{"id":1061,"date":"2016-04-12T17:44:34","date_gmt":"2016-04-12T17:44:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/12\/12-04-2016\/"},"modified":"2016-04-12T17:44:34","modified_gmt":"2016-04-12T17:44:34","slug":"12-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/12\/12-04-2016\/","title":{"rendered":"12\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 12 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.244<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=\"text-align: justify;\">Uruguai: exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos ca\u00edram 25% em d\u00f3lares no primeiro trimestre<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos do Uruguai no primeiro trimestre do ano mostraram uma queda interanual de 25% medidas em d\u00f3lares. At\u00e9 agora nesse ano, as exporta\u00e7\u00f5es totalizaram US$ 104,47 milh\u00f5es frente a US$ 139,46 milh\u00f5es no mesmo per\u00edodo do ano anterior. Em volume, a baixa foi inferior, em torno de 12%. As exporta\u00e7\u00f5es no primeiro trimestre somaram 44.098 toneladas, frente \u00e0s 50.082 toneladas no per\u00edodo de janeiro a mar\u00e7o do ano anterior.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o m\u00e9dio por tonelada de l\u00e1cteos exportada passou de US$ 3.114 em janeiro de 2015 para US$ 2.224 em janeiro desse ano. Desde janeiro o valor de exporta\u00e7\u00e3o tem mostrado uma leve recupera\u00e7\u00e3o. Em mar\u00e7o, o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de US$ 2.371 por tonelada. A maior recupera\u00e7\u00e3o ocorreu no pre\u00e7o de exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 desnatado. O valor m\u00e9dio por tonelada chegou a US$ 3.146 em mar\u00e7o frente a US$ 2.533 a tonelada no mesmo m\u00eas de 2015. O pre\u00e7o foi 78% superior \u00e0 m\u00e9dia do leite em p\u00f3 desnatado da Fonterra de mar\u00e7o, de US$ 1.767 a tonelada.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1694\" style=\"width: 493px; height: 301px;\" \/><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O leite em p\u00f3 foi o principal produto exportado at\u00e9 agora nesse ano, com 25.068 toneladas exportadas por US$ 59,7 milh\u00f5es. Bem abaixo ficaram os queijos, com 7.823 toneladas, por US$ 24,6 milh\u00f5es. A manteiga ficou em terceiro lugar, com vendas de 2.804 toneladas, por US$ 8,4 milh\u00f5es, seguida pelo leite em p\u00f3 desnatado, com 2.273 toneladas, por US$ 6,7 milh\u00f5es.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Brasil se mant\u00e9m como o principal comprador dos l\u00e1cteos uruguaios. Em mar\u00e7o, o total das vendas de leite em p\u00f3 foi ao Brasil. Ainda que o volume tenha sido baixo (150 toneladas), o pre\u00e7o por tonelada foi o mais alto desde janeiro de 2015, de US$ 3.146 a tonelada. No caso do leite em p\u00f3 integral, o Brasil concentrou 56% do total exportado pelo Uruguai no m\u00eas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Blasina y Asociados, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Pre\u00e7os\/AR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O pre\u00e7o do leite medido em moeda milho continua caindo: no m\u00eas passado atingiu novo recorde hist\u00f3rico, caindo 63% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2015. O pre\u00e7o m\u00e9dio ponderado do leite recebido pelos produtores de leite de Santa Fe foi, em fevereiro passado, de 2,71 pesos\/litro, segundo dados divulgados pelo Minist\u00e9rio da Produ\u00e7\u00e3o de Santa Fe.<\/p>\n<p> Se bem que seja o mesmo valor de janeiro, em termos reais caiu porque no m\u00eas passado aumentou a composi\u00e7\u00e3o do teor de manteiga e prote\u00edna do leite entregue (raz\u00e3o pela qual, por exemplo, o valor m\u00e9dio pago pelo quilo de prote\u00edna em fevereiro de 2,49 pesos x 2,89 pesos em janeiro passado).<\/p>\n<p> A quest\u00e3o \u00e9: mesmo se n\u00e3o considerar os s\u00f3lidos, no segundo m\u00eas de 2016 foram necess\u00e1rios, em m\u00e9dia, 1,20 quilos de milho - posto em Rosario - para comprar um litro de leite, quando em fevereiro do ano passado eram 3,30 quilos, (-63,6%) e 2,10 quilos no mesmo m\u00eas de 2014 (-42,8%).<\/p>\n<p> A queda nominal do pre\u00e7o pago pelo leite registrada no \u00faltimo ano pode ser suportada pela maioria dos produtores de leite - alguns ficaram pelo caminho - gra\u00e7as ao pre\u00e7o interno do milho gerado pela combina\u00e7\u00e3o das reten\u00e7\u00f5es e defasagem cambial.<\/p>\n<p> Mas o \"subs\u00eddio do milho\", que vigorou de julho de 2014 a setembro de 2015, come\u00e7ou a perder f\u00f4lego em outubro e novembro do ano passado, desaparecendo, definitivamente, a partir de dezembro com a elimina\u00e7\u00e3o das reten\u00e7\u00f5es do milho e a desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, estabelecida pelo governo.<\/p>\n<p> Agora no m\u00eas de mar\u00e7o, se for mantido o pre\u00e7o m\u00e9dio de 2,71 pesos\/litro de fevereiro, a rela\u00e7\u00e3o leite\/milho ser\u00e1 de apenas 1,23 quilos (melhoraria, se \u00e9 que se pode dizer isso, um pouquinho porque a valoriza\u00e7\u00e3o do peso poderia reduzir um pouco o peso do milho na rela\u00e7\u00e3o).<br \/> Esta semana o ministro da Agroind\u00fastria, Ricardo Buryaile, anunciou que os governos das Prov\u00edncias de Buenos Aires, C\u00f3rdoba, Santa Fe, Entre Rios e Santiago del Estero subsidiar\u00e3o por dois meses os produtores de leite de suas jurisdi\u00e7\u00f5es. A ajuda consiste em um subs\u00eddio de 0,50 pesos\/litro para os primeiros 3.000 litros produzidos no per\u00edodo compreendido entre os meses de fevereiro de mar\u00e7o de 2016, que ser\u00e3o pagos em abril e maio. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Pesquisas\/EUA&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou que doar\u00e1 US$ 6 milh\u00f5es para institui\u00e7\u00f5es de pesquisa em nutri\u00e7\u00e3o animal e crescimento nas fazendas. \"Produ\u00e7\u00e3o e sa\u00fade animal desempenham um papel crucial na sustentabilidade e competitividade na agricultura dos Estados Unidos. Isto contribui significativamente para a economia do pa\u00eds, para a produ\u00e7\u00e3o mundial de alimentos e seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p> Os pr\u00eamios estimular\u00e3o a expans\u00e3o do conhecimento em boas pr\u00e1ticas na melhoria da sa\u00fade animal, queda nos custos de produ\u00e7\u00e3o, e redu\u00e7\u00e3o dos impactos ambientais\", disse Dr. Sonny Ramaswamy, administrador do NIFA. Os recursos vir\u00e3o do Programa de Nutri\u00e7\u00e3o, Crescimento e Lacta\u00e7\u00e3o Animal, uma parte do Programa AFRI Foundational, que apoia pesquisas e ci\u00eancia aplicada. As pesquisas incluem o estudo do suo dos nutrientes na alimenta\u00e7\u00e3o animal; melhoria na utiliza\u00e7\u00e3o de alimentos tradicionais; explorar oportunidades de utilizar alimentos n\u00e3o tradicionais; amentar a qualidade e efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o de carne, leite e ovos; e mitigar doen\u00e7as metab\u00f3licas. Dentre os projetos financiados est\u00e1 um da Universidade Estadual de Dakota do Sul que visa melhorar o conhecimento sobre a digest\u00e3o do amido em bovinos, e um projeto da Universidade Estadual de Iowa desenhado para melhorar a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e energia em su\u00ednos para superar desafios de doen\u00e7as, minimizar as perdas nas taxas de crescimento e de efici\u00eancia produtiva. (The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pela 1\u00aa vez, mais de 50% da popula\u00e7\u00e3o rural possui celular<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em 2014, pela primeira vez, mais da metade (52,5%) da popula\u00e7\u00e3o rural com 10 anos ou mais de idade tinha celular. Na \u00e1rea urbana, o percentual chegou a 82,3%. A parcela da popula\u00e7\u00e3o com 10 anos ou mais de idade que tinha telefone celular para uso pessoal chegou a 77,9% em 2014 (136,6 milh\u00f5es de pessoas). Em rela\u00e7\u00e3o a 2005, esse contingente cresceu 142,8%. Somente 36,6% da popula\u00e7\u00e3o tinha celular naquele ano. Frente a 2013, foram mais 6,4 milh\u00f5es de pessoas com o aparelho, avan\u00e7o de 4,9%. Entre os ocupados, a presen\u00e7a de celular \u00e9 maior: s\u00e3o 86,4% que possuem o bem. Em 2014, em quase todos os setores de atividade, a posse de telefone celular estava acima de 80%, com destaque para os seguintes: educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e servi\u00e7os sociais (95,4%), administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (94,7%) e outros servi\u00e7os sociais e pessoais (94,1%). A exce\u00e7\u00e3o ocorreu no setor agr\u00edcola, em que 55,6% das pessoas ocupadas possu\u00edam esse equipamento. Segundo o levantamento, da popula\u00e7\u00e3o sem celular, quase a metade (47,4%) era de trabalhadores agr\u00edcolas. De novo a renda \u00e9 determinante para a posse do bem. Entre quem ganha mais de 10 sal\u00e1rios-m\u00ednimos, 95,9% t\u00eam celular. Entre quem ganha at\u00e9 um quarto de sal\u00e1rio-m\u00ednimo, essa parcela cai para 53%. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Receita e custo caem em mar\u00e7o<br \/> O \u00cdndice de Infla\u00e7\u00e3o da Receita dos Produtores (IIPR), calculado mensalmente pela Farsul, registrou defla\u00e7\u00e3o de 3,93% em mar\u00e7o. Entre os principais motivos, explica o economista da federa\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio da Luz, est\u00e1 a desvaloriza\u00e7\u00e3o da taxa cambial nos \u00faltimos meses. No \u00cdndice de Infla\u00e7\u00e3o dos Custos de Produ\u00e7\u00e3o (IICP) tamb\u00e9m houve queda, de 0,67%. A retra\u00e7\u00e3o foi influenciada pela redu\u00e7\u00e3o de 5,4% nos pre- \u00e7o dos fertilizantes. Segundo Luz, esse \u00e9 um movimento normal, que deve se estender at\u00e9 maio, melhor \u00e9poca para compra de insumos. Ao mesmo tempo, o economista adverte que o produtor deve ter cuidado com a comercializa\u00e7\u00e3o. A orienta\u00e7\u00e3o da Farsul \u00e9 que os produtores segurem a venda da soja por oito a dez meses. Aos que n\u00e3o conseguirem esperar, a sugest\u00e3o \u00e9 que firmem contratos que travem o pre\u00e7o atual para evitar a oscila\u00e7\u00e3o da taxa de c\u00e2mbio. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div><span style=\"line-height: 24px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 12 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.244 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uruguai: exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos ca\u00edram 25% em d\u00f3lares no primeiro trimestre As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos do Uruguai <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/12\/12-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1061","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1061","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1061"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1061\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1061"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1061"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}