{"id":1125,"date":"2016-06-02T16:18:50","date_gmt":"2016-06-02T16:18:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/02\/02-06-2016\/"},"modified":"2016-06-02T16:18:50","modified_gmt":"2016-06-02T16:18:50","slug":"02-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/02\/02-06-2016\/","title":{"rendered":"02\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 02<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.279<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><strong>Sindilat participa de encontro sobre desafios do setor para os pr\u00f3ximos 20 anos&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, gera\u00e7\u00e3o de valor, sustentabilidade, qualidade de vida e apoio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o os cinco desafios do setor l\u00e1cteo para os pr\u00f3ximos 20 anos. As diretrizes foram listadas nesta quinta-feira (2\/6), durante workshop realizado pela Embrapa Clima Temperado. O encontro, que ocorreu na Esta\u00e7\u00e3o Terras Baixas, em Cap\u00e3o do Le\u00e3o (RS), reuniu representantes de institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o e entidades da cadeia produtiva do leite.&nbsp;<\/p>\n<p> Durante o evento, foram apresentados os principais projetos desenvolvidos pela institui\u00e7\u00e3o por meio do Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento em Pecu\u00e1ria Leiteira (Sispel), que comemora 20 anos de atividades em 2016. \"Foi um importante encontro para tomarmos conhecimento dos projetos que a Embrapa j\u00e1 desenvolveu e tamb\u00e9m para discutirmos a constru\u00e7\u00e3o de novos projetos que levem em conta as necessidades do campo e da ind\u00fastria\", destacou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, citando a import\u00e2ncia das empresas manterem o foco em inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e competitividade, respeitando os valores e tend\u00eancias de uma economia globalizada. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1773\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <strong><span style=\"text-align: justify;\">Anvisa mant\u00e9m prazo para ind\u00fastrias identificarem alerg\u00eanicos no r\u00f3tulo<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) manteve o prazo para as empresas aliment\u00edcias especificarem em seus r\u00f3tulos os ingredientes que podem provocar alergia, como leite, soja, amendoim e trigo. A decis\u00e3o ocorreu durante reuni\u00e3o da diretoria colegiada realizada na manh\u00e3 desta quarta-feira (1\/6), em Bras\u00edlia\/DF. Com o pedido de prorroga\u00e7\u00e3o da RDC 26\/2015 negado por unanimidade pelos componentes do colegiado da ag\u00eancia, as ind\u00fastrias t\u00eam at\u00e9 o dia 2 de julho para se adequar \u00e0s exig\u00eancias com novas embalagens ou utilizar adesivo com as informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre os riscos de alergia.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Presente ao encontro, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, pontuou que as empresas associadas ao Sindilat j\u00e1 possuem cerca de 90% dos seus r\u00f3tulos ajustados \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o. \"O n\u00famero de embalagens que ainda precisam ser ajustadas \u00e9 relativamente pequeno\", destacou.&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o assunto ser\u00e1 levado para debate entre os associados para estudo das a\u00e7\u00f5es cab\u00edveis para minimizar o impacto da medida para os latic\u00ednios ga\u00fachos. Uma das hip\u00f3teses em estudo \u00e9 a orienta\u00e7\u00e3o para o uso de etiquetas que indiquem a presen\u00e7a de alerg\u00eanicos nas embalagens, o que evitaria o descarte do material j\u00e1 confeccionado e estocado. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1774\" style=\"width: 483px; height: 443px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <strong><span style=\"text-align: justify;\">Fonterra anuncia previs\u00e3o de pre\u00e7o do leite para a esta\u00e7\u00e3o de 2016\/17<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Fonterra Co-operative Group Limited anunciou na semana passada a previs\u00e3o de abertura do pre\u00e7o do leite, de NZ$ 4,25 (US$ 2,84) por quilo de s\u00f3lidos do leite - equivalente a NZ$ 0,35 (US$ 0,23) por quilo de leite - para a esta\u00e7\u00e3o de 2016\/17, o que denota um aumento de 35 centavos (23,41 centavos de d\u00f3lar) com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 previs\u00e3o para a esta\u00e7\u00e3o atual.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da Fonterra, John Wilson, disse que a previs\u00e3o leva em conta uma s\u00e9rie de fatores, incluindo a alta taxa de c\u00e2mbio do d\u00f3lar neozeland\u00eas com rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar americano, os volumes fornecidos de outras importantes regi\u00f5es produtoras de leite, os atuais n\u00edveis de estoques globais e a previs\u00e3o econ\u00f4mica de importantes importadores de l\u00e1cteos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"As condi\u00e7\u00f5es nas fazendas s\u00e3o muito desafiadoras. A for\u00e7a do balan\u00e7o patrimonial da cooperativa est\u00e1 nos permitindo aumentar a taxa de avan\u00e7o na primeira metade da nova esta\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m traremos pagamentos adiantados para essa esta\u00e7\u00e3o. Isso fornecer\u00e1 certa assist\u00eancia com os fluxos de caixa nas fazendas. Estamos fazendo isso enquanto continuamos com nossas pol\u00edticas e mantemos nossa disciplina financeira\", comentou John.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, o d\u00f3lar neozeland\u00eas est\u00e1 relativamente alto e atualmente est\u00e1 impactando os pre\u00e7os do leite e as previs\u00f5es. \"Esperamos que os pre\u00e7os globais dos l\u00e1cteos melhorem gradualmente durante a esta\u00e7\u00e3o \u00e0 medida que os produtores do mundo todo reduzem a produ\u00e7\u00e3o em resposta aos menores pre\u00e7os do leite. Entretanto, continuamos pedindo cautela com os or\u00e7amentos nas fazendas\", completou. &nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O diretor executivo da Fonterra, Theo Spierings, disse que os fundamentos de longo prazo para os l\u00e1cteos globais continuam positivos com a demanda devendo aumentar em 2% a 3% por ano devido \u00e0 crescente popula\u00e7\u00e3o mundial, aumento das classes m\u00e9dias na \u00c1sia, urbaniza\u00e7\u00e3o e fatores demogr\u00e1ficos favor\u00e1veis\".<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"Al\u00e9m da desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da oferta global, estamos vendo as importa\u00e7\u00f5es em importantes mercados de l\u00e1cteos melhorando em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. O crescimento do consumo de l\u00e1cteos da China continua positivo e sua demanda por importa\u00e7\u00f5es tem se mantido est\u00e1vel durante os \u00faltimos eventos do GlobalDairyTrade. Esperamos que esses direcionadores resultem no reequil\u00edbrio do mercado comercializado globalmente. Permaneceremos focados em garantir os melhores retornos poss\u00edveis para nossos produtores, convertendo seu leite em produtos de alto valor para clientes em todo o mundo\".<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o houve mudan\u00e7as para a previs\u00e3o para a atual esta\u00e7\u00e3o, de 2015\/16, que continua em NZ$ 3,90 (US$ 2,60) por quilo de s\u00f3lidos do leite e NZ$ 0,32 (US$ 0,21) por quilo de leite.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em 30\/05\/16 - 1 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 0,66904<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">1,49289 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Fonterra, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <br \/> <strong style=\"text-align: justify;\">Consumo&nbsp;<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO\/ONU) instituiu o dia 1\u00ba de junho como o Dia Mundial do Leite. Atualmente, a produ\u00e7\u00e3o mundial ultrapassa 500 bilh\u00f5es de litros por ano. O Brasil \u00e9 o quinto maior produtor do mundo, atr\u00e1s da Uni\u00e3o Europeia, \u00cdndia, Estados Unidos e China. No Pa\u00eds, Minas Gerais \u00e9 o Estado que tem maior volume de produ\u00e7\u00e3o: s\u00e3o mais de 9,5 bilh\u00f5es de litros por ano, participa\u00e7\u00e3o de 26,63% do total. No \u00faltimo ano, o Valor Bruto da pecu\u00e1ria leiteira do Estado foi estimado em R$ 8,01 bilh\u00f5es. Segundo o IBGE, o Estado det\u00e9m um rebanho efetivo de 5,9 milh\u00f5es de vacas ordenhadas, com produtividade m\u00e9dia de 1.612,7 litros \/vaca \/ano.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A maioria dos mais de 350 mil produtores s\u00e3o considerados de pequeno e m\u00e9dio portes, o que mostra a import\u00e2ncia social da cadeia leiteira no Estado. No Brasil, depois de Minas Gerais, que lidera em volume de produ\u00e7\u00e3o, participando com 26,63%, vem o Rio Grande do Sul (13,32%), al\u00e9m do Paran\u00e1 (12,89%), Goi\u00e1s (10,47%) e Santa Catarina (8,48%). No Estado, destaca-se a regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro\/Alto Parana\u00edba, que produz 25,88% do volume total. Logo atr\u00e1s vem a regi\u00e3o Sul\/Sudoeste de Minas (15,81%), Central Mineira (6,06%), Vale do Rio Doce (8,62%) e Zona da Mata (8,31%). Atualmente o Brasil ocupa a 65\u00aa posi\u00e7\u00e3o no consumo mundial de produtos l\u00e1cteos, com uma m\u00e9dia anual de 170 litros por pessoa, valor abaixo do ideal estabelecido pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas, que \u00e9 de 200 a 220 litros por ano. (Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p> <em><span style=\"text-align: justify;\">Queijos<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Lojas e produtores de queijo confiam na fidelidade do consumidor do alimento para atravessar a crise econ\u00f4mica sem preju\u00edzos. Empresas de S\u00e3o Paulo e Minas Gerais planejam abrir pontos virtuais para dinamizar as entregas e aumentar a produ\u00e7\u00e3o de itens artesanais em at\u00e9 40%, em 2016. Em alguns com\u00e9rcios, no primeiro bimestre, houve alta de 25% no faturamento, comparado a igual per\u00edodo do ano passado. No bairro de Pinheiros, em S\u00e3o Paulo, a Mercearia Mestre Queijeiro, criada h\u00e1 dois anos, vende 45 tipos de queijos de 30 produtores de dez Estados. O mais vendido \u00e9 o minas da Serra da Canastra. Uma pe\u00e7a de um quilo custa R$ 76, diz o dono da loja, Bruno Cabral, que tamb\u00e9m trabalha como comprador, vendedor, entregador e maturador de queijos. Cabral teve a ideia de montar a empresa quando estudava gastronomia na Espanha, em 2007. Em Barcelona, trabalhou em um estabelecimento que vendia mais de 350 op\u00e7\u00f5es do produto. \"Foi ali que comecei meus estudos no setor. Fiz um curso de produ\u00e7\u00e3o promovido pelo governo da Catalunha e me tornei o especialista em queijos da loja, por tr\u00eas anos\", lembra. Depois de oito anos na Europa, fundou a Mestre Queijeiro como uma distribuidora. \"A coisa cresceu e achei que era a hora de abrir uma loja.\" (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 02&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.279 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat participa de encontro sobre desafios do setor para os pr\u00f3ximos 20 anos&nbsp; Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, gera\u00e7\u00e3o de valor, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/02\/02-06-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/06\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1125","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1125","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1125"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1125\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1125"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1125"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1125"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}