\u00e3o de US$ 2.626\/tonelada.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m houve registro de vendas realizadas pela filial local da Nestl\u00e9 de 273 toneladas para o Chile ao pre\u00e7o de US$ 2.576\/tonelada; e de 400 toneladas da Sobrero y Cagnolo ao Brasil pelo valor US$ 2.575\/tonelada. Os menores valores FOB declarados no m\u00eas passado corresponderam \u00e0s opera\u00e7\u00f5es da SanCor para a Arg\u00e9lia foram: 176 toneladas a US$ 1.800\/toneladas; 92 toneladas a US$ 1.850\/tonelada; e 29 toneladas a US$ 1.900\/tonelada (nessa regi\u00e3o \u00e9 extremamente dif\u00edcil competir com as ind\u00fastrias europ\u00e9ias, que ocupam a maior parte do mercado argelino). Em junho a SanCor n\u00e3o declarou o que foi exportado para a Venezuela (em 2016 j\u00e1 foram enviadas 13.608 toneladas para o mercado bolivariano). E junho de 2016 a empresa declarou vendas de 1.105 toneladas ao pre\u00e7o m\u00e9dio FOB de US$ 2.696\/tonelada (sem considerar a Venezuela). (Valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Levantamento mostra 14,6% de desist\u00eancia&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em>Dados preliminares da declara\u00e7\u00e3o anual de rebanho, da Secretaria de Agricultura (Seapi), indicam redu\u00e7\u00e3o de 14,6% no n\u00famero de propriedades que trabalham com bovinos de leite no Estado. Segundo o levantamento, os produtores que declararam ter animais e estar na atividade ca\u00ed- ram de 54.546 em 2015 para 46.578 em 2016 -- 7.968 produtores a menos. O rebanho leiteiro tamb\u00e9m teve diminui\u00e7\u00e3o de 8,2% no per\u00edodo, recuando de 1,2 milh\u00e3o para 1,1 milh\u00e3o de cabe\u00e7as. A veterin\u00e1ria Daniela Azevedo, fiscal agropecu\u00e1ria do setor de Epidemiologia e Estat\u00edstica da Seapi, destaca que, at\u00e9 o momento, foram tabuladas 92% das informa\u00e7\u00f5es recebidas. A Seapi tem at\u00e9 o final do m\u00eas para lan- \u00e7ar todos os dados no sistema. O levantamento consolidado ser\u00e1 divulgado no in\u00edcio de agosto. A proje\u00e7\u00e3o confirma a percep- \u00e7\u00e3o da Fetag, que vem demonstrando preocupa\u00e7\u00e3o com o abandono da produ\u00e7\u00e3o de leite. \"Os n\u00fameros mostram que a atividade n\u00e3o est\u00e1 dando o retorno que o produtor espera\", avalia o assessor de Pol\u00edtica agr\u00edcola da Fetag, Marcio Langer, referindo-se \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da rentabilidade. Assistente t\u00e9cnico estadual da Emater, Jaime Ries considera que o n\u00famero que indica a desist\u00eancia de quase 8 mil produtores \u00e9 coerente, mas entende que o universo a ser considerado \u00e9 maior que o do levantamento da Seapi. Pelos n\u00fameros de 2015 da Emater, levantados por metodologia diferente, o Estado tem 84 mil produtores de leite vinculados \u00e0 ind\u00fastria e outros 12 mil informais. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.302 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Leil\u00e3o GDT: mercado internacional segue sem grandes varia\u00e7\u00f5es O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (05\/07) apresentou leve queda de 0,4% <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/05\/05-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1162","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1162","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1162\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}