{"id":1047,"date":"2016-03-30T17:16:58","date_gmt":"2016-03-30T17:16:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/30\/30-03-2016\/"},"modified":"2016-03-30T17:16:58","modified_gmt":"2016-03-30T17:16:58","slug":"30-03-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/30\/30-03-2016\/","title":{"rendered":"30\/03\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 30 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.235<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Fonterra: mesmo com baixos pre\u00e7os de l\u00e1cteos, lucros dobram e empresa cita Brasil como mercado-chave<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A cooperativa de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia, Fonterra, anunciou os resultados da primeira metade do ano, para os seis meses que terminaram em 31 de janeiro de 2016. Em sua revis\u00e3o de desempenho, a Fonterra disse que os lucros ap\u00f3s impostos mais que dobraram, para NZ$ 409 milh\u00f5es (US$ 274,9 milh\u00f5es).<\/p>\n<p> O presidente da Fonterra, John Wilson, disse que os atuais baixos pre\u00e7os significaram press\u00e3o sobre os rendimentos, or\u00e7amentos das fazendas e sobre as fam\u00edlias rurais. \"Nossa gest\u00e3o est\u00e1 ciente da necessidade de um forte desempenho para garantir que coloquemos todos os centavos poss\u00edveis nas m\u00e3os dos produtores durante um ano muito dif\u00edcil\". Ele disse tamb\u00e9m que, como resultado dos lucros, a Fonterra distribuiu um dividendo tempor\u00e1rio de NZ$ 0,20 (US$ 0,13) por a\u00e7\u00e3o, mais que o dividendo tempor\u00e1rio do ano passado, de NZ$ 0,10 (US$ 0,6) por a\u00e7\u00e3o. \"Nossa previs\u00e3o de dividendos totais para o atual ano financeiro \u00e9 de NZ$ 0,40 (US$ 0,26) por a\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p> O diretor executivo da Fonterra, Theo Spierings, disse: \"Focamos na efici\u00eancia de nossa divis\u00e3o de ingredientes e na captura da demanda por ingredientes em uma ampla gama de mercados. Visamos obter o m\u00e1ximo do crescimento do consumo global construindo a demanda por produtos de maior valor em nossos mercados de produtos ao consumidor e para o food service\". Ele comentou que nesses dois mercados houve um crescimento muito bom, com o EBIT normalizado aumentando 108%, para NZ$ 241 milh\u00f5es (US$ 162 milh\u00f5es).<\/p>\n<p> \"Continuamos focados na demanda crescente, especialmente em oito mercados, onde atualmente mantemos ou queremos ganhar lideran\u00e7a ou uma posi\u00e7\u00e3o muito forte: Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Sri Lanka, Mal\u00e1sia, Chile, China, Indon\u00e9sia e Brasil. Esses s\u00e3o mercados bem estabelecidos para a Fonterra, de forma que estamos trabalhando em uma base forte\".<\/p>\n<p> As atuais condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas globais permanecem desafiadoras e est\u00e3o impactando a demanda e os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, disse Spierings. Embora ele tenha culpado as menores importa\u00e7\u00f5es da R\u00fassia e da China, e os aumentos na produ\u00e7\u00e3o de leite da Europa pelo desequil\u00edbrio entre exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es, Spierings disse que os pre\u00e7os dever\u00e3o aumentar mais no final de 2016.<\/p>\n<p> \"Os fundamentos de longo prazo para os mercados globais de l\u00e1cteos s\u00e3o positivos, com a demanda devendo aumentar 2% e 3% por ano devido ao crescimento da popula\u00e7\u00e3o mundial, aumento da classe m\u00e9dia na \u00c1sia, urbaniza\u00e7\u00e3o e condi\u00e7\u00f5es demogr\u00e1ficas favor\u00e1veis\".&nbsp;<\/p>\n<p> Em 24\/03\/16 - 1 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 0,67210&nbsp;<br \/> 1,48741 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Argentina: a que ritmo vem caminhando a atividade leiteira no pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n<p> O mercado do agroneg\u00f3cio leiteiro da Argentina \u00e9 composto por produtos l\u00e1cteos, n\u00e3o pelo leite cru. Na \"mesa dos argentinos\" s\u00e3o consumidos produtos l\u00e1cteos no volume de 8,2 bilh\u00f5es de litros anuais, convertidos em produtos processados, como queijos, manteiga, leite fluido e leite em p\u00f3. A Comiss\u00e3o do setor Leiteiro da Confedera\u00e7\u00e3o de Associa\u00e7\u00f5es Rurais de Santa F\u00e9 (CARSFE) divulgou um documento que reflete e detalha a situa\u00e7\u00e3o do setor leiteiro argentino na atualidade.<\/p>\n<p> Nos \u00faltimos 10 anos, as fazendas leiteiras argentinas produziram em m\u00e9dia um total de 11 bilh\u00f5es de litros por ano. Enquanto os pre\u00e7os internacionais se mantiveram acima da m\u00e9dia e o tipo de c\u00e2mbio foi competitivo, foi poss\u00edvel exportar o que o pa\u00eds n\u00e3o consumia, apesar das restri\u00e7\u00f5es impostas pelo governo anterior.<\/p>\n<p> O mercado interno de l\u00e1cteos \u00e9 de maior valor agregado que o de exporta\u00e7\u00e3o e permite escalas industriais menores. Para exportar, s\u00e3o necess\u00e1rias sustentabilidade e previsibilidade, al\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es de qualidade e custos internacionais, o que muitas poucas ind\u00fastrias est\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es de cumprir. Por isso, todas as ind\u00fastrias lutam para ter uma maior participa\u00e7\u00e3o poss\u00edvel no mercado dom\u00e9stico.<\/p>\n<p> Nessas condi\u00e7\u00f5es de oferta superior \u00e0 demanda, a cadeia comercial dom\u00e9stica toma um rol preponderante, j\u00e1 que se converte em comprador de \u00faltima inst\u00e2ncia, com a conseguinte aplica\u00e7\u00e3o de poder de mercado sobre a ind\u00fastria e desta sobre o produtor. De acordo com dados da Nielsen, de 2014, as dez cadeias, nacionais e internacionais, que operam na Argentina concentram 70% das vendas de alimentos.<\/p>\n<p> A pergunta ent\u00e3o \u00e9: \u00e9 poss\u00edvel produzir mat\u00e9ria-prima leite acima do consumo dom\u00e9stico sem ser um exportador competitivo e poder, dessa maneira, evitar as crises c\u00edclicas? A resposta \u00e9 n\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, porque os produtos para o mercado interno n\u00e3o s\u00e3o os mesmos que demandam a exporta\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o basicamente leite em p\u00f3 e, em menor propor\u00e7\u00e3o, queijos.<\/p>\n<p> A Argentina possui mais de 1.000 empresas l\u00e1cteas, todas produzindo para o mercado interno. N\u00e3o mais de 15 est\u00e3o preparadas para a produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 e somente tr\u00eas delas acumulam mais de 70% das exporta\u00e7\u00f5es da Argentina. Para onde vamos, ent\u00e3o, se a Argentina produz 11 bilh\u00f5es de litros de leite anuais, consome internamente 8,2 bilh\u00f5es de litros e n\u00e3o est\u00e1 preparada para ser um player competitivo no mercado internacional?<\/p>\n<p> A instabilidade desta situa\u00e7\u00e3o conduz inexoravelmente a duas possibilidades:<br \/> 1) Redu\u00e7\u00e3o do setor at\u00e9 voltar a gerar equil\u00edbrio de produtos com a demanda interna, o que hoje implica o fechamento de 3.000 fazendas leiteiras e mais de 600 ind\u00fastrias pequenas e m\u00e9dias, com as consequ\u00eancias de perder 20.000 postos de trabalho diretos e outros 30.000 indiretos, produzindo um impacto brutal na economia dos povos do interior.<\/p>\n<p> 2) Crescimento: ganhar mercados, com instala\u00e7\u00f5es industriais que sejam capazes de produzir produtos de exporta\u00e7\u00e3o, com qualidade e pre\u00e7os competitivos internacionalmente.<\/p>\n<p> A alternativa 1 n\u00e3o pareceria ser uma op\u00e7\u00e3o para um pa\u00eds como a Argentina, com possibilidades reais de converter-se em um player internacional de peso. Menos ainda, se o governo atual acredita verdadeiramente no setor leiteiro como fator de desenvolvimento do interior do pa\u00eds. No entanto, esta \u00e9 a op\u00e7\u00e3o que silenciosamente est\u00e1 ocorrendo hoje, quando somente se perde tempo tentando atuar sobre a conjuntura, sem por sobre a mesa o tema estrutural aqui levantado. E a postura das 17 ind\u00fastrias que aglomeram 65% do leite cru? Que se sentem as \"condutoras\" do setor leiteiro argentino, com todo o peso e poder para por suas refer\u00eancias nos postos de tomada de decis\u00f5es?<\/p>\n<p> A alternativa 2 \u00e9 a sa\u00edda ao crescimento, que deve comprometer a Subsecretaria do Setor Leiteiro, junto com as prov\u00edncias leiteiras a um trabalho intenso, para envolver a todos os integrantes da cadeia em um plano de neg\u00f3cios, com regras do jogo totalmente claras, diferentes das atuais (que s\u00e3o as n\u00e3o regras). Deve-se atender conjuntura e estrutura ao mesmo tempo; um exemplo de que isso \u00e9 poss\u00edvel s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es que vem desenvolvendo a prov\u00edncia de Santa F\u00e9.<\/p>\n<p> Se n\u00e3o se quer reduzir o setor leiteiro e o objetivo \u00e9 o crescimento, o marco de neg\u00f3cios a enfrentar \u00e9:<br \/> - Rentabilidade, determinada pelo volume de mercadorias que se maneja e n\u00e3o pelo pre\u00e7o unit\u00e1rio da mercadoria;<br \/> - Volatilidade de pre\u00e7o;<br \/> - Competitividade.<\/p>\n<p> A estrat\u00e9gia do setor leiteiro de crescimento requer:<br \/> - Determinar o valor do leite cru de acordo com um padr\u00e3o com base em componentes s\u00f3lidos com arbitragem de terceiro imparcial acordado pelas partes, sobre amostras tomadas por peritos;<br \/> - Formalizar os contratos entre os elos, para serem arbitrados no caso de conflito (n\u00e3o cumprimento de alguma das partes do acordado);<br \/> - Fixar pre\u00e7os de refer\u00eancia para que as partes ajustem as contrata\u00e7\u00f5es;<br \/> - Promover sistemas de comercializa\u00e7\u00e3o de leite cru atrav\u00e9s de consignat\u00e1rias (de produtores, cooperativas, privadas) que coordenem e transparentem transa\u00e7\u00f5es entre a ind\u00fastria e a produ\u00e7\u00e3o;<br \/> - Iniciativas criativas para gerar capacidade industrial de exporta\u00e7\u00e3o, como a Planta de Formula\u00e7\u00f5es L\u00e1cteas desidratadas de uso compartilhado, operadas pela produ\u00e7\u00e3o e pela ind\u00fastria - Projeto Santa F\u00e9;<br \/> - Cumprimento de um compromisso de intangibilidade da exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos; diminui\u00e7\u00e3o ao m\u00ednimo da burocracia de documentos de exporta\u00e7\u00e3o; pol\u00edticas fiscais e impositivas pr\u00f3-exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O Estado (provinciais e nacional) em seu compromisso constitucional de fazer cumprir as leis, tem que fazer cumprir as normas vigentes para levar equidade nas transa\u00e7\u00f5es entre privados, mudando a conjuntura atual na qual os consumidores pagam 100 pesos (US$ 6,87) por quilo de queijo cremoso que saiu a 35 pesos (US$ 2,40) por quilo da f\u00e1brica e o produtor recebe 20 pesos (US$ 1,37) por 7 litros que foram usados em sua fabrica\u00e7\u00e3o. Hoje, o Estado recolhe mais imposto sobre valor agregado (IVA) no queijo que o consumidor paga do que o leite necess\u00e1rio para fabric\u00e1-lo.<\/p>\n<p> Reduzir o setor leiteiro a somente demanda de mercado interno n\u00e3o garante o fim das crises recorrentes do setor. O Brasil j\u00e1 industrializa mais de 30 bilh\u00f5es de litros anuais e est\u00e1 conseguindo o auto-abastecimento interno, o que na d\u00e9cada de 80 parecia imposs\u00edvel. Para 2020, \u00e9 projetado 60 bilh\u00f5es de litros anuais. &nbsp;Assim, com os tratados vigentes, nada impedir\u00e1 que o Brasil coloque 1,6% de sua produ\u00e7\u00e3o (1 bilh\u00e3o) na Argentina, fazendo fracassar tamb\u00e9m essa estrat\u00e9gia de redu\u00e7\u00e3o, que hoje est\u00e1 sendo executada em sil\u00eancio.<\/p>\n<p> Em 29\/03\/16 - 1 Peso Argentino = US$ 0,06877<br \/> 14,4557 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (Essas informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas em um documento assinado pelo presidente da CARSFE, Gustavo Vionnet; e pelo secret\u00e1rio, Ingnacio M\u00e1ntaras, publicadas no www.elsantafesino.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong><span style=\"text-align: justify;\">FrieslandCampina<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o garantido da FrieslandCampina para o leite cru no m\u00eas de abril de 2016 \u00e9 de \u20ac 27,50\/100 kg, [R$ 1,14\/litro]. O pre\u00e7o garantido de abril caiu \u20ac 1,00\/100 kg, em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o (\u20ac 28,50). Parte da redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o garantido \u00e9 resultado de uma corre\u00e7\u00e3o negativa de \u20ac 0,22 para compensar a previs\u00e3o otimista de fevereiro, dos pre\u00e7os do leite, feita pelas ind\u00fastrias de refer\u00eancia, e a expectativa de que os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos continuar\u00e3o a cair em abril. Isto devido aos baixos n\u00edveis dos pre\u00e7os dos queijos combinado com a fraca demanda e uma crescente oferta de leite. Os pre\u00e7os da prote\u00edna em abril de 2016 \u00e9 de \u20ac 448,91, da mat\u00e9ria gorda \u20ac 224,45 e da lactose \u20ac 44,89 por 100 quilos.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o garantido incide sobre a mat\u00e9ria-prima que contenha 3,47% de prote\u00edna, 4,41% de mat\u00e9ria gorda e 4,51% de lactose, sem o desconto de impostos. O valor \u00e9 garantido a produtores que entreguem 600.000 quilos de leite por ano. (FrieslandCampina - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1668\" style=\"width: 500px; height: 372px;\" \/><\/p>\n<p> <strong>Aprenda a calcular e interpretar os \u00edndices zoot\u00e9cnicos de seu rebanho<\/strong><\/p>\n<p> O maior desafio do produtor \u00e9 encontrar indicadores que possibilitem aferir se sua propriedade apresenta desempenho eficiente, o que pode ser analisado sob o ponto de vista econ\u00f4mico e t\u00e9cnico. O problema \u00e9 que, nem sempre, uma propriedade leiteira tem efici\u00eancia t\u00e9cnica e econ\u00f4mica ao mesmo tempo. Tecnologias que assegurem aumento da produ\u00e7\u00e3o de nada adiantam se n\u00e3o asseguram aumento de ganhos para o produtor, ou seja, o que se deve buscar ao fim \u00e9 a efici\u00eancia econ\u00f4mica no processo produtivo.<\/p>\n<p> Assim, atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o dos \u00edndices zoot\u00e9cnicos, que permitem verificar o n\u00edvel produtivo e reprodutivo do rebanho, \u00e9 poss\u00edvel buscar o ponto ideal de equil\u00edbrio entre o resultado t\u00e9cnico e econ\u00f4mico, alcan\u00e7ando o sucesso da produ\u00e7\u00e3o leiteira.&nbsp;<\/p>\n<p> Est\u00e3o abertas as inscri\u00e7\u00f5es para o curso online \"\u00cdndices Zoot\u00e9cnicos: como calcular, interpretar e agir\". Neste curso voc\u00ea aprender\u00e1 a mensurar e interpretar os resultados produtivos de uma propriedade de leite, conhecer\u00e1 os principais fatores que justifiquem ou n\u00e3o a busca pelos \u00edndices zoot\u00e9cnicos tidos como refer\u00eancia e compreender\u00e1 como esses par\u00e2metros podem ser aplicados e que valores podem ser buscados como metas.<\/p>\n<p> Este treinamento \u00e9 destinado aos produtores de leite de pequena, m\u00e9dia e grande produ\u00e7\u00e3o, que desejam maximizar seus lucros, t\u00e9cnicos e consultores interessados em atualizar seus conhecimentos na \u00e1rea, t\u00e9cnicos e estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o interessados em conhecer os \u00edndices zoot\u00e9cnicos e as ferramentas para aprimor\u00e1-los.<\/p>\n<p> O instrutor \u00e9 Rodrigo de Almeida, m\u00e9dico veterin\u00e1rio formado pela UFPR, com mestrado em melhoramento animal pela McGill University, Montreal, Canad\u00e1 e doutorado em nutri\u00e7\u00e3o de ruminantes pela ESALQ\/USP. \u00c9 professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Paran\u00e1 e atua tamb\u00e9m como consultor na \u00e1rea de nutri\u00e7\u00e3o de bovinos em propriedades leiteiras e em confinamentos de bovinos de corte.<\/p>\n<p> O curso online \"\u00cdndices Zoot\u00e9cnicos: como calcular, interpretar e agir\" ter\u00e1 in\u00edcio no dia 09\/05 e voc\u00ea j\u00e1 pode garantir sua vaga <a href=\"http:\/\/www.educapoint.com.br\/curso\/indices\/\">clicando aqui<\/a>!&nbsp;Aqueles que se inscreverem at\u00e9 dia 06\/04 ganhar\u00e3o um cupom com 25% de desconto para adquirir qualquer curso da biblioteca do EducaPoint!&nbsp;Ou entre em contato:contato@educapoint.com.br&nbsp;(19)3432-2199\/Whatsapp (19) 99817- 4082. (Milkpoint)<\/div>\n<div>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">Lei Plurianual Agr\u00edcola<\/span><\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) criou, nesta segunda-feira (28), a C\u00e2mara Tem\u00e1tica da Lei Plurianual Agr\u00edcola (LPA) - uma das metas do governo federal para 2016. A medida foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o. O grupo \u00e9 formado por representantes da Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola (SPA) do Mapa, do Minist\u00e9rio da Fazenda, Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, Banco Central e do setor produtivo. A LPA ser\u00e1 criada para consolidar a legisla\u00e7\u00e3o que rege importantes mecanismos de pol\u00edtica do Mapa, como o seguro rural, o Programa de Garantia de Pre\u00e7o M\u00ednimo (Pgpm), o Programa de Garantia da Atividade Agropecu\u00e1ria (Proagro) e a lei agr\u00edcola. A ministra K\u00e1tia Abreu pretende enviar o texto da nova lei ao Congresso Nacional em meados de agosto de 2016. (Mapa)<\/span><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 30 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.235 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Fonterra: mesmo com baixos pre\u00e7os de l\u00e1cteos, lucros dobram e empresa cita Brasil como mercado-chave &nbsp; A cooperativa <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/30\/30-03-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/03\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1047","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1047"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1047\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}