{"id":1107,"date":"2016-05-23T17:35:29","date_gmt":"2016-05-23T17:35:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/23\/23-05-2016\/"},"modified":"2016-05-23T17:35:29","modified_gmt":"2016-05-23T17:35:29","slug":"23-05-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/23\/23-05-2016\/","title":{"rendered":"23\/05\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 23 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.272<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Em busca da padroniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1758\" style=\"width: 500px; height: 251px;\" \/><\/p>\n<p> Para buscar a padroniza\u00e7\u00e3o e tirar da informalidade mais de 8 mil produtores, a Secretaria de Agricultura firmou protocolo de inten\u00e7\u00f5es com entidades do setor para fazer uma radiografia da elabora\u00e7\u00e3o do queijo colonial no Estado, durante a Expoleite Fenasul. O documento foi assinado pela Seapi, Fepagro, Emater, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Ulbra, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Universidade Federal de Santa Maria.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite, Danilo Cavalcanti Gomes, explica que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 apurar por amostragem de que formas os queijos coloniais s\u00e3o fabricados hoje. Segundo Gomes, n\u00e3o se trata de buscar uma receita para ser aplicada no Estado, mas sim de definir uma padroniza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, desde o tipo de coalho a ser usado, o tempo de matura\u00e7\u00e3o e as \"olhaduras\" (os furinhos que alguns queijos t\u00eam). \"A fabrica\u00e7\u00e3o hoje se d\u00e1 de forma emp\u00edrica, por um n\u00famero enorme de produtores. O que n\u00f3s queremos \u00e9 que esse produtor se legalize e que possa vender em condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias adequadas, mas preservando a identidade colonial\", explica.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O diretor t\u00e9cnico da Emater, Lino Moura, disse que a iniciativa deve ser comemorada, pois vai possibilitar abertura de mercado para o setor, al\u00e9m do reconhecimento do produto. A mesma expectativa \u00e9 compartilhada pelo presidente da Fepagro, Adoralvo Schio. \"A Fepagro se orgulha de fazer parte de um projeto como este, pois cria um mecanismo de diferencia\u00e7\u00e3o do produto, o que aumenta as perspectivas de quem produz\", diz. A pesquisa aplicar\u00e1 um question\u00e1rio para obter informa\u00e7\u00f5es como descri\u00e7\u00e3o de estrutura\u00e7\u00e3o, ingredientes e processos de fabrica\u00e7\u00e3o do queijo, formas de comercializa\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia econ\u00f4mica para as fam\u00edlias. Da mesma forma, ser\u00e1 buscada a contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da fabrica\u00e7\u00e3o em cada propriedade, para saber como os agricultores aprenderam a elaborar o produto e com quem. (Correio do Povo)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Programa vai combater carrapato<\/strong><\/p>\n<p> Um dos principais problemas da pecu\u00e1ria no Rio Grande do Sul, o carrapato, ganhou aten\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura do Estado com o lan\u00e7amento de um programa espec\u00edfico de combate \u00e0 praga. De acordo com o veterin\u00e1rio coordenador do Servi\u00e7o de Doen\u00e7as Parasit\u00e1rias da secretaria, Ivo Koher, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 implementar um sistema educativo para os produtores que resulte num manejo mais adequado do rebanho e na utiliza\u00e7\u00e3o mais criteriosa dos produtos dispon\u00edveis para tratar as doen\u00e7as trazida pelo \u00e1caro, que ataca especialmente os bovinos. \"O carrapato \u00e9 uma praga que vem vencendo a briga contra os instrumentos agropecu\u00e1rios de combate. \u00c9 imune, hoje, \u00e0 grande maioria dos medicamentos, e chega a causar um preju\u00edzo anual de R$ 350 milh\u00f5es \u00e0 produ\u00e7\u00e3o\", alerta.&nbsp;<\/p>\n<p> O presidente interino do Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria, Jos\u00e9 Arthur Martins, comemora a iniciativa. \"Finalmente, surge um projeto de execu\u00e7\u00e3o simples que pode diminuir o preju\u00edzo astron\u00f4mico que o carrapato representa, principalmente d o ponto d e vista d a conscientiza\u00e7\u00e3o do uso dos carrapaticidas\", afirma. O consultor de Sanidade Animal da Farsul, Luiz Pitta Pinheiro, tamb\u00e9m sa\u00fada o projeto e afirma que, mais importante do que seu sucesso, \u00e9 o fato de o assunto ter car\u00e1ter de prioridade para a Secretaria da Agricultura. \"Precisamos conscientizar sobre o manejo da cria\u00e7\u00e3o e isso se faz com informa\u00e7\u00e3o\", afirma. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>EUA: produ\u00e7\u00e3o de leite atinge n\u00edveis recordes e contribui para o excesso de queijos no pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p> Nos Estados Unidos, h\u00e1 tanto queijo que cada um dos habitantes do pa\u00eds precisaria comer quase 1,5 quilo a mais este ano para equilibrar o mercado. A abund\u00e2ncia, na verdade, \u00e9 apenas um ind\u00edcio do excesso de leite, carne bovina, su\u00edna e de aves que os produtores americanos come\u00e7aram a acumular dois anos atr\u00e1s, quando os pre\u00e7os estavam em alta e os mercados de exporta\u00e7\u00e3o pareciam se encaminhar para um longo per\u00edodo de crescimento.<\/p>\n<p> Os estoques abundantes de gr\u00e3os reduziram o risco ao diminuir o custo da ra\u00e7\u00e3o animal. A alta duradoura do d\u00f3lar, no entanto, tem desencorajado muitos mercados estrangeiros a comprar produtos dos EUA, o que tem provocado um ac\u00famulo de oferta no pa\u00eds justo quando a produ\u00e7\u00e3o vem atingindo n\u00edveis recordes. Isso levou os pre\u00e7os de muitos bens no mercado dom\u00e9stico a desabar para seus n\u00edveis mais baixos em v\u00e1rios anos.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de queijos e coalhada do pa\u00eds j\u00e1 ca\u00edram, em volume, 14% no ano at\u00e9 o fim de fevereiro, enquanto as importa\u00e7\u00f5es cresceram 23%, impulsionadas pela deprecia\u00e7\u00e3o das moedas da Europa, Nova Zel\u00e2ndia e Canad\u00e1, informou a ag\u00eancia de estat\u00edsticas de com\u00e9rcio do Censo americano. A Am\u00e9rica Latina tem amortecido um pouco a desvantagem americana. A exist\u00eancia de cotas de exporta\u00e7\u00e3o em pa\u00edses como a Argentina, que normalmente atende os mercados da Am\u00e9rica Latina, melhorou a competitividade do queijo americano, diz Jeff Gilfillan, estrategista s\u00eanior de mercado da consultora financeira RJO Futures, em Chicago.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite das sete maiores regi\u00f5es exportadoras continua aumentando, embora a um ritmo muito mais lento em compara\u00e7\u00e3o com o in\u00edcio da expans\u00e3o, em 2014, disse em fevereiro Gregg Tanner, diretor-presidente da gigante americana de latic\u00ednios Dean Foods. A Uni\u00e3o Europeia \u00e9 quem mais contribui para a alta, com um crescimento anual de mais de 5% na produ\u00e7\u00e3o de leite desde que as cotas de exporta\u00e7\u00e3o foram eliminadas, em mar\u00e7o de 2015.<\/p>\n<p> O governo americano informou recentemente que os estoques de soja poderiam cair quase 25% este ano, \u00e0 medida que cresce a demanda no mercado internacional. J\u00e1 as perspectivas para os mercados de outras commodities n\u00e3o foram t\u00e3o otimistas. O USDA prev\u00ea que a oferta de trigo e de milho continuar\u00e1 crescendo. O \u00f3rg\u00e3o estima ainda que a produ\u00e7\u00e3o americana de carne bovina, su\u00edna e de aves vai se expandir 3,1% neste ano em rela\u00e7\u00e3o a 2015, para 44,3 milh\u00f5es de toneladas, j\u00e1 que os agropecuaristas est\u00e3o ampliando suas opera\u00e7\u00f5es e criando animais mais pesados, gra\u00e7as aos baixos pre\u00e7os dos gr\u00e3os.<\/p>\n<p> A expectativa \u00e9 que os produtores americanos coloquem no mercado mais de 96 milh\u00f5es de toneladas de leite neste ano, um volume recorde. Grande parte disso \u00e9 vendida para a ind\u00fastria do queijo, que armazena sua produ\u00e7\u00e3o \u00e0 espera que a demanda cres\u00e7a e os pre\u00e7os subam.<\/p>\n<p> A queda nos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos este ano apresenta um novo teste para a ind\u00fastria americana. Afinal, desde a aprova\u00e7\u00e3o de uma lei agr\u00edcola, em 2012, o setor j\u00e1 n\u00e3o conta com a prote\u00e7\u00e3o do governo, que acumulava estoques para sustentar os pre\u00e7os. As c\u00e2maras frigor\u00edficas comerciais armazenavam o volume recorde de 540 mil toneladas de queijo no fim de mar\u00e7o, o \u00faltimo m\u00eas para o qual existem dados dispon\u00edveis. \u00c9 uma alta de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2015. Os americanos consomem em m\u00e9dia 16,3 quilos de queijo por ano, por pessoa, mas n\u00e3o o suficiente para arrefecer a oferta.<\/p>\n<p> O excesso de queijo e outros produtos marca uma virada dr\u00e1stica para o setor agr\u00edcola nos EUA, que h\u00e1 apenas alguns anos lutava contra a seca e doen\u00e7as que afetaram o abastecimento e fizeram disparar os pre\u00e7os dos produtos para o consumidor final nos supermercados.<\/p>\n<p> Os mercados de commodities muitas vezes oscilam entre altos e baixos devido ao tempo necess\u00e1rio para ajustar a produ\u00e7\u00e3o \u00e0 nova demanda. As decis\u00f5es de expandir rebanhos de carne e leite t\u00eam de ser feitas com bastante anteced\u00eancia, levando-se em conta os nove meses de gesta\u00e7\u00e3o das vacas e os mais de doze meses necess\u00e1rios para que elas atinjam a maturidade.<\/p>\n<p> Para os consumidores americanos, isso representa um al\u00edvio. Os pre\u00e7os de varejo do queijo ca\u00edram 4,3% em abril em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado, segundo a firma de pesquisa de mercado IRI. (Milkpoint)<\/p>\n<p> <strong>USDA: queda no pre\u00e7o do leite na Nova Zel\u00e2ndia resulta em diminui\u00e7\u00e3o do rebanho&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Produtores de leite e derivados na Nova Zel\u00e2ndia est\u00e3o passando pelo segundo ano em que os pre\u00e7os pagos ao produtor est\u00e3o abaixo do break even (ponto de equil\u00edbrio) e a expectativa \u00e9 de que o cen\u00e1rio se mantenha em 2017, podendo chegar at\u00e9 2018. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 de fontes da ind\u00fastria ouvidas pelo adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em ingl\u00eas) em Wellington, capital da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p> Atualmente, o pre\u00e7o aos produtores est\u00e1 entre 4 e 5 d\u00f3lares neozelandeses por quilo, o que torna atrativa a simples opera\u00e7\u00e3o de reduzir o rebanho leiteiro entre 5% e 15%. Para manuten\u00e7\u00e3o do rebanho, os pre\u00e7os deveriam apresentar uma tend\u00eancia clara de melhora, para em torno dos 6 d\u00f3lares por quilo na temporada 2016\/17, aponta o USDA.<\/p>\n<p> Entre 2014 e 2016, os produtores neozelandeses reduziram o rebanho leiteiro em torno de 5%, para 4,93 milh\u00f5es de cabe\u00e7as. \u00c9 esperado que esta redu\u00e7\u00e3o repercuta sobre a produ\u00e7\u00e3o local, com a estimativa de que sejam produzidos 20,92 milh\u00f5es de toneladas do produto em 2016, o que representa uma queda de 4,5% ante o volume produzido em 2014.<\/p>\n<p> J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, exclu\u00eddo o leite em estado l\u00edquido, deve reduzir 2,2% no ano em rela\u00e7\u00e3o a 2015, de 3,015 milh\u00f5es de toneladas para 2,95 milh\u00f5es de toneladas. Ainda assim, o n\u00famero \u00e9 2% superior \u00e0 proje\u00e7\u00e3o inicial, refletindo a estimativa de produ\u00e7\u00e3o de leite maior do que o esperado anteriormente.<\/p>\n<p> Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es em 2016, o USDA espera que sejam embarcadas 3,096 milh\u00f5es de toneladas de produtos l\u00e1cteos, incluindo leite em estado l\u00edquido. O n\u00famero \u00e9 3% superior \u00e0 estimativa anterior. No ano passado, foram exportadas 3,141 milh\u00f5es de toneladas, 3,7% acima da proje\u00e7\u00e3o do USDA. Para o fim de 2016, o USDA reduziu sua estimativa de estoque, passando de 181 mil toneladas para 175 mil toneladas. (Milkpoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><em>Qualidade do leite premiada<br \/> As grandes vencedoras do primeiro Concurso Leiteiro de S\u00f3lidos da Expoleite\/Fenasul foram as vacas CR-Judde 1352 Supercsp (categoria jovem), da Cabanha Rottili Rodrigues, de Santo Augusto, e Dalia 567, da Cabanha Giliotto, de Serafina Corr\u00eaa (categoria adulta). CR-Judde registrou a produ\u00e7\u00e3o de 7,74 quilos por dia de prote\u00edna, gordura e lactose. Dalia atingiu a marca de 8,85 quilos por dia. Institu\u00eddo por iniciativa do Sindilat, o concurso distribuiu R$ 10 mil em pr\u00eamios, R$ 2,5 para as primeiras colocadas, R$ 1,5 mil para as segundas e R$ 1 mil para as terceiras. Foram julgados, atrav\u00e9s das amostras de tr\u00eas ordenhas di\u00e1rias de cada uma das inscritas, os teores de gordura e prote\u00edna do leite, entre outros itens. As an\u00e1lises foram processadas pelo Laborat\u00f3rio de Qualidade do Leite da Embrapa Clima Temperado, de Pelotas. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 23 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.272 &nbsp; &nbsp;Em busca da padroniza\u00e7\u00e3o &nbsp; Para buscar a padroniza\u00e7\u00e3o e tirar da informalidade mais de 8 mil produtores, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/23\/23-05-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/05\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1107","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1107","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1107"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1107\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1107"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1107"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}