{"id":1067,"date":"2016-04-18T16:52:57","date_gmt":"2016-04-18T16:52:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/18\/18-04-2016\/"},"modified":"2016-04-18T16:52:57","modified_gmt":"2016-04-18T16:52:57","slug":"18-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/18\/18-04-2016\/","title":{"rendered":"18\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 18 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.248<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<\/span><strong>Conseleite\/MS&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 15 de abril de 2016, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de mar\u00e7o de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para leite a ser entregue no m\u00eas de abril de 2016. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1702\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>RS: Fundesa apresenta resultados do primeiro trimestre<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal, Fundesa, divulgou nesta sexta-feira a presta\u00e7\u00e3o de contas do primeiro trimestre de 2016. O saldo do fundo que \u00e9 formado pela arrecada\u00e7\u00e3o sobre animais abatidos e produ\u00e7\u00e3o e ovos e leite, passou de R$ 56,5 milh\u00f5es de reais no \u00faltimo trimestre de 2015 para R$ 59,08 milh\u00f5es nos primeiros tr\u00eas meses de 2016. Os n\u00fameros foram apresentados aos conselheiros do fundo na Assembleia Ordin\u00e1ria da institui\u00e7\u00e3o.<br \/> &nbsp;<br \/> A receita no per\u00edodo no primeiro trimestre foi de R$ 3,5 milh\u00f5es, considerando arrecada\u00e7\u00f5es e rendimentos das aplica\u00e7\u00f5es financeiras. O valor ficou quase 30% acima do registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado (R$ 2,7 milh\u00f5es). J\u00e1 em compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre de 2015, a arrecada\u00e7\u00e3o registrou queda - o ingresso de recursos de contribui\u00e7\u00f5es e rendimentos foi de R$ 4,02 milh\u00f5es. Conforme o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, o primeiro trimestre de cada ano \u00e9, historicamente, o de menor arrecada\u00e7\u00e3o. \"A partir do segundo trimestre os n\u00fameros voltam a subir\", afirma.<br \/> &nbsp;<br \/> Segundo o dirigente, o fundo preserva no m\u00ednimo 50% para indeniza\u00e7\u00f5es de produtores em casos de doen\u00e7as. A outra metade pode ser utilizada no investimento em a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o e defesa sanit\u00e1ria em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o e o Minist\u00e9rio da Agricultura. As principais aplica\u00e7\u00f5es s\u00e3o na capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais do servi\u00e7o veterin\u00e1rio oficial e tamb\u00e9m na aquisi\u00e7\u00e3o de insumos e equipamentos.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Sobre o Fundesa<\/span><br \/> O Fundesa, criado em 2005, tem a miss\u00e3o de propor e apoiar o desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es de defesa sanit\u00e1ria animal, al\u00e9m de garantir agilidade e rapidez na interven\u00e7\u00e3o em casos de eventos sanit\u00e1rios. O fundo \u00e9 composto por nove entidades: Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do RS, Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do RS, Sindicato das Ind\u00fastrias de Carnes do RS, Sindicato das Ind\u00fastrias de Su\u00ednos do RS, Sindicato do Com\u00e9rcio Atacadista de Carnes Frescas e Congeladas do RS, Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios, Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Av\u00edcolas, Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura e Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Su\u00ednos do RS. (Fundesa)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1704\" style=\"text-align: justify; width: 267px; height: 200px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Consumo de l\u00e1cteos deve cair 4% este ano<\/strong><\/p>\n<p> Produtos l\u00e1cteos, como queijos e iogurtes, t\u00eam perdido espa\u00e7o nos lares brasileiros. Depois de uma contra\u00e7\u00e3o estimada de 1% no consumo per capita de l\u00e1cteos em geral no Brasil em 2015, a demanda no pa\u00eds deve recuar mais 4% este ano, segundo estudo do banco holand\u00eas Rabobank sobre o segmento de l\u00e1cteos no Mercosul. Em 2015, o consumo per capita brasileiro de l\u00e1cteos foi de 173 litros (equivalente leite). Neste ano \u00ac mais uma vez reflexo da recess\u00e3o que gerou desemprego, infla\u00e7\u00e3o e reduziu a renda real \u00ac, a demanda deve cair para 166 litros per capita, o mesmo n\u00edvel de 2011. O n\u00famero, que envolve itens como leite longa vida, queijos e iogurtes, \u00e9 mais pessimista do que os 171 litros que o Rabobank havia estimado no fim de 2015. A retra\u00e7\u00e3o no consumo desses produtos ap\u00f3s anos de crescimento expressivo no pa\u00eds afeta as margens da ind\u00fastria de l\u00e1cteos que enfrenta tamb\u00e9m menor oferta de mat\u00e9ria\u00ac-prima e alta dos custos do leite. Nesse cen\u00e1rio, h\u00e1 espa\u00e7o para mais consolida\u00e7\u00e3o no segmento, com a participa\u00e7\u00e3o de empresas estrangeiras ou nacionais, avalia Andr\u00e9s Padilla, analista s\u00eanior do Rabobank Brasil. \"\u00c9 um momento importante para quem quer fazer investimentos olhando o longo prazo no Brasil\", observa, acrescentando que a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real tamb\u00e9m aumentou o \"poder de compra\" das empresas [eventualmente interessadas em ativos] em d\u00f3lar. Entre os anos 2005 e 2014, os latic\u00ednios foram favorecidos pelo crescimento \"impressionante\" \u00ac como define o Rabobank \u00ac do consumo de l\u00e1cteos no Brasil, principalmente devido ao crescimento da renda real.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o banco, a demanda por queijos cresceu a uma m\u00e9dia anual de 5,7% no per\u00edodo, enquanto a de leite longa vida e leite em p\u00f3 avan\u00e7ou 2,5% e 3,1%, respectivamente. Padilla admite que ser\u00e1 dif\u00edcil recuperar esses n\u00edveis rapidamente, j\u00e1 que uma retomada depende da situa\u00e7\u00e3o do emprego e da renda real dos consumidores. Isso porque, no Brasil, a correla\u00e7\u00e3o entre aumento da renda e crescimento do consumo de l\u00e1cteos tem sido de mais de 90% nos \u00faltimos dez anos. A expectativa do banco \u00e9 de que o consumo se recupere gradualmente a partir de 2017. Mas o n\u00edvel de 2014, quando o consumo de l\u00e1cteos teve seu pico em 174 litros, s\u00f3 deve voltar depois de 2020, segundo o Rabobank. A estimativa tamb\u00e9m \u00e9 mais pessimista que a do fim de 2015, quando o banco previu consumo de 178 litros em 2020. \"Acreditamos que em 2017 e 2018, a economia j\u00e1 deve ter alguma recupera\u00e7\u00e3o\", diz. No curto prazo, por\u00e9m, os consumidores seguem comprando menos e de forma mais seletiva. Segundo o estudo, as empresas relatam que consumidores t\u00eam reduzido o n\u00famero de itens que compram de um produto espec\u00edfico. E t\u00eam procurado promo\u00e7\u00f5es. Nesse ambiente, as ind\u00fastrias de l\u00e1cteos buscam ajustar a produ\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda. Reflexo disso \u00e9 uma queda nas compras da mat\u00e9ria-\u00acprima (leite cru) nos \u00faltimos cinco trimestres, acrescenta o estudo. A menor produ\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds e a alta dos pre\u00e7os da mat\u00e9ria\u00ac-prima tamb\u00e9m afetam as aquisi\u00e7\u00f5es de leite pelos latic\u00ednios. \"O pre\u00e7o do leite est\u00e1 mais alto e as ind\u00fastrias t\u00eam tido dificuldade para reajustar os pre\u00e7os. A ind\u00fastria vai sofrer mais\", avalia.&nbsp;<\/p>\n<p> Para o analista, ap\u00f3s a queda de 2,85% na produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite em 2015 \u00ac para 24,05 bilh\u00f5es de litros \u00ac, a produ\u00e7\u00e3o deve recuar mais 3% este ano, o que significa pre\u00e7os mais altos. Ele observa que os pecuaristas continuam com margens apertadas por causa da eleva\u00e7\u00e3o dos custos. Al\u00e9m disso, houve redu\u00e7\u00e3o dos investimentos na produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos e um \"n\u00famero expressivo\" de pequenos pecuaristas diminuiu o rebanho ou saiu da atividade. O maior custo de produ\u00e7\u00e3o de leite tamb\u00e9m \u00e9 um problema na Argentina, onde medidas do governo Maur\u00edcio Macri estimularam as exporta\u00e7\u00f5es de milho e soja e elevaram os pre\u00e7os dos gr\u00e3os no mercado dom\u00e9stico. A desvaloriza\u00e7\u00e3o do peso ante o d\u00f3lar tamb\u00e9m afetou os gastos dos pecuaristas, observa o estudo do Rabobank. Diante disso, a expectativa tamb\u00e9m \u00e9 de recuo na produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina no curto a m\u00e9dio prazos. Para 2016, a estimativa \u00e9 que caia 4%. Esse \u00e9 mais um desafio para ind\u00fastria de l\u00e1cteos do pa\u00eds vizinho, que n\u00e3o tem registrado crescimento real no volume na maioria das categorias de l\u00e1cteos, segundo o Rabobank. Como o cen\u00e1rio econ\u00f4mico na Argentina \u00e9 igualmente delicado, com infla\u00e7\u00e3o alta, a expectativa do Rabobank \u00e9 de que o consumo de l\u00e1cteos fique est\u00e1vel no pa\u00eds este ano, em 220 litros per capita. N\u00e3o s\u00e3o apenas seus respectivos mercados dom\u00e9sticos de l\u00e1cteos que preocupam Brasil e Argentina. A crise na Venezuela, que recrudesceu com a queda dos pre\u00e7os internacionais do petr\u00f3leo, prejudica as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos de Brasil e Argentina. O pa\u00eds caribenho se tornou um importante destino para as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Brasil, Argentina e Uruguai, mas em 2015, as compras venezuelanas do Mercosul recuaram para os n\u00edveis anteriores a 2012, segundo o Rabobank. A avalia\u00e7\u00e3o do banco \u00e9 que novas redu\u00e7\u00f5es nas vendas ao pa\u00eds possam ocorrer este ano. Como resultado, Argentina e Uruguai devem provavelmente buscar vender mais leite para o Brasil. \"O Brasil deve ter mais um ano de d\u00e9ficit na balan\u00e7a de l\u00e1cteos\", diz Padilla. Em 2015, o d\u00e9ficit do segmento foi de US$ 100 milh\u00f5es. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1703\" style=\"height: 410px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Venezuela pagou US$ 30 milh\u00f5es a empresas l\u00e1cteas uruguaias<br \/> O presidente do Instituto Nacional do Leite (Inale), Ricardo de Izaguirre, disse que na sexta-feira (15) a Venezuela pagou US$ 30 milh\u00f5es por parte da d\u00edvida com asempresas l\u00e1cteas uruguaias. As ind\u00fastrias de queijos, Calcar, Claldy e Pili receberam o total da d\u00edvida e os restantes US$ 12 milh\u00f5es ir\u00e3o para a Conaprole. A essa \u00faltima, ainda faltam US$ 38 milh\u00f5es do neg\u00f3cio realizado no marco do acordo entre ambos os governos e outros US$ 27 milh\u00f5es de neg\u00f3cios que tinham sido realizados antes. Izaguirre n\u00e3o ocultou a surpresa e a satisfa\u00e7\u00e3o pela not\u00edcia e reconheceu que n\u00e3o esperava que o pagamento chegaria nesse momento. Ele disse que as ind\u00fastrias desejam que o fluxo comercial \u00e0 Venezuela se mantenha, mas ao mesmo tempo, opinou que se tomar\u00e3o maiores prote\u00e7\u00f5es quando \u00e0s garantias de pagamento. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 18 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.248 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conseleite\/MS&nbsp; A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 15 de abril de 2016, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/18\/18-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1067","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1067","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1067"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1067\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1067"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1067"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1067"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}