{"id":10985,"date":"2022-12-16T19:22:45","date_gmt":"2022-12-16T19:22:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=10985"},"modified":"2022-12-16T19:23:00","modified_gmt":"2022-12-16T19:23:00","slug":"16-12-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/12\/16\/16-12-2022\/","title":{"rendered":"16\/12\/2022"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 16 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.802<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>PIB do RS volta a crescer e avan\u00e7a 1,3% no 3\u00ba trimestre<br \/>\n<\/b><br \/>\nAp\u00f3s resultados negativos na primeira metade do ano, a economia do Rio Grande do Sul voltou a ficar no azul. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado cresceu 1,3% no terceiro trimestre de 2022 na compara\u00e7\u00e3o com o segundo trimestre. Neste tipo de avalia\u00e7\u00e3o, os tr\u00eas principais setores da economia registraram desempenho positivo, com destaque para a agropecu\u00e1ria, que apresentou recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s tombo nos meses anteriores. J\u00e1 ante igual per\u00edodo do ano passado, o PIB apresenta queda de 2,8%.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs dados de julho a setembro apontam desempenho superior do Estado ante o Brasil (+0,4%), na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre imediatamente anterior. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, o Rio Grande do Sul apresenta performance pior do que a m\u00e9dia nacional (-2,8% contra +3,6%). No acumulado do ano, at\u00e9 setembro, a queda no PIB do Estado \u00e9 de 6,6%, enquanto no Brasil a alta \u00e9 de 3,2%.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA alta mais acentuada na compara\u00e7\u00e3o entre os setores, no terceiro trimestre com o segundo, ficou por conta da agropecu\u00e1ria, com avan\u00e7o de 41,8%, seguida da ind\u00fastria e dos servi\u00e7os. O campo havia recuado 38,3% no segundo trimestre em rela\u00e7\u00e3o ao anterior.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n- Esse movimento j\u00e1 mostra que muito provavelmente o pior momento de 2022 j\u00e1 passou, com a estiagem quase totalmente contabilizada - destacou o economista Martinho Lazzari, chefe da Divis\u00e3o de An\u00e1lise Econ\u00f4mica do DEE.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO economista-chefe da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura (Farsul), Ant\u00f4nio da Luz, afirma que os n\u00fameros positivos nos abates de aves e su\u00ednos ajudaram o PIB do agroneg\u00f3cio ga\u00facho no terceiro trimestre. Luz tamb\u00e9m lembra que o resultado do terceiro trimestre tem peso menor no setor, porque essa \u00e9poca do ano n\u00e3o conta com os efeitos das principais culturas cultivadas no RS. Ele explica que o percentual expressivo em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior ocorre diante de uma base deprimida pela estiagem:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n- Crescer contra o segundo trimestre \u00e9 f\u00e1cil. Teve um fosso no segundo trimestre com a safra que deveria entrar e n\u00e3o entrou.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDentro da \u00e1rea fabril, a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, segmento mais representativo do setor no RS, registrou alta de 0,6% na compara\u00e7\u00e3o entre terceiro e segundo trimestres. O economista-chefe da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias (Fiergs), Andr\u00e9 Nunes de Nunes, afirma que o desempenho do segmento ocorre diante da heterogeneidade entre ramos:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n- Na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, vejo o segmento de m\u00e1quinas e equipamentos e de ve\u00edculos automotores se recuperando em rela\u00e7\u00e3o aos outros anos por conta da normaliza\u00e7\u00e3o das cadeias de suprimento. Por outro lado, aqueles segmentos que se beneficiaram em outros momentos, como os de bens dur\u00e1veis, de produtos de metal, m\u00f3veis, t\u00eam apresentado resultado mais t\u00edmido.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Incerteza<br \/>\n<\/u>O professor da UFRGS Maur\u00edcio Weiss afirma que o cen\u00e1rio para os pr\u00f3ximos meses \u00e9 de incerteza e de desacelera\u00e7\u00e3o. Na parte de servi\u00e7os, Weiss destaca que o setor tem menos espa\u00e7o para recuperar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira metade do ano. J\u00e1 a ind\u00fastria pode sofrer impactos da desacelera\u00e7\u00e3o da economia observada em diversos pa\u00edses:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n- Tem de verificar a atividade econ\u00f4mica do Brasil como um todo. Se a PEC (da Transi\u00e7\u00e3o) vai flexibilizar o teto de gastos. Se isso vai provocar maior est\u00edmulo pela demanda e aquecer com\u00e9rcio, servi\u00e7os e at\u00e9 a ind\u00fastria. \u00c9 um cen\u00e1rio com predom\u00ednio de incerteza.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa agropecu\u00e1ria, o economista-chefe da Farsul avalia que o quarto trimestre deve seguir com o setor apresentando recupera\u00e7\u00e3o, principalmente com a entrada da safra de trigo. Para 2023, Luz estima bons resultados, mas coloca uma d\u00favida nessa proje\u00e7\u00e3o. Como a agropecu\u00e1ria do Estado depende historicamente da frequ\u00eancia de chuva, destaca que h\u00e1 sinal de alerta em rela\u00e7\u00e3o a esse ponto:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n- Se tudo der certo, se o clima n\u00e3o nos atrapalhar de novo, deveremos ter um 2023 com um crescimento bom. At\u00e9 por for\u00e7a da compara\u00e7\u00e3o, da base. (Zero Hora)<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZE39deABF0270\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZE39deABF0270\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/RzwL84ABF0465\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/RzwL84ABF0465\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Reforma tribut\u00e1ria deve ser pauta priorit\u00e1ria em 2023<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nEntre os desafios que o pr\u00f3ximo governo do Brasil ter\u00e1 de enfrentar em 2023 na economia, est\u00e1 o de fazer avan\u00e7ar uma reforma tribut\u00e1ria, pauta debatida no Pa\u00eds h\u00e1 pelo menos duas d\u00e9cadas. Escolhido pelo presidente eleito Luiz In\u00e1cio Lula da Silva para comandar o Minist\u00e9rio da Fazenda, o ex-prefeito de S\u00e3o Paulo, Fernando Haddad, j\u00e1 sinalizou que essa ser\u00e1 uma pauta priorit\u00e1ria da gest\u00e3o que vir\u00e1. \u201cA determina\u00e7\u00e3o clara do presidente Lula \u00e9 que n\u00f3s possamos dar no in\u00edcio do pr\u00f3ximo governo uma prioridade total \u00e0 reforma tribut\u00e1ria\u201d, disse em evento da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (Febraban) no fim de novembro.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSegundo Haddad, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 aproveitar propostas que j\u00e1 tramitam no Congresso Nacional a respeito dos impostos indiretos, que incidem sobre o consumo \u2013, como o IPI e o ICMS \u2013 para depois alterar o sistema dos tributos sobre renda e patrim\u00f4nio, como o IR e o IPTU. Atualmente, tramitam no Congresso Nacional a Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o (PEC) 110\/19, idealizada pelo economista Luiz Carlos Hauly, e a PEC 45\/19, desenhada pelo economista Bernard Appy.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA principal converg\u00eancia entre as duas propostas \u00e9 a extin\u00e7\u00e3o de diversos tributos que incidem sobre bens e servi\u00e7os. Eles seriam substitu\u00eddos por um s\u00f3 imposto sobre valor agregado (IVA). A proposta da C\u00e2mara, a PEC 45, foi apresentada em 2019 pelo deputado Baleia Rossi (MDB). Em linhas gerais, prev\u00ea a substitui\u00e7\u00e3o de cinco tributos (os federais PIS, Cofins e IPI, o estadual ICMS e o municipal ISS) por um imposto sobre bens e servi\u00e7os (IBS), com arrecada\u00e7\u00e3o centralizada e gest\u00e3o compartilhada, e um imposto seletivo sobre cigarros e bebidas.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA al\u00edquota seria a mesma para todos os bens e servi\u00e7os. Al\u00e9m disso, o texto acaba com a maior parte dos benef\u00edcios fiscais. Vers\u00e3o semelhante dessa proposta \u00e9 a PEC 110, do Senado, cuja vers\u00e3o atual \u00e9 um relat\u00f3rio do senador Roberto Rocha (PSDB-MA). A proposta tem como diretriz principal a institui\u00e7\u00e3o de um modelo dual do Imposto de Valor Agregado (IVA), que, de um lado, re\u00fane os impostos federais e, de outro, os estaduais e municipais.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO IVA para a Uni\u00e3o seria chamado de Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS) e unificaria o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social (PIS) e a Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O IVA para estados e munic\u00edpios, por sua vez, seria chamado de Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS) e substituiria os impostos sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) e sobre Servi\u00e7os (ISS). A princ\u00edpio, estados e munic\u00edpios teriam autonomia para fixar suas al\u00edquotas.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO texto prev\u00ea tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o de um imposto seletivo em substitui\u00e7\u00e3o ao atual IPI e que incidiria em itens selecionados, como cigarros e bebidas alco\u00f3licas. A PEC 110 est\u00e1 pronta para ser analisada pela Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a e Cidadania do Senado, enquanto a PEC 45 encontra-se parada na C\u00e2mara desde maio de 2021. \u201cA PEC 110 est\u00e1 mais avan\u00e7ada e traz uma simplifica\u00e7\u00e3o maior, pois s\u00e3o substitu\u00eddos nove tributos, enquanto a PEC 45 prop\u00f5e a unifica\u00e7\u00e3o de cinco tributos\u201d, avalia o especialista em reforma tributaria e professor da FGV Direito Rio Gabriel Quintanilha . Para Quintanilha, a aprova\u00e7\u00e3o folgada, em dois turnos, no Senado da chamada PEC da Transi\u00e7\u00e3o \u00e9 um indicativo positivo de que o governo teria apoio suficiente para o avan\u00e7o de uma reforma tribut\u00e1ria.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA proposta citada visa garantir recursos para programas sociais no Or\u00e7amento da Uni\u00e3o de 2023. \u201cCom a vota\u00e7\u00e3o da PEC da Transi\u00e7\u00e3o, acredito que o governo eleito n\u00e3o ter\u00e1 grandes dificuldades para aprovar uma reforma tribut\u00e1ria, caso d\u00ea prioridade a isso\u201d, afirma. E completa: \u201co grande erro do atual governo, que sair\u00e1 no pr\u00f3ximo dia 31, foi n\u00e3o ter dado \u00eanfase a essa pauta, pois o cen\u00e1rio era favor\u00e1vel, tanto que aprovou a reforma da previd\u00eancia\u201d, analisa. Ainda conforme o especialista, a reforma tribut\u00e1ria ser\u00e1 crucial para o futuro do Pa\u00eds. \u201cO sistema vigente \u00e9 confuso, o que gera inseguran\u00e7a jur\u00eddica. Isso dificulta o crescimento econ\u00f4mico e a competitividade das empresas, afastando investimentos\u201d, opina. (Jornal do Com\u00e9rcio)<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Sudeste Asi\u00e1tico: grandes oportunidades para o setor l\u00e1cteo<br \/>\n<\/b><br \/>\nOs mercados combinados da Indon\u00e9sia, Mal\u00e1sia, Cingapura, Filipinas, Tail\u00e2ndia e Vietn\u00e3 est\u00e3o experimentando um dos maiores crescimentos mundiais na demanda por produtos l\u00e1cteos. A expectativa \u00e9 que, at\u00e9 2030, as importa\u00e7\u00f5es nesses pa\u00edses cheguem a quase 19 milh\u00f5es de toneladas de equivalentes de leite contra 12,9 milh\u00f5es de toneladas em 2020, superando as da China.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO aumento da renda per capita tamb\u00e9m determina a mudan\u00e7a na alimenta\u00e7\u00e3o tradicional, com os consumidores preferindo cada vez mais os benef\u00edcios dos l\u00e1cteos, que s\u00e3o considerados ben\u00e9ficos ao desenvolvimento das crian\u00e7as e \u00e0 sa\u00fade dos idosos. Isso leva a um aumento do consumo que os produtores locais n\u00e3o conseguem sustentar.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs pa\u00edses da regi\u00e3o s\u00e3o caracterizados por especificidades culturais e religiosas que devem ser cuidadosamente consideradas. No Sudeste Asi\u00e1tico, com Mal\u00e1sia e Indon\u00e9sia liderando, existem mais de 240 milh\u00f5es de mu\u00e7ulmanos e, portanto, a certifica\u00e7\u00e3o halal torna-se importante ou mesmo indispens\u00e1vel na exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDada a proximidade geogr\u00e1fica, este destino est\u00e1 se tornando um mercado l\u00edder para os exportadores australianos que buscam expandir e diversificar. De fato, a certifica\u00e7\u00e3o halal \u00e9 um investimento que pode abrir mercados e ajudar a aumentar as oportunidades de com\u00e9rcio internacional, permitindo que os produtos australianos concorram com os de outras origens que atendem aos mercados mu\u00e7ulmanos.<br \/>\nAl\u00e9m disso, com uma forte reputa\u00e7\u00e3o de produtos de qualidade e relacionamentos comerciais din\u00e2micos, eles est\u00e3o bem posicionados para continuar crescendo e se diversificando na regi\u00e3o na pr\u00f3xima d\u00e9cada.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNeste cen\u00e1rio, a Australian Trade and Investment Commission Austrade apoia as empresas por meio de uma rede de especialistas de mercado que aconselham sobre os regulamentos de exporta\u00e7\u00e3o e conectam as empresas australianas com novos clientes, promovem a compreens\u00e3o do mercado, investimentos e planejam a exporta\u00e7\u00e3o. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Observat\u00f3rio Argentino da Cadeia L\u00e1ctea (OCLA), traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Vm1m9cABF0266\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Vm1m9cABF0266\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><strong>BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROL\u00d3GICO No 49\/2022 \u2013 SEAPDR<\/strong><br \/>\n&nbsp;A pr\u00f3xima semana dever\u00e1 ter calor e pouca chuva no RS. Na quinta-feira (15), o deslocamento de uma frente fria no oceano favorecer\u00e1 o aumento da nebulosidade e poder\u00e3o ocorrer chuvas fracas e isoladas em algumas localidades. Na sexta (16) e s\u00e1bado (17), o ingresso de uma massa de ar seco manter\u00e1 o tempo firme na maioria das regi\u00f5es e apenas no Leste e Nordeste ocorrer\u00e1 maior varia\u00e7\u00e3o de nuvens e h\u00e1 possibilidade de chuviscos e garoas isoladas. No domingo (18), a propaga\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o provocar\u00e1 pancadas de chuva e trovoadas, com risco de temporais isolados na Metade Norte. Entre a segunda (19) e quarta-feira (21), a presen\u00e7a de uma massa de ar quente favorecer\u00e1 o aumento da temperatura em todo Estado e a combina\u00e7\u00e3o do calor e elevada taxa de umidade na atmosfera dever\u00e1 provocar pancadas de chuva, t\u00edpicas de ver\u00e3o, em algumas regi\u00f5es. Os totais esperados dever\u00e3o ser inferiores a 10 mm na imensa maioria das \u00e1reas do RS. Somente nos setores Norte Noroeste os volumes dever\u00e3o oscilar entre 10 e 20 mm, e poder\u00e3o superar 30 mm em algumas localidades do Alto Uruguai.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\">Clique aqui&nbsp;<\/a>e acesse os Boletins oficiais sobre clima e culturas elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural, Emater-RS e Irga. O documento conta com uma avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas da semana anterior, situa\u00e7\u00e3o atualizada das culturas do per\u00edodo e a previs\u00e3o meteorol\u00f3gica para a semana seguinte. (SEAPDR)&nbsp;<\/i><\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.802 PIB do RS volta a crescer e avan\u00e7a 1,3% no 3\u00ba trimestre Ap\u00f3s resultados negativos na primeira metade do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/12\/16\/16-12-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/12\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-10985","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10985"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10985\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10987,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10985\/revisions\/10987"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}