{"id":1129,"date":"2016-06-06T17:31:27","date_gmt":"2016-06-06T17:31:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/06\/06-06-2016\/"},"modified":"2016-06-06T17:31:27","modified_gmt":"2016-06-06T17:31:27","slug":"06-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/06\/06-06-2016\/","title":{"rendered":"06\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"> <title><\/title> &nbsp;<span face=\"verdana, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 06<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.281<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<strong>Seapi e setor leiteiro negociam georreferenciamento<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Reuni\u00e3o do Conselho T\u00e9cnico Operacional da Pecu\u00e1ria Leiteira (CTOPL) do Fundesa debateu, nesta segunda-feira (6\/6), na sede do Sindilat, a quest\u00e3o do georreferenciamento da produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos no Rio Grande do Sul. Na ocasi\u00e3o, o coordenador do setor de Informa\u00e7\u00f5es do Departamento de Defesa Agropecu\u00e1ria da Secretaria da Agricultura (Seapi), Eduardo Vergara, pontuou a possibilidade de se estabelecer um sistema de interc\u00e2mbio que viabilize ao Estado unir em apenas um banco de dados as informa\u00e7\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o de leite por produtor, bem como os dados sobre a industrializa\u00e7\u00e3o de empresas de inspe\u00e7\u00e3o estadual e federal. Esse trabalho pode ser viabilizado, ponderou ele, com apoio da Plataforma de Gest\u00e3o Agropecu\u00e1ria (PGA), que re\u00fane dados nacionais do setor e \u00e9 abastecida diariamente pela secretaria. &nbsp;O tema voltar\u00e1 a ser debatido na pr\u00f3xima semana com a Seapi e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pelo primeiro Geoleite, georreferenciamento do setor realizado em 2009. &nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Apesar das dificuldades de verba e pessoal, Vergara mostrou-se aberto a debater com o setor leiteiro a quest\u00e3o. Pontuou ainda a import\u00e2ncia de as empresas auxiliarem nesse processo, fornecerem seus dados, e que o setor defina e informe \u00e0 Seapi que tipo de relat\u00f3rios s\u00e3o relevantes para embasamento da atividade para que, ent\u00e3o, a ferramenta seja desenvolvida.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Vergara ainda salientou as a\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo realizadas com a avicultura e a suinocultura e pontuou as dificuldades vivenciadas para ampliar esse trabalho para outros setores como a bovinocultura leiteira. \"N\u00e3o temos perspectiva de desenvolvimento de uma ferramenta com novas funcionalidades por quest\u00f5es financeiras e de pessoal\". Vergara pontuou a dificuldade de manter o cadastro atualizado dos animais existentes no Estado uma vez que nem todos os criadores comunicam mudan\u00e7as ao sistema oficial. Ele destacou a dificuldade de relacionar os produtores que entregam leite para empresas com SIF, mas que n\u00e3o t\u00eam cadastro junto \u00e0s inspetorias estaduais. Segundo ele, a ideia \u00e9 que as empresas ajudem nesse trabalho de forma a autorregular e abastecer o sistema. Em um segundo momento, a ideia \u00e9 oferecer relat\u00f3rios individuais por empresa e dados setoriais. Contudo, para isso, pontua ele, \u00e9 preciso desenvolver a ferramenta.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, pontuou as peculiaridades que a implementa\u00e7\u00e3o da Lei do Leite trar\u00e1 ao setor e como a nova legisla\u00e7\u00e3o amplia a import\u00e2ncia do georreferenciamento para criar um banco de dados preciso e confi\u00e1vel. &nbsp;\"Nosso objetivo \u00e9 trabalhar em parceria. Por isso, resolvemos falar com a secretaria sobre a atual situa\u00e7\u00e3o para saber como podemos avan\u00e7ar juntos\", frisou, lembrando que o alto contingente de produtores e empresas atuando no ramo leiteiro dificulta o trabalho. Uma das ideias \u00e9 utilizar os Coredes para compilar esses dados. \"O Estado tem que ter essa informa\u00e7\u00e3o para definir pol\u00edticas e a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento para toda a cadeia\". (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1779\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/> <em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Carolina Jardine<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Simp\u00f3sio do Leite de Erechim ir\u00e1 debater qualidade do leite<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1778\" style=\"text-align: justify; width: 474px; height: 237px;\" \/><br \/> A 13\u00ba edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio do Leite, que ocorre na quarta e quinta-feira (8 e 9\/6) em Erechim (RS), reunir\u00e1 importantes nomes do setor para debater a qualidade do produto brasileiro. No primeiro dia de evento ser\u00e1 realizado o tradicional F\u00f3rum Nacional de L\u00e1cteos, que contar\u00e1 com a media\u00e7\u00e3o do doutor e chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, de Minas Gerais, Paulo Carmo Martins. A programa\u00e7\u00e3o ainda inclui cinco palestras e a Mostra de Trabalhos Cient\u00edficos<br \/> &nbsp;<br \/> Para debater o \"Cen\u00e1rio da qualidade do leite no Brasil e vis\u00e3o da ind\u00fastria e produtores e a\u00e7\u00f5es governamentais em prol da qualidade do leite\", tema da 7\u00ba edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum, estar\u00e3o presentes o deputado federal Alceu Moreira, o chefe da Divis\u00e3o T\u00e9cnica do Senar-RS, Jo\u00e3o Augusto Ara\u00fajo Telles, o assistente t\u00e9cnico regional da Emater-RS na \u00c1rea de Cria\u00e7\u00f5es, Vilmar Fruscalso, e a gerente de Qualidade de Leite Cru do Latic\u00ednios Bela Vista, Athaide Newman Rodrigues da Silva.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Sindilat \u00e9 um dos apoiadores do evento, que tem in\u00edcio \u00e0s 14h30, no Polo de Cultura, do Parque da Accie, em Erechim. As inscri\u00e7\u00f5es para participar das atividades do Simp\u00f3sio podem ser realizadas pelo site simposiodoleite.com.br ou tamb\u00e9m no in\u00edcio de cada dia de evento. O investimento \u00e9 de R$ 100,00. Mais informa\u00e7\u00f5es pelo email contato@simposiodoleite.com.br ou pelos telefones (54) 9691-8408 e 9680-1635. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds cresceu menos em 2015<\/strong><\/p>\n<p> O crescimento da produ\u00e7\u00e3o de queijos no Brasil perdeu f\u00f4lego em 2015. Depois de aumentar a taxas entre 8% e 9% em anos anteriores, o avan\u00e7o foi bem mais modesto, de 2,9%, no ano passado sobre 2014 e alcan\u00e7ou 1,105 milh\u00e3o de toneladas, segundo estimativas da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Queijo (Abiq). O n\u00famero se refere aos queijos produzidos por empresas com SIF (Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal). A desacelera\u00e7\u00e3o tem duas raz\u00f5es, de acordo com a entidade: a escassez de leite no Brasil em 2015 e a queda no consumo no segundo semestre do ano passado em decorr\u00eancia dos efeitos da crise econ\u00f4mica na renda da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p> A Abiq mant\u00e9m cautela sobre as estimativas para este ano. No entanto, as previs\u00f5es iniciais indicam estabilidade na produ\u00e7\u00e3o ou mesmo uma \"eventual queda\". Isso porque o cen\u00e1rio de falta de mat\u00e9ria\u00acprima no pa\u00eds para produzir l\u00e1cteos persiste assim como a demanda mais restrita por parte do consumidor. A associa\u00e7\u00e3o, que re\u00fane 60 empresas de queijos do pa\u00eds, pondera que o consumo do produto costuma crescer no per\u00edodo de inverno, o que tamb\u00e9m poderia influenciar a produ\u00e7\u00e3o. A despeito da recente perda de \"din\u00e2mica\" no consumo de queijos no Brasil, o CEO da Lactalis do Brasil Marek Warzywoda, avalia que \"existe um potencial gigante para ampliar essa categoria\" no mercado nacional.&nbsp;<\/p>\n<p> Os n\u00fameros do consumo per capita corroboram essa avalia\u00e7\u00e3o. Enquanto no Brasil, foram 5,4 quilos per capta ano passado, em pa\u00edses como Chile e Argentina, a demanda por habitante supera os 10 quilos, observa o executivo. Ele nota ainda que a maior parte do consumo no Brasil est\u00e1 focada em queijos b\u00e1sicos, como mozzarella em pe\u00e7a, queijo prato e requeij\u00e3o. A Lactalis, no entanto, est\u00e1 focada em queijos finos, de maior valor. \"Queremos desenvolver essas categorias [queijos finos] aqui no Brasil\", afirma. Conforme os dados da Abiq, a mozzarella representa cerca de 30% da produ\u00e7\u00e3o total de queijos no Brasil. J\u00e1 os queijos finos t\u00eam uma fatia bem menor, de 6,5%. Levantamento da Eumonitor mostra que as vendas de queijos no varejo nacional em 2015 somaram R$ 19,406 bilh\u00f5es. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1780\" style=\"height: 327px; width: 500px;\" \/><\/p>\n<p> <strong>Lactalis j\u00e1 briga pela lideran\u00e7a em queijos<\/strong><\/p>\n<p> Desde que chegou ao Brasil em agosto de 2013, a francesa Lactalis deu sinais claros de que tinha grandes ambi\u00e7\u00f5es para o mercado de queijos do pa\u00eds. Quase tr\u00eas anos depois, a companhia \u00ac fundada em 1933 em Laval, na Fran\u00e7a, como uma pequena f\u00e1brica de queijos artesanais \u00ac d\u00e1 passos importantes para buscar se consolidar como l\u00edder no segmento no Brasil. A empresa, que em 2013 comprou a Balkis e no ano seguinte os ativos de l\u00e1cteos da BRF e f\u00e1bricas da LBR, iniciou no pa\u00eds a produ\u00e7\u00e3o de mozzarella fresca com a marca Galbani, tradicional na It\u00e1lia e em outros pa\u00edses europeus. Al\u00e9m disso, est\u00e1 come\u00e7ando a fabricar queijos mozzarella e prato, em pe\u00e7a, com a reconhecida marca francesa Pr\u00e9sident em unidades brasileiras. Embora o mercado para a mozzarella fresca seja mais restrito, o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o das duas marcas internacionais no Brasil \u00e9 o sinal mais vis\u00edvel da import\u00e2ncia que o pa\u00eds tem na estrat\u00e9gia da companhia francesa, maior produtora de queijos do mundo, com faturamento global de \u20ac 16,5 bilh\u00f5es em 2015. A mozzarela fresca est\u00e1 sendo produzida na f\u00e1brica da Lactalis em Santo Ant\u00f4nio do Aracangu\u00e1 (SP). J\u00e1 os queijos mozzarela e prato, em pe\u00e7a com a marca Pr\u00e9sident, s\u00e3o fabricados nas plantas de Iju\u00ed e Tr\u00eas de Maio, ambas no Rio Grande do Sul, e tamb\u00e9m na unidade paulista.&nbsp;<\/p>\n<p> O CEO da Lactalis do Brasil, o polon\u00eas Marek Warzywoda, \u00e9 econ\u00f4mico nas informa\u00e7\u00f5es sobre as novas linhas de produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, mas n\u00e3o esconde o entusiasmo com o potencial de crescimento no mercado brasileiro de queijos. \"O grupo tem uma ambi\u00e7\u00e3o gigante (...) de ser o n\u00famero um em queijo no Brasil. \u00c9 exatamente o que o grupo est\u00e1 fazendo no mundo todo\", afirmou em entrevista ao Valor. Segundo ele, para garantir essa posi\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, a Lactalis prev\u00ea investimentos por um per\u00edodo de cinco anos. O montante do aporte, por\u00e9m, o executivo n\u00e3o revela. Para produzir a mozzarella fresca Galbani no Brasil, a Lactalis reorganizou a f\u00e1brica de Santo Ant\u00f4nio do Aracangu\u00e1, onde foram instalados equipamentos importados da It\u00e1lia. Warzywoda diz que o plano do grupo franc\u00eas \u00e9 seguir no Brasil a mesma estrat\u00e9gia introduzida em outros pa\u00edses em que a empresa est\u00e1. A Lactalis adquiriu a Galbani, l\u00edder em queijos na It\u00e1lia em 2006. Hoje, o grupo franc\u00eas tem 20 f\u00e1bricas no mundo produzindo itens da marca italiana. \"A estrat\u00e9gia \u00e9 ter uma produ\u00e7\u00e3o local, fabricar aqui uma parte de portf\u00f3lio Galbani, de produtos frescos, e ao mesmo tempo importar outros queijos da marca produzidos na It\u00e1lia, como o grana padano\", explica. A crise no Brasil n\u00e3o amedronta a Lactalis. De acordo com Warzywoda, o interesse pela mozzarella fresca cresce no mundo todo, independentemente da situa\u00e7\u00e3o macroecon\u00f4mica. \"Temos certeza de que existe um mercado para esse produto. O que est\u00e1 em an\u00e1lise \u00e9 como esse mercado vai se desenvolver. Sabemos que temos grande oportunidade com esse tipo de queijo, mas temos de analisar a velocidade de desenvolvimento dessa categoria aqui no Brasil\". Numa primeira etapa, a capacidade de produ\u00e7\u00e3o de mozzarella fresca com a marca italiana no Brasil ser\u00e1 de 300 a 400 toneladas para um per\u00edodo de 12 meses. Mas o executivo avalia que haver\u00e1 espa\u00e7o para volumes maiores e diz que a empresa tem flexibilidade para produzir mais se houver demanda.&nbsp;<\/p>\n<p> O produto ser\u00e1 vendido no varejo e no food service. Inicialmente, ser\u00e1 distribu\u00eddo no Estado de S\u00e3o Paulo, mas o plano \u00e9 ter distribui\u00e7\u00e3o nacional. Sobre a produ\u00e7\u00e3o de mozzarella e queijo prato com a marca Pr\u00e9sident no pa\u00eds, o CEO da Lactalis do Brasil, novamente, revela pouco. Foram necess\u00e1rios investimentos em equipamentos nas unidades e feitas adapta\u00e7\u00f5es em linhas j\u00e1 existentes, diz. O alto consumo do mozzarella no pa\u00eds surpreende Warzywoda, que admite que a capacidade de produ\u00e7\u00e3o desse item \u00e9 elevada. \"Temos possibilidade de produzir em tr\u00eas fabricas, mas flexibilidade para nos adaptarmos \u00e0 demanda\". Segundo ele, os dois produtos se enquadram na categoria commodities e ser\u00e3o comercializados no varejo, em pe\u00e7a para fatiamento ou j\u00e1 fatiados, em todo o pa\u00eds. Os queijos finos da marca Pr\u00e9sident, como brie, camembert, continuar\u00e3o a ser importados da Fran\u00e7a. A vis\u00e3o da Lactalis, afirma Warzywoda, \u00e9 que \"para ser n\u00famero 1 no mercado de queijo local, \u00e9 preciso ter a possibilidade de produzir marcas locais mas tamb\u00e9m internacionais nesse mercado\". Ademais, \u00e9 preciso \"aproveitar a oportunidade de usar mat\u00e9ria\u00acprima local, para ter competitividade\", acrescenta. De fato, a decis\u00e3o de passar a produzir queijos mozzarella e prato com a marca Pr\u00e9sident no Brasil era uma passo natural para a Lactalis. Isso porque, ao adquirir os ativos de l\u00e1cteos da BRF, foi acordado que a francesa usaria a marca Sadia para esses queijos por um per\u00edodo determinado. Quando essa transi\u00e7\u00e3o acabar, a marca Sadia n\u00e3o ser\u00e1 mais utilizada pela Lactalis em seus queijos. No setor, a estimativa \u00e9 de que a Lactalis j\u00e1 seja a l\u00edder em volume no mercado de queijos do Brasil. Em valor, por\u00e9m, a empresa fica atr\u00e1s da Bongrain, que produz queijos com a marca Polenghi, e \u00e9 controlada pela tamb\u00e9m francesa Savencia Fromage &amp; Dairy. De acordo com a Euromonitor, a Bongrain teve uma participa\u00e7\u00e3o de 10,5% do valor das vendas de queijos no varejo em 2015, que somou R$ 19,406 bilh\u00f5es. A Lactalis ficou com 8,2% desse total. O Latic\u00ednios Tirolez foi o terceiro, com 4,9%.&nbsp;<\/p>\n<p> O valor n\u00e3o considera vendas no food service. Segunda maior na capta\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds, a Lactalis produz queijos em cinco de suas 17 f\u00e1bricas de l\u00e1cteos no Brasil e tem duas marcas locais para esse produtos, Balkis, focada em S\u00e3o Paulo, e Boa Nata, com presen\u00e7a em Minas Gerais e Rio de Janeiro, principalmente. No mundo, a francesa, que \u00e9 dona da Parmalat, tem mais de 200 unidades de produ\u00e7\u00e3o em 42 pa\u00edses, e captou 15,6 bilh\u00f5es de litros de leite em 2015. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Seapi inaugura laborat\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p> A Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) inaugurou ontem seu novo Laborat\u00f3rio de Triagem, com capacidade de armazenamento de at\u00e9 100 mil amostras de material biol\u00f3gico veterin\u00e1rio para an\u00e1lises de sanidade animal. Segundo o secret\u00e1rio Ernani Polo, o empreendimento tornou-se poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 parceria com o Fundesa, que participou da reforma da estrutura com R$ 55 mil. \"Vamos receber, conferir e encaminhar todas as amostras que necessitem de an\u00e1lise, aprimorando nosso servi\u00e7o na \u00e1rea sanit\u00e1ria\", afirmou o secret\u00e1rio, que anunciou a disponibiliza\u00e7\u00e3o de um ve\u00edculo exclusivo e equipado para o transporte desses materiais. O chefe da Divis\u00e3o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal da secretaria, Marcelo G\u00f6cks, comemora a inaugura\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio, cujas fun\u00e7\u00f5es j\u00e1 vinham sendo feitas pela se\u00e7\u00e3o, mas sem as condi\u00e7\u00f5es adequadas. As amostras coletadas eram armazenadas em geladeiras distribu\u00eddas nas salas do pr\u00f3prio departamento. \"Agora teremos tecnologia de resfriamento em local pr\u00f3prio e oito servidores habilitados a conferir essas amostras e envi\u00e1-las para os laborat\u00f3- rios de an\u00e1lises ou rejeit\u00e1-las, no caso de estarem impr\u00f3prias, e exigirem novas coletas\", explica. Para o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, a participa\u00e7\u00e3o do fundo \u00e9 o reconhecimento da necessidade de qualifica\u00e7\u00e3o da defesa sanit\u00e1ria. \"A iniciativa privada tem interesse em contribuir para melhorar este processo\", afirmou. (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">Lableite Acreditado<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">A Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, obteve no final de maio a acredita\u00e7\u00e3o pelo Inmetro de seu Laborat\u00f3rio de Qualidade do Leite (Lableite). Fundado em 2005, o centro qualifica por m\u00eas at\u00e9 10 mil amostras de leite produzido n a regi\u00e3o. \" A acredita\u00e7\u00e3o d\u00e1 visibilidade ao laborat\u00f3rio e eleva seu padr\u00e3o de confiabilidade\", diz a coordenadora, Maria Edi Ribeiro. (Correio do Povo)<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 06&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.281 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seapi e setor leiteiro negociam georreferenciamento Reuni\u00e3o do Conselho T\u00e9cnico Operacional da Pecu\u00e1ria Leiteira (CTOPL) do Fundesa debateu, nesta <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/06\/06-06-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/06\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1129","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1129","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1129"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1129\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1129"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1129"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1129"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}