{"id":11383,"date":"2023-02-28T19:25:30","date_gmt":"2023-02-28T19:25:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11383"},"modified":"2023-02-28T19:28:15","modified_gmt":"2023-02-28T19:28:15","slug":"28-02-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/02\/28\/28-02-2023\/","title":{"rendered":"28\/02\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 28 de fevereiro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.849<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Estudo comprova que pecu\u00e1ria de leite no Brasil gera baixa emiss\u00e3o de carbono<br \/>\n<\/b><br \/>\nPecu\u00e1ria de leite - Um estudo conduzido pela Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (SP) aponta que s\u00e3o necess\u00e1rias 52 \u00e1rvores por vaca nos sistemas intensivos de produ\u00e7\u00e3o para chegar ao leite carbono zero.&nbsp;O plantio de \u00e1rvores \u00e9 uma estrat\u00e9gia de compensa\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEEs) e pode ser usado por pecuaristas para o desenvolvimento de uma pecu\u00e1ria mais sustent\u00e1vel e voltada para a descarboniza\u00e7\u00e3o. Em sistemas extensivos (baixo n\u00edvel tecnol\u00f3gico), essa quantidade \u00e9 de 33 eucaliptos.O&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/78567271\/estudo-comprova-que-pecuaria-de-leite-no-brasil-gera-baixa-emissao-de-carbono\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/78567271\/estudo-comprova-que-pecuaria-de-leite-no-brasil-gera-baixa-emissao-de-carbono\">trabalho, divulgado na publica\u00e7\u00e3o internacional Frontiers in Veterinary Science<\/a>, avaliou o efeito de vacas holandesas e de jersey em diferentes n\u00edveis de intensifica\u00e7\u00e3o - pastejo cont\u00ednuo com baixa taxa de lota\u00e7\u00e3o e rotacionado irrigado com alta taxa de lota\u00e7\u00e3o - e a intera\u00e7\u00e3o entre esses dois fatores na mitiga\u00e7\u00e3o de GEEs.No experimento, foi realizado o balan\u00e7o de carbono entre as emiss\u00f5es de GEEs (inclusive de metano - CH4 ent\u00e9rico) e as remo\u00e7\u00f5es de GEE, por meio do sequestro de carbono do solo. Essas vari\u00e1veis \u200b\u200bforam usadas para calcular o n\u00famero de \u00e1rvores necess\u00e1rio para mitigar a emiss\u00e3o e o efeito poupa-terra.Foram considerados dois diferentes modelos produtivos brasileiros a pasto \u2013 extensivo e intensivo. O trabalho tamb\u00e9m comparou duas ra\u00e7as, a holandesa e a jersey, tradicionalmente utilizadas no Pa\u00eds para a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Considerando apenas a ra\u00e7a, na compara\u00e7\u00e3o entre as holandesas e as jersey, estas s\u00e3o mais eficientes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s emiss\u00f5es. Com o plantio de 38 \u00e1rvores por vaca, o produtor faz a compensa\u00e7\u00e3o; os que utilizam a ra\u00e7a holandesa precisam de oito \u00e1rvores&nbsp; a mais por vaca.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora Patr\u00edcia P. A. Oliveira, a pecu\u00e1ria brasileira \u00e9 realizada principalmente em pastagens. Dessa forma, a demanda de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es e da pegada ambiental, d\u00e1 uma vantagem a mais ao Pa\u00eds. Sendo os bovinos criados a pasto, a necessidade de \u00e1rvores para a compensa\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de GEEs \u00e9 menor, porque na contabiliza\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o de carbono, o sequestro de carbono do solo, positivo nos dois sistemas testados, contribui na compensa\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite brasileira e as quest\u00f5es de sustentabilidade&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil produz 35 bilh\u00f5es de litros de leite por ano, ocupando o terceiro lugar no ranking mundial. As propriedades, a maioria de pequeno e m\u00e9dio porte, est\u00e3o distribu\u00eddas em 98% dos munic\u00edpios brasileiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). No total, mais de quatro milh\u00f5es de pessoas est\u00e3o envolvidas na produ\u00e7\u00e3o de leite no Pa\u00eds. No entanto, a produtividade \u00e9 muito baixa na maior parte dessas fazendas. A m\u00e9dia de litros de leite por vaca em lacta\u00e7\u00e3o \u00e9 em torno de quatro litros ao dia no Brasil, enquanto a m\u00e9dia mundial \u00e9 pr\u00f3xima a 10 litros di\u00e1rios. \u201cEsse cen\u00e1rio discrepante de baixa efici\u00eancia sistem\u00e1tica pode ser explicado pelo modelo de produ\u00e7\u00e3o adotado. As gram\u00edneas s\u00e3o a principal fonte de alimento para o gado leiteiro em sistemas baseados em pastagens de qualidade comprometida, que muitas vezes s\u00e3o manejados abaixo de sua taxa de lota\u00e7\u00e3o potencial, com uma m\u00e9dia nacional de uma vaca por hectare\u201d, complementa a pesquisadora.<\/p>\n<p>O setor, al\u00e9m de ter a demanda de elevar a produtividade, viu aumentar nos \u00faltimos anos as expectativas dos consumidores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade do produto e \u00e0s quest\u00f5es de&nbsp; sustentabilidade e bem-estar animal.<\/p>\n<p>\u00c9 crescente a preocupa\u00e7\u00e3o com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. No Brasil, a agropecu\u00e1ria \u00e9 respons\u00e1vel por 33,6% das emiss\u00f5es brasileiras de GEE, sendo 19% vindas da fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica. O rebanho bovino contribui com 97% das emiss\u00f5es de metano, sendo 86% do rebanho de corte e 11% do gado leiteiro.<\/p>\n<p>\u201cEstrat\u00e9gias para reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, como mudan\u00e7as no manejo de sistemas de produ\u00e7\u00e3o de leite a pasto, por meio da intensifica\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de forragem e uso de ra\u00e7as e cruzamentos de animais mais especializados, podem contribuir para compensar as emiss\u00f5es de GEE. Comparados aos sistemas leiteiros tradicionais s\u00e3o sumidouros de carbono. Essas a\u00e7\u00f5es - melhorar a fertilidade do solo e manejo das pastagens, a nutri\u00e7\u00e3o e a gen\u00e9tica animal s\u00e3o pontos b\u00e1sicos e de f\u00e1cil ado\u00e7\u00e3o - podem contribuir para o balan\u00e7o de carbono das fazendas leiteiras e diminuir a necessidade de outros procedimentos externos, como a compra de cr\u00e9ditos de carbono para compensar as emiss\u00f5es\u201d, enfatiza a pesquisadora.<\/p>\n<p>A intensifica\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de pecu\u00e1ria leiteira pode se tornar uma tecnologia chave para a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cResultados de experimentos de longo prazo nesta \u00e1rea s\u00e3o importantes para regi\u00f5es tropicais e subtropicais e precisam ser realizados, mesmo sendo bastante onerosos e laboriosos\u201d, acrescenta. (Embrapa)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p dir=\"ltr\"><b>Conseleite Paran\u00e1<br \/>\n<\/b><br \/>\nA diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida no dia 28 de Fevereiro de 2023&nbsp;na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados&nbsp;&nbsp;no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de&nbsp;refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em Janeiro de 2023 e a proje\u00e7\u00e3o&nbsp;&nbsp;dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Fevereiro de 2023, calculados por&nbsp;&nbsp;metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix&nbsp;&nbsp;de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas&nbsp;&nbsp;participantes.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ukJCcfABF0191\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ukJCcfABF0191\"><\/p>\n<p>Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima&nbsp;leite denominada \u201cLeite Padr\u00e3o\u201d, se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,50%&nbsp;&nbsp;de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 500 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 300 mil ufc\/ml de&nbsp;contagem bacteriana.&nbsp;Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Fevereiro de&nbsp;2023 \u00e9 de R$ 4,3573\/litro.&nbsp;Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite&nbsp;conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o&nbsp;&nbsp;c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores&nbsp;de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O&nbsp;simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico:&nbsp;www.conseleitepr.com.br<\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Combust\u00edvel aumentaria R$ 0,60 com al\u00edquota antiga, estima Fecombust\u00edveis<\/strong><\/p>\n<p><i>Estimativa do setor \u00e9 que litro do etanol subiria R$ 0,25 caso al\u00edquotas do PIS\/Cofins retornem aos valores aplicados antes da desonera\u00e7\u00e3o de 2022<br \/>\n<\/i><br \/>\nO presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Combust\u00edveis e de Lubrificantes (Fecombust\u00edveis), James Thorp Filho, estima que os pre\u00e7os da gasolina tenham um eventual impacto de R$ 0,60 por litro e os do etanol de R$ 0,25 por litro nas bombas, caso as al\u00edquotas do PIS\/Cofins retornem para os valores aplicados antes da desonera\u00e7\u00e3o promovida em 2022, pela gest\u00e3o Jair Bolsonaro. A entidade ainda espera a decis\u00e3o do governo para os percentuais das novas al\u00edquotas antes de projetar o real impacto nas bombas.<\/p>\n<p>A medida provis\u00f3ria editada no in\u00edcio do ano pelo governo de Luiz In\u00e1cio Lula da Silva prorrogava a al\u00edquota zero para gasolina, etanol e g\u00e1s natural veicular (GNV) at\u00e9 28 de fevereiro. Para \u00f3leo diesel, g\u00e1s natural e g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo (GLP), a desonera\u00e7\u00e3o total foi estendida para at\u00e9 31 de dezembro.<\/p>\n<p>Thorp salientou que anda n\u00e3o tem o valor exato da desonera\u00e7\u00e3o e disse que a entidade prefere que a desonera\u00e7\u00e3o seja mantida para todo o setor de combust\u00edveis, o que, entre outros motivos, reduziria a necessidade de capital de giro pelos postos de combust\u00edveis.<\/p>\n<p>\u201cQuanto mais barato o pre\u00e7o estiver, menos capital de giro ser\u00e1 necess\u00e1rio\u201d, disse o dirigente Fecombust\u00edveis, que falou \u00e0 reportagem antes das reuni\u00f5es do governo para fechar a decis\u00e3o sobre o imposto federal.<\/p>\n<p>\u00c0 tarde, o Minist\u00e9rio da Fazenda havia confirmado que a gasolina pode ser mais onerada que o etanol, mas os pilares da medida ainda n\u00e3o est\u00e3o definidos. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><i><b>ANTT ATUALIZA TABELA DO FRETE M\u00cdNIMO RODOVI\u00c1RIO DE CARGA<br \/>\n<\/b>Por meio da Portaria ANTT n\u00ba 05, publicada na edi\u00e7\u00e3o extra do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o do dia 17 de fevereiro de 2023,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-5-de-17-de-fevereiro-de-2023-465405537\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-n-5-de-17-de-fevereiro-de-2023-465405537\">leia clicando aqui<\/a>, a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou atualiza\u00e7\u00e3o da tabela dos pisos m\u00ednimos do frete do transporte rodovi\u00e1rio de carga. O reajuste ocorreu ap\u00f3s a queda de 5,72% no pre\u00e7o m\u00e9dio do \u00f3leo diesel em rela\u00e7\u00e3o ao valor&nbsp; considerado na tabela da ANTT que estava em vigor, de R$ 6,47 por litro, uma vez que a Lei n\u00ba 14.445\/2022 determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscila\u00e7\u00e3o no valor do combust\u00edvel superior a 5%, seja para baixo ou para cima. O novo c\u00e1lculo reduziu o piso m\u00ednimo do frete rodovi\u00e1rio de 2,50 a 3,83%, variando conforme a categoria. Desta forma, os reajustes m\u00e9dios tabela frete foram os seguintes: \u2022 Tabela A - 2,50% para transporte rodovi\u00e1rio de carga lota\u00e7\u00e3o; \u2022 Tabela B - 2,82% para opera\u00e7\u00f5es em que haja contrata\u00e7\u00e3o apenas do ve\u00edculo automotor de cargas; \u2022 Tabela C - 3,03% para transporte rodovi\u00e1rio de carga lota\u00e7\u00e3o de alto desempenho; \u2022 Tabela D - 3,83% para opera\u00e7\u00f5es em que haja a contrata\u00e7\u00e3o apenas do ve\u00edculo automotor&nbsp; de cargas de alto desempenho. (FIERGS)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de fevereiro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.849 Estudo comprova que pecu\u00e1ria de leite no Brasil gera baixa emiss\u00e3o de carbono Pecu\u00e1ria de leite - Um <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/02\/28\/28-02-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/02\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11383","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11383","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11383"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11383\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11390,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11383\/revisions\/11390"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11383"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11383"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11383"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}