{"id":1053,"date":"2016-04-05T16:51:44","date_gmt":"2016-04-05T16:51:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/05\/05-04-2016\/"},"modified":"2016-04-05T16:51:44","modified_gmt":"2016-04-05T16:51:44","slug":"05-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/05\/05-04-2016\/","title":{"rendered":"05\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 05 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.239<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>China est\u00e1 de portas abertas para produtos aliment\u00edcios brasileiros&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> As potencialidades do mercado chin\u00eas para os produtos aliment\u00edcios brasileiros foram abordadas durante palestra do advogado e CEO da China Invest, Thomaz Machado, realizada na tarde desta ter\u00e7a-feira (5\/4) na Asgav. &nbsp;Segundo ele, h\u00e1 falta de produto para atender ao mercado chin\u00eas, que est\u00e1 aberto \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de itens com valor agregado. O principal entrave, cita ele, \u00e9 o desconhecimento dos chineses quanto \u00e0s potencialidades da produ\u00e7\u00e3o nacional e dos brasileiros em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demandas chinesas. E citou o leite em p\u00f3, principalmente as f\u00f3rmulas infantis, como um grande fil\u00e3o a ser aproveitado pelos latic\u00ednios brasileiros. \"Uma lata de leite em p\u00f3 custa mais de US$ 40 nas prateleiras da China\", exemplificou.<\/p>\n<p> O empres\u00e1rio ainda falou sobre o projeto The Best of Brazil, que \u00e9 um espa\u00e7o de 1.000 m\u00b2 onde est\u00e3o expostos produtos aliment\u00edcios e congelados fabricados no Brasil e que constituem em uma esp\u00e9cie de entreposto para aquisi\u00e7\u00f5es pelas redes chinesas. O essencial, pontua Machado, \u00e9 abrir canais de vendas que coloquem o produto acabado do Brasil nas g\u00f4ndolas da China, independendo da amplitude do neg\u00f3cio. &nbsp;\"Vender para uma cidade j\u00e1 \u00e9 uma grande conquista\", frisou.<\/p>\n<p> Presente ao encontro, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, pontuou dificuldades nas negocia\u00e7\u00f5es com as comitivas chinesas que v\u00eam constantemente ao Brasil. \"Geralmente s\u00e3o criadas barreiras e eles sempre querem saber como podemos abrir nosso mercado para os produtos deles\". &nbsp;Acompanhando o debate, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, destacou o trabalho realizado na defini\u00e7\u00e3o de marcos regulat\u00f3rios no setor l\u00e1cteo, seguindo o caminho da avicultura e da suinocultura.&nbsp;<\/p>\n<p> A aproxima\u00e7\u00e3o entre o mercado ga\u00facho e os importadores chineses \u00e9 fomentada pelo governo do Estado e foi intermediada pela Secretaria de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais. Segundo o assessor t\u00e9cnico da Sedai, Leonardo Gaffr\u00e9e, o cen\u00e1rio de c\u00e2mbio desvalorizado \u00e9 ideal para potencializar ganhos no exterior e desviar produ\u00e7\u00e3o em tempos de crise.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> A China se desenvolveu agressivamente nos \u00faltimos 20 anos. At\u00e9 2013, explicou Machado, a China n\u00e3o pensava em importa\u00e7\u00e3o. &nbsp;A partir de ent\u00e3o, come\u00e7aram a planejar as compras e, hoje, a pol\u00edtica de governo \u00e9 tornar-se o maior importador do mundo. \"E eles est\u00e3o se preparando para isso. Baixaram o imposto de importa\u00e7\u00e3o e t\u00eam um total de 1,3 bilh\u00e3o de pessoas\", pontuou, lembrando que 40% da popula\u00e7\u00e3o pertence \u00e0 classe m\u00e9dia o que, em breve, deve chegar a 60%. Outro aspecto importante diz respeito ao perfil do consumidor chin\u00eas. Machado citou que o consumidor tem o conceito de que o importado \u00e9 sempre melhor do que o produto fabricado no mercado interno o que, em um primeiro momento, favorece muito pa\u00edses como o Brasil. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1675\" style=\"height: 300px; width: 400px;\" \/>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1676\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Embrapa\/Gisleite: ferramenta que possibilita a gest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 utilizada no Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p> Uma nova ferramenta de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o que possibilita a gest\u00e3o daprodu\u00e7\u00e3o leiteira, denominada Gisleite (Gest\u00e3o Informatizada de Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o de Leite), desenvolvida pela equipe da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora, MG) ser\u00e1 utilizada pelos t\u00e9cnicos da Agraer, em parceria com os produtores rurais do Estado. Esse avan\u00e7o que pretende tecnificar e profissionalizar a cadeia produtiva do leite no Mato Grosso do Sul \u00e9 fruto da parceria entre Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste, Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA), Agraer e Sepaf\/MS e que agora conta com novo parceiro: Embrapa Gado de Leite.<\/p>\n<p> Os passos iniciais da implanta\u00e7\u00e3o do Gisleite, foram realizados nos entre 29 e 31 de mar\u00e7o, quando 55 extensionistas rurais da Agraer, representando todas as regi\u00f5es do Estado participaram da capacita\u00e7\u00e3o presencial, realizada nos laborat\u00f3rios de inform\u00e1tica da Unigran. O treinamento foi ministrado por tr\u00eas empregados da Embrapa Gado de Leite, que vieram a Dourados para explicar as formas de uso do Gisleite e esclarecer a import\u00e2ncia dos feedbacks dos usu\u00e1rios para otimiza\u00e7\u00e3o das atualiza\u00e7\u00f5es do Programa, conforme as necessidades locais.<\/p>\n<p> A utiliza\u00e7\u00e3o do Gisleite \u00e9 um passo importante para a organiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva do leite no Estado. \"Essa nova conquista beneficia a bovinocultura do leite, pois possibilita a utiliza\u00e7\u00e3o de um programa que faz a organiza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es zoot\u00e9cnicas do rebanho (sanidade, reprodu\u00e7\u00e3o e nutri\u00e7\u00e3o animal), al\u00e9m disso, o Gisleite tamb\u00e9m possibilita um acompanhamento da qualidade do leite e a an\u00e1lise de dados econ\u00f4micos da propriedade\", explica o Superintende de Desenvolvimento Rural da Sepaf, Edwin Baur.<\/p>\n<p> O Gisleite objetiva apresentar ao produtor um panorama geral de desempenho t\u00e9cnico econ\u00f4mico da sua propriedade, por meio de informa\u00e7\u00f5es obtidas de registros coletados na propriedade. \"O Gisleite possibilita an\u00e1lise das estrat\u00e9gias de manejo, controle dos custos de produ\u00e7\u00e3o e melhor utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos utilizados e dos investimentos feitos na propriedade. Ele contribui ainda com a melhoria da produtividade do sistema de produ\u00e7\u00e3o e da sustentabilidade da atividade leiteira pelo produtor\", disse o pesquisador da Embrapa Gado de Leite e coordenador da equipe que desenvolveu o Gisleite, Cl\u00e1udio Nap\u00f3lis Costa.<\/p>\n<p> Cl\u00e1udio explica ainda que o Gisleite auxilia o produtor no registro das atividades que caracterizam o manejo do rebanho e a obten\u00e7\u00e3o dos indicadores zoot\u00e9cnicos e da qualidade do leite, essenciais para a melhoria da rentabilidade econ\u00f4mica da propriedade. \"O programa ainda disponibiliza aos usu\u00e1rios relat\u00f3rios de manejo das atividades de rotina do rebanho e relat\u00f3rios gerenciais, econ\u00f4micos e de rastreabilidade, entre outros\", finaliza ele.<\/p>\n<p> Para o Gestor de Desenvolvimento Rural da Agraer, Arnaldo Santiago, essa parceria com a Embrapa e outras institui\u00e7\u00f5es, que est\u00e1 viabilizando a implanta\u00e7\u00e3o do Gisleite no MS, estabelece credibilidade e agrega valor a cadeia produtiva do leite no Estado, que deve alcan\u00e7ar novos patamares sustent\u00e1veis e economicamente vi\u00e1veis.<\/p>\n<p> Cluster Embrapa - O Chefe Adjunto de Transfer\u00eancia de Tecnologia da Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste, Auro Akio Otsubo, comemora a implanta\u00e7\u00e3o do Gisleite no Mato Grosso do Sul. Para ele, esse resultado serve como um importante incentivo para os trabalhos de transfer\u00eancia de tecnologia da Unidade, pois mesmo n\u00e3o dispondo de expertises em determinados temas a Unidade busca estabelecer parcerias com outras do Sistema Embrapa que det\u00e9m o conhecimento necess\u00e1rio e viabilizando as trocas de experi\u00eancias entre os pesquisadores, que nesse caso, s\u00e3o de Juiz de Fora (MG), onde fica a Embrapa Gado de Leite, com os extensionistas rurais da Agraer.<\/p>\n<p> \"Como uma Unidade da Embrapa, a Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste, pertencente \u00e0 categoria de Centro Ecorregional, o nosso papel consiste em buscar solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas para diversos temas de import\u00e2ncia para o desenvolvimento regional com o apoio do Sistema Embrapa e estamos trabalhando nesse sentido\", explicou Auro. &nbsp;(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa Agropecu\u00e1ria Oeste)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria lan\u00e7a aplicativo para consulta \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Com o intuito de auxiliar os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios e zootecnistas no acesso \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o pertinente a profiss\u00e3o, o Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria do Estado de S\u00e3o Paulo (CRMV-SP) lan\u00e7a aplicativo para consulta. As vers\u00f5es para IOS e Android j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis nas lojas da Apple (App Store) e da Google (Play Store).<\/p>\n<p> O objetivo \u00e9 facilitar a pesquisa para usu\u00e1rios de tablets e smartphones. At\u00e9 ent\u00e3o, a consulta s\u00f3 poderia ser realizada acessando o portal do CRMV-SP (crmvsp.gov.br), que at\u00e9 o momento n\u00e3o possui campo de busca alfanum\u00e9rica.<\/p>\n<p> Para usar o aplicativo s\u00f3 \u00e9 preciso ficar online uma vez. Basta se conectar \u00e0 internet, acessar sua loja de aplicativos, buscar CRMV-SP, baixar o programa e sincronizar o conte\u00fado. Depois disso, para fazer as pesquisas n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio estar conectado. Ao usu\u00e1rio do aplicativo ser\u00e1 permitido ainda \"favoritar\" conte\u00fados e receber notifica\u00e7\u00f5es sobre novas resolu\u00e7\u00f5es, leis, portarias, decretos e normas referentes \u00e0 Medicina Veterin\u00e1ria e a Zootecnia. Est\u00e1 dispon\u00edvel tamb\u00e9m informa\u00e7\u00f5es sobre o Manual de Responsabilidade T\u00e9cnica. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do CRMV-SP)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1677\" style=\"width: 200px; height: 353px;\" \/>&nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1678\" style=\"width: 200px; height: 353px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Acordo comercial entre Mercosul e \u00c1frica Austral entra em vigor e busca ampliar&nbsp;negocia\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p> A presidenta Dilma Rousseff promulgou o acordo de com\u00e9rcio preferencial entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Aduaneira da \u00c1frica Austral (Sacu). Com isso, j\u00e1 est\u00e1 em vigor o tratado que permite descontos tarif\u00e1rios aos pa\u00edses dos dois blocos na importa\u00e7\u00e3o de produtos como costela su\u00edna, mi\u00fados bovinos e pescados. Al\u00e9m do Brasil, o acordo envolve Argentina, Uruguai, Paraguai, \u00c1frica do Sul, Nam\u00edbia, Botsuana e Lesoto.<\/p>\n<p> O decreto de promulga\u00e7\u00e3o do acordo foi publicado nesta segunda-feira no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o. O tratado vem sendo discutido desde 2008 e prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de livre com\u00e9rcio entre os dois blocos. Para o diretor do Departamento de Acesso a Mercados e Competitividade do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Jo\u00e3o Rossi, \u00e9 imprescind\u00edvel ampliar as negocia\u00e7\u00f5es, a fim de incluir produtos como l\u00e1cteos, carne de frango, frutas e alimentos processados. \"O Brasil tem apenas 4,4% de participa\u00e7\u00e3o nas importa\u00e7\u00f5es totais da \u00c1frica do Sul no setor agropecu\u00e1rio, um mercado que importou US$ 6,7 bilh\u00f5es em 2014\", assinala Rossi.<\/p>\n<p> O acordo dever\u00e1 incorporar temas como investimentos, compras governamentais e medidas sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias, contribuindo para a expans\u00e3o do com\u00e9rcio mundial e o desenvolvimento social e econ\u00f4mico desses pa\u00edses. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Decreto que regulamenta a Lei do Leite \u00e9 finalizado<br \/> Representantes do setor l\u00e1cteo e da Secretaria da Agricultura (Seapi) finalizaram, na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (5\/4), o texto do decreto que regulamentar\u00e1 a Lei do Leite. O prazo fixado para concluir o processo termina nesta quarta-feira (6\/4).&nbsp;Presente no encontro, o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) foi um dos colaboradores ao propor diversos dos ajustes acatados pelo corpo t\u00e9cnico da Seapi. O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, esteve presente na reuni\u00e3o e destacou como principais avan\u00e7os a regulariza\u00e7\u00e3o do transvase e a mudan\u00e7a no sistema de responsabiliza\u00e7\u00e3o dos transportadores. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 05 de abril de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.239 &nbsp; &nbsp; &nbsp;China est\u00e1 de portas abertas para produtos aliment\u00edcios brasileiros&nbsp; As potencialidades do mercado chin\u00eas para os produtos aliment\u00edcios <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/04\/05\/05-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1053","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1053","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1053"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1053\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1053"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1053"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1053"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}