{"id":1120,"date":"2016-06-01T16:23:09","date_gmt":"2016-06-01T16:23:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/01\/01-06-2016\/"},"modified":"2016-06-01T16:23:09","modified_gmt":"2016-06-01T16:23:09","slug":"01-06-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/01\/01-06-2016\/","title":{"rendered":"01\/06\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 01<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.278<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><strong>Leil\u00e3o GDT: \u00edndice de pre\u00e7os apresenta leves eleva\u00e7\u00f5es<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"> &nbsp;O resultado do leil\u00e3o GDT desta quarta-feira (01\/06) registrou alta de 3,4% sobre o leil\u00e3o anterior, com pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos em US$ 2.329\/tonelada. Apesar da alta, o leite em p\u00f3 integral apresentou queda de 1,7% em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o passado sendo comercializado a US$ 2.205\/tonelada.&nbsp;<\/p>\n<p> O leite em p\u00f3 desnatado foi o que apresentou forte varia\u00e7\u00e3o, com eleva\u00e7\u00e3o de 12,1%, fechando a US$ 1.867\/tonelada. O queijo cheddar foi comercializado a US$2.669\/tonelada, tendo eleva\u00e7\u00e3o de 7,8% em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o anterior, segundo o \u00edndice de pre\u00e7os do leil\u00e3o GDT.<\/p>\n<p> Foram vendidas 24.046 toneladas de produtos l\u00e1cteos neste leil\u00e3o, cerca de 13,3% abaixo do volume no mesmo per\u00edodo do ano passado, o que mostra que o mercado n\u00e3o tem apresentado sinais expressivos de melhora.<\/p>\n<p> Os contratos futuros de leite em p\u00f3 integral continuam sem apontar para grandes mudan\u00e7as ao longo de 2016. At\u00e9 dezembro, as proje\u00e7\u00f5es estimam pre\u00e7os entre US$2.186 e US$2.216\/ton, sem nenhuma altera\u00e7\u00e3o significativa no atual patamar de pre\u00e7os (Fonte: Global Dairy Trade, elaborado pelo MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1769\" style=\"width: 199px; height: 175px;\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1770\" style=\"width: 617px; height: 175px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1771\" style=\"width: 785px; height: 330px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <strong>Safra de leite mais 'justa' no Sul tende a sustentar pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p> Problemas clim\u00e1ticos no per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o das pastagens de inverno, pre\u00e7os baixos no ano passado e concorr\u00eancia com culturas mais rent\u00e1veis como soja e milho est\u00e3o reduzindo a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul, segunda maior bacia leiteira do pa\u00eds. Al\u00e9m da oferta menor, a safra tamb\u00e9m tende a atrasar, o que deve manter os pre\u00e7os sustentados em n\u00edvel nacional. Isso porque a produ\u00e7\u00e3o do Sul costuma amenizar a escassez durante a entressafra no Sudeste e Centro \u00acOeste, quadro que est\u00e1 mais grave neste ano. O presidente do Conselho Estadual do Leite (Conseleite\/\u00acRS), que re\u00fane entidades de produtores e ind\u00fastrias, Jorge Rodrigues, estima que a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha no acumulado at\u00e9 maio ficar\u00e1 cerca de 20% menor do que no mesmo per\u00edodo de 2015. De acordo com ele, os volumes de junho e julho tamb\u00e9m devem permanecer abaixo do normal por conta do atraso das pastagens. Conforme o IBGE, as ind\u00fastrias no Rio Grande do Sul adquiriram 1,373 bilh\u00e3o de litros de leite cru no Estado de janeiro a maio de 2015. Em junho e julho foram mais 590,7 milh\u00f5es de litros. O Estado \u00e9 o segundo maior produtor nacional de leite, com 3,488 bilh\u00f5es de litros vendidos para a ind\u00fastria em 2015, atr\u00e1s de Minas Gerais, com 6,440 bilh\u00f5es de litros. Rodrigues afirma que os pre\u00e7os aos produtores n\u00e3o acompanham o aumento dos custos h\u00e1 dois anos, e a tend\u00eancia deve persistir nos pr\u00f3ximos meses.&nbsp;<\/p>\n<p> Por isso, a soja ocupou \u00e1reas de pastagens devido \u00e0 melhor rentabilidade. Segundo ele, o pre\u00e7o de refer\u00eancia do produto padr\u00e3o foi de R$ 0,9886 por litro em abril e deve avan\u00e7ar para R$ 1,0091 em maio. \"Estamos abaixo da m\u00e9dia [de produ\u00e7\u00e3o] no segundo trimestre, e a dificuldade deve se manter no terceiro\", diz o assistente t\u00e9cnico estadual de leite da Emater\u00ac\/RS, Jaime Rias. Segundo ele, o desest\u00edmulo gerado pela redu\u00e7\u00e3o (deflacionada pelo IGP\u00acM) de 9,7% nos pre\u00e7os m\u00e9dios ao produtor apurados pela entidade em 2015, soma\u00ac-se \u00e0 alta dos custos com insumos como fertilizantes, e tamb\u00e9m do milho e farelo de soja usados na ra\u00e7\u00e3o para o gado leiteiro. Para o consumidor, a alta nos pre\u00e7os do leite UHT nos supermercados ga\u00fachos chegou a 30% desde o in\u00edcio do ano, para cerca de R$ 2,70 o litro, calcula o presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Estado (Sindilat\u00ac\/RS), Alexandre Guerra. Rias diz que o excesso de chuva e de geadas no outono prejudicou a forma\u00e7\u00e3o das pastagens de azev\u00e9m e aveia, t\u00edpicas de inverno, e algumas \u00e1reas ser\u00e3o ocupadas por lavouras de milho em julho e agosto, o que sinaliza problemas mais adiante. Valter Galan, analista da MilkPoint, consultoria especializada em mercado de l\u00e1cteos, acrescenta que houve menor disponibilidade de sementes para o plantio das pastagens este ano. Essa escassez \u00e9 decorr\u00eancia do excesso de chuvas em abril de 2015, que levou ao alagamento de algumas regi\u00f5es de plantio no Sul. Agora, as \u00e1reas de pastagens plantadas em abril deste ano enfrentam escassez de chuvas em alguns regi\u00f5es e excesso em outras, segundo Galan. \"Deve haver um comprometimento da produ\u00e7\u00e3o da pastagens\", diz.&nbsp;<\/p>\n<p> Outro fator que pode afetar a oferta de leite na regi\u00e3o Sul s\u00e3o os pre\u00e7os altos do milho que desestimulam o investimento, pelos produtores, na ra\u00e7\u00e3o para o gado. Diante desse cen\u00e1rio, diz o analista, a produ\u00e7\u00e3o na safra de leite do Sul n\u00e3o deve ser t\u00e3o grande quanto se imaginava. \"Normalmente, o pico de pre\u00e7os do leite [no pa\u00eds] acontece em maio e junho e a partir de julho come\u00e7a a cair. Mas, este ano, os pre\u00e7os mais altos tendem a se sustentar\". Com a menor produ\u00e7\u00e3o local de leite e os baixos pre\u00e7os internacionais, as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 pelo Brasil subiram 26,8%, para 35,7 mil toneladas de janeiro a abril deste ano, segundo o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior. Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Cooperativas Agropecu\u00e1rias do Rio Grande do Sul (Fecoagro-RS), Paulo Pires, essa \u00e9 mais uma \"amea\u00e7a\" que pode desestimular os produtores ga\u00fachos. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><strong>Governo j\u00e1 tem at\u00e9 oito alvos para acordos bilaterais&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> \u00c0 ca\u00e7a de acordos bilaterais para dar mais dinamismo ao com\u00e9rcio exterior e inserir o pa\u00eds nas cadeias globais de produ\u00e7\u00e3o, o chanceler Jos\u00e9 Serra disp\u00f5e de um punhado de alvos imediatos. S\u00e3o pa\u00edses com quem o governo brasileiro j\u00e1 vinha conversando nos \u00faltimos meses sobre a possibilidade de lan\u00e7ar ou intensificar negocia\u00e7\u00f5es, mas cujas perspectivas ganham nova dimens\u00e3o com as diretrizes rec\u00e9m\u00ac anunciadas pelo novo ministro. Fora da Am\u00e9rica do Sul, regi\u00e3o onde produtos brasileiros j\u00e1 gozam de acesso privilegiado, pelo menos seis a oito pa\u00edses ou blocos econ\u00f4micos est\u00e3o no radar das equipes diretamente respons\u00e1veis no governo pelas negocia\u00e7\u00f5es de novos acordos bilaterais. Os resultados mais r\u00e1pidos podem vir das discuss\u00f5es com o M\u00e9xico. Elas n\u00e3o precisam ser tocadas em conjunto pelo Mercosul porque foram iniciadas antes da norma que impede seus s\u00f3cios de negociar isoladamente. O acordo atual concede descontos m\u00fatuos nas tarifas de importa\u00e7\u00e3o para quase 800 produtos industriais e agr\u00edcolas do Brasil. H\u00e1 consenso para expandir essa lista para cerca de 4,5 mil itens. Busca-\u00acse uma amplia\u00e7\u00e3o ainda maior, para at\u00e9 6 mil produtos, com redu\u00e7\u00e3o gradual das tarifas em um per\u00edodo m\u00e1ximo de dez anos.&nbsp;<\/p>\n<p> O novo tratado, que envolver\u00e1 maior abertura em servi\u00e7os e em compras p\u00fablicas, tem boas chances de ser assinado no segundo semestre. O Mercosul, no entanto, n\u00e3o \u00e9 visto como empecilho por funcion\u00e1rios do governo brasileiro acostumados \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es comerciais. A Argentina tem adotado um discurso de maior liberaliza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a posse do presidente Mauricio Macri. Uruguai e Paraguai, dependentes de mercados externos e com menos setores para proteger, t\u00eam uma postura historicamente mais agressiva. O \u00fanico complicador apontado pelos brasileiros, em conversas reservadas, \u00e9 a Venezuela. E a raz\u00e3o passa longe de diverg\u00eancias ideol\u00f3gicas. O pa\u00eds, que exercer\u00e1 a presid\u00eancia rotativa do bloco na segunda metade do ano, tem menos estrutura e experi\u00eancia administrativa para concentrar as atividades negociadoras \u00ac isso exige organizar reuni\u00f5es, compilar textos e liderar discuss\u00f5es entre os s\u00f3cios do Mercosul. Dois blocos est\u00e3o na mira para acordos de livre com\u00e9rcio. Um \u00e9 o EFTA, formado por quatro pa\u00edses \u00ac Su\u00ed\u00e7a, Noruega, Isl\u00e2ndia e Liechtenstein \u00ac que n\u00e3o aderiram \u00e0 Uni\u00e3o Europeia. Eles t\u00eam uma reuni\u00e3o agendada para a pr\u00f3xima semana, em Montevid\u00e9u, a fim de explorar a possibilidade de lan\u00e7amento de negocia\u00e7\u00f5es formais. A avalia\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 que existe um caminho livre para avan\u00e7ar. Por ter apenas quatro membros, esse bloco n\u00e3o precisa enfrentar o mesmo exaustivo tr\u00e2mite de consultas internas que Bruxelas precisa fazer aos 28 integrantes da UE ao discutir ofertas de liberaliza\u00e7\u00e3o para o Mercosul.<\/p>\n<p> No caso da SACU, uni\u00e3o aduaneira liderada pela \u00c1frica do Sul, os sul\u00ac-americanos j\u00e1 t\u00eam um acordo de prefer\u00eancias tarif\u00e1rias desde 2008. As al\u00edquotas menores s\u00f3 entraram em vig\u00eancia h\u00e1 dois meses porque o Congresso Nacional, no Brasil, aprovou um texto remetido pelo governo que tinha erros de tradu\u00e7\u00e3o do ingl\u00eas para o portugu\u00eas e precisou ratific\u00e1-\u00aclo novamente para corrigir as falhas constatadas. Agora, os dois lados querem discutir um tratado que n\u00e3o beneficie apenas setores espec\u00edficos e cubra uma parte \"substancial\" do com\u00e9rcio. Outra frente considerada promissora \u00e9 com o Canad\u00e1. H\u00e1 interesse manifestado pelos canadenses e a ind\u00fastria brasileira n\u00e3o indicou, em consulta p\u00fablica realizada pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento (MDIC) no ano passado, grande quantidade de setores com necessidade de prote\u00e7\u00e3o \u00ac conhecidas pelas \u00e1reas t\u00e9cnicas como \"sensibilidades\". O mapeamento de interesses \"ofensivos\" e \"defensivos\" feito pelo MDIC \u00ac rebatizado como Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os \u00ac com a iniciativa privada abrangia possibilidades de negocia\u00e7\u00f5es com outros tr\u00eas pa\u00edses: \u00cdndia, Tun\u00edsia e L\u00edbano. \"Todos oferecem perspectivas promissoras\", afirma o ex\u00ac-ministro Armando Monteiro. Ele n\u00e3o v\u00ea contraposi\u00e7\u00e3o, mas complementaridade entre os acordos bilaterais e as discuss\u00f5es no \u00e2mbito da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC), que considera o foro adequado para buscar redu\u00e7\u00e3o dos subs\u00eddios \u00e0 agricultura.&nbsp;<\/p>\n<p> Para o embaixador R\u00e9gis Arslanian, que chefiou a equipe de negociadores do Itamaraty na d\u00e9cada passada e hoje \u00e9 s\u00f3cio-\u00acs\u00eanior da GO Associados, Serra poder\u00e1 colher os primeiros resultados em pouco tempo. A amplia\u00e7\u00e3o da cobertura de acordos existentes, como SACU e \u00cdndia, tende a ser mais r\u00e1pida. \"\u00c9 uma tarefa que o novo chanceler poderia levar adiante, com resultados, em um per\u00edodo de seis a oito meses.\" Para tratados de livre com\u00e9rcio, que eliminam completamente as tarifas de pelo menos 85% a 90% dos produtos, o desafio \u00e9 maior. Arslanian ressalta que os acordos discutidos atualmente n\u00e3o abrangem s\u00f3 bens e entram na discuss\u00e3o de temas como servi\u00e7os, compras governamentais, normas t\u00e9cnicas e regras ambientais ou trabalhistas. Por isso, sem deixar de buscar a abertura para seus produtos agropecu\u00e1rios, o embaixador recomenda que o Brasil n\u00e3o fique ref\u00e9m da agenda agr\u00edcola para sentar\u00ac-se \u00e0 mesa de negocia\u00e7\u00f5es com outros parceiros. \"Precisamos demonstrar esp\u00edrito construtivo e que somos guiados pela flexibilidade\", frisa Arslanian. Monteiro concorda com a vis\u00e3o de que as negocia\u00e7\u00f5es n\u00e3o passam mais somente pela quest\u00e3o de bens, mas afirma que sua gest\u00e3o \u00e0 frente do minist\u00e9rio j\u00e1 havia se pautado por esse princ\u00edpio. Tanto que foram fechados acordos com os Estados Unidos, que n\u00e3o dependiam do Mercosul, para harmonizar regras e normas t\u00e9cnicas para setores da ind\u00fastria. Acordos de servi\u00e7os, de investimentos e compras governamentais foram firmados com pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1772\" style=\"height: 480px; width: 800px;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p> &nbsp; <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">&nbsp;<em><span style=\"text-align: justify;\">Latic\u00ednios vencem o Top of Mind&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A marca Elege e a Cooperativa Santa Clara receberam o pr\u00eamio Top Of Mind como a marca mais lembrada pelos ga\u00fachos na categoria Leite e Queijos, respectivamente. Na pesquisa, realizada pela Revista Amanh\u00e3 em parceria com a Segmento Pesquisas, a Santa Clara, que \u00e9 vencedora pelo sexto ano consecutivo, conquistou 33,3% da lembran\u00e7a dos entrevistados. A cerim\u00f4nia de premia\u00e7\u00e3o foi realizada na noite de ter\u00e7a-feira (31\/05), na Sogipa em Porto Alegre. Na categoria Leite, pela qual Elege foi a primeira colocada, na sequ\u00eancia foram as marcas Pi\u00e1, Parmalat, D\u00e1lia e Santa Clara, respectivamente. Al\u00e9m dos premiados, o evento tamb\u00e9m reuniu comunicadores e convidados. Para prestigiar a conquista da Santa Clara, o presidente do Sindilat e diretor administrativo e financeiro da cooperativa, Alexandre Guerra, marcou presen\u00e7a na premia\u00e7\u00e3o. Em 26 edi\u00e7\u00f5es da premia\u00e7\u00e3o, este \u00e9 o sexto ano em que o segmento Queijos \u00e9 pesquisado. A pesquisa ouviu a opini\u00e3o de 1200 pessoas, com idades entre 16 e 65 anos, de todas as classes sociais, em 34 munic\u00edpios do Rio Grande do Sul. Em 2016, a pesquisa mapeou as marcas mais lembradas em 124 categorias. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 01&nbsp;de junho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.278 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Leil\u00e3o GDT: \u00edndice de pre\u00e7os apresenta leves eleva\u00e7\u00f5es &nbsp;O resultado do leil\u00e3o GDT desta quarta-feira (01\/06) registrou alta de 3,4% <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/06\/01\/01-06-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/06\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1120","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1120","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1120"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1120\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1120"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1120"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1120"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}