{"id":11056,"date":"2022-12-28T18:20:46","date_gmt":"2022-12-28T18:20:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11056"},"modified":"2022-12-28T18:23:04","modified_gmt":"2022-12-28T18:23:04","slug":"28-12-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/12\/28\/28-12-2022\/","title":{"rendered":"28\/12\/2022"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 28 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.810<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\"><b>O espelho uruguaio<br \/>\n<\/b><br \/>\nEste artigo, elaborado pelo engenheiro agr\u00f4nomo, Marcos Snyder, compara o setor leiteiro da Argentina com o do Uruguai, para ver quais problemas s\u00e3o comuns a ambos os pa\u00edses e quais s\u00e3o quest\u00f5es apenas da Argentina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Argentina: segundo maior produtor de leite da Am\u00e9rica do Sul depois do Brasil, possui as maiores fazendas leiteiras, \u00e9 o maior exportador da regi\u00e3o e o 3\u00ba exportador de leite em p\u00f3 integral do planeta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uruguai: 5\u00ba produtor da Am\u00e9rica do Sul (atr\u00e1s do Brasil, Argentina, Col\u00f4mbia e Chile), mas o 2\u00ba exportador de l\u00e1cteos, competindo com a Argentina no com\u00e9rcio internacional de leite em p\u00f3 integral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Uruguai \u00e9 o pa\u00eds que, com uma produ\u00e7\u00e3o de 590 litros por habitante por ano, produz mais leite per capita na Am\u00e9rica do Sul. O pa\u00eds tamb\u00e9m tem o maior consumo de leite da regi\u00e3o, 266 litros\/hab\/ano, mas a alta produ\u00e7\u00e3o permite que exportem 77% do que produzem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/WfJbf4ABF0211\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/WfJbf4ABF0211\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Uruguai, com 5,6 milh\u00f5es de litros de leite\/dia, produz aproximadamente 70% do que a prov\u00edncia de Buenos Aires produz, ficando logo atr\u00e1s da Argentina nas exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral. Em 2021, o pa\u00eds exportou 28.865 toneladas de leite em p\u00f3 integral para o Brasil (+17% a mais que o volume exportado pela Argentina) e at\u00e9 agora em 2022 (jan-out) acumula 22.216 toneladas, 35% a menos que os embarques da Argentina para o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas \u00e9 muito interessante observar o que \u00e9 exportado pelos dois pa\u00edses para a China, pois enquanto a Argentina vendeu ao gigante asi\u00e1tico 3.542 toneladas de leite em p\u00f3 integral entre janeiro e setembro de 2022, o Uruguai acumula uma venda de 25.975 toneladas, desbancando a Austr\u00e1lia como segundo fornecedor da China desde 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pa\u00eds vem trabalhando na competitividade h\u00e1 anos e, recentemente, tramita at\u00e9 um poss\u00edvel acordo de livre com\u00e9rcio com os asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DlBMffABF0216\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DlBMffABF0216\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando se fala em \u201ccompetitividade\u201d, costuma-se pensar no desempenho da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e da ind\u00fastria processadora, mas quando se trata de exportar, a competitividade n\u00e3o envolve apenas o produtor e a ind\u00fastria, mas tamb\u00e9m o Estado com seus controles, seus impostos e as pol\u00edticas p\u00fablicas necess\u00e1rias para facilitar a tarefa e garantir a entrada de divisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estando os dois pa\u00edses \u00e0 mesma dist\u00e2ncia da China, infere-se que a dificuldade da Argentina em aumentar seu volume de exporta\u00e7\u00e3o se deve \u00e0 falta de competitividade exportadora causada por um Estado ineficiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cadeia de l\u00e1cteos argentina possui um elo produtivo prim\u00e1rio altamente competente, pois trabalha e cresce com os menores pre\u00e7os de mat\u00e9ria-prima do mundo, e um elo industrial local com capacidade para processar com efici\u00eancia os volumes necess\u00e1rios para competir e abastecer o mercado interno e externo.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas \u00e9 um \u00f4nus incluir o pesado Estado argentino com sua press\u00e3o tribut\u00e1ria direta como o Imposto de Exporta\u00e7\u00e3o, entre outros (9% para o leite em p\u00f3 integral, principal produto l\u00e1cteo exportado), e indireta como o atraso cambial (no m\u00ednimo 30% e a ins\u00f3lita gama de taxas de d\u00f3lares fict\u00edcios existentes), adicionado a isso o imposto inflacion\u00e1rio (a COVID e a guerra afetam a todos, mas o Uruguai tem uma infla\u00e7\u00e3o anual de 9% enquanto a Argentina, de 83%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem d\u00favida, seria promissor que o atual governo e os que vir\u00e3o reconsiderassem seriamente a mudan\u00e7a na forma de fazer as coisas para gerar a t\u00e3o esperada reativa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 do setor leiteiro argentino (representado por 10.446 fazendas leiteiras, 670 empresas processadoras e 187.000 funcion\u00e1rios), mas tamb\u00e9m de toda a economia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Artigo do engenheiro agr\u00f4nomo Marcos Snyder para o DairyLando, traduzido pelo Sindilat via linguee)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Leite - o alimento do mundo: consumo, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\nA \u00cdndia e o Paquist\u00e3o est\u00e3o liderando a demanda e impulsionando o aumento do consumo global de latic\u00ednios, acompanhando o crescimento de suas rendas e popula\u00e7\u00f5es. A ind\u00fastria de latic\u00ednios tamb\u00e9m est\u00e1 em tend\u00eancia no resto do mundo. Nos pa\u00edses de alta renda, o consumo per capita deve aumentar 0,4% ao ano, principalmente na forma de produtos l\u00e1cteos.Em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia\/baixa renda, quase todo o consumo \u00e9 na forma de produtos frescos, e espera-se que o consumo per capita aumente em 1,5% ao ano.O queijo \u00e9 o segundo produto l\u00e1cteo mais consumido na Europa e na Am\u00e9rica do Norte, e est\u00e1 sendo acompanhado por regi\u00f5es onde tradicionalmente n\u00e3o fazia parte da dieta tradicional, como o sudeste asi\u00e1tico.<\/p>\n<p>Enquanto algumas regi\u00f5es s\u00e3o auto-suficientes, como \u00cdndia e Paquist\u00e3o, o consumo total de latic\u00ednios na \u00c1frica, pa\u00edses do sudeste asi\u00e1tico e do Oriente Pr\u00f3ximo e Norte da \u00c1frica deve aumentar mais rapidamente do que a produ\u00e7\u00e3o, e isto significa que as importa\u00e7\u00f5es aumentar\u00e3o.<\/p>\n<p>O leite em p\u00f3 desnatado e o leite em p\u00f3 integral s\u00e3o utilizados especialmente em confeitaria, leite em p\u00f3 infantil e produtos de panifica\u00e7\u00e3o. Uma pequena parte dos produtos l\u00e1cteos, especialmente leite em p\u00f3 desnatado e leitelho em p\u00f3, \u00e9 utilizada na alimenta\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<p>China, que importa ambos os produtos, leite em p\u00f3 desnatado e soro em p\u00f3, far\u00e1 isso em maior volume durante a pr\u00f3xima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Os soro de leite em p\u00f3 est\u00e3o ganhando destaque no processamento de suplementos nutricionais, especialmente na nutri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, infantil e s\u00eanior.<\/p>\n<p>O crescimento esperado em quase todas as regi\u00f5es do mundo \u00e9 impulsionado pelo aumento da produtividade das vacas leiteiras atrav\u00e9s da otimiza\u00e7\u00e3o dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o, melhoria da sa\u00fade animal e da efici\u00eancia alimentar, e melhoria gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>A UE crescer\u00e1 mais lentamente do que a m\u00e9dia mundial, porque a taxa de crescimento da produtividade \u00e9 mais lenta em rela\u00e7\u00e3o ao decl\u00ednio do rebanho leiteiro: 0,5% ao ano, comparado a 1% ao ano.<\/p>\n<p>Atualmente, mais de 10% das vacas leiteiras est\u00e3o em sistemas org\u00e2nicos localizados na \u00c1ustria, Dinamarca, Gr\u00e9cia, Let\u00f4nia e Su\u00e9cia, que, pelo mesmo motivo, produzem um quarto do que a produ\u00e7\u00e3o convencional faz, com custos de produ\u00e7\u00e3o mais altos.<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica do Norte tem o maior rendimento m\u00e9dio por vaca, s\u00e3o em sua maioria sistemas alojados com alimenta\u00e7\u00e3o focada em altos rendimentos de rebanhos leiteiros especializados; e como se espera que a demanda dom\u00e9stica por gorduras permane\u00e7a mais forte, os EUA ir\u00e3o exportar principalmente leite em p\u00f3 desnatado.<\/p>\n<p>A Nova Zel\u00e2ndia produz apenas 2,5% do leite do mundo, mas \u00e9 o pa\u00eds mais voltado para a exporta\u00e7\u00e3o. Seu sistema \u00e9 basicamente pastoral e os rendimentos s\u00e3o consideravelmente menores do que na Am\u00e9rica do Norte e Europa, mas ainda assim competitivos. A disponibilidade de terras e as crescentes restri\u00e7\u00f5es ambientais limitam seu crescimento, mas \u00e9 improv\u00e1vel que eles se concentrem para alimentar seus rebanhos.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o na \u00c1frica tamb\u00e9m crescer\u00e1, porque seus rebanhos crescer\u00e3o, embora tenham baixos rendimentos: um ter\u00e7o dos rebanhos leiteiros do mundo, produzindo 5,6%, de modo que uma grande parte da produ\u00e7\u00e3o de leite vir\u00e1 de caprinos e ovinos.<\/p>\n<p>Quase 30 % da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite ser\u00e1 utilizada para processar produtos l\u00e1cteos. Em pa\u00edses de baixa e baixa renda m\u00e9dia, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 utilizada para produtos l\u00e1cteos frescos. A produ\u00e7\u00e3o de manteiga, por exemplo, deve crescer um pouco mais r\u00e1pido em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o total de leite, e todos os outros produtos l\u00e1cteos a taxas mais lentas.<\/p>\n<p>Apenas 7% da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite entra nos mercados internacionais, mas nas vers\u00f5es integral e em p\u00f3 desnatado, mais de 50% do que \u00e9 produzido em todo o mundo \u00e9 comercializado internacionalmente.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio global de latic\u00ednios est\u00e1 ganhando impulso e se expandir\u00e1 na pr\u00f3xima d\u00e9cada, chegando a 14,2 MTM em 2031. Mas nem todos os produtos crescer\u00e3o igualmente: 1,7% por ano para SMP, 1,6% por ano para queijo, 1,5% para soro em p\u00f3, 1,3% para manteiga e 0,9% para SMP, s\u00e3o as proje\u00e7\u00f5es de acordo com com a FAO; e a maior parte deste crescimento ser\u00e1 coberta por mais exporta\u00e7\u00f5es dos EUA, da UE e da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n<p>A Austr\u00e1lia, apesar de perder participa\u00e7\u00e3o no mercado internacional, continua sendo um dos principais exportadores de queijo e leite em p\u00f3 desnatado. A Argentina \u00e9 tamb\u00e9m um grande exportador de leite em p\u00f3 desnatado, e est\u00e1 projetado para responder por 5% das exporta\u00e7\u00f5es mundiais at\u00e9 2031. Nos \u00faltimos anos, Belarus se tornou um grande exportador, orientando suas exporta\u00e7\u00f5es principalmente para o mercado russo devido ao embargo imposto \u00e0quele pa\u00eds.<\/p>\n<p>O leite est\u00e1 em toda parte. Ela \u00e9, foi e ser\u00e1 uma parte fundamental de nossas culturas, de nossa composi\u00e7\u00e3o humana. O leite e seus derivados n\u00e3o s\u00e3o apenas fontes vitais de nutri\u00e7\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o global, mas tamb\u00e9m um meio de subsist\u00eancia para milh\u00f5es de pessoas na cadeia de valor do leite em todo o mundo.<\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 tomou seu copo de leite hoje?<\/p>\n<p>O leite \u00e9 bom para voc\u00ea!<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Edairy News<\/p>\n<p><b>A produ\u00e7\u00e3o de leite na UE supera as expectativas<br \/>\n<\/b><br \/>\nLeite\/Europa \u2013 A produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa Ocidental vem aumentando desde o ponto mais baixo atingido em novembro.<\/p>\n<p>Fontes da ind\u00fastria percebem que a capta\u00e7\u00e3o varia amplamente entre os pa\u00edses e regi\u00f5es. Em algumas delas existem pontos percentuais a mais em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, e em outras pontos percentuais a menos. H\u00e1 consenso de que a produ\u00e7\u00e3o de leite supera as expectativas, mesmo que na compara\u00e7\u00e3o anual, at\u00e9 o momento, o volume ainda seja menor, em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo antecedente. De acordo com dados publicados pelo site CLAL, a produ\u00e7\u00e3o do leite de vaca na Uni\u00e3o Europeia (UE) em outubro chegou a 11.682 mil toneladas, um aumento de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. No acumulado de janeiro a outubro, o volume estimado \u00e9 de 121.820 mil toneladas, uma queda de 0,3% em compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o de leite na UE de janeiro a outubro de 2021. Entre os principais produtores do bloco ocidental, o volume as varia\u00e7\u00f5es foram: Alemanha, 26.742 mil toneladas (-0,6%); Fran\u00e7a, 20.480 mil toneladas (-1%); Holanda, 11.480 mil toneladas (+0,3%) e It\u00e1lia, 10.925 mil (-0,6%).<\/p>\n<p>Fontes da ind\u00fastria relatam que os pre\u00e7os pagos aos produtores est\u00e3o em n\u00edveis recordes at\u00e9 o final do ano. Esses pre\u00e7os aumentaram constantemente ao longo de 2022, chegando \u00e0 m\u00e9dia de \u20ac 0,59\/kg. No entanto, observadores do mercado avaliam que esse n\u00edvel \u00e9 insustent\u00e1vel, diante da queda nas cota\u00e7\u00f5es das commodities l\u00e1cteas. A fraca demanda por ingredientes l\u00e1cteos reduziu a necessidade de leite para as ind\u00fastrias. Os pre\u00e7os do leite no mercado spot ca\u00edram dramaticamente. Em alguns casos, chegou \u00e0 metade do pre\u00e7o pago ao produtor. Muitos analistas acham que as ind\u00fastrias de latic\u00ednios reduzir\u00e3o o pre\u00e7o do leite ao produtor no primeiro dia do pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>As f\u00e1bricas est\u00e3o bem abastecidas. Os fatores mais limitantes s\u00e3o a disponibilidade de caminh\u00f5es e motoristas para captar o leite e entreg\u00e1-lo nas ind\u00fastrias. Tamb\u00e9m h\u00e1 dificuldades em encontrar funcion\u00e1rios para completar os diversos turnos de trabalho. Existem relatos de elevado n\u00famero de licen\u00e7as m\u00e9dicas e f\u00e9rias \u00e0 medida que chegam as festas de final de ano.<\/p>\n<p>A energia tem estado dispon\u00edvel, mas a custos muito elevados. A maioria dos pa\u00edses da Europa Ocidental planejou quantidades adequadas de abastecimento e, salvo se houver um inverno muito rigoroso, deve haver reservas suficientes para atender \u00e0 maior parte das necessidades.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/RmQk24ABF0112\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/RmQk24ABF0112\"><\/p>\n<p>No Leste Europeu, al\u00e9m das \u00e1reas impactadas diretamente pelo conflito entre Ucr\u00e2nia e R\u00fassia, a produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu durante boa parte do ano, com a Pol\u00f4nia liderando a produ\u00e7\u00e3o de leite dentro do bloco. De acordo com o site CLAL, no m\u00eas de outubro o pa\u00eds captou 1.025 mil toneladas, +2,1% em rela\u00e7\u00e3o a outubro de 2021. No acumulado do ano at\u00e9 outubro de 2022, a Pol\u00f4nia produziu 10.730 mil toneladas de leite, registrando crescimento de 2,2% na compara\u00e7\u00e3o interanual.<\/p>\n<p>Apesar dos danos e interrup\u00e7\u00f5es causados na rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia pelo conflito entre a Ucr\u00e2nia e a R\u00fassia, as exporta\u00e7\u00f5es de gr\u00e3os pelos portos do Mar Negro foram retomadas, conforme acordo feito entre Moscou e Kiev. O minist\u00e9rio ucraniano relatou que 550 navios sa\u00edram transportando 13,8 toneladas de gr\u00e3os ucranianos com destino \u00e0 \u00c1sia, Europa e \u00c1frica, dentro das condi\u00e7\u00f5es acordadas. Tanto a R\u00fassia como a Ucr\u00e2nia gostariam de prorrogar o acordo, e as autoridades turcas j\u00e1 est\u00e3o se reunindo com l\u00edderes dos dois pa\u00edses em conflito para negociar a expans\u00e3o do com\u00e9rcio atrav\u00e9s do Mar Negro. (Fonte: Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w79dffABF0124\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/w79dffABF0124\"><\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><i><b>Medida Provis\u00f3ria altera prazo de ades\u00e3o ao Programa de Regulariza\u00e7\u00e3o Ambiental<br \/>\n<\/b>Medida visa evitar risco de propriet\u00e1rio rural ser responsabilizado por n\u00e3o ingressar no programa dentro do prazo previsto em raz\u00e3o de demora na an\u00e1lise do CAR. Foi publicada nesta segunda-feira (26) Medida Provis\u00f3ria n\u00b0 1.150 que altera o prazo para ades\u00e3o ao PRA, originalmente previsto na Lei n\u00ba 12.651, de 25 de maio de 2012, mais conhecida como C\u00f3digo Florestal. De acordo com a Medida Provis\u00f3ria, o propriet\u00e1rio ou possuidor do im\u00f3vel rural ter\u00e1 180 dias para aderir ao PRA ap\u00f3s ser convocado pelo \u00f3rg\u00e3o competente estadual ou distrital. Pelo C\u00f3digo Florestal, o prazo de ades\u00e3o terminaria no pr\u00f3ximo dia 31 de dezembro de 2022. A mudan\u00e7a ocorreu pois a ades\u00e3o ao PRA requer que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) do im\u00f3vel rural tenha passado pela an\u00e1lise pr\u00e9via dos \u00f3rg\u00e3os estaduais e distrital. No entanto, as unidades federativas n\u00e3o ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es de concluir as an\u00e1lises dos cadastros dentro do prazo previsto em lei. Desta forma, os minist\u00e9rios da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa ) e do Meio Ambiente (MMA) apresentaram a proposta de altera\u00e7\u00e3o do prazo de ades\u00e3o ao PRA para evitar o risco de o propriet\u00e1rio\/possuidor de im\u00f3vel rural ser responsabilizado por n\u00e3o ingressar no programa conforme o prazo previsto ou se tornar ineleg\u00edvel aos benef\u00edcios previstos na Lei n\u00ba 12.651 em raz\u00e3o de n\u00e3o ter o CAR analisado.&nbsp; A medida n\u00e3o gera impacto financeiro, or\u00e7ament\u00e1rio ou diminui\u00e7\u00e3o de receita para o Poder P\u00fablico. O que \u00e9 o PRA: O programa prev\u00ea uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es a serem adotadas pelo produtor rural com o objetivo de cumprir as normas de regulariza\u00e7\u00e3o ambiental. O Mapa destaca que ades\u00e3o ao PRA reduz os custos e viabiliza economicamente a ado\u00e7\u00e3o de medidas como recomposi\u00e7\u00e3o, regenera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e compensa\u00e7\u00e3o nas propriedades rurais, que est\u00e3o previstas na legisla\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, contribui para o alinhamento da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria nacional com a sustentabilidade, combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e fortalece o papel do Brasil como fornecedor mundial de alimentos produzidos com respeito ambiental e social. (MAPA)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.810 O espelho uruguaio Este artigo, elaborado pelo engenheiro agr\u00f4nomo, Marcos Snyder, compara o setor leiteiro da Argentina com o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/12\/28\/28-12-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/12\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11056","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11056"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11056\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11064,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11056\/revisions\/11064"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}