{"id":10931,"date":"2022-12-07T19:49:01","date_gmt":"2022-12-07T19:49:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=10931"},"modified":"2022-12-07T20:05:31","modified_gmt":"2022-12-07T20:05:31","slug":"07-12-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/12\/07\/07-12-2022\/","title":{"rendered":"07\/12\/2022"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 07 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.796<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\"><b>Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: importa\u00e7\u00f5es seguem diminuindo<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nO cen\u00e1rio observado no \u00faltimo m\u00eas se manteve. O ritmo das exporta\u00e7\u00f5es seguiu inexpressivo, enquanto as importa\u00e7\u00f5es apresentaram recuo, mas mantiveram-se em patamares elevados, ocasionando o terceiro saldo mais negativo para o m\u00eas de novembro.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA desacelera\u00e7\u00e3o do volume importado est\u00e1 relacionada aos recuos dos pre\u00e7os dos derivados l\u00e1cteos no mercado interno, nos \u00faltimos meses. O m\u00eas de novembro tamb\u00e9m foi bem desafiador para o mercado de derivados l\u00e1cteos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTodas as semanas do m\u00eas registraram recuos no \u00cdndice MilkPoint Mercado, sendo o \u00faltimo, a d\u00e9cima varia\u00e7\u00e3o negativa consecutiva.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEste cen\u00e1rio se formou em meio ao aumento na oferta, devido a sazonalidade de produ\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o da capacidade produtiva, associado a demanda enfraquecida, com vendas travadas para a maioria dos derivados l\u00e1cteos, bem como uma press\u00e3o de baixa nos pre\u00e7os por parte do varejo.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o aos produtos mais importantes da pauta importadora em novembro, temos o leite em p\u00f3 integral, os queijos, o leite em p\u00f3 desnatado e o soro de leite, que juntos representaram 95% do volume total importado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO leite em p\u00f3 integral teve um recuo de 12% em seu volume importado. Al\u00e9m do leite em p\u00f3 integral, o soro de leite e os queijos tamb\u00e9m recuaram. O soro recuou 11,1% e os queijos, 18,5% no volume total importado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs produtos que tiveram maior participa\u00e7\u00e3o no volume total exportado foram o leite UHT, o leite condensado, o creme de leite, e os queijos, que juntos, representaram 91% da pauta exportadora. O leite UHT recuou cerca de 6%, enquanto o creme de leite e o leite condensado, 31% e 23% respectivamente.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA tabela 1 mostra as principais movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no m\u00eas de novembro deste ano.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTabela 1. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em novembro de 2022.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aPZl79ABF0238\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/aPZl79ABF0238\"><br \/>\n<u>&nbsp;O que podemos esperar para o pr\u00f3ximo m\u00eas?<br \/>\n<\/u><br \/>\nOs dados preliminares da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE para o terceiro trimestre de 2022, apontaram um volume total de leite captado de aproximadamente 6,0 bilh\u00f5es de litros uma queda de -3,4% na capta\u00e7\u00e3o de leite cru resfriado em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2021.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nApesar do resultado ainda ser negativo para varia\u00e7\u00e3o trimestral, nota-se que a diferen\u00e7a anual tem diminu\u00eddo, desde o primeiro trimestre deste ano, passando de -9,9% no primeiro trimestre, para -7,6% no segundo trimestre e -3,4% nesta pr\u00e9via do terceiro trimestre. Dessa forma, apesar de ainda estar abaixo dos n\u00edveis dos anos anteriores, a capta\u00e7\u00e3o de leite vem se recuperando.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOlhando para o trimestre anterior, a capta\u00e7\u00e3o de leite se elevou em 11,1%, refletindo o efeito da sazonalidade de produ\u00e7\u00e3o e contribuindo para elevar a oferta no mercado interno. Este cen\u00e1rio, associado a demanda ainda enfraquecida, vem contribuindo para ocasionar uma press\u00e3o de baixa nos pre\u00e7os dos derivados no mercado interno.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDesta forma, para o \u00faltimo m\u00eas do ano, com a produ\u00e7\u00e3o interna de leite se elevando, e com pre\u00e7os de vendas das ind\u00fastrias em patamares inferiores aos vistos meses atr\u00e1s, as importa\u00e7\u00f5es devem seguir perdendo for\u00e7a. Mesmo com os recuos observados para o m\u00eas de novembro, e a redu\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es esperadas para dezembro, o volume de importa\u00e7\u00f5es deve seguir superior ao observado no \u00faltimo ano. (Milkpoint Mercado)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Argentina \u2013 O espelho uruguaio<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nEste artigo visa comparar a produ\u00e7\u00e3o de leite da Argentina com a do Uruguai, pa\u00eds vizinho produtor e exportador de leite, para ver quais s\u00e3o os problemas comuns e quais s\u00e3o as quest\u00f5es dom\u00e9sticas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara colocar em contexto, \u00e9 preciso lembrar que a Argentina, veja o gr\u00e1fico de Produ\u00e7\u00e3o de leite da Am\u00e9rica do Sul, \u00e9 o segundo produtor de leite, atr\u00e1s do Brasil, tem as maiores fazendas leiteiras, e \u00e9 o maior exportador da regi\u00e3o e o 3\u00ba exportador de leite em p\u00f3 integral do planeta. O Uruguai \u00e9 o 5\u00ba produtor (atr\u00e1s do Brasil, Argentina, Col\u00f4mbia e Chile) mas \u00e9 o 2\u00ba exportador de l\u00e1cteos competindo com a Argentina no com\u00e9rcio internacional de leite em p\u00f3 integral. Isto n\u00e3o \u00e9 para menos pois, o Uruguai \u00e9 o pa\u00eds que tem a maior produ\u00e7\u00e3o de leite per capita da Am\u00e9rica do Sul, 590 litros\/habitante\/ano. Tem tamb\u00e9m o maior consumo per capita da regi\u00e3o, 266 litros\/habitante\/ano, mas exportam 77% de tudo o que produzem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dHCp1dABF0213\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dHCp1dABF0213\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Uruguai, com 5,6 milh\u00f5es de litros de leite por dia, produz o equivalente a aproximadamente 70% do volume que sai da prov\u00edncia de Buenos Aires, mas est\u00e1 muito pr\u00f3ximo de n\u00f3s na exporta\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2021 exportou 28.865 toneladas para o Brasil (+17% do volume exportado pela Argentina para o mesmo destino) e em 2022 (janeiro-outubro) acumula envios de 22.216 toneladas, 35% menos do que as remessas da Argentina para o Brasil. Mas \u00e9 importante observar que o exportado por ambos pa\u00edses para a China. A Argentina vendeu para o Gigante Asi\u00e1tico 3.532 toneladas de leite em p\u00f3 integral de janeiro a setembro de 2022, o Uruguai j\u00e1 enviou 25.975 toneladas, ultrapassando a Austr\u00e1lia como segundo fornecedor da China desde 2021. Trabalha em competitividade h\u00e1 anos, inclusive, ultimamente, est\u00e1 em estudo um acordo de livre com\u00e9rcio com os asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/f4Ck45ABF0412\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/f4Ck45ABF0412\"><br \/>\nQuanto se fala em \u201ccompetitividade\u201d pensa-se no desempenho da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e da ind\u00fastria de processamento. Mas quando se trata de exportar, a competitividade n\u00e3o envolve somente o produtor e a ind\u00fastria. \u00c9 preciso o Estado com seus controles, impostos e pol\u00edticas p\u00fablicas necess\u00e1rias para facilitar a tarefa e assegurar a entrada de divisas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEstando os dois pa\u00edses \u00e0 mesma dist\u00e2ncia da China, infere-se que a dificuldade da Argentina em aumentar as exporta\u00e7\u00f5es \u00e9 causada pela inefici\u00eancia do Estado. A cadeia l\u00e1ctea argentina conta com elos de produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria altamente competentes, pois cresce mesmo tendo os menores pre\u00e7os da mat\u00e9ria-prima do mundo, e um elo industrial local com capacidade para processar com efici\u00eancia os produtos necess\u00e1rios para competir e abastecer o mercado interno e externo. Mas \u00e9 um \u00f4nus o pesado Estado argentino com sua press\u00e3o tribut\u00e1ria direta como o Imposto de Exporta\u00e7\u00e3o entre outros (9% para o leite em p\u00f3 integral, o principal produto l\u00e1cteo exportado), e indiretos como a defasagem cambial (no m\u00ednimo 30% e os ins\u00f3litos tipos de d\u00f3lares fict\u00edcios existentes) somando-se a isso, o imposto inflacion\u00e1rio (o da Covid e da guerra que afetam a todos, mas o Uruguai tem uma infla\u00e7\u00e3o anual de 9%, enquanto que na Argentina chega a 83%).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSem d\u00favida, seria promissor que a Administra\u00e7\u00e3o atual e os que vierem reconsiderassem seriamente a mudan\u00e7a na forma de fazer as coisas para poder gerar a esperada reativa\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente do setor l\u00e1cteo argentino (representado por 10.446 fazendas leiteiras, 670 empresas processadores e 187.000 empregos), mas tamb\u00e9m de toda a economia. (Fonte: Dairylando \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\n<b>UE aprova restri\u00e7\u00e3o a produtos com origem de \u00e1reas desmatadas<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nO Parlamento Europeu firmou na 3\u00aa feira (6.dez.2022) acordo preliminar com os pa\u00edses da UE (Uni\u00e3o Europeia) para a aprova\u00e7\u00e3o de uma lei que impede a importa\u00e7\u00e3o pelo bloco de produtos provenientes de \u00e1reas desmatadas ou degradadas. A legisla\u00e7\u00e3o contempla diversos produtos exportados pelo Brasil, como carne bovina, caf\u00e9 e soja. Agora, os Parlamento e Conselho europeus ter\u00e3o de aprovar formalmente o acordo. A nova lei entra em vigor 20 dias depois da publica\u00e7\u00e3o no Jornal Oficial da UE, mas alguns artigos s\u00f3 valer\u00e3o 18 meses depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs empresas tamb\u00e9m ter\u00e3o que verificar o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o relevante do pa\u00eds de produ\u00e7\u00e3o, inclusive sobre direitos humanos e se os direitos dos povos ind\u00edgenas envolvidos foram respeitados\u201d, l\u00ea-se em comunicado do Parlamento Europeu. Para serem comercializados dentro da UE, os produtos dever\u00e3o ter uma declara\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o s\u00e3o provenientes de \u00e1reas desmatadas ou degradadas depois de dezembro de 2020. Al\u00e9m de carne bovina, caf\u00e9 e soja, a lista de produtos que dever\u00e1 ter o selo inclui cacau, dend\u00ea, madeira, \u00f3leo de palma, borracha e carv\u00e3o vegetal. Tamb\u00e9m contempla os derivados das commodities, como couro, chocolates e m\u00f3veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto aprovado no Parlamento Europeu apresenta uma defini\u00e7\u00e3o mais ampla de degrada\u00e7\u00e3o florestal do que a inicialmente prevista no acordo. Ela inclui todos os tipos de florestas ao inv\u00e9s de somente as prim\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme o Parlamento, as empresas ainda precisar\u00e3o \u201cverificar o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o relevante do pa\u00eds de produ\u00e7\u00e3o, inclusive sobre direitos humanos e se os direitos dos povos ind\u00edgenas envolvidos foram respeitados\u201d. Para fiscalizar o processo, a UE ter\u00e1 acesso a informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelas empresas. Entre elas, coordenadas de geolocaliza\u00e7\u00e3o. \u201c[As autoridades do bloco] podem, por exemplo, usar ferramentas de monitoramento por sat\u00e9lite e an\u00e1lise de DNA para verificar a origem dos produtos\u201d, declarou o Parlamento Europeu.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FAO (sigla em ingl\u00eas para Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o) estima que 420 milh\u00f5es de hectares de floresta foram desmatados de 1990 a 2020. De acordo com o Parlamento Europeu, o consumo da UE representa cerca de 10% do desmatamento global. Os produtos que mais contribuem para a percentagem s\u00e3o \u00f3leo de palma e soja. Relator do texto, o eurodeputado Christophe Hansen classificou a medida como \u201cforte e ambiciosa\u201d. Segundo ele, a legisla\u00e7\u00e3o ajudar\u00e1 na prote\u00e7\u00e3o de florestas em todo o mundo. \u201cAl\u00e9m disso, garantimos que os direitos dos povos ind\u00edgenas, nossos primeiros aliados no combate ao desmatamento, sejam efetivamente protegidos\u201d, falou. \u201cTamb\u00e9m garantimos uma forte defini\u00e7\u00e3o de degrada\u00e7\u00e3o florestal que abranger\u00e1 uma extensa \u00e1rea de floresta.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Espero que esta regulamenta\u00e7\u00e3o inovadora d\u00ea impulso \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das florestas em todo o mundo e inspire outros pa\u00edses na COP-15.\u201d L\u00edderes mundiais se re\u00fanem a partir de 4\u00aa feira (7.dez) em Montreal (Canad\u00e1) para a COP-15 (15\u00aa Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Diversidade Biol\u00f3gica). Segundo a ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas), o evento visa \u201calcan\u00e7ar um acordo hist\u00f3rico para deter e reverter a perda da natureza, no mesmo n\u00edvel do Acordo de Paris sobre o Clima, de 2015\u201d. (Poder 360)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Aumento do ICMS<br \/>\n<\/b>Com a desonera\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis, energia el\u00e9trica e telecomunica\u00e7\u00f5es, os governadores teriam que elevar em quatro pontos porcentuais, de 17,5% para 21,5%, a al\u00edquota m\u00e9dia padr\u00e3o do ICMS a partir de 2023 para compensar a perda de arrecada\u00e7\u00e3o. \u00c9 o que revela pesquisa realizada pelo Comit\u00ea Nacional de Secret\u00e1rios de Fazenda dos Estados (Comsefaz). Alguns estados j\u00e1 encaminharam \u00e0s assembleias legislativas, proposta de aumento dos impostos, entre eles, Par\u00e1, Piau\u00ed, Paran\u00e1 e Sergipe; e, outros estados dever\u00e3o seguir o mesmo caminho. A cobran\u00e7a do ICMS desses tr\u00eas itens (combust\u00edveis, energia el\u00e9trica e telecomunica\u00e7\u00f5es), que correspondiam a cerca de 30% da arrecada\u00e7\u00e3o total dos estados, caiu este ano pelo Congresso, para reduzir os pre\u00e7os e a infla\u00e7\u00e3o, antes da elei\u00e7\u00e3o. A medida acabou se transformando num enorme problema para os governadores, que j\u00e1 sentem a perda de receitas. O Comsefaz est\u00e1 recomendando aos estados que fa\u00e7am o ajuste para neutralizar o impacto das medidas que minaram a verba para pol\u00edticas p\u00fablicas, como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 07 de dezembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.796 Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: importa\u00e7\u00f5es seguem diminuindo &nbsp; O cen\u00e1rio observado no \u00faltimo m\u00eas se manteve. 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