{"id":1081,"date":"2016-05-02T17:34:41","date_gmt":"2016-05-02T17:34:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/02\/02-05-2016\/"},"modified":"2016-05-02T17:34:41","modified_gmt":"2016-05-02T17:34:41","slug":"02-05-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/02\/02-05-2016\/","title":{"rendered":"02\/05\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span> <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 02 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.257<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;Cotrilac \u00e9 o primeiro latic\u00ednio com inspe\u00e7\u00e3o estadual indica SISBI-POA<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1714\" style=\"width: 500px; height: 278px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Gabriel Le\u00e3o\/ Secretaria da Agricultura&nbsp;<\/span><\/em><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">A primeira empresa ga\u00facha de inspe\u00e7\u00e3o estadual do setor l\u00e1cteo teve sua indica\u00e7\u00e3o ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA) confirmada nesta quinta (28\/04). A medida autoriza a Cotrilac, de Anta Gorda, a comercializar seus produtos al\u00e9m das fronteiras do Rio Grande do Sul. A inclus\u00e3o no Sistema equipara as exig\u00eancias para inspe\u00e7\u00e3o estadual ao padr\u00e3o nacional, liberando, desta forma, acesso a novos mercados. A certifica\u00e7\u00e3o foi entregue pelo secret\u00e1rio estadual de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o, Ernani Polo, durante a abertura da 6\u00aa FestLeite, em Anta Gorda.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">Respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o dos produtos Latsul e Bella Est\u00e2ncia, a Cotrilac possui uma capta\u00e7\u00e3o mensal de aproximadamente 1,5 milh\u00e3o litros de leite. Segundo a propriet\u00e1ria da Cotrilac, N\u00e1dia Penso, obter a certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um reconhecimento ao trabalho desenvolvimento nos \u00faltimos anos pela empresa. \"Com a venda para outros Estados, diminui a nossa depend\u00eancia do com\u00e9rcio interno, possibilitando, inclusive, um equil\u00edbrio nos pre\u00e7os pagos aos nossos produtores de leite\", destaca a empres\u00e1ria.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">O in\u00edcio dos neg\u00f3cios ainda dever\u00e1 demorar um pouco, em fun\u00e7\u00e3o da necessidade de adapta\u00e7\u00f5es e ajustes nas embalagens, como nomenclaturas. \"J\u00e1 estamos prospectando alguns neg\u00f3cios, especialmente nas regi\u00f5es Norte, Nordeste e Sudeste\", adianta ela, ressaltando o apoio dado pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dos benef\u00edcios fiscais que adv\u00e9m da medida, ela tamb\u00e9m representa abertura de mercado e estimula a concorr\u00eancia dos produtos l\u00e1cteos ga\u00fachos em outras pra\u00e7as. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, considerou a certifica\u00e7\u00e3o como o coroamento de um longo trabalho realizado pela empresa. \"Parabenizamos e reconhecemos essa conquista da Cotrilac, que com certeza \u00e9 um marco para o setor no RS\", disse.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">A inclus\u00e3o da empresa no sistema de inspe\u00e7\u00e3o levou meses de trabalho, a\u00e7\u00e3o essa que foi acompanhada de perto pelo Sindilat. Com apoio t\u00e9cnico, o sindicato auxiliou a associada Cotrilac por meio de visitas e orienta\u00e7\u00e3o dos processos. \"Al\u00e9m da import\u00e2ncia nessa conquista, as a\u00e7\u00f5es promovidas pelo Sindilat refor\u00e7am o seu compromisso com o leite ga\u00facho\", pontua N\u00e1dia.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">O movimento da Cotrilac deve ser seguido por outras empresas, muitas delas j\u00e1 encaminharam solicita\u00e7\u00e3o \u00e0 Secretaria da Agricultura. Atualmente, apenas frigor\u00edficos com inspe\u00e7\u00e3o estadual estavam habilitados ao SISBI-POA. Segundo o chefe substituto da Divis\u00e3o de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (DIPOA), Vilar Ricardo Gewehr, para receber a indica\u00e7\u00e3o ao sistema, a empresa precisa atender uma s\u00e9rie de exig\u00eancias estruturais e processuais que garantam a inocuidade e a seguran\u00e7a dos alimentos comercializados.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/><span style=\"text-align: justify;\">Segundo Ernani Polo, a certifica\u00e7\u00e3o da Cotrilac \u00e9 uma conquista muito importante. \"Ap\u00f3s um per\u00edodo sem poder realizar indica\u00e7\u00f5es, agora temos este momento como uma retomada das a\u00e7\u00f5es da Seapi para indica\u00e7\u00f5es ao Sisbi, fruto de um trabalho dedicado de nossa equipe, especialmente do Dipoa\", afirmou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; text-align: justify; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Primeira etapa da vacina\u00e7\u00e3o contra aftosa come\u00e7ou ontem (01) na maioria dos estados<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Come\u00e7ou no \u00faltimo domingo (01\/05) a primeira etapa da vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa na maioria dos estados brasileiros e no Distrito Federal. Segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), cerca de 170 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de bovinos e bubalinos devem ser imunizados contra a doen\u00e7a at\u00e9 o dia 31 de maio.&nbsp;<\/p>\n<p> A vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria para todos os animais, independentemente da idade, no Distrito Federal e nos estados de Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Goi\u00e1s, Maranh\u00e3o, Minas Gerais, Par\u00e1, Para\u00edba, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins. Nestes estados, a dose deve ser aplicada at\u00e9 o dia 31 de maio. J\u00e1 em Mato Grosso do Sul, o trabalho deve ser conclu\u00eddo at\u00e9 15 de junho. Nos estados do Acre, Esp\u00edrito Santo, Mato Grosso, Paran\u00e1, Rond\u00f4nia e S\u00e3o Paulo os produtores aplicam a vacina apenas nos animais com idade at\u00e9 24 meses. Em Roraima dever\u00e1 ser realizada a vacina\u00e7\u00e3o de todo o rebanho bovino e bubalino.<\/p>\n<p> Segundo o Departamento de Sa\u00fade Animal (DSA) do Mapa, o produtor que n\u00e3o imunizar o rebanho sofre restri\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 movimenta\u00e7\u00e3o do gado e pode ser multado. Depois de vacinar os animais, o criador deve ir at\u00e9 o local mais pr\u00f3ximo do servi\u00e7o veterin\u00e1rio oficial do estado ou do Distrito Federal para comprovar que aplicou a dose da vacina. A primeira etapa da vacina\u00e7\u00e3o j\u00e1 havia come\u00e7ado em mar\u00e7o no Amazonas e Par\u00e1. J\u00e1 em Rond\u00f4nia e Roraima a campanha come\u00e7ou agora em abril. Em Rond\u00f4nia a campanha vai at\u00e9 15 de maio e Roraima a etapa de vacina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 prorrogada at\u00e9 o dia 30.<\/p>\n<p> O Brasil tem um rebanho de 212 milh\u00f5es de bovinos e bubalinos. Na segunda etapa da vacina\u00e7\u00e3o do ano passado, no segundo semestre, a vacina\u00e7\u00e3o contra a aftosa atingiu um \u00edndice de cobertura de 98,17%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p><strong>LEITE\/CEPEA: com queda na capta\u00e7\u00e3o, pre\u00e7os de leite t\u00eam forte alta<\/strong><\/p>\n<p> Com o in\u00edcio do per\u00edodo de entressafra, o \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o de Leite do Cepea(ICAP-L\/Cepea) se reduziu expressivos 7,35% de fevereiro para mar\u00e7o. Esta foi a maior queda na capta\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos nove anos, segundo a s\u00e9rie do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP. Al\u00e9m do per\u00edodo de entressafra, muitos produtores j\u00e1 estavam adiantando a secagem das vacas em meses anteriores, o que limitou ainda mais a oferta de leite em mar\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n<p> Entre os estados acompanhados nesta pesquisa, Minas Gerais registrou a maior queda na capta\u00e7\u00e3o, de 8,8%, seguido por Goi\u00e1s (8,36%), Paran\u00e1 (7,66%), S\u00e3o Paulo (7,43%), Bahia (6,25%), Rio Grande do Sul (5,45%) e Santa Catarina (4,75%).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1715\" style=\"width: 573px; height: 410px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p> Nesse cen\u00e1rio, o valor bruto do leite recebido pelo produtor subiu expressivos 5,7% em abril, a maior alta mensal dos \u00faltimos seis anos, atingindo R$ 1,2106\/litro na \"m\u00e9dia Brasil\" - que \u00e9 ponderada pelo volume captado nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA. Com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, o aumento \u00e9 de 12,3%, em termos reais (valores atualizados pelo IGP-DI de mar\u00e7o\/16). Vale lembrar, no entanto, que, al\u00e9m da menor oferta atual, o forte aumento em 12 meses tamb\u00e9m se deve a uma recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, j\u00e1 que, em 2015, a m\u00e9dia de pre\u00e7o do leite foi a menor desde 2010. O pre\u00e7o l\u00edquido do leite, j\u00e1 descontados frete e impostos, teve m\u00e9dia de R$ 1,1068\/litro em abril, 5,9% acima do de mar\u00e7o e 12,5% superior ao de abril\/15, em termos reais.&nbsp;<\/p>\n<p> Al\u00e9m da queda na produ\u00e7\u00e3o em mar\u00e7o, que elevou ainda mais a competi\u00e7\u00e3o entre as ind\u00fastrias quanto \u00e0 mat\u00e9ria prima, os valores pagos ao produtor de leite tamb\u00e9m subiram em decorr\u00eancia dos elevados custos, especialmente do concentrado. A op\u00e7\u00e3o dos produtores de leite em migrar para a pecu\u00e1ria de corte tamb\u00e9m tem influenciado a menor capta\u00e7\u00e3o pelos latic\u00ednios.<\/p>\n<p> Para o pr\u00f3ximo m\u00eas, a expectativa \u00e9 de que os pre\u00e7os do leite sigam em alta, ainda impulsionados pela oferta restrita neste per\u00edodo de entressafra. Cerca de 84% dos agentes entrevistados pelo Cepea (que representam 71,2% do volume amostrado) acreditam em nova alta nos pre\u00e7os do leite, enquanto o restante (16%, que representam 28,8% do volume) acredita em estabilidade nas cota\u00e7\u00f5es - frente ao m\u00eas passado, houve aumento no n\u00famero de colaboradores que estima estabilidade nos valores. Nenhum dos colaboradores consultados estima queda de pre\u00e7os para o pr\u00f3ximo m\u00eas.<\/p>\n<p> O aumento no n\u00famero de colaboradores que acredita em estabilidade dos pre\u00e7os nos curto e m\u00e9dio prazos est\u00e1 atrelado a dificuldades que ind\u00fastrias t\u00eam tido nos repasses do aumento da mat\u00e9ria prima ao consumidor final. Agentes consultados pelo Cepea afirmam que o baixo poder de compra de consumidores neste per\u00edodo de crise econ\u00f4mica e os elevados valores dos derivados t\u00eam diminu\u00eddo a liquidez desses produtos.&nbsp;<\/p>\n<p> As cota\u00e7\u00f5es dos derivados tamb\u00e9m mantiveram o movimento altista em abril. Na m\u00e9dia mensal do atacado do estado de S\u00e3o Paulo, o leite UHT e o queijo mu\u00e7arela se valorizaram 3,6% e 3,05% em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o, com as m\u00e9dias a R$ 2,7367\/litro e a R$ 15,36\/kg, respectivamente. No acumulado do ano, o pre\u00e7o do leite UHT j\u00e1 registra alta de 23,3% e o queijo mu\u00e7arela, de 13%. Esta pesquisa de derivados do Cepea \u00e9 realizada diariamente com latic\u00ednios e atacadistas e tem o apoio financeiro da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do CEPEA\/USP)<\/p>\n<p><strong>Qualidade e organiza\u00e7\u00e3o norteiam cadeia leiteira<\/strong><\/p>\n<p> A primeira quest\u00e3o abordada foi o posicionamento do Rio Gran\u00acde do Sul na produ\u00e7\u00e3o leiteira nacional. Presidente do Institu\u00acto Ga\u00facho do Leite (IGL) e da Cooperativa Cosuel, Gilberto Piccinini ressalta o potencial do Estado para assumir o prota\u00acgonismo da cadeia.<\/p>\n<p> Conforme Piccinini, o RS \u00e9 hoje o segundo maior produtor de leite do Brasil, perdendo em volume para Minas Gerais. \"Estamos no caminho certo, mas \u00e9 preciso organizar da mesma forma que ocor\u00acreu com a produ\u00e7\u00e3o de frango e su\u00ednos.\"<\/p>\n<p> De acordo com o presidente do IGL, os principais gargalos foram conhecidos no ano passado, quando o instituto rea\u00aclizou um levantamento da produ\u00e7\u00e3o em parceria com Emater-RS, Fetag, Fetraf e Famurs. Conforme o estudo, 95% dos pro\u00acdutores s\u00e3o familiares, muitos tem problemas na estrutura fundi\u00e1ria.<\/p>\n<p> Outra dificuldade verificada na pesquisa \u00e9 a baixa escolaridade dos pequenos produtores, que resulta dificuldade na gest\u00e3o do neg\u00f3cio e na opera\u00e7\u00e3o de equipamentos tecnol\u00f3gicos. \"Isso j\u00e1 come\u00e7a a mudar com jovens que buscam o conhecimento t\u00e9cnico necess\u00e1rio para focar nos neg\u00f3cios dos pais.\"<\/p>\n<p> Para Piccinini, a quest\u00e3o da rentabilidade dos produtores deve estar relacionada com a qualidade do leite. Segundo ele, \u00e9 necess\u00e1rio desenvolver sistemas adequados de nutri\u00e7\u00e3o, ordenha e atendimento veterin\u00e1rio nas propriedades, mas tamb\u00e9m estabelecer mecanismos que assegurem o valor agregado no momento da venda.<\/p>\n<p> \"Um exemplo a ser seguido \u00e9 o da regi\u00e3o da Gal\u00edcia, na Espanha, onde foram criados selos de qualidade e origem capazes de abrir portas para mercados exigentes como o do Jap\u00e3o, por exemplo\", ressalta.<\/p>\n<p> Outro ponto a ser superado \u00e9 a log\u00edstica. Diante da localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do Estado, o custo de venda para os principais mercados do centro do pa\u00eds fica maior em rela\u00e7\u00e3o aos demais estados produtores.<\/p>\n<p> Coordenador t\u00e9cnico da c\u00e2mara setorial do leite, \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 secretaria estadual de Agricultura, Danilo Gomes afirma que o RS tem leite de mais qualidade na compara\u00e7\u00e3o com os demais estados. \"Minas Gerais produz o dobro, mas estudos comprovam que o leite ga\u00facho \u00e9 melhor.\"<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Para Gomes, a profissionaliza\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para a atividade n\u00e3o pode significar a exclus\u00e3o de produtores que n\u00e3o conseguirem se adaptar \u00e0s novas realidades. \"\u00c9 a cadeia produtiva com maior import\u00e2ncia social\", justifica.<\/p>\n<p> O representante do governo afirma que o Estado tem um papel fundamental no desenvolvimento da cadeia, no sentido de aglutinar as diferentes entidades envolvidas na produ\u00e7\u00e3o. Citou como exemplo a cria\u00e7\u00e3o da Lei do Leite, que tramita na Assembleia Legislativa. A legisla\u00e7\u00e3o regra a produ\u00e7\u00e3o e o transporte, visando evitar situa\u00e7\u00f5es de fraudes, como as que deram origem a opera\u00e7\u00e3o Leite Compen$ado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1717\" style=\"text-align: justify;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Oscila\u00e7\u00f5es do mercado&nbsp;<\/span><br \/> As dificuldades enfrentadas pelos pro\u00acdutores devido a volatilidade do mercado tamb\u00e9m preocupam. A indefini\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os e calotes sofridos por empresas oportunistas e descompromissadas motiva inseguran\u00e7a em novos investimentos ou at\u00e9 a perman\u00eancia na atividade.&nbsp;<\/p>\n<p> Secret\u00e1rio do Sindilat, Renato Kreinmeier considera insuficiente a interven\u00e7\u00e3o do governo contra a oscila\u00e7\u00e3o dos valores pagos no litro do produto. Ele defende a ado\u00e7\u00e3o de novas linhas de financiamento e cr\u00e9dito subsidiados para diminuir os riscos da atividade.&nbsp;<\/p>\n<p> \"Pa\u00edses desenvolvidos tem subs\u00eddios e compram a produ\u00e7\u00e3o para evitar a varia\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os, mas para isso a cadeia precisa estar organizada\", aponta. Para ele, as empresas tem um papel decisivo nesta organiza\u00e7\u00e3o, desde que passem a remunerar pela qualidade em detrimento do volume.&nbsp;<\/p>\n<p> Representante da Fetag, M\u00e1rcio Roberto Langer real\u00e7a os impactos da opera\u00e7\u00e3o Leite Compen$ado no pre\u00e7o de venda do leite. Segundo ele, as fraudes resultaram menor remunera\u00e7\u00e3o para a cadeia desde o fim de 2014, situa\u00e7\u00e3o que s\u00f3 melhorou a partir de janeiro deste ano.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Apesar da retomada do valor de venda, os custos da produ\u00e7\u00e3o aumentaram sig-nificativamente com a alta do d\u00f3lar e da energia el\u00e9trica. Al\u00e9m das dificuldades da economia, o aumento das chuvas tamb\u00e9m reduziu a qualidade do pasto. \"O produtor diminui investimento e, em 2015, 15% deles abandonaram a atividade.\"<\/p>\n<p> Pesquisador da Embrapa especializado em cadeia leiteira, Darcy Bittencourt percebe que o produtor sobrevive da equaliza\u00e7\u00e3o entre o valor pago pelo insumo e o recebido da ind\u00fastria. Ele ressalta a import\u00e2ncia do IGL como organizador da atividade e afirma que a entidade tem capacidade t\u00e9cnica para fortalecer o setor.&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Super\u00e1vit e sucess\u00e3o&nbsp;<\/span><br \/> De acordo com o representante da Embrapa, o Rio Grande do Sul produz mais leite do que o total consumido no mercado interno. Diante desse super\u00e1vit, destaca a necessidade de exportar a parte excedente da produ\u00e7\u00e3o sob pena de sobrar leite e tumultuar o mercado.&nbsp;<\/p>\n<p> \"O produtor foi treinado para produzir, mas n\u00e3o para trabalhar com o mercado. Como vou ter pre\u00e7o bom se as ind\u00fastrias tem mais leite para receber do que para vender?\"&nbsp;<\/p>\n<p> Para Bittencourt, esse fator \u00e9 fundamental para assegurar a sucess\u00e3o dos neg\u00f3cios familiares. Diante de uma juventude acostumada a ter acesso \u00e0 computador e as tecnologias da informa\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso dar condi\u00e7\u00f5es para o jovem do campo ter os mesmos acessos que os jovens da cidade. Presidente da Amvat e prefeito de Westf\u00e1lia, S\u00e9rgio Marasca afirma que o poder p\u00fablico deve facilitar esses aspectos da produ\u00e7\u00e3o. Segundo ele, em cidades cujo o acesso \u00e0 energia e internet chega ao produtor rural, e os jovens recebem incentivo para adquirir conhecimento, a sucess\u00e3o \u00e9 facilitada. \"Em Westf\u00e1lia investimos nessas quest\u00f5es e hoje 65% da sucess\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 garantida.\"<\/p>\n<p> Para o representante da Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios (Apil), Claudiomiro Cenci, o Governo do Estado tem avan\u00e7ado na redu\u00e7\u00e3o das burocracias que travavam o desenvolvimento das ind\u00fastrias do setor. \"Antes t\u00ednhamos um sistema demorado e para ind\u00fastria crescer \u00e9 preciso uma pol\u00edtica celere e adequada\", ressalta. Conforme Cenci, somente com a uni\u00e3o de todos os elos da cadeia, produtores, industrias e poder p\u00fablico, ser\u00e1 poss\u00edvel assegurar o desenvolvimento do setor.<\/p>\n<p> Com o slogan de \"Festejar a vida \u00e9 estar aqui\", a feira divulga as potencialidades locais, com destaque para as produ\u00e7\u00f5es de leite e noz pecan. O governador Jos\u00e9 Ivo Sartori visitou o evento na quinta-feira. \"Essa feira tem na for\u00e7a da comunidade o impulso para faz\u00ea-la avan\u00e7ar. Preserva valores, mas agrega algo novo, sempre apostando em uma cultura de inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo, sem deixar de lado a coopera\u00e7\u00e3o\", ressaltou.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o prefeito de Anta Gorda, Neuri Dalla Vecchia, cerca de 600 fam\u00edlias tem a produ\u00e7\u00e3o de leite como fonte de renda, cujo rendimento anual alcan\u00e7a 22 milh\u00f5es de litros. Outro setor em desenvolvimento \u00e9 o turismo. Vecchia enumerou pontos como o Memorial da Noz Pecan, a Parada Toigo e a gruta, no Distrito de Itapuca, que recebem centenas de visitantes.&nbsp;<\/p>\n<p> O Parque Municipal de Eventos Aldi Jo\u00e3o Bisleri foi transformado, recebeu lonas e outras estruturas m\u00f3veis para sediar este que \u00e9 o maior evento do munic\u00edpio. \"Toda nossa comunidade est\u00e1 engajada\", afirma o presidente do evento, Leandro Pitol. Mais de 200 volunt\u00e1rios trabalham na organiza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p> Para acompanhar os shows ou provar as comidas t\u00edpicas do Sal\u00e3o da Gastronomia o visitante deve comprar ingressos na portaria. Acesso ao parque \u00e9 gratuito. A tabela completa com os valores pode ser conferida no www.festleite.com.br\/ingres\u00acsos. At\u00e9 domingo, a expectativa \u00e9 superar o n\u00famero de 35 mil visitantes da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o. (Jornal A Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1716\" style=\"height: 495px; width: 800px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Exporta\u00e7\u00f5es\/NZ<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Quedas significativas nas exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios e carne bovina pressionaram o resultado da balan\u00e7a comercial da Nova Zel\u00e2ndia no m\u00eas de mar\u00e7o. O super\u00e1vit comercial de US$ 81 milh\u00f5es no m\u00eas ficou abaixo do esperado. No per\u00edodo de 12 meses encerrados em mar\u00e7o, a balan\u00e7a comercial neozelandesa registrou d\u00e9ficit de US$ 2,629 bilh\u00f5es (3,838 bilh\u00f5es de d\u00f3lares neozelandeses). O economista Nathan Penny, do banco ASB, apontou que as exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios recuaram 17% na compara\u00e7\u00e3o mensal, enquanto as exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina ca\u00edram 12%. \"Esperamos uma queda na produ\u00e7\u00e3o ao longo do pr\u00f3ximo ano, o que deve pesar sobre as exporta\u00e7\u00f5es\", afirmou Penny. Apesar disso, o analista observa que a produ\u00e7\u00e3o menor pode favorecer os pre\u00e7os e, no caso dos latic\u00ednios, compensar a queda no volume. (Estad\u00e3o)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 02 de maio de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.257 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cotrilac \u00e9 o primeiro latic\u00ednio com inspe\u00e7\u00e3o estadual indica SISBI-POA Cr\u00e9dito: Gabriel Le\u00e3o\/ Secretaria da Agricultura&nbsp;A primeira <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/05\/02\/02-05-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/05\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1081","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1081","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1081"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1081\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1081"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1081"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1081"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}