{"id":1132,"date":"2016-06-08T17:09:18","date_gmt":"2016-06-08T17:09:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/08\/08-06-2016\/"},"modified":"2016-06-08T17:09:18","modified_gmt":"2016-06-08T17:09:18","slug":"08-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/08\/08-06-2016\/","title":{"rendered":"08\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 08<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.283<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=\"text-align: justify;\">Mercado\/Europa<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite no Noroeste Europeu diminuiu ligeiramente. Apesar dessa queda na taxa de crescimento na Europa o aumento global na oferta de leite \u00e9 principalmente um problema europeu. A produ\u00e7\u00e3o de leite nos Estados Unidos tamb\u00e9m cresce, no entanto, em abril, o crescimento foi menor que em fevereiro e mar\u00e7o. Na Oceania, a temporada de leite encerrou.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1784\" style=\"width: 382px; height: 398px;\" \/><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Na Austr\u00e1lia a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 muito baixa, diante das condi\u00e7\u00f5es adversas do tempo. Na Nova Zel\u00e2ndia o fornecimento tamb\u00e9m caiu. Entretanto, o decl\u00ednio foi menor que o esperado. O mercado parece, atualmente, um pouco mais otimista. Existem ligeiras corre\u00e7\u00f5es para cima. O ponto de invers\u00e3o ocorreu no meado de abril, depois que as cota\u00e7\u00f5es subiram em decorr\u00eancia da ligeira expectativa de quebra no crescimento da oferta e aumento da demanda. Muito leite em p\u00f3 desnatado foi comprado pelos estoques de interven\u00e7\u00e3o. Enquanto isso o novo teto de 218.000 toneladas foi atingido. Em junho as compras ser\u00e3o por leil\u00f5es. (LTO Nederland - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>USDA: grande oferta de leite e produtos l\u00e1cteos interfere na recupera\u00e7\u00e3o da Oceania<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A recupera\u00e7\u00e3o na rentabilidade das fazendas leiteiras e na produ\u00e7\u00e3o de leite na Oceania parece que ainda vai levar um tempo visto a grande oferta de leite e produtos l\u00e1cteos.&nbsp;<\/p>\n<p> Pelo segundo ano consecutivo, os produtores de leite da Nova Zel\u00e2ndia est\u00e3o de olho nos pre\u00e7os do leite - que est\u00e3o muito baixos para cobrir totalmente os custos de produ\u00e7\u00e3o -, de acordo com um relat\u00f3rio da Rede Global de Informa\u00e7\u00f5es Agr\u00edcolas (GAIN) do Servi\u00e7o de Agricultura Externa (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).&nbsp;<\/p>\n<p> \"Desde 2014, os produtores de leite da Nova Zel\u00e2ndia reduziram seus rebanhos para 4,93 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, uma redu\u00e7\u00e3o de 5% ou quase 250.000 cabe\u00e7as\", disse a economista do Daily Dairy Report, Mary Ledman, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente da Keough Ledman Associates Inc., Libertyville, Illinois. \"Abates adicionais tamb\u00e9m s\u00e3o esperados, a menos que os sinais de pre\u00e7os para a pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o produtiva melhorem\".<\/p>\n<p> A combina\u00e7\u00e3o de menor rebanho leiteiro e menor lucratividade afetaram a oferta de leite da Nova Zel\u00e2ndia. \"A produ\u00e7\u00e3o de leite em 2016, de 20,9 milh\u00f5es de toneladas, dever\u00e1 ser 3% menor do que a produ\u00e7\u00e3o em 2015, que foi 1,5% menor do que o pico de 2014\", disse Ledman. Entretanto, ainda de acordo com ele, o desempenho de 2016 dever\u00e1 ser levemente melhor do que o relat\u00f3rio GAIN de outubro de 2015, visto a produ\u00e7\u00e3o mais favor\u00e1vel no primeiro trimestre de 2016 e a expectativa de maior produ\u00e7\u00e3o no quarto trimestre deste ano. \"Uma produ\u00e7\u00e3o de leite mais favor\u00e1vel no final deste ano ser\u00e1 contingente de melhores condi\u00e7\u00f5es financeiras\", completou.&nbsp;<\/p>\n<p> A Nova Zel\u00e2ndia domina a produ\u00e7\u00e3o global de leite em p\u00f3 integral, com 1,35 milh\u00e3o de toneladas em 2015, quase 8% a menos que as 1,46 milh\u00e3o de toneladas em 2014. Neste ano, o USDA prev\u00ea que a Nova Zel\u00e2ndia produza 380.000 toneladas de leite em p\u00f3 desnatado, 10.000 toneladas a menos que em 2015 e 45.000 toneladas a menos do que em 2014. A produ\u00e7\u00e3o de manteiga e gordura anidra do leite tamb\u00e9m est\u00e1 com tend\u00eancia de queda - &nbsp;de 580.000 toneladas em 2014 devendo chegar a 570.000 toneladas em 2016.<\/p>\n<p> Embora o relat\u00f3rio GAIN afirme que alguns analistas de mercado achem que os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 integral ser\u00e3o os de mais r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o devido aos estoques globais muito limitados e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia, maior exportador desse produto, os resultados do \u00faltimo leil\u00e3o Global Dairy Trade (GDT) prenunciam somente aumentos modestos nos pre\u00e7os, de acordo com Ledman.<\/p>\n<p> Na vizinha Austr\u00e1lia, os produtores tamb\u00e9m est\u00e3o enfrentando pre\u00e7os muito menores e alguns ver\u00e3o pre\u00e7os menores por anos. A produ\u00e7\u00e3o de leite dever\u00e1 ser de 9,8 milh\u00f5es de toneladas em 2016, menos do que a estimativa anterior do USDA, de 10 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p> \"As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas e a recente queda significativa nos pre\u00e7os do leite prejudicaram a previs\u00e3o para produ\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia e para o resto de 2016\", disse Ledman. \"No entanto, o USDA espera que o rebanho leiteiro australiano permane\u00e7a est\u00e1vel em 1,7 milh\u00e3o de cabe\u00e7as. Essa pode ser a esperan\u00e7a, dada a atual previs\u00e3o do pre\u00e7o do leite e \u00e0s penalidades de reembolso que os produtores que fornecem leite ao maior comprador da Austr\u00e1lia, Murray Goulburn, enfrentam. Esses produtores est\u00e3o enfrentando tr\u00eas anos de avalia\u00e7\u00f5es para cobrir os pagamentos de 2015-16, que excederam a capacidade da companhia de cobrir os custos do leite\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/www.milkbusiness.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Agricultura brasileira ter\u00e1 programa para simplificar processos do com\u00e9rcio exterior<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) realizou reuni\u00e3o nesta ter\u00e7a-feira (7), em S\u00e3o Paulo, com representantes do Centro Operador Econ\u00f4mico Autorizado do Agroneg\u00f3cio Brasileiro (OEA), para a elabora\u00e7\u00e3o de um projeto piloto para facilitar o com\u00e9rcio exterior do agroneg\u00f3cio brasileiro.&nbsp;<\/p>\n<p> O Operador Econ\u00f4mico Autorizado, f\u00f3rum que re\u00fane os \u00f3rg\u00e3os aduaneiros, inclusive da Receita Federal do Brasil e do Instituto Alian\u00e7a Pr\u00f3 Moderniza\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio Exterior (Procomex), \u00e9 um programa previsto pelo Acordo de Bali, que tem como fundamento simplificar os processos de com\u00e9rcio exterior para aumentar a previsibilidade das opera\u00e7\u00f5es e a redu\u00e7\u00e3o do custo-Brasil. O programa j\u00e1 existe em 63 pa\u00edses.<\/p>\n<p> A reuni\u00e3o contou com a participa\u00e7\u00e3o de fiscais federais agropecu\u00e1rios do Sistema de Vigil\u00e2ncia Agropecu\u00e1ria Internacional (Vigiagro), de Bras\u00edlia, dos portos de Itaja\u00ed\/SC, Navegantes\/SC, Paranagu\u00e1\/PR, Pec\u00e9m\/CE e Santos\/SP, dos aeroportos internacionais de Guarulhos-SP e do Gale\u00e3o, no Rio de Janeiro, al\u00e9m de t\u00e9cnicos da Superintend\u00eancia Federal de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento de S\u00e3o Paulo e do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal em Lins\/SP, Quilombo\/SC e Capinzal\/SC. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>Cai a obrigatoriedade da contrata\u00e7\u00e3o do seguro rural para o produtor obter cr\u00e9dito<\/strong><\/p>\n<p> O poder p\u00fablico n\u00e3o poder\u00e1 estabelecer nenhuma regra que obrigue o produtor a contratar o seguro rural para ter acesso ao cr\u00e9dito de custeio agropecu\u00e1rio. A medida faz parte da lei 13.195 publicada esta semana no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p> A institui\u00e7\u00e3o financeira que exigir a contrata\u00e7\u00e3o de ap\u00f3lice de seguro rural como garantia para a concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural fica obrigada a oferecer ao financiado a escolha entre, no m\u00ednimo, duas ap\u00f3lices de diferentes seguradoras. Pelo menos uma delas n\u00e3o poder\u00e1 ser de empresa controlada, coligada ou pertencente ao mesmo conglomerado econ\u00f4mico-financeiro da credora. O intuito \u00e9 coibir a chamada \"venda casada\" pelos bancos.<\/p>\n<p> Segundo a lei, o agricultor pode escolher a ap\u00f3lice de mercado que lhe convier. \"Caso o mutu\u00e1rio n\u00e3o deseje contratar uma das ap\u00f3lices oferecidas pela institui\u00e7\u00e3o financeira, esta ficar\u00e1 obrigada a aceitar aquela que o mutu\u00e1rio tenha contratado com outra seguradora habilitada a operar com o seguro rural\", diz o texto.<\/p>\n<p> O produtor interessado poder\u00e1 pesquisar sobre a subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica ao pr\u00eamio do seguro rural no portal do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento: http:\/\/www.agricultura.gov.br\/politica-agricola\/seguro-rural. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">China<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es da China ca\u00edram mais do que o esperado em maio devido \u00e0 demanda fraca, mas as importa\u00e7\u00f5es superaram as proje\u00e7\u00f5es, indicando melhora da demanda dom\u00e9stica e somando-se \u00e0s expectativas de que a segunda maior economia do mundo pode estar lentamente se estabilizando. As exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram 4,1 por cento na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, divulgou a Administra\u00e7\u00e3o Geral da Alf\u00e2ndega, afirmando que o ambiente do com\u00e9rcio exterior continua sendo um desafio. As importa\u00e7\u00f5es ca\u00edram 0,4 por cento na base anual, o 19\u00ba m\u00eas seguido de queda, mas a menor desde que passaram a cair em novembro de 2014. A melhora provavelmente refletiu os pre\u00e7os mais altos das commodities, mas tamb\u00e9m a melhora na demanda dom\u00e9stica, no momento em que Pequim aumenta os gastos com grandes projetos de infraestrutura para sustentar o crescimento. O super\u00e1vit comercial da China atingiu 49,98 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em maio, contra expectativa de 58 bilh\u00f5es e 45,6 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em abril. Economistas consultados pela Reuters esperavam que as exporta\u00e7\u00f5es em maio ca\u00edssem 3,6 por cento, duas vezes o ritmo de abril. Quanto \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, a expectativa e de uma queda de 6 por cento, ap\u00f3s recuo de 10,9 por cento em abril. (Reuters)<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 08&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.283 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mercado\/Europa O aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite no Noroeste Europeu diminuiu ligeiramente. 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