{"id":1066,"date":"2016-04-15T15:45:42","date_gmt":"2016-04-15T15:45:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/15\/15-04-2016\/"},"modified":"2016-04-15T15:45:42","modified_gmt":"2016-04-15T15:45:42","slug":"15-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/15\/15-04-2016\/","title":{"rendered":"15\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 15 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.247<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<strong>Produto poder\u00e1 ter m\u00ednimo<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Comiss\u00e3o de Agricultura do Senado aprovou ontem o <a href=\"http:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/124528\">projeto de lei complementar 215\/2015<\/a>, que autoriza o Executivo a incluir o leite na pauta dos produtos amparados pela Pol\u00edtica de Garantia de Pre\u00e7os M\u00ednimos. Segundo a senadora Ana Am\u00e9lia Lemos, a iniciativa \u00e9 fundamental, especialmente para os pequenos produtores que sofrem com as oscila\u00e7\u00f5es nos pre\u00e7os. A proposta segue para a Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos e depois para san\u00e7\u00e3o presidencial. (Correio do Povo)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Nestl\u00e9 investe na \u00e1rea de alimentos m\u00e9dicos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Numa esquina do campus de uma universidade de pesquisa t\u00e9cnica em Lausanne, na Su\u00ed\u00e7a, cientistas da Nestl\u00e9 SA est\u00e3o desvendando perfis gen\u00e9ticos para desenvolver alimentos medicinais \u00ac uma das grandes esperan\u00e7as da empresa para expandir suas vendas. N\u00e3o se trata das barras de prote\u00edna que as pessoas compram antes de ir para a academia. A empresa su\u00ed\u00e7a de alimentos est\u00e1 explorando o segmento de p\u00f3s e bebidas vendidos com receita m\u00e9dica para suprir as necessidades nutricionais exigidas no tratamento de doen\u00e7as. Para a Nestl\u00e9, esse mercado, que movimenta US$ 15 bilh\u00f5es por ano, tem um grande potencial dado o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o global, num momento em que a empresa enfrenta tempos dif\u00edceis em seu setor tradicional de alimentos embalados. As vendas de pizzas congeladas e sorvetes v\u00eam caindo e, por tr\u00eas anos consecutivos, a Nestl\u00e9 n\u00e3o conseguiu atingir sua meta de 5% a 6% de crescimento org\u00e2nico de vendas por ano. Ontem, a Nestl\u00e9 divulgou uma receita de 20,93 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os (US$ 21,64 bilh\u00f5es), quase igual \u00e0 do mesmo per\u00edodo de 2015 e um pouco abaixo da previs\u00e3o dos analistas. J\u00e1 o crescimento org\u00e2nico das vendas (excluindo aquisi\u00e7\u00f5es e efeitos cambiais), de 3,9%, superou as expectativas e aliviou um pouco as preocupa\u00e7\u00f5es dos investidores com a suposta lentid\u00e3o da Nestl\u00e9 em reagir a um mercado global mais adverso e o surgimento de rivais de grande porte, como a rec\u00e9m\u00accriada Kraft Heinz Co., controlada pela firma brasileira de investimento 3G Capital.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Nesse cen\u00e1rio, os alimentos medicinais podem ser uma oportunidade. \"Por muito tempo, a nutri\u00e7\u00e3o foi vista como uma esp\u00e9cie de pseudoci\u00eancia\", diz Ed Baetge, chefe do Instituto da Ci\u00eancia da Sa\u00fade da Nestl\u00e9. \"Para muitas doen\u00e7as, como a dem\u00eancia em idosos, por exemplo, existe uma necessidade cl\u00ednica enorme de novas abordagens, onde os alimentos podem fazer uma grande diferen\u00e7a.\" Para os c\u00e9ticos, por\u00e9m, o setor ainda \u00e9 cheio de incertezas. Ao contr\u00e1rio dos suplementos diet\u00e9ticos, os alimentos medicinais s\u00e3o concebidos para pessoas com doen\u00e7as cr\u00f4nicas, n\u00e3o pessoas saud\u00e1veis. Eles devem ser usados com supervis\u00e3o m\u00e9dica porque se destinam ao tratamento de doen\u00e7as s\u00e9rias, como o Mal de Alzheimer. No subsolo do pr\u00e9dio de quatro andares do instituto da Nestl\u00e9, pr\u00f3ximo ao Lago Genebra, m\u00e1quinas no valor de cerca de US$ 1 milh\u00e3o cada analisam o DNA humano para desenvolver programas personalizados, baseados em perfis gen\u00e9ticos espec\u00edficos, para tratar doen\u00e7as como epilepsia e desordens intestinais. Com estes dados, os cientistas v\u00e3o desenvolver alimentos medicinais contendo compostos naturais extra\u00eddos de alimentos como tomates, caf\u00e9 e uvas. Criado h\u00e1 cinco anos, o instituto j\u00e1 gastou metade de seu or\u00e7amento de US$ 500 milh\u00f5es para o per\u00edodo que se encerra em 2021, apesar de alguns projetos se estenderem para al\u00e9m desse prazo. E a Nestl\u00e9 est\u00e1 em meio a uma onda de aquisi\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos. No come\u00e7o do ano, ela fechou um acordo para ajudar a empresa americana de biotecnologia Seres Therapeutics Inc. a desenvolver produtos destinados a restaurar o equil\u00edbrio bacteriano no sistema digestivo. Ela tamb\u00e9m comprou uma participa\u00e7\u00e3o na Pronutria Biosciences Inc., de Massachusetts, uma \"startup\" que est\u00e1 desenvolvendo produtos \u00e0 base de amino\u00e1cidos para tratar perda de massa muscular. As tend\u00eancias demogr\u00e1ficas s\u00e3o um incentivo a esses investimentos.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A propor\u00e7\u00e3o de pessoas com mais de 60 anos \u00ac um grupo importante para o segmento de alimentos medicinais \u00ac deve crescer dos atuais 12% para 22% da popula\u00e7\u00e3o mundial at\u00e9 2050, de acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. \"Queremos ter um impacto significativo na lucratividade total da empresa no longo prazo\", diz Greg Behar, chefe da divis\u00e3o de Ci\u00eancia da Sa\u00fade da Nestl\u00e9, que comercializa os produtos desenvolvidos a partir das descobertas dos laborat\u00f3rios do instituto. Os analistas, em geral, est\u00e3o entusiasmados com o potencial da \u00e1rea de sa\u00fade da Nestl\u00e9, que inclui suplementos nutricionais e alimentos para pessoas rec\u00e9m\u00acoperadas, dizendo que ela cresceu mais r\u00e1pido do que as demais unidades da empresa em 2015, faturando cerca de 2 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os. A meta da Nestl\u00e9 \u00e9 elevar a venda anual da divis\u00e3o para 10 bilh\u00f5es de francos nos pr\u00f3ximos anos. Mas h\u00e1 preocupa\u00e7\u00f5es quanto ao tempo necess\u00e1rio para colocar esses produtos no mercado e o alto custo das pesquisas. De fato, nem todos os especialistas est\u00e3o convencidos. \"Apesar de estar claro que aquilo que comemos e bebemos tem um efeito importante em nossa sa\u00fade, n\u00e3o h\u00e1 provas suficientes documentando que alimentos proporcionam um efeito m\u00e9dico relevante\", diz Ben Locwin, cientista da Associa\u00e7\u00e3o Americana de Cientistas Farmac\u00eauticos. Muitos produtos podem ter um efeito placebo, com consumidores \"pensando\" que foram beneficiados quando realmente n\u00e3o foram, diz. O m\u00e9dico Philip Gerber, especialista em nutri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica no Hospital Universit\u00e1rio de Zurique, tem usado mais alimentos medicinais nos \u00faltimos anos, mas precisa de mais dados. \"N\u00e3o tenho certeza de que veremos uma enorme explos\u00e3o de mercaCriado h\u00e1 cinco anos, o instituto j\u00e1 gastou metade de seu or\u00e7amento de US$ 500 milh\u00f5es para o per\u00edodo que se encerra em 2021, do aqui. Esses produtos precisam provar a sua efic\u00e1cia\", diz.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Nestl\u00e9 afirma que, antes da introdu\u00e7\u00e3o no mercado, s\u00e3o necess\u00e1rios estudos para mostrar que seus produtos s\u00e3o seguros, ben\u00e9ficos e eficazes para atender \u00e0s necessidades nutricionais dos pacientes. Al\u00e9m disso, alguns de seus produtos, como um que est\u00e1 sendo desenvolvido para ajudar a controlar as doen\u00e7as inflamat\u00f3rias intestinais, est\u00e3o sendo desenvolvidos atrav\u00e9s do processo convencional de testes cl\u00ednicos. \"As provas cl\u00ednicas s\u00e3o muito importantes para n\u00f3s\", diz Marie\u00acFran\u00e7oise R\u00fctimeyer, uma porta\u00acvoz da \u00e1rea de Ci\u00eancia da Sa\u00fade da Nestl\u00e9. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pol\u00eamica estampada nas embalagens<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Sabe aquelas bandejas de carne e de queijo que voc\u00ea costuma encontrar nas prateleiras de supermercados? Elas est\u00e3o no centro de uma pol\u00eamica que vem trazendo \u00f3rg\u00e3o p\u00fablicos e entidades para o debate.<\/p>\n<p> Pr\u00e1tica habitual, a coloca\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal em recipientes como bandejas envoltas em pl\u00e1stico n\u00e3o est\u00e1 dentro do que determina a lei. Regras determinam que o fatiamento e o uso desse tipo de embalagem s\u00f3 pode ser feito por mercados com fiscaliza\u00e7\u00e3o da inspe\u00e7\u00e3o estadual ou municipal - prerrogativa de grandes redes.<\/p>\n<p> - A\u00e7\u00f5es no Litoral, no ver\u00e3o, evidenciaram que a lei n\u00e3o era cumprida. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 botar validade e pre\u00e7o. Ao tirar da embalagem original, se retira a proced\u00eancia - explica Ayres Chaves Lopes, chefe do setor de alimentos do Centro Estadual de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade.<\/p>\n<p> Nesta semana, um semin\u00e1rio esclareceu d\u00favidas.<\/p>\n<p> - Somos a favor, mas \u00e9 preciso montar uma legisla\u00e7\u00e3o em que o pequeno esteja inclu\u00eddo - diz Ant\u00f4nio Cesa Longo, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados.<\/p>\n<p> A entidade e outras representa\u00e7\u00f5es do setor devem montar proposta dentro de 15 dias. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o culpem a manteiga! A vil\u00e3 \u00e9 a margarina!<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> A ci\u00eancia falhou! Sim! Ap\u00f3s 40 anos afirmando que \u00f3leos vegetais eram melhores para o organismo, uma an\u00e1lise mais aprofundada da mesma pesquisa que indicou a superioridade da margarina sobre a manteiga, apontou o que os cientistas da \u00e9poca n\u00e3o conseguiram enxergar: exatamente o contr\u00e1rio.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A revista Superinteressante divulgou, nessa semana, a nova an\u00e1lise do estudo feito na d\u00e9cada de 70, quando foi constru\u00edda a ideia de que gorduras saturadas - base da manteiga - faziam mal ao cora\u00e7\u00e3o. A l\u00f3gica era simples: gordura saturada aumenta o colesterol, que est\u00e1 ligado diretamente a doen\u00e7as card\u00edacas. Por conta disso, por muito tempo a manteiga foi colocada como uma vil\u00e3 na alimenta\u00e7\u00e3o, em prol de produtos \u00e0 base de \u00f3leos vegetais, como a margarina.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O novo olhar sobre a pesquisa, mostrou que o \u00e1cido linoleico, presente em grandes quantidades em diversos \u00f3leos vegetais, \u00e9 rico em \u00f4mega 6. Uma alimenta\u00e7\u00e3o contendo &nbsp;quantidades consider\u00e1veis desse \u00e1cido graxo levam a inflama\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o fator de risco para in\u00fameras doen\u00e7as, incluindo as cardiovasculares, ainda que o colesterol do organismo seja baixo. (Vale lembrar: os querid\u00f5es azeite de oliva e o \u00f3leo de coco s\u00e3o pobres de \u00f4mega 6 e n\u00e3o s\u00e3o considerados riscos \u00e0 sa\u00fade)<br \/> N\u00e3o \u00e9 mentira que trocar manteiga por \u00f3leos vegetais reduz o colesterol. A quest\u00e3o \u00e9 que essa redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa a diminui\u00e7\u00e3o das mortes por doen\u00e7as do cora\u00e7\u00e3o. A pesquisa mostrou que o grupo que preferiu \u00f3leo de soja, milho e girassol teve uma chance 15% maior de morrer de problemas card\u00edacos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Estudos indicam que o organismo precisa ter equil\u00edbrio entre o \u00f4mega 6 e o \u00f4mega 3 (presente em peixes, nozes e em sementes como a linha\u00e7a e a chia) para um funcionamento saud\u00e1vel do corpo. E a gente aqui, cozinhando tudo com \u00f3leos de soja, milho e afins h\u00e1 uns 30 anos. Sem falar nos produtos industrializados, que t\u00eam como base os \u00f3leos vegetais...sim, a batatinha frita, as pizzas congeladas, aqueles molhos de saladas prontos...Se fosse s\u00f3 isso, at\u00e9 ok. Mas a ind\u00fastria piorou o problema consideravelmente com a maldita gordura trans.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A conta \u00e9 simples. A manteiga \u00e9 feita de leite batido e sal. Parte da gordura presente \u00e9 saturada, lip\u00eddio natural, e sem ind\u00edcios cient\u00edficos de liga\u00e7\u00e3o direta com doen\u00e7as card\u00edacas - o que causa o problema \u00e9 o colesterol. J\u00e1 a margarina \u00e9 produzida a partir de gordura hidrogenada, uma alternativa criada pela ind\u00fastria para transformar os \u00f3leos vegetais em gordura s\u00f3lida. A gordura hidrogenada \u00e9 a famosa gordura trans. O problema \u00e9 que o organismo n\u00e3o sintetiza a mol\u00e9cula trans e essa caracter\u00edstica j\u00e1 \u00e9 apontada como fator que aumenta o risco para doen\u00e7as, principalmente as relacionadas ao cora\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Ent\u00e3o, grandes quantidades de \u00f4mega 6 e gordura trans \u00e9 grande parte do que temos na composi\u00e7\u00e3o da margarina, o que sugere que ela, sim, \u00e9 que \u00e9, de fato, a verdadeira vil\u00e3. A ci\u00eancia pode ter errado anos atr\u00e1s, mas evoluiu, mostrando que os questionamentos sobre nossos h\u00e1bitos devem ser constantes. E sim, pelo jeito est\u00e1vamos fazendo isso errado at\u00e9 agora. (Blog Lado Natureba\/Clicrbs)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Conselho de Estado franc\u00eas anula proibi\u00e7\u00e3o do milho transg\u00eanico MON810 da Monsanto<\/strong><\/p>\n<p> O Conselho de Estado da Fran\u00e7a anunciou nesta sexta-feira a anula\u00e7\u00e3o da proibi\u00e7\u00e3o de milho transg\u00eanico MON810 da Monsanto ao contestar os riscos evocados ao meio ambiente. O ministro franc\u00eas da Agricultura, St\u00e9phane Le Foll, proibiu em 14 de mar\u00e7o de 2014 a comercializa\u00e7\u00e3o, o uso e o cultivo desta variedade de milho geneticamente modificado para resistir \u00e0s pragas dos insetos.<\/p>\n<p> Segundo o minist\u00e9rio, uma diretriz europeia de 2015, incorporada em novembro passado ao direito franc\u00eas, autoriza a cada Estado membro a proibir em seu territ\u00f3rio os cultivos de organismos geneticamente modificados (OGM), inclusive mesmo que estejam validados pela Autoridade Europeia de Seguran\u00e7a Alimentar (EFSA). &nbsp;Desde 2009, a Fran\u00e7a tentou impor uma morat\u00f3ria sobre os cultivos de OGM em suas terras.<\/p>\n<p> Depois de ativar a cl\u00e1usula de salvaguarda em 2008, invalidada tr\u00eas anos mais tarde, Paris proibiu em duas ocasi\u00f5es (2011 y 2013) o cultivo de milho geneticamente modificado. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">Estado retoma indica\u00e7\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) voltou a autorizar a Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul a indicar estabelecimentos aptos ao credenciamento no Sistema Brasileiro de Inspe- \u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa). A prerrogativa estava suspensa desde o ano passado porque havia algumas n\u00e3o conformidades, como falta de maior treinamento de fiscais e auditores de alguns setores, que foram corrigidas. Com a indica\u00e7\u00e3o da secretaria e parecer favor\u00e1vel de seus t\u00e9cnicos, o Mapa vai homologar as inscri\u00e7\u00f5es no sistema. Com isso, os estabelecimentos credenciados podem vender seus produtos em outros estados e n\u00e3o ficam mais limitados aos territ\u00f3rios municipal ou ga\u00facho. (Correio do Povo)<\/span><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 15 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.247 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Produto poder\u00e1 ter m\u00ednimo A Comiss\u00e3o de Agricultura do Senado aprovou ontem o projeto de lei complementar 215\/2015, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/15\/15-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1066","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1066","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1066"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1066\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}