{"id":1139,"date":"2016-06-16T16:45:32","date_gmt":"2016-06-16T16:45:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/16\/16-06-2016\/"},"modified":"2016-06-16T16:45:32","modified_gmt":"2016-06-16T16:45:32","slug":"16-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/16\/16-06-2016\/","title":{"rendered":"16\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 16<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.289<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>IBGE: capta\u00e7\u00e3o no 1\u00ba trimestre tem forte queda de 5,5%<\/strong><\/p>\n<p> O IBGE divulgou nesta quinta-feira (16\/06) os dados referentes \u00e0 capta\u00e7\u00e3o brasileira de leite no primeiro trimestre de 2016. De janeiro a mar\u00e7o, foram captados 5,86 bilh\u00f5es de litros, uma queda de 4,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Se considerarmos ainda que o m\u00eas de fevereiro de 2016 teve 29 dias e ajustarmos a varia\u00e7\u00e3o, a queda no per\u00edodo foi de 5,5%.&nbsp;<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1 - Capta\u00e7\u00e3o formal de leite pela ind\u00fastria<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1806\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p> Entre as regi\u00f5es, apenas o Norte apresentou alta na capta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre de 2015 (+1%). Por outro lado, todas as demais regi\u00f5es apresentaram quedas expressivas: Nordeste (-11,4%); Centro-Oeste (-7%); Sul (-4,7%) e Sudeste (-2,8%).<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 2 - Varia\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o de leite por regi\u00e3o (1\u00ba Tri 2016 x 1\u00ba Tri 2015)<br \/> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1807\" style=\"width: 500px; height: 316px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na capta\u00e7\u00e3o de leite por estado, analisando as principais bacias leiteiras, Goi\u00e1s teve queda de 8,8% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre de 2015, seguido pelo Paran\u00e1 (-4,6%) e Minas Gerais (-2,3%). J\u00e1 Santa Catarina (+0,2%), Rio Grande do Sul +(1,6%) e S\u00e3o Paulo (+3,4%) apresentaram alta na capta\u00e7\u00e3o. (Milk Point)<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 3 - Varia\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o de leite nos principais estados (1\u00ba Tri 2016 x 1\u00ba Tri 2015)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1808\" style=\"width: 500px; height: 269px;\" \/>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Valor da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria \u00e9 de R$ 504,4 bilh\u00f5es este ano<\/strong><\/p>\n<p> O Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) da agropecu\u00e1ria deste ano est\u00e1 estimado em R$ 504,4 bilh\u00f5es, 3,3% menor do que o de 2015 (R$ 521,9 bilh\u00f5es). Os dados foram divulgados na \u00faltima segunda-feira (13) pela Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola (SPA) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento.<\/p>\n<p> O VBP corresponde ao faturamento dos principais produtos agropecu\u00e1rios, como gr\u00e3os, carnes, caf\u00e9 e cacau. Apesar da redu\u00e7\u00e3o, a soja isoladamente apresenta alta de 0,6%, com o maior VBP entre todos os produtos agropecu\u00e1rios: R$ 113,1 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p> As lavouras correspondem a R$ 327,5 bilh\u00f5es do VBP total e a pecu\u00e1ria, RS$ 176,9 bilh\u00f5es. Entre as lavouras, al\u00e9m da soja, outros destaques s\u00e3o a cana-de-a\u00e7\u00facar (R$ 51,5 bilh\u00f5es) e o milho (R$ 42,8 bilh\u00f5es). Na pecu\u00e1ria, a carne bovina representa R$ 75,1 bilh\u00f5es, seguida pela carne de frango (R$ 50,4 bilh\u00f5es) e pelo leite (R$ 25,6 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p> Segundo a Coordena\u00e7\u00e3o Geral de Estudos e An\u00e1lises da SPA, o principal motivo da redu\u00e7\u00e3o do VBP est\u00e1 na queda da produ\u00e7\u00e3o e da produtividade de culturas relevantes, como arroz, feij\u00e3o, milho e soja, como apontam os levantamentos de safra referentes ao m\u00eas de maio. As estimativas indicam tamb\u00e9m uma redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de frutas, que registraram uma das maiores m\u00e9dias de pre\u00e7o entre os grupos de produtos que comp\u00f5em o IPCA-15 do m\u00eas de maio.<\/p>\n<p> O maior valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria \u00e9 da regi\u00e3o Sul (R$ 147,8 bilh\u00f5es), seguida do Centro-Oeste (R$ 139,4 bilh\u00f5es), Sudeste (R$ 134,7 bilh\u00f5es), Nordeste (R$ 44,9 bilh\u00f5es) e Norte (R$ 29,5 bilh\u00f5es). Entre os estados, as maiores redu\u00e7\u00f5es no VBP s\u00e3o observadas no Maranh\u00e3o, Piau\u00ed, Bahia e Tocantins, principalmente por causa da seca que prejudicou lavouras de milho e soja. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Pre\u00e7os&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Quando exatamente os pre\u00e7os subir\u00e3o, depender\u00e1 de fatores como crescimento da demanda e redu\u00e7\u00e3o dos estoques. Durante a Confer\u00eancia IFCN Dairy, um encontro anual de pesquisadores e analistas para debaterem sobre economia agr\u00edcola, os baixos pre\u00e7os do leite foram discutidos. Os mecanismos de deixarem os pre\u00e7os nacionais acompanharem os pre\u00e7os do mercado mundial resulta em quedas de pre\u00e7os de leite locais mais rapidamente em mercados abertos do que em mercados regulados. \"H\u00e1 14 meses que o mundo enfrenta crise econ\u00f4mica no setor de latic\u00ednios, per\u00edodo em que a margem da economia agr\u00edcola est\u00e1 no m\u00ednimo 10% abaixo da m\u00e9dia. Isto surgiu a partir da crise do setor l\u00e1cteo de 2012 e do \"boom\" dos pre\u00e7os dos latic\u00ednios de em 2013\/2014\", resume como foi o surgimento da crise, Torsten Hemme, Diretor Administrativo do IFCN. Agora os agricultores sobrevivem fazendo ajustes nos fluxos de caixa e manejando estoques, desde gado, a alimenta\u00e7\u00e3o. Frequentemente manuten\u00e7\u00e3o e investimentos s\u00e3o postergados para reduzir os resultados negativos das propriedades. \"Fazendas s\u00e3o pequenas opera\u00e7\u00f5es, que tamb\u00e9m precisam utilizar ferramentas de gest\u00e3o, e diversifica\u00e7\u00e3o de riscos. Temos acompanhado e apoiado esse desenvolvimento\", afirmou Anders Fagerber, presidente do Conselho do IFCN, durante a confer\u00eancia. &nbsp;Com cerca de 70 especialistas em latic\u00ednios de todo mundo a Rede de Pesquisadores IFCN est\u00e1 presente em 40 pa\u00edses. O que ocorrer\u00e1 no mercado futuro dos l\u00e1cteos foi explicado.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">An\u00e1lises dos suprimentos mundiais de leite com base em pesquisas do IFCN mostram que os estoques crescer\u00e3o 1,5% em 2016. Isto \u00e9 substancialmente menos que em 2015 (+1,8%), e 2014 (+3,2%). Tamb\u00e9m a demanda de leite \u00e9 um fator importante. As estimativas do IFCN apontam que a demanda cresceu, em 2015, entre 1,8% e 2%. Esse crescimento est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia de longo prazo, (2006 a 2015), foi de 2,4%. Para 2016 o IFCN estima crescimento do n\u00edvel da demanda para 2%. O que isto significa para o equil\u00edbrio do mercado? Em 2014 e 2015 a oferta excedeu a demanda e os estoques cresceram. O IFCN estima que na base anual, a demanda de leite ir\u00e1 exceder a oferta em 2016. Embora esta rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o tenha sido observada nos primeiros cinco meses, ela surgir\u00e1 at\u00e9 o final do ano.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <span style=\"text-decoration: underline;\">E o pre\u00e7o do leite?<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Torsten Hemme, fundador da Dairy Researcher Network IFCN diz sobre as perspectivas dos pre\u00e7os do leite: \"Isto depender\u00e1 bastante das a\u00e7\u00f5es dos atuais estoques por seus gestores. Se segurarem os estoques por mais tempo uma recupera\u00e7\u00e3o substancial poder\u00e1 ocorrer at\u00e9 o final de 2016. Se, no entanto, agirem de forma diferente, a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os ser\u00e1 adiada. Mas, a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os \u00e9 poss\u00edvel\". (IFCN - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1809\" style=\"width: 464px; height: 339px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Exporta\u00e7\u00f5es\/Uruguai<\/strong><\/p>\n<p> A perda em d\u00f3lares ocorreu nos primeiros cinco meses de 2016.Caem os pre\u00e7os e sobem os volumes exportados. As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos at\u00e9 maio totalizaram US$ 226 milh\u00f5es, o que representa queda de 14% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015, conforme dados do Inale.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Mesmo com os pre\u00e7os baixos em rela\u00e7\u00e3o a um ano atr\u00e1s, foi registrado aumento nos volumes dos l\u00e1cteos embarcados. Fontes da Conaprole adiantaram a El Observador que a boa not\u00edcia \u00e9 que as vendas da cooperativa permitiram reduzir os estoques e que o Brasil, \u00e9 o principal destino dos l\u00e1cteos do Uruguai. A m\u00e1 not\u00edcia \u00e9 queda na produ\u00e7\u00e3o decorrente dos pre\u00e7os ruins e clima adverso. As exporta\u00e7\u00f5es totais de l\u00e1cteos do Uruguai mostraram um incremento no leite em p\u00f3 integral de 41% no faturamento, resultado do crescimento de 66% do volume vendido, mesmo com queda de 15% no pre\u00e7o m\u00e9dio. Os principais destinos foram o Brasil, Arg\u00e9lia, China, Cuba e R\u00fassia. As exporta\u00e7\u00f5es de queijo ca\u00edram 29% no faturamento e cresceram 19% no volume, tendo o pre\u00e7o ca\u00eddo 40%. Brasil e M\u00e9xico foram os principais mercados. O leite em p\u00f3 desnatado registrou perda no faturamento de 74%, em decorr\u00eancia de um volume 66% inferior e pre\u00e7os 24% menores quando comparados com o mesmo per\u00edodo de 2015. O faturamento da manteiga caiu 36%, por perda de 23% no volume embarcado, junto com queda de 17% no pre\u00e7o m\u00e9dio. R\u00fassia e Brasil foram os principais destinos deste produto, no acumulado de janeiro a maio. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>1\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite: Rumo \u00e0 Excel\u00eancia<\/em><\/div>\n<div><em>A Uniju\u00ed ir\u00e1 sediar no dia 24 de junho, sexta-feira, o 1\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite: Rumo \u00e0 Excel\u00eancia. O evento ter\u00e1 in\u00edcio \u00e0s 9h, no Sal\u00e3o de Atos do Campus Iju\u00ed, em comemora\u00e7\u00e3o ao Dia Internacional do Leite. O Canal Rural estar\u00e1 transmitindo ao vivo o evento, no hor\u00e1rio das 9h30 \u00e0s 12h. O F\u00f3rum \u00e9 promovido pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Sistema Farsul, Fetag-RS e Canal Rural, com apoio t\u00e9cnico da Embrapa e da Uniju\u00ed, e apoio da AGL, Apil, Emater, Famurs, IGL, Ocergs e Secretaria Estadual da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o. Para inscrever-se gratuitamente e maiores informa\u00e7\u00f5es, <a href=\"http:\/\/gatheros.com\/evento\/primeiro_forum_do_leite_de_unijui\/\">CLIQUE&nbsp;AQUI<\/a>.<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.289 &nbsp; &nbsp; &nbsp;IBGE: capta\u00e7\u00e3o no 1\u00ba trimestre tem forte queda de 5,5% O IBGE divulgou nesta quinta-feira (16\/06) os dados referentes \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/16\/16-06-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/06\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1139","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1139"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1139\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}