{"id":1070,"date":"2016-04-20T17:30:41","date_gmt":"2016-04-20T17:30:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/20\/20-04-2016\/"},"modified":"2016-04-20T17:30:41","modified_gmt":"2016-04-20T17:30:41","slug":"20-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/20\/20-04-2016\/","title":{"rendered":"20\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.250<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<\/span><strong>Sisbi-POA&nbsp;<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A ades\u00e3o dos estados ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) foi o principal assunto da primeira reuni\u00e3o da C\u00e2mara Tem\u00e1tica Tempor\u00e1ria do Suasa (Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos e Insumos Agropecu\u00e1rios do Sistema Unificado de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria).<\/p>\n<p> A c\u00e2mara foi criada no dia 28 de mar\u00e7o deste ano e \u00e9 formada por representantes do governo e do setor produtivo. O Sisbi-POA faz parte do Suasa e tem o objetivo de padronizar e harmonizar os procedimentos de inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, para garantir a proced\u00eancia e a seguran\u00e7a alimentar. Os estados que aderem ao sistema garantem \u00e0s agroind\u00fastrias interessadas a autoriza\u00e7\u00e3o para vender seus produtos de origem animal - como queijos, salames, ovos e mel - n\u00e3o apenas para sua cidade ou estado, mas para todo o pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p> A ades\u00e3o beneficia, principalmente, os pequenos estabelecimentos, que, quase sempre, t\u00eam dificuldade em cumprir todos os requisitos burocr\u00e1ticos e t\u00e9cnicos exigidos pelo Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF). Segundo o secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria do Mapa, Luis Rangel, a meta \u00e9 intensificar a ades\u00e3o dos estados ao Sisbi. \"Para alcan\u00e7ar um maior n\u00famero de ades\u00f5es, precisamos vencer as dificuldades com legisla\u00e7\u00e3o e sistemas informatizados, al\u00e9m de capacita\u00e7\u00e3o e treinamento por meio da Escola Nacional de Gest\u00e3o Agropecu\u00e1ria (Enagro). \"At\u00e9 agora, j\u00e1 aderiram ao sistema Rio Grande do Sul, Paran\u00e1, Santa Catarina, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Esp\u00edrito Santo e Goi\u00e1s. (Mapa)<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ind\u00fastria da Santa Clara em Get\u00falio Vargas recebe ISO 9001<\/strong><\/p>\n<p> A Ind\u00fastria de Latic\u00ednios da Cooperativa Santa Clara em Get\u00falio Vargas obteve neste m\u00eas de abril a certifica\u00e7\u00e3o ISO 9001. A auditoria foi realizada pelas auditoras Val\u00e9ria C. Guerra e Eliana Cardoso, do \u00f3rg\u00e3o certificador DNV. Os processos auditados foram o desenvolvimento e processamento de leite, queijos, nata, soro de leite e creme de soro de leite cru, sendo que todos os processos do escopo foram certificados.&nbsp;<\/p>\n<p> A partir da aquisi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria em junho de 2014, a Santa Clara iniciou o processo para certifica\u00e7\u00e3o da ISO, seguindo o exemplo da Ind\u00fastria em Carlos Barbosa, que foi pioneira no Estado em receber a certifica\u00e7\u00e3o ISO em 1999. \"Fazia parte do nosso planejamento a obten\u00e7\u00e3o da ISO para a unidade de Get\u00falio Vargas, o que nos proporciona uma ferramenta de marca e de gest\u00e3o, comprovando a qualidade superior dos produtos que levam a marca Santa Clara. \u00c9 bom para a ind\u00fastria e melhor ainda para o consumidor\", destaca o diretor Administrativo e Financeiro, Alexandre Guerra.<\/p>\n<p> ISO 9001<br \/> A certifica\u00e7\u00e3o ISO 9001 tem como objetivo melhorar a gest\u00e3o de uma empresa, estabelecendo normas que aumentem a qualidade dos processos de gest\u00e3o e padroniza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e produtos. Quando implementada e cumprida, \u00e9 estabelecida uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a entre empresa e cliente.<br \/> Para obter a certifica\u00e7\u00e3o da ISO, a empresa deve cumprir requisitos, cumprindo suas v\u00e1rias fases de forma adequada, aplicando nos seus processos padr\u00f5es a serem seguidos para a garantia do sistema de gest\u00e3o da qualidade. (Cooperativa Santa Clara)<\/p>\n<p> <strong>SINDILEITE-SC elege nova Diretoria<\/strong><\/p>\n<p> O Sindileite-SC, que re\u00fane 19 ind\u00fastrias associadas respons\u00e1veis por 70% do leite processado no Estado, elegeu quinta-feira (14\/04) a nova diretoria para o per\u00edodo 2016\/2019. O atual presidente, Valter Ant\u00f4nio Brandalise, foi reeleito, ao lado do Vice-Presidente Jos\u00e9 Baldo\u00edno Fran\u00e7a entre outros componentes da nova diretoria.<br \/> O trabalho realizado pelo Sindileite - SC na gest\u00e3o anterior foi muito bem avaliado pelos associados, o que credenciou o Presidente a reelei\u00e7\u00e3o e a forma\u00e7\u00e3o de uma nova diretoria para condu\u00e7\u00e3o dos trabalhos neste novo per\u00edodo.<\/p>\n<p> A entidade vai trabalhar principalmente para buscar aproximar ind\u00fastria, produtores e governo e garantir a qualidade do produto entregue nas mesas dos consumidores. A inten\u00e7\u00e3o, diz Brandalise, \u00e9 apoiar ind\u00fastrias e produtores na busca da melhoria cont\u00ednua dos processos, e garantir que o leite catarinense esteja dentro das normas internacionais de qualidade.<\/p>\n<p> Atualmente Santa Catarina tem aproximadamente 50 mil fam\u00edlias ligadas \u00e0 atividade leiteira e figura entre os maiores produtores de leite do Brasil. \"\u00c9 necess\u00e1rio que nos tornemos exportadores de leite e precisamos nos preparar e aproveitar essa oportunidade\", diz o Presidente do Sindileite. A entidade tamb\u00e9m trabalha para preparar a sucess\u00e3o nas propriedades, garantindo que as atuais \u00e1reas dedicadas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o permane\u00e7am voltadas \u00e0 atividade depois da aposentadoria dos atuais produtores. (Assessoria de Imprensa Sindileite)<\/p>\n<p> <strong>La\u00e7os estreitos com os fornecedores<\/strong><\/p>\n<p> Uma das maiores compradoras de produtos agropecu\u00e1rios do mundo, a su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9 n\u00e3o pode reclamar de monotonia nas negocia\u00e7\u00f5es com seus fornecedores. Altas e baixas em mercados como leite, caf\u00e9 e cacau, nos quais a atua\u00e7\u00e3o da multinacional tem grande repercuss\u00e3o, s\u00e3o a regra, e manter os padr\u00f5es de qualidade das mat\u00e9rias-primas recebidas e as margens das opera\u00e7\u00f5es em terreno positivo diante das oscila\u00e7\u00f5es, os desafios. Em um par\u00e1grafo, talvez seja uma boa maneira de explicar a miss\u00e3o de Hans J\u00f6hr, principal executivo da \u00e1rea de Agricultura da companhia. Mas as coisas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o simples assim, e a atual tend\u00eancia de queda dos pre\u00e7os globais de commodities agr\u00edcolas e alimentos, aprofundada no ano passado, em tempos de d\u00f3lar valorizado, n\u00e3o deixa J\u00f6hr se esquecer no qu\u00e3o complexo pode se transformar o seu trabalho. \u00c9 sob seu guarda-\u00acchuva que est\u00e1 o programa \"Farm Conect\", por meio do qual a Nestl\u00e9 administra a rede de 760 mil produtores dos quais compra mat\u00e9rias\u00acprimas agr\u00edcolas diretamente, sem a intermedia\u00e7\u00e3o de tradings. E eles est\u00e3o espalhados por 53 pa\u00edses, o que obriga J\u00f6hr a passar dois ter\u00e7os do tempo longe de seu escrit\u00f3rio na Su\u00ed\u00e7a. No in\u00edcio de abril, ele esteve no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p> Em portugu\u00eas fluente \u00ac \u00e9 casado com uma brasileira h\u00e1 mais de 15 anos \u00ac, J\u00f6hr reconheceu em entrevista ao Valor que, atualmente, dos segmentos em que a Nestl\u00e9 atua talvez o mais complicado seja o de l\u00e1cteos, que mundialmente atravessa um per\u00edodo de oferta ampla e incertezas do lado da demanda, sobretudo na China. O executivo lembrou que a Nestl\u00e9, maior compradora de leite cru do mundo, adquire metade de sua demanda diretamente de pecuaristas. Cinco mil deles est\u00e3o no Brasil, onde a m\u00falti tamb\u00e9m conta com 12 mil fornecedores indiretos. S\u00e3o mais de 2 bilh\u00f5es de litros por ano no pa\u00eds, tirados de cerca de 1 milh\u00e3o de vacas. No relacionamento com os fornecedores em geral, real\u00e7a o executivo, n\u00e3o s\u00e3o apenas as negocia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o e qualidade que est\u00e3o em jogo. Boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, sustentabilidade e capacita\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m consomem tempo e dinheiro, uma vez que a Nestl\u00e9 investe centenas de milh\u00f5es de d\u00f3lares todos os anos em programas de apoio nessas frentes. \"Os consumidores est\u00e3o cada vez mais exigentes. Todos querem saber de onde vem o produto, como ele foi produzido e o que ele cont\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n<p> Quem consegue responder a essas quest\u00f5es, conquista a confian\u00e7a do cliente, e a maior dificuldade que temos no \u00e2mbito do 'Farmer Conect' \u00e9 escolher produtores com essa vis\u00e3o\", afirma J\u00f6hr. Outro desafio \u00e9 a fideliza\u00e7\u00e3o dos fornecedores, complicada seja em tempos de bonan\u00e7a ou de vacas magras. N\u00e3o s\u00f3 para garantir o abastecimento hoje, mas tamb\u00e9m no longo prazo. \"Se quisermos ter mat\u00e9ria\u00acprima de qualidade, temos que saber quem ser\u00e3o os produtores do futuro. Reter jovens talentos no mundo rural \u00e9 fundamental\". Agr\u00f4nomo com especializa\u00e7\u00e3o em, J\u00f6hr conta, para esse trabalho, com uma equipe de mais de 1,3 mil agr\u00f4nomos, veterin\u00e1rios e zootecnistas. Com alguns deles, o executivo, durante sua passagem pelo Brasil, visitou produtores de cacau na Bahia, cafeicultores no Esp\u00edrito Santo e pecuaristas no interior do Estado de S\u00e3o Paulo. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/UE&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A publica\u00e7\u00e3o do Regulamento comunit\u00e1rio que autoriza a autorregulamenta\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite, foi publicado recentemente, mas alguns pa\u00edses j\u00e1 come\u00e7aram a mostrar sua posi\u00e7\u00e3o a respeito. A Fran\u00e7a \u00e9 um grande incentivador da medida. Seu ministro da Agricultura, Stephan Le Foll escreveu uma carta a todos seus hom\u00f3logos comunit\u00e1rios pedindo que apliquem o controle da produ\u00e7\u00e3o, uma vez que, em sua opini\u00e3o, \u00e9 uma medida que deva ser aplicada ao todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m pede que sejam concedidos benef\u00edcios financeiros ao n\u00edvel comunit\u00e1rio, utilizando o Or\u00e7amento de Excecu\u00e7\u00e3o de 2016. Na Espanha, uma reuni\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura com o setro l\u00e1cteos, na semana passada, houve opini\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0 limita\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite, desde que a distribui\u00e7\u00e3o se comprometa. Hoje a continua a reuni\u00e7\u00e3o, para acertar detalhes do acordo. Do lado oposto, se encontram pa\u00edses como a Irlanda, que j\u00e1 na reuni\u00e3o do Conselho de Ministros se mostrou contr\u00e1rio \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do acrodo que vai contra sua estrat\u00e9gia de crescimento da produ\u00e7\u00e3o. O Reino Unido tamb\u00e9m \u00e9 pouco prov\u00e1vel que ap\u00f3ie ou financie a medida, segundo a organiza\u00e7\u00e3o que representa os produtores, NFU. Tamb\u00e9m \u00e9 pouco prov\u00e1vel que as cooperativas brit\u00e2nicas executem a medida. S\u00e3o da opini\u00e3o de que uma empresa, ou um determinado coletivo possa reduzir localmente a produ\u00e7\u00e3o, mas que ser\u00e1 imediatamente ocupada pelo leite de outros produtores, tanto do Reino Unido, como de outros pa\u00edses da UE. A Holanda, tampouco, planeja reduzir sua produ\u00e7\u00e3o. (Fonte da Not\u00edcia:Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Isen\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o de milho n\u00e3o afeta os produtores brasileiros do gr\u00e3o, diz governo<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura, Andre Nassar, disse que a retirada do imposto de 8% na importa\u00e7\u00e3o de milho de pa\u00edses fora do Mercosul, autorizada nesta ter\u00e7a-feira, 19, pelo Comit\u00ea Executivo de Gest\u00e3o da C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Gecex), atende \u00e0 demanda dos criadores de aves, su\u00ednos e produtores de leite. \"A importa\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o, que serve de base para a alimenta\u00e7\u00e3o animal, ter\u00e1 impacto positivo nos pre\u00e7os do milho no mercado interno\", disse em nota distribu\u00edda por sua assessoria. <\/span><span style=\"text-align: justify;\">De acordo com ele, a decis\u00e3o n\u00e3o prejudica os produtores brasileiros. \"Como a isen\u00e7\u00e3o do imposto valer\u00e1 entre maio e outubro, a comercializa\u00e7\u00e3o do milho safrinha n\u00e3o causar\u00e1 preju\u00edzo para quem planta e vende o produto.\" Como a importa\u00e7\u00e3o de milho do Mercosul j\u00e1 \u00e9 isenta, a medida do Gecex estimular\u00e1 a compra do gr\u00e3o produzido em outros pa\u00edses, como os Estados Unidos. A decis\u00e3o ser\u00e1 publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o na pr\u00f3xima semana. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 20 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.250 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sisbi-POA&nbsp; A ades\u00e3o dos estados ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) foi o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/20\/20-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1070","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1070","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1070"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1070\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1070"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1070"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1070"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}