{"id":11182,"date":"2023-01-18T20:13:41","date_gmt":"2023-01-18T20:13:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11182"},"modified":"2023-01-18T20:16:19","modified_gmt":"2023-01-18T20:16:19","slug":"18-01-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/01\/18\/18-01-2023\/","title":{"rendered":"18\/01\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de janeiro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.823<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Pre\u00e7os cautelosos no segundo GDT de 2023<\/strong><\/p>\n<p>GDT \u2013 O GDT 324 realizado nesta ter\u00e7a-feira apresentou um resultado quase est\u00e1vel, (-0,1%) em rela\u00e7\u00e3o ao evento anterior.&nbsp;<\/p>\n<p>E neste in\u00edcio de ano todas as commodities l\u00e1cteas est\u00e3o com as cota\u00e7\u00f5es inferiores \u00e0s do ano passado nesta mesma \u00e9poca.<\/p>\n<p>O \u00cdndice GDT caiu 24% em rela\u00e7\u00e3o ao de um ano atr\u00e1s.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Wgd81aABF0322\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Wgd81aABF0322\"><\/p>\n<p>O Cheddar, que teve o melhor desempenho no evento, (+4%), permanece com uma cota\u00e7\u00e3o acima dos valores hist\u00f3ricos, mesmo que ele esteja 12% abaixo do valor de um ano atr\u00e1s.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/P4Shf3ABF0310\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/P4Shf3ABF0310\"><\/p>\n<p>O leite em p\u00f3 integral (WMP) foi o outro produto a obter uma cota\u00e7\u00e3o superior ao GDT 323. Mesmo assim, ficou 11% abaixo dos contratos firmados no segundo evento de janeiro de 2022. J\u00e1 o leite em p\u00f3 desnatado (SMP) continuou perdendo for\u00e7a. Apesar de, percentualmente n\u00e3o ter ocorrido uma queda acentuada (-0,3%), a commodity perdeu 28% de seu valor em compara\u00e7\u00e3o com o segundo evento de 2022.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w1gl79ABF0359\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w1gl79ABF0359\"><\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do GDT 323, as manteigas registraram perdas pequenas, AMF (-0,9%) e Butter (-0,6%). Isto, no entanto, n\u00e3o impediu que elas perdessem mais de 20% em rela\u00e7\u00e3o ao valor que tinham um ano antes, o que em d\u00f3lares representa -US$ 1.322 e -US$ 1.709, respectivamente no pre\u00e7o da tonelada de produto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ug2xb4ABF0384\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ug2xb4ABF0384\"><\/p>\n<p>Os pre\u00e7os futuros de todas as commodities mostraram estabilidade no evento 324, indicando ligeira recupera\u00e7\u00e3o no final do primeiro semestre.&nbsp; (Fonte: globaldairytrade\/ www.terraviva.com.br)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p dir=\"ltr\"><b>A seca na Argentina afeta mais de metade do territ\u00f3rio e s\u00e3o esperados milh\u00f5es em perdas<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Argentina enfrenta uma das piores secas da sua hist\u00f3ria: quase 55% do territ\u00f3rio do pa\u00eds \u00e9 afetado pela falta de chuva ou em condi\u00e7\u00f5es de stress h\u00eddrico, segundo um relat\u00f3rio do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre a Seca para a Am\u00e9rica do Sul (Sissa). As consequ\u00eancias economicas come\u00e7am a fazer-se sentir em v\u00e1rias culturas, mas o foco est\u00e1 na soja, a principal exporta\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"A colheita de 2022\/23 est\u00e1 nas condi\u00e7\u00f5es mais secas dos \u00faltimos 60 anos ou mais\", explica um relat\u00f3rio da Bolsa de Ros\u00e1rio, que estima que na chamada zona central, a mais produtiva, h\u00e1 45% menos soja. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires, entretanto, estima um impacto total de at\u00e9 1,8% no produto interno bruto e uma perda de exporta\u00e7\u00f5es de at\u00e9 14,115&nbsp; bilh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>\"A situa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 ca\u00f3tica e muito cr\u00edtica, e a perspectiva a que assistimos tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 encorajadora, mas indica que temos de come\u00e7ar a analisar estrat\u00e9gias para podermos lidar com uma cat\u00e1strofe em termos de agricultura e pecu\u00e1ria\", diz Jorge Gvozdenovich, agronomo do Instituto Nacional de Tecnologia Agr\u00edcola (INTA).<\/p>\n<p>O efeito de La Ni\u00f1a<br \/>\nA falta de chuva fez-se sentir durante anos, coincidindo com um acontecimento excepcional marcado pela Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial: o epis\u00f3dio \"triplo\" de La Ni\u00f1a, que se estendeu por tr\u00eas anos consecutivos e que at\u00e9 agora s\u00f3 ocorreu em tr\u00eas ocasi\u00f5es desde 1950.<\/p>\n<p>\"A continuidade das condi\u00e7\u00f5es de escassez de \u00e1gua de 2020 at\u00e9 \u00e0 data, e o seu impacto nas reservas de \u00e1gua na regi\u00e3o dos Pampas permitem-nos definir, sem exagero, a campanha 2022\/23 como a mais seca em mais de sessenta anos\", diz Jos\u00e9 Luis Aiello, PhD em Ci\u00eancias Meteorol\u00f3gicas e consultor Alfredo Elorriaga no Guia Estrat\u00e9gico para a Agricultura da Bolsa de Ros\u00e1rio.<\/p>\n<p>A economia da Argentina dever\u00e1 crescer 0,1% em 2023.<\/p>\n<p>Segundo o Servi\u00e7o Meteorol\u00f3gico Argentino, \"o Inverno de 2022 foi 33,3% mais seco do que o normal, tornando-o o 7\u00ba mais seco desde 1961 e o 5\u00ba consecutivo para registar um deficit pluviom\u00e9trico\".<\/p>\n<p>Mas a falta de chuva estendeu-se \u00e0 Primavera do sul, entre Setembro e Dezembro, que s\u00e3o meses-chave para a planta\u00e7\u00e3o e continua at\u00e9 ao Ver\u00e3o. \"Janeiro est\u00e1 previsto para se tornar uma continua\u00e7\u00e3o de Dezembro. H\u00e1 uma coincid\u00eancia quase perfeita entre as condi\u00e7\u00f5es negativas da din\u00e2mica regional e a persistente restri\u00e7\u00e3o das chuvas imposta pela terceira Ni\u00f1a consecutiva. Sem d\u00favida, a forte presen\u00e7a desta for\u00e7a negativa durante os \u00faltimos tr\u00eas anos marca um ponto de sem precedentes quando se fala de seca na Argentina\", acrescentam Aiello e Elorriaga.<\/p>\n<p>Culturas afetadas<br \/>\nA seca afeta principalmente a \u00e1rea mais produtiva da Argentina em termos de agroneg\u00f3cio: a regi\u00e3o de Pampa, a Mesopot\u00e2mia, e a parte norte-central do pa\u00eds.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, o trigo \u00e9 a cultura mais afetada pela seca, que tem acompanhado todo o seu ciclo de produ\u00e7\u00e3o e j\u00e1 concluiu a sua colheita.<\/p>\n<p>\"Viemos de uma colheita recorde de 22 milh\u00f5es de toneladas; hoje estamos de 13,4 milh\u00f5es de toneladas. A\u00ed j\u00e1 temos uma perda significativa. Isto \u00e9 estimado, dependendo das avalia\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 de cerca de 2,5 mil bilh\u00f5es de d\u00f3lares. E obviamente o volume de soja e milho n\u00e3o vai ser o mesmo da \u00e9poca passada\", explica Juan Jos\u00e9 Bahillo, Secret\u00e1rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Pescas da Argentina.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio da Bolsa de Ros\u00e1rio afirma que \"25% da colheita de soja argentina j\u00e1 foi perdida em plena esta\u00e7\u00e3o mais seca em mais de 60 anos\", e acrescenta que: \"Dos 49 milh\u00f5es de toneladas que foram projetadas num cen\u00e1rio normal h\u00e1 um m\u00eas, o tempo ajustou a primeira estimativa de soja em 37 milh\u00f5es de toneladas, pelo que 12 milh\u00f5es de toneladas da semente oleaginosa j\u00e1 s\u00e3o consideradas perdidas, e estima-se que ser\u00e1 a terceira pior colheita na Argentina nos \u00faltimos 15 anos\".<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m advertem que \"devido \u00e0 falta de \u00e1gua, 1,1 milh\u00f5es de hectares n\u00e3o puderam ser semeados\". \u00c9 a primeira vez em 15 anos que um tal n\u00edvel de hectares foi afetado.<\/p>\n<p>Com o milho, as proje\u00e7\u00f5es da Bolsa de Cereais de Buenos Aires falam de uma redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o entre 11% e 25%, dependendo do que acontece com o clima.<\/p>\n<p>As culturas n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas afetadas. Na produ\u00e7\u00e3o leiteira, h\u00e1 s\u00e9rias dificuldades em obter alimentos para as vacas porque a pastagem n\u00e3o cresceu e os gr\u00e3os s\u00e3o escassos, o que leva a custos mais elevados.<\/p>\n<p>\"Torna a nossa dieta mais cara porque temos de comprar o resto da ra\u00e7\u00e3o. N\u00e3o temos pastagem h\u00e1 quase tr\u00eas meses e tamb\u00e9m as reservas, que \u00e9 o que estamos a tentar alcan\u00e7ar hoje, est\u00e3o perto dos 20% do que ter\u00edamos de alcan\u00e7ar, o que significa que isso nos afetar\u00e1 durante um ano. Isto leva a um ciclo que se perde e a um ciclo que, al\u00e9m disso, vamos ter comida de m\u00e1 qualidade e muito cara\", explica Laurentino L\u00f3pez Candiotti, um produtor de da prov\u00edncia de Entre R\u00edos.<\/p>\n<p>A isto junta-se outro problema: conseguir \u00e1gua para manter os seus animais vivos.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros de perdas<\/p>\n<p>O ministro da economia argentino, Sergio Massa, estima que as perdas do pa\u00eds devido \u00e0 seca poder\u00e3o ser da ordem dos 2,3 a 2,9&nbsp; bilh\u00f5es de d\u00f3lares, segundo uma entrevista ao jornal Perfil, embora sustente que \"o que perdemos em termos de volume, podemos recuperar em termos de pre\u00e7o\".<\/p>\n<p>A Bolsa de Cereais de Buenos Aires \u00e9 menos otimista. Embora este ano esperassem um produto agroindustrial bruto equivalente a 49,094 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, as suas proje\u00e7\u00f5es sugerem dois cen\u00e1rios poss\u00edveis: uma diminui\u00e7\u00e3o de 21% no melhor cen\u00e1rio, totalizando 42,136 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Mas na pior das hip\u00f3teses, este corte poderia estender-se at\u00e9 30% e atingir apenas 37.418 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Assim, 6,958 bilh\u00f5es poderiam ser perdidos no primeiro cen\u00e1rio e 11,676 bilh\u00f5es no segundo, respectivamente.<\/p>\n<p>Continuando com estes dois cen\u00e1rios, salientam que as receitas fiscais \"tamb\u00e9m sofreriam quedas significativas\". Os produtores agroindustriais contribuiriam 18% menos para o tesouro no primeiro cen\u00e1rio e 27% menos no segundo, em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado.<\/p>\n<p>Finalmente, a seca ter\u00e1 um efeito direto sobre as exporta\u00e7\u00f5es. Embora a Bolsa de Cereais de Buenos Aires j\u00e1 estivesse a contemplar uma queda de 6% nas exporta\u00e7\u00f5es para a \u00e9poca 21\/22, a produ\u00e7\u00e3o mais baixa nos cen\u00e1rios A ou B poderia levar a quedas de 21% ou 33%, afetando a disponibilidade de moeda estrangeira em 9.226 bilh\u00f5es de d\u00f3lares e 14.115 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, respectivamente.<\/p>\n<p>Apesar da perspectiva sombria, ainda existem algumas vari\u00e1veis que poderiam amortecer a queda. Os n\u00fameros utilizados para as proje\u00e7\u00f5es \"correspondem a valores acumulados, ou seja, s\u00e3o resultados economicos, n\u00e3o financeiros\". Por este motivo, salientam que, \"na pr\u00e1tica, podem existir fatores que modificam a din\u00e2mica das receitas e dos rendimentos em moeda estrangeira, como aconteceu, por exemplo, em 2022 com o Programa de Aumento das Exporta\u00e7\u00f5es (ou d\u00f3lar de soja)\", que estipulou uma taxa de d\u00f3lar mais elevada para as exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>A outra vari\u00e1vel \u00e9 a que foi levantada pelo Ministro Massa: que, dada a falta de culturas, o seu pre\u00e7o aumentar\u00e1 e poder\u00e3o reduzir as perdas.<\/p>\n<p>Mas para al\u00e9m de todos os cen\u00e1rios, vari\u00e1veis poss\u00edveis, todos esperam a mesma coisa: que volte a chover. (CNN Espanha - Traduzido via DeepL por Sindilat\/RS)<\/p>\n<p><b>Nova regra fiscal ser\u00e1 apresentada at\u00e9 abril<br \/>\n<\/b><br \/>\nO ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ontem que vai apresentar proposta de um novo arcabou\u00e7o fiscal para o pa\u00eds, no m\u00e1ximo, at\u00e9 abril.<\/p>\n<p>Ele indicou que a reforma tribut\u00e1ria ser\u00e1 fatiada: no primeiro semestre, o governo deve enviar proposta para alterar a cobran\u00e7a de impostos sobre o consumo. J\u00e1 as altera\u00e7\u00f5es no modelo de tributa\u00e7\u00e3o sobre a renda v\u00e3o ficar para o segundo semestre. Haddad falou com jornalistas em Davos, na Su\u00ed\u00e7a, onde participa do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial.<\/p>\n<p>A reforma tribut\u00e1ria vem sendo defendida por toda a equipe econ\u00f4mica como a principal aposta do governo neste in\u00edcio de mandato. A ideia \u00e9 criar um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que reuniria em um s\u00f3 cinco ou seis tributos cobrados atualmente.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9, segundo Haddad, fazer \"algo estrutural\", o que inclui a aprova\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria e a revis\u00e3o do arcabou\u00e7o fiscal do Brasil. Para o ministro, o fiscal \u00e9 \"pressuposto do desenvolvimento\", mas n\u00e3o \u00e9 um \"fim em si mesmo\":<\/p>\n<p>- O fiscal \u00e9 uma parte da li\u00e7\u00e3o de casa, mas n\u00e3o \u00e9 a agenda econ\u00f4mica completa se voc\u00ea for pensar em desenvolvimento. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><i><b>Benef\u00edcios para todas as idades!<br \/>\n<\/b>E<a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/jn\/article-abstract\/152\/4\/1031\/6500202?redirectedFrom=fulltext\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/academic.oup.com\/jn\/article-abstract\/152\/4\/1031\/6500202?redirectedFrom=fulltext\">studo publicado no Journal of Nutrition<\/a>&nbsp;investigou a rela\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de produtos l\u00e1cteos com a densidade mineral \u00f3ssea em adolescentes p\u00f3s-p\u00faberes. Os resultados foram incr\u00edveis: O grupo que ingeriu \u2265 4 por\u00e7\u00f5es di\u00e1rias de l\u00e1cteos apresentou aumento na densidade mineral \u00f3ssea, em compara\u00e7\u00e3o aos demais grupos. Isso significou que o consumo de l\u00e1cteos agrega benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade \u00f3ssea e regula as concentra\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio ingerida. Fonte: Evaluation of Increasing Dairy Intake on Bone Density in Postpubertal Youth: A Randomized Controlled Trial Using Motivational Interviewing. J Nutr., V. 152, P. 1031\u20131041, 2022. (Via Beba Mais Leite)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de janeiro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.823 Pre\u00e7os cautelosos no segundo GDT de 2023 GDT \u2013 O GDT 324 realizado nesta ter\u00e7a-feira apresentou <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/01\/18\/18-01-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/01\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11182","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11182"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11186,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11182\/revisions\/11186"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}