{"id":1097,"date":"2016-05-17T17:28:22","date_gmt":"2016-05-17T17:28:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/17\/17-05-2016\/"},"modified":"2016-05-17T17:28:22","modified_gmt":"2016-05-17T17:28:22","slug":"17-05-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/17\/17-05-2016\/","title":{"rendered":"17\/05\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 17 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.268<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;Leil\u00e3o GDT: pre\u00e7os internacionais voltam a apresentar leve aumento<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (17\/05) registrou alta de 2,6% sobre o leil\u00e3o anterior, com pre\u00e7os m\u00e9dios de l\u00e1cteos em US$ 2.283\/tonelada. O leite em p\u00f3 integral apresentou uma alta de 3,0% em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o passado sendo comercializado a US$ 2.252\/tonelada, voltando a ficar pr\u00f3ximo aos valores que apresentava no in\u00edcio desse mesmo ano.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O leite em p\u00f3 desnatado n\u00e3o apresentou grande varia\u00e7\u00e3o, com uma leve queda de 0,9%, fechando a US$ 1.658\/tonelada. Assim como o leite em p\u00f3 desnatado, o queijo cheddar tamb\u00e9m apresentou queda de -0,8% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo leil\u00e3o, sendo comercializado a US$ 2.693\/tonelada.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Foram vendidas 18.113 toneladas de produtos l\u00e1cteos neste leil\u00e3o, volume cerca de 31,7% abaixo do mesmo per\u00edodo do ano passado, indicando que o leil\u00e3o GDT n\u00e3o vem sinalizando melhoras na demanda.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Os contratos futuros de leite em p\u00f3 integral continuam sem apontar para grandes mudan\u00e7as ao longo de 2016. At\u00e9 novembro, as proje\u00e7\u00f5es estimam pre\u00e7os entre US$2.228 e US$2.340\/ton, sem nenhuma altera\u00e7\u00e3o significativa no atual patamar de pre\u00e7os. (Fonte: Global Dairy Trade, elaborado pelo MilkPoint Intelig\u00eancia)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1742\" style=\"width: 264px; height: 220px;\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1741\" style=\"width: 495px; height: 220px;\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1740\" style=\"width: 700px; height: 296px;\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><strong>Europa \u00e9 \"inundada\" por leite um ano ap\u00f3s o fim do sistema de cotas<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">&nbsp;<br \/> Quem chega \u00e0 fazenda de 80 hectares de Leon Backs, em Rutten, no centro da Holanda e a uma hora de Amsterd\u00e3, n\u00e3o v\u00ea vacas e sim campos de tulipas de diversas cores. O pasto est\u00e1 quase todo plantado com essa flor que faz o pa\u00eds ser chamado de floricultura do mundo. As 120 vacas est\u00e3o concentradas no est\u00e1bulo ao lado da resid\u00eancia, e s\u00f3 se deslocam ali dentro para serem ordenhadas por dois rob\u00f4s.<\/p>\n<p> \"A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 dif\u00edcil, tive que alugar muitos hectares a produtores de tulipas para compensar a perda com o leite\", diz Leon, 35 anos de idade, que trabalha sozinho, na fazenda que comprou do pai em 2009. Ele conta que h\u00e1 dois anos recebia \u20ac 0,40 por quilo de leite, mas agora o pre\u00e7o despencou para \u20ac 0,25. Alugando o pasto para produ\u00e7\u00e3o de tulipas, ele embolsa \u20ac 2.750 (R$ 11.200) ao ano por hectare.&nbsp;<\/p>\n<p> Isso ocorre porque a Europa foi \"inundada\" por leite, um ano depois do fim do sistema de cotas que limitava a produ\u00e7\u00e3o no setor. A hist\u00f3ria de Leon ilustra a crise que vivem atualmente os produtores europeus, desde que, a partir de abril de 2015, passaram a poder produzir e exportar o quanto desejarem.&nbsp;<\/p>\n<p> Na expectativa dessa liberaliza\u00e7\u00e3o, criadores, sobretudo na Holanda, B\u00e9lgica, Dinamarca e Irlanda, compraram mais vacas e mais terras, produzindo mais para conquistar novos mercados, em particular a China. Mas, j\u00e1 em 2014, a R\u00fassia havia decretado um embargo aos produtos agr\u00edcolas europeus, fechando um mercado para os queijos do velho continente. Al\u00e9m disso, a China, maior importadora mundial de leite em p\u00f3, freou bruscamente suas importa\u00e7\u00f5es do produto. E o clima favor\u00e1vel ajudou os concorrentes Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia e Estados Unidos a aumentarem sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os no mercado internacional, que come\u00e7aram a cair no fim de 2014, degringolaram com a superprodu\u00e7\u00e3o europeia. S\u00f3 em outubro de 2015 a Irlanda elevou seu volume de leite em 48% e a Holanda, em 16,8%. Entre janeiro e fevereiro deste ano, a alta do volume na Europa fez a produ\u00e7\u00e3o global crescer 3,4%. \"Produzimos 1,7 milh\u00e3o de toneladas a mais em pouco tempo, e o excesso de oferta nos impede de obter pre\u00e7o remunerador, amea\u00e7a fazendas e estruturas regionais\", diz Regina Reiterer, assessora do European Milk Board (EMB), que re\u00fane produtores de 15 pa\u00edses.<\/p>\n<p> Al\u00e9m da derrubada de pre\u00e7os, a situa\u00e7\u00e3o agravou-se com a alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o. Segundo o EMB, as perdas s\u00e3o \"inacredit\u00e1veis\". O exemplo mais cruel vem da Alemanha, o maior produtor: custa \u20ac 0,4494 produzir um quilo de leite, mas o produtor recebe \u20ac0,2866 pelo produto. &nbsp;Ou seja, apenas 64% dos custos est\u00e3o cobertos pelo pre\u00e7o recebido.<\/p>\n<p> Depois que milhares de produtores bloquearam o centro de Bruxelas, sede da UE, com tratores e queimaram fardos de feno, atra\u00edram a aten\u00e7\u00e3o para a crise no setor. Recentemente, a UE aprovou um plano de restri\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o em troca de ajuda para melhorar a imagem do setor, por exemplo. Mas associa\u00e7\u00f5es de produtores dizem que, sem coordena\u00e7\u00e3o, os cortes volunt\u00e1rios de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o funcionam.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">A produ\u00e7\u00e3o global de leite e produtos l\u00e1cteos alcan\u00e7ou 800,7 milh\u00f5es de toneladas em 2015. A Uni\u00e3o Europeia (UE) produz cerca de 20% desse total, segundo a FAO, a Ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o. As exporta\u00e7\u00f5es globais&nbsp;\ufffcsomaram US$ 71,3 bilh\u00f5es ano passado, e os europeus exportaram US$ 17,8 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p> A Holanda, pequeno pa\u00eds de 17 milh\u00f5es de habitantes, \u00e9 um dos maiores produtores de l\u00e1cteos da Europa. O setor, no pa\u00eds, representa \u20ac 12 bilh\u00f5es. Cerca de 35% da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 consumida internamente, 45% exportada a outros pa\u00edses da Europa e 20% para o resto do mundo.<\/p>\n<p> Os holandeses prepararam-se para o fim do regime de cotas, para produzir mais e tomar rapidamente fatias de mercado. A produ\u00e7\u00e3o, que somara 11 bilh\u00f5es de quilos de leite em 2010, pulou para 13,5 bilh\u00f5es de quilos em 2015. E aproxima-se rapidamente da meta de 14 bilh\u00f5es de quilos que era prevista para 2020. Mas seus produtores alegam que reduzir os volumes n\u00e3o ter\u00e1 efeito no pre\u00e7o internacional porque representam s\u00f3 2% do total global.<\/p>\n<p> Os pecuaristas holandeses s\u00e3o conhecidos pela alta produtividade no setor. O rebanho m\u00e9dio no pa\u00eds \u00e9 de 80 vacas. Enquanto uma vaca produz 6.777 quilos de leite por ano na m\u00e9dia europeia, na Holanda, o volume chega a 9.500 quilos por ano.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1744\" style=\"width: 500px; height: 508px;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"> Para Egbert Koersen, que cria 80 vacas em 50 hectares, acredita que o problema \u00e9 que os holandeses s\u00e3o obcecados por crescer e crescer. \"Pensamos na quantidade, n\u00e3o na qualidade, e queremos sempre produzir e vender mais\", diz o produtor de Heerenbroek, leste da Holanda, enquanto serve leite de suas vacas, com caf\u00e9, na cozinha de sua resid\u00eancia. \"Aumentamos demais a produ\u00e7\u00e3o, e agora temos que sair dessa\".<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">Koersen conta que obteve financiamento pelo prazo de cinco anos pagando juro de 2,7% ao ano para tr\u00eas quartos do capital e de 1,8% pela taxa Euribor (juro de refer\u00eancia do mercado do euro) para o restante. Presidente da cooperativa Rouveen, ele diz que os produtores t\u00eam a chance de receber remunera\u00e7\u00e3o um pouquinho melhor pelo quilo de leite, por volta de 5%, porque vendem para suas respectivas cooperativas. As 50 vacas de Koersen produzem 700 mil quilos de leite por ano. Com a crise, ele alimenta um plano: converter-se para a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. \"Com o leite org\u00e2nico, d\u00e1 para ganhar 30% a mais\", diz.&nbsp;<\/p>\n<p> Outra discuss\u00e3o hoje na Holanda \u00e9 sobre a imagem do leite. Cerca de 30% da produ\u00e7\u00e3o vem de vacas que passam a maior parte do ano no est\u00e1bulo. Os produtores que deixam suas vacas mais tempo pastando conseguem receber atualmente \u20ac 1 a mais por 100 quilos de leite. O consumidor \u00e9 informado sobre o m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o do leite.<\/p>\n<p> Para a FrieslandCampina, maior cooperativa da Europa e quinto player mundial em l\u00e1cteos, 2016 continuar\u00e1 sendo um ano ainda de muito desafio por causa da enorme oferta de leite e da menor demanda. Mas a expectativa da empresa \u00e9 de que o excedente decline e a demanda volte a melhorar, especialmente nas regi\u00f5es com pouca capacidade de produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. \"Os pre\u00e7os internacionais est\u00e3o em n\u00edveis historicamente baixos, e as oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o v\u00e3o aumentar de novo para a Europa\".<\/p>\n<p> Kevin Bellamy, do Rabobank, reputado analista do setor, estima que, diante da queda de pre\u00e7os, o crescimento da oferta nas regi\u00f5es produtoras tende a desacelerar. O banco avalia que, ao longo do ano, o consumo de l\u00e1cteos deve continuar crescendo na \u00c1sia, EUA e Europa. A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 o Brasil - afetado pela recess\u00e3o e pela menor produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> Para a Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Leite dos EUA, h\u00e1 sete raz\u00f5es para uma recupera\u00e7\u00e3o global n\u00e3o ser iminente: a fragilidade da economia mundial, o elevado estoque de l\u00e1cteos, a persistente alta produ\u00e7\u00e3o na Europa, o baixo n\u00edvel de importa\u00e7\u00f5es pela China, a estagna\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os, problemas relacionados ao clima e pouca demanda. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"> <strong>Conseleite\/PR<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida em Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprovou e divulgou os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em abril de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de maio de 2016, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes. Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o correspondem \u00e0 mat\u00e9ria-prima leite denominada Leite CONSELEITE IN62, que se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3% de gordura, 2,9% de prote\u00edna, 600 mil uc\/ml de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e 600 mil uc\/ml de contagem bacteriana.&nbsp;<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1739\" style=\"width: 497px; height: 133px;\" \/><br \/> &nbsp;<br \/> Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de maio de 2016 \u00e9 de R$ 1,9821\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleite.com.br\/conseleite. (Fonte: Conseleite\/PR)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Concurso premia maior teor de s\u00f3lidos<\/strong><\/p>\n<p> Com foco constante na qualidade da mat\u00e9ria-prima produzida pelo rebanho ga\u00facho, a 39\u00aa Expoleite e 12\u00aa Fenasul, marcadas para o per\u00edodo de 18 a 22 de maio, em Esteio, ter\u00e3o como principal novidade o Concurso Leiteiro de S\u00f3lidos. Ser\u00e3o reconhecidas as vacas que produzirem leite com maior teor de gordura e prote\u00edna. O objetivo \u00e9 incentivar o controle leiteiro das vacas em lacta\u00e7\u00e3o. A disputa ser\u00e1 paralela ao tradicional torneio leiteiro, que todos os anos reconhece os animais que produzem os maiores volumes. As amostras ser\u00e3o coletadas por t\u00e9cnicos da Faculdade de Veterin\u00e1ria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e enviadas ao Laborat\u00f3rio de Qualidade do Leite da Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, para an\u00e1lise. S\u00e3o duas as categorias: Vaca Jovem, para animais com menos de 36 meses de idade; e Vaca Adulta, para exemplares com 36 meses ou mais. Os animais vencedores ser\u00e3o conhecidos na sexta-feira, \u00e0s 18h, quando ocorre o esperado banho de leite.&nbsp;<\/p>\n<p> Na vis\u00e3o do veterin\u00e1rio Danilo Cavalcanti, coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite, ligada&nbsp;\u00e0 Secretaria da Agricultura, o concurso de s\u00f3lidos \u00e9 uma ferramenta importante de valoriza\u00e7\u00e3o&nbsp;das propriedades que prezam pela qualidade do leite que est\u00e3o produzindo. \"Volume e qualidade n\u00e3o podem andar em disson\u00e2ncia\", destaca. Para o t\u00e9cnico, o concurso de s\u00f3lidos \"vem pra mostrar que existem outros aspectos relacionados ao leite que s\u00e3o mais importantes&nbsp;que o volume\". Ser\u00e3o avaliadas amostras de tr\u00eas ordenhas. O leite com alto teor de s\u00f3lidos indica que as vacas est\u00e3o sendo bem alimentadas, o que aumenta a produ\u00e7\u00e3o individual e total do rebanho. Conforme preconiza a instru\u00e7\u00e3o normativa (IN) 62, de 2012, o teor de s\u00f3lidos determina o valor industrial do leite, pois quanto mais gordura e prote\u00edna, maior rendimento a ind\u00fastria ter\u00e1 ao fabricar os derivados l\u00e1cteos.&nbsp;<\/p>\n<p> A iniciativa do Concurso de S\u00f3lidos \u00e9 do Sindilat, que busca ampliar a qualidade da mat\u00e9ria-prima. \"Serve como incentivo para melhorar a competitividade do setor ao dar melhores resultados tanto para a ind\u00fastria quanto para o produtor\", destaca o presidente da entidade, Alexandre Guerra. O sindicato vai destinar R$ 10 mil \u00e0 premia\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 dividida da seguinte forma: R$ 2,5 mil para os primeiros lugares nas categorias Jovem e Adulta; R$ 1,5 mil para as segundas colocadas; e R$ 1 mil para os animais que ficarem com os terceiros lugares. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas (Gadolando), Marcos Tang, destaca a import\u00e2ncia de os produtores fazerem o controle individual dos animais no que diz respeito aos componentes s\u00f3lidos do leite. Para a ra\u00e7a Holand\u00eas, o ideal \u00e9 que os par\u00e2metros n\u00e3o sejam inferiores a 3,5% de gordura e 3% de prote\u00edna. Tang ressalta ainda que, na hora do acasalamento, o teor de s\u00f3lidos \u00e9 um elemento que deve ser levado em conta&nbsp;pelos criadores, j\u00e1 que as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o disponibilizadas pelas empresas de s\u00eamen. (Correio do Povo)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1743\" style=\"width: 800px; height: 210px;\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div>\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina deve recuar 10% em 2016, afirma adido do USDA<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em ingl\u00eas) em Buenos Aires reduziu sua proje\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina em 2016 para 10,39 milh\u00f5es de toneladas, equivalente a 10,09 milh\u00f5es de litros. A revis\u00e3o representa queda de 10% ante o volume produzido no ano anterior. A estimativa foi reduzida em face de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, com enchentes atingindo as principais regi\u00f5es produtoras, como a prov\u00edncia de C\u00f3rdoba, Entre R\u00edos e Santa F\u00e9. Al\u00e9m disso, maiores custos de produ\u00e7\u00e3o e menor pre\u00e7o pago aos produtores pesaram sobre o resultado. Estima-se que 80% das regi\u00f5es produtoras est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica devido a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e financiamento. O adido do USDA projeta que o pa\u00eds exportar\u00e1 211 mil toneladas de produtos l\u00e1cteos, 7% abaixo do ano anterior. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o)<\/span><\/em><\/p>\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 17 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.268 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Leil\u00e3o GDT: pre\u00e7os internacionais voltam a apresentar leve aumento O resultado do leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (17\/05) registrou <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/17\/17-05-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/05\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1097","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1097","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1097"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1097\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1097"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1097"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1097"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}