{"id":1134,"date":"2016-06-09T16:28:16","date_gmt":"2016-06-09T16:28:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/09\/09-06-2016\/"},"modified":"2016-06-09T16:28:16","modified_gmt":"2016-06-09T16:28:16","slug":"09-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/09\/09-06-2016\/","title":{"rendered":"09\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 09<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.284<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Seapi quer mais velocidade na ades\u00e3o ao Sisbi<\/strong><\/p>\n<p> Na tarde desta quarta-feira (08\/07), a Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) realizou reuni\u00e3o com empresas do setor l\u00e1cteo interessadas em aderir ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi), no audit\u00f3rio da Emater. \"O que n\u00f3s queremos \u00e9 avan\u00e7ar com a m\u00e1xima seguran\u00e7a poss\u00edvel, para que n\u00e3o se retroceda\", pontuou o secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo. O dirigente prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o de um cronograma de trabalho para ver o que pode ser feito para ter mais velocidade no processo de ades\u00e3o ao Sisbi.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, destacou a a\u00e7\u00e3o do sindicato para auxiliar as empresas a aderir ao sistema. \"\u00c9 um assunto que interessa ao sindicato e que se est\u00e1 trabalhando com os associados. O Sisbi sempre foi defendido por n\u00f3s e, mais do que nunca, as empresas t\u00eam que se dar conta que existe um regramento e um esfor\u00e7o para todos\".&nbsp;<\/p>\n<p> O diretor geral da Relat - Latic\u00ednios Renner AS, Claudio Hausen de Souza, destacou a import\u00e2ncia de aderir. \"N\u00f3s temos que mostrar \u00e0s empresas que, se elas n\u00e3o aderirem ao sistema, v\u00e3o ficar por fora. Mas antes temos que ouv\u00ed-las e entender as raz\u00f5es porqu\u00ea n\u00e3o querem aderir. O Sisbi nada mais \u00e9 que do que uma tentativa de recuperar o tempo perdido\", pontuou.&nbsp;<\/p>\n<p> At\u00e9 agora, os estados brasileiros que j\u00e1 aderiram ao Sisbi s\u00e3o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran\u00e1, Bahia, Minas Gerais e o Distrito Federal. Atualmente, no RS, h\u00e1 47 empresas com CISPOA, que podem pleitear a referida ades\u00e3o. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1789\" \/><\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil renova com Argentina acordo para importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3<\/strong><\/p>\n<p> Representantes brasileiros e argentinos do setor privado da cadeia produtiva de leite e derivados renovaram nesta semana o acordo para exporta\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 da Argentina para o Brasil em um prazo de dois anos. O novo acordo prev\u00ea a cota m\u00e1xima de 4,3 mil toneladas de leite em p\u00f3 mensais, durante o per\u00edodo de junho de 2016 a maio de 2017, e 4,5 mil toneladas, de junho de 2017 at\u00e9 junho de 2018.&nbsp;<\/p>\n<p> O sistema de cotas, iniciado em 2009 para importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos da Argentina, traz benef\u00edcios aos dois pa\u00edses, refor\u00e7ando seus la\u00e7os comercias e trazendo previsibilidade ao cen\u00e1rio de importa\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> A negocia\u00e7\u00e3o busca proteger o mercado nacional de surtos de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos que possam impactar negativamente o setor. \"Pela primeira vez, o acordo foi firmado para um per\u00edodo de dois anos, refor\u00e7ando a previsibilidade e controlando de certa forma os impactos na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos\", avalia o Coordenador da C\u00e2mara Tem\u00e1tica de Leite, da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), Vicente Nogueira Netto.<\/p>\n<p> Para o presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim, o acordo de cotas permite maior certeza com rela\u00e7\u00e3o ao volume de importa\u00e7\u00f5es da Argentina. \"Ap\u00f3s duas reuni\u00f5es, realizadas na Argentina e no Brasil, n\u00f3s conseguimos chegar a uma decis\u00e3o que atendesse aos interesses dos dois pa\u00edses. Para muitos produtores, o acordo pode n\u00e3o ser interessante, mas para nossa cadeia de leite, \u00e9 a alternativa que temos para minimizar os efeitos das importa\u00e7\u00f5es\", destacou Alvim.<\/p>\n<p> A ata do acordo foi assinada durante reuni\u00e3o na sede da CNA, em Bras\u00edlia. Al\u00e9m da OCB, participaram do encontro a Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Cooperativas de Latic\u00ednios (CBCL), membros dos governos do Brasil e Argentina e representantes de produtores de leite, de cooperativas brasileiras e de ind\u00fastrias. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da CNA)<\/p>\n<p> <strong>Queda na produ\u00e7\u00e3o brasileira estimula a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> A queda na produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil est\u00e1 gerando um cen\u00e1rio \"\u00edmpar\", segundo especialistas do setor. Al\u00e9m de estimular as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, a menor produ\u00e7\u00e3o provoca um recuo na disponibilidade per capita de leite no pa\u00eds.<\/p>\n<p> Nos primeiros cinco meses do ano, as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Brasil cresceram 51% sobre igual per\u00edodo de 2015, para 80,567 mil toneladas, a um custo de US$ 204 milh\u00f5es (15,3% mais do que no mesmo intervalo um ano antes), de acordo com dados da Secex compilados pela consultoria especializada MilkPoint (ver quadro).&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1788\" style=\"width: 400px; height: 504px;\" \/><\/p>\n<p> E, mesmo com a amplia\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, houve menor disponibilidade de leite por habitante. Conforme estimativas da MilkPoint, entre janeiro e maio, a disponibilidade foi de 47,6 litros (equivalente leite) por pessoa, 4,5% menos do que nos primeiros cinco meses do ano passado. \"A falta de leite no mercado interno eleva as cota\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas e viabiliza as importa\u00e7\u00f5es\", observa Valter Galan, analista do MilkPoint.<\/p>\n<p> Os principais exportadores para o Brasil s\u00e3o Argentina e Uruguai, pa\u00edses que tamb\u00e9m t\u00eam registrado menor oferta de leite. \"A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 em queda pelas mesmas raz\u00f5es que no Brasil. Houve aumento de custos na Argentina por causa da alta dos gr\u00e3os. Al\u00e9m disso, tanto Argentina quanto Uruguai sofreram com problemas clim\u00e1ticos\", afirma o analista. Na segunda-feira (06), o Brasil renovou o acordo com a Argentina para importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3.<\/p>\n<p> O recuo nos pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos - por conta sobretudo do aumento da oferta na Uni\u00e3o Europeia - tamb\u00e9m explica a alta das importa\u00e7\u00f5es, uma vez que o pre\u00e7o do produto estrangeiro est\u00e1 abaixo do valor daquele produzido no Brasil. Atualmente, o pre\u00e7o do leite em p\u00f3 no mercado atacadista do Estado de S\u00e3o Paulo est\u00e1 em R$ 14,50 o quilo, segundo o MilkPoint. Como compara\u00e7\u00e3o, o produto importado, considerando o pre\u00e7o no \u00faltimo leil\u00e3o da plataforma Global Dairy Trade (GDT), sairia pelo equivalente a R$ 8,00 o quilo, segundo Galan. Ele considerou um pre\u00e7o de U$ 2.205 por tonelada e um d\u00f3lar de R$ 3,60. Na pr\u00e1tica, por\u00e9m, Uruguai e Argentina t\u00eam vendido ao Brasil por valores bem pr\u00f3ximos aos do mercado dom\u00e9stico porque h\u00e1 escassez de oferta aqui, afirma.<\/p>\n<p> Marcelo Costa Martins, diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos (que re\u00fane empresas do segmento), diz que o mercado interno n\u00e3o est\u00e1 sendo suficiente para atender a demanda\", afirma. Ele observa que estimativas indicam uma queda de 6% na oferta de mat\u00e9ria-prima no Brasil, ap\u00f3s um recuo de 2,8% na produ\u00e7\u00e3o em 2015. Nesse ambiente, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o na disponibilidade de leite por habitante. Segundo Galan, o brasileiro est\u00e1 consumindo menos pois h\u00e1 menos oferta. Mas a crise econ\u00f4mica tamb\u00e9m afeta o consumo.<\/p>\n<p> Se as importa\u00e7\u00f5es est\u00e3o aquecidas, o cen\u00e1rio \u00e9 o oposto para as exporta\u00e7\u00f5es, que ca\u00edram at\u00e9 maio. \"A balan\u00e7a deve ter d\u00e9ficit porque o volume importado deve continuar a crescer\", diz o analista. Martins, da Viva L\u00e1cteos, tamb\u00e9m avalia que a situa\u00e7\u00e3o deve se manter \"no curto prazo\".<\/p>\n<p> Apesar do cen\u00e1rio atual, as empresas de l\u00e1cteos est\u00e3o se estruturando para exportar quando houver melhores condi\u00e7\u00f5es de demanda e pre\u00e7os, de acordo com o dirigente. Segundo ele, entre julho e setembro haver\u00e1 tr\u00eas miss\u00f5es para habilita\u00e7\u00e3o de plantas para exportar l\u00e1cteos ao Panam\u00e1, Bol\u00edvia e Chile. O Brasil tamb\u00e9m est\u00e1 adequando o certificado internacional para exporta\u00e7\u00e3o \u00e0 Uni\u00e3o Econ\u00f4mica Euroasi\u00e1tica, formada originalmente por R\u00fassia, Bielorr\u00fassia e Cazaquist\u00e3o. Agora, Arm\u00eania e Quirguist\u00e3o tamb\u00e9m fazem parte do bloco, da\u00ed a necessidade de adequa\u00e7\u00e3o. O Brasil tem 26 unidades habilitadas a exportar ao bloco. Al\u00e9m disso, o processo da habilita\u00e7\u00e3o de oito unidades para exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos \u00e0 China tamb\u00e9m est\u00e1 em curso. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Leite\/UE<\/strong><\/p>\n<p> As principais regi\u00f5es produtoras de leite da Uni\u00e3o Europeia (UE) dever\u00e3o desacelerar o crescimento da produ\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses segundo a \u00faltima estimativa do Observat\u00f3rio L\u00e1cteo da UE. No primeiro trimestre de 2016, os grandes pa\u00edses produtores aumentaram a produ\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2015 e, al\u00e9m disso, os incrementos de produ\u00e7\u00e3o foram muito elevados. Especialmente, cabe destacar os aumentos da Holanda, 33%; e da Pol\u00f4nia, 18%. No caso da Espanha, o incremento da produ\u00e7\u00e3o foi de 10%. Para o resto do ano, a previs\u00e3o \u00e9 de mudan\u00e7a na tend\u00eancia, segundo as estimativas da Comiss\u00e3o Europeia, para os tr\u00eas trimestres restantes, a expectativa \u00e9 de que alguns pa\u00edses reduzam a produ\u00e7\u00e3o, como a Alemanha, o Reino Unido e a Fran\u00e7a (com baixas que variem entre 1 e 3%) ou que n\u00e3o aumentem, como a Pol\u00f4nia. Tamb\u00e9m haver\u00e1 pa\u00edses que continuar\u00e3o aumentando, mas o far\u00e3o de forma mais comedida, com aumentos entre 1 e 2%, como \u00e9 o caso da Dinamarca, It\u00e1lia, Espanha e Irlanda. Assim sendo, no conjunto a previs\u00e3o \u00e9 de que entre abril e dezembro de 2016, a produ\u00e7\u00e3o seja reduzida em 0,4%, o que representa, 350 milh\u00f5es de litros de leite. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<br \/> &nbsp;<br \/> <strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1787\" style=\"width: 598px; height: 338px;\" \/><\/p>\n<p> EUA t\u00eam menor saldo do agroneg\u00f3cio em 10 anos; o do Brasil cresce<\/strong><\/p>\n<p> Os Estados Unidos, um dos l\u00edderes mundiais em exporta\u00e7\u00f5es no agroneg\u00f3cio, tiveram o menor saldo comercial no setor em uma d\u00e9cada, quando comparados os dados do primeiro quadrimestre de cada ano. Essa perda de saldo ocorre devido ao volume menor de produtos exportados, associado a uma queda nos pre\u00e7os internacionais das commodities. Essa desacelera\u00e7\u00e3o mundial dos pre\u00e7os torna as receitas do setor ainda menores.<\/p>\n<p> De janeiro a abril deste ano, as exporta\u00e7\u00f5es dos EUA recuaram para US$ 40,7 bilh\u00f5es, 13% menos do que em igual per\u00edodo do ano anterior, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O saldo do agroneg\u00f3cio de janeiro a abril foi de apenas US$ 1,27 bilh\u00e3o. Em igual per\u00edodo de 2015, o valor era de US$ 7,9 bilh\u00f5es, e, em 2014, de US$ 15,3 bilh\u00f5es. Os meses de mar\u00e7o e abril apresentaram d\u00e9ficit. Foi a primeira vez desde a d\u00e9cada de 1970 -- conforme dados dispon\u00edveis pelo USDA -- que os norte-americanos tiveram dois meses seguidos de d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial do setor.<\/p>\n<p> Ao contr\u00e1rio dos EUA, o Brasil est\u00e1 sendo salvo pelos volumes exportados. Com isso, apesar da queda externa do pre\u00e7o das principais commodities, o pa\u00eds ainda obt\u00e9m saldo positivo. Nos quatro primeiros meses deste ano, o saldo brasileiro no setor de agroneg\u00f3cio somou US$ 24,1 bilh\u00f5es, 18% mais do que em igual per\u00edodo do ano passado. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p> <strong>Mapa cria grupo de trabalho para desburocratizar normas e procedimentos do setor<\/strong><\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) criou um grupo de trabalho (GT) para propor mudan\u00e7as de normas e procedimentos, a fim de melhorar e agilizar as a\u00e7\u00f5es da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria (SDA). A medida foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o desta sexta-feira (03). A SDA \u00e9 um dos pilares do minist\u00e9rio. A \u00e1rea cuida da sanidade e inspe\u00e7\u00e3o animal e vegetal, vigil\u00e2ncia agropecu\u00e1ria e fiscaliza\u00e7\u00e3o de insumos, entre outros temas.<\/p>\n<p> Segundo o secret\u00e1rio interino de Defesa Agropecu\u00e1ria, Guilherme Marques, o GT vai propor a\u00e7\u00f5es, por exemplo, para desburocratizar e dar agilidade nas exporta\u00e7\u00f5es, por meio de mudan\u00e7as nos processos de concess\u00e3o de certificados e de documentos para libera\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas nos portos. Outro objetivo \u00e9 criar certificados fitossanit\u00e1rios padr\u00f5es com o mesmo objetivo de agilizar as vendas externas brasileiras, al\u00e9m de manter mercados.<\/p>\n<p> O grupo de trabalho \u00e9 formado cinco t\u00e9cnicos que trabalham em setores como sanidade vegetal, sa\u00fade animal, fiscaliza\u00e7\u00e3o de insumos pecu\u00e1ria e consultoria jur\u00eddica. E ter\u00e1 prazo de 30 dias, prorrog\u00e1vel por igual per\u00edodo, para apresentar o relat\u00f3rio final. O coordenador do GT \u00e9 o secret\u00e1rio-executivo do Mapa, Eumar Novacki. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Simp\u00f3sio do Leite\/RS<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Representantes da cadeia produtiva do leite participam da 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio do Leite e7\u00ba F\u00f3rum Nacional de L\u00e1cteos, no Parque da Associa\u00e7\u00e3o Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (Accie). A qualidade do leite marcou o painel que teve a participa\u00e7\u00e3o do engenheiro agr\u00f4nomo e doutorando em Bovinos de Leite da Emater\/RS-Ascar, Vilmar Fruscalso. O painel teve como moderador o doutor e chefe geral da Embrapa Gado de Leite (MG), Paulo Carmo Martins. Tamb\u00e9m participaram o chefe da divis\u00e3o t\u00e9cnica do Senar\/RS, Jo\u00e3o Augusto Ara\u00fajo Telles, o representante dos Latic\u00ednios Bela Vista Ltda (Piracanjuba), Athaide Newman Rodrigues da Silva, e o professor e doutor, coordenador do Servi\u00e7o de An\u00e1lise de Rebanhos Leiteiros, da Universidade de Passo Fundo (UOF), Carlos Bondan. De acordo com Fruscalso toda a cadeia produtiva do leite \u00e9 respons\u00e1vel pela qualidade do produto. Mas, segundo ele, a responsabilidade maior \u00e9 do produtor, j\u00e1 que a higiene na ordenha e nas instala\u00e7\u00f5es s\u00e3o fatores primordiais para a qualidade do leite. \"J\u00e1 evolu\u00edmos, mas n\u00e3o o suficiente. Leite tem que ser produzido com seguran\u00e7a\", destacou. (Emater\/RS)<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 09&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.284 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seapi quer mais velocidade na ades\u00e3o ao Sisbi Na tarde desta quarta-feira (08\/07), a Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/09\/09-06-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/06\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1134","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1134","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1134"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1134\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1134"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1134"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1134"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}