{"id":10305,"date":"2022-09-23T20:41:25","date_gmt":"2022-09-23T20:41:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=10305"},"modified":"2022-09-23T20:44:53","modified_gmt":"2022-09-23T20:44:53","slug":"23-09-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/09\/23\/23-09-2022\/","title":{"rendered":"23\/09\/2022"},"content":{"rendered":"<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23 de setembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.748<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\"><b>CONSELEITE \u2013 SANTA CATARINA RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 09\/2022<br \/>\n<\/b>A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 23 de Setembro de 2022 atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizados no m\u00eas de Agosto de 2022 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Setembro de 2022. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Kvfg79ABF0438\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Kvfg79ABF0438\"><\/p>\n<p>O leite padr\u00e3o \u00e9 aquele que cont\u00e9m entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de prote\u00edna, entre 450 e 499 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 251 a 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana e volume individual entregue de at\u00e9 50 litros\/dia. O Conseleite Santa Catarina n\u00e3o precifica leites com qualidades inferiores ao leite abaixo do padr\u00e3o. (CONSELEITE\/SC)<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>IBGE: produ\u00e7\u00e3o total brasileira de leite se manteve est\u00e1vel em 2021<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Pesquisa Pecu\u00e1ria Municipal (PPM), divulgada nesta quinta-feira (22\/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), apontou que a produ\u00e7\u00e3o de leite brasileira em 2021 foi de 35,3 bilh\u00f5es de litros, valor semelhante ao do ano de 2020, com a produ\u00e7\u00e3o se mantendo est\u00e1vel, como mostra o gr\u00e1fico 1.<br \/>\nGr\u00e1fico 1. Evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/srpE90ABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/srpE90ABF0413\"><\/p>\n<p>Entre as regi\u00f5es brasileiras, pela primeira vez na hist\u00f3ria, a regi\u00e3o Sul ultrapassou o Sudeste em volume produzido, com a regi\u00e3o representando 33,88% da produ\u00e7\u00e3o total, enquanto o Sudeste, 33,86%. Esse cen\u00e1rio se formou devido ao menor recuo de produ\u00e7\u00e3o no Sul do pa\u00eds. Enquanto a regi\u00e3o recuou -0,8%, o Sudeste apresentou varia\u00e7\u00e3o negativa de 1,8%. Desta forma, ambas regi\u00f5es apresentaram produ\u00e7\u00e3o semelhante, ocupando o primeiro e o segundo lugar do total do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O Nordeste aparece na terceira posi\u00e7\u00e3o, com crescimento de 12,8% - o maior (e \u00fanico) crescimento entre as regi\u00f5es - e um volume de 5,5 bilh\u00f5es de litros no ano, equivalente a 15,71% do total da produ\u00e7\u00e3o nacional. Por outro lado, a regi\u00e3o Centro-oeste teve diminui\u00e7\u00e3o de -3,2% na produ\u00e7\u00e3o e a regi\u00e3o Norte teve varia\u00e7\u00e3o negativa mais expressiva na produ\u00e7\u00e3o de leite em 2021, -9,5%, puxado principalmente pelos resultados do Rond\u00f4nia (-20,0%) e Acre (-10,6%).<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 2. Participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o total nacional em 2021 \u2013 por regi\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uyFSf7ABF0414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uyFSf7ABF0414\"><\/p>\n<p>Dentre os estados, Minas Gerais segue sendo o maior produtor de leite do pa\u00eds, com uma produ\u00e7\u00e3o de 9,6 bilh\u00f5es de litros (27,2% do total nacional) e sofrendo um recuo de -0,8% no volume produzido.<\/p>\n<p>O Paran\u00e1 e o Rio Grande do Sul s\u00e3o o segundo e terceiro estados com maior produ\u00e7\u00e3o, respectivamente. O Paran\u00e1 teve em 2021 uma produ\u00e7\u00e3o de 4,4 bilh\u00f5es de litros (-5,5% se comparado a 2020) e o Rio Grande do Sul 4,3 bilh\u00f5es de litros (+3,2% se comparado a 2020). Com este resultado, o Rio Grande do Sul encostou no Paran\u00e1, com resultado de produ\u00e7\u00e3o bem pr\u00f3ximo entre os dois estados.<\/p>\n<p>O grande destaque no ranking estadual foi para a 4\u00aa coloca\u00e7\u00e3o de estado de maior produ\u00e7\u00e3o, com Santa Catarina assumindo a posi\u00e7\u00e3o do estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 3. Participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o total nacional em 2021 \u2013 por estado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/wI0iddABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/wI0iddABF0416\"><\/p>\n<p>Dentre os munic\u00edpios de maior produ\u00e7\u00e3o, Castro\/PR segue na primeira posi\u00e7\u00e3o do ranking, seguido por Carambe\u00ed\/PR - que se manteve na segunda posi\u00e7\u00e3o - e Patos de Minas (MG), em terceiro. Estes tr\u00eas munic\u00edpios, apresentaram crescimento na produ\u00e7\u00e3o de 2021.<\/p>\n<p>Se comparado aos dados de 2020, Castro cresceu 4,9%, Carambe\u00ed 1,3% e Patos de Minas 5,7%. Lagoa Formosa apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 4% em sua produ\u00e7\u00e3o, ultrapassando Coromandel e atingindo a sexta maior produ\u00e7\u00e3o. O munic\u00edpio de Prata, que esteve entre os dez maiores produtores em 2020, teve varia\u00e7\u00e3o negativa de aproximadamente 10,7%, passando para d\u00e9cimo segundo.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao tamanho do rebanho, o \u00faltimo ano apresentou um efetivo de aproximadamente 15,9 milh\u00f5es animais, decr\u00e9scimo de 0,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, reflexo, dentre outros fatores, ao aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o. A produtividade se manteve em 2.194 litros\/vaca\/ano, bem como no ano de 2020.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m evidenciou que a quantidade de leite adquirido pelos latic\u00ednios sob inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria (25,1 bilh\u00f5es de litros), correspondeu a 71,2% do total produzido no Brasil em 2021. A produ\u00e7\u00e3o informal passou por uma varia\u00e7\u00e3o positiva de 1,4%, atingindo 28,8% da produ\u00e7\u00e3o total (aproximadamente 10,1 bilh\u00f5es de litros).<\/p>\n<p>Por fim, o valor m\u00e9dio nacional para o leite foi de R$ 1,93\/litro, acr\u00e9scimo de 21,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2020, resultando em um valor bruto de produ\u00e7\u00e3o de R$ 68,1 bilh\u00f5es, contra R$ 56,5 bilh\u00f5es em 2020, eleva\u00e7\u00e3o de 20,6% no valor total de produ\u00e7\u00e3o de leite em 2021. (Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado em com base em dados do IBGE)<\/p>\n<p><b>Nove em cada 10 lares t\u00eam internet<\/b><\/p>\n<p>O n\u00famero de lares com acesso \u00e0 internet segue aumentando no Rio Grande do Sul. O total de domic\u00edlios ga\u00fachos com o servi\u00e7o subiu para 91% em 2021, crescimento de cinco pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2019 (86%).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNesses locais, o celular mant\u00e9m o posto de principal dispositivo utilizado para conex\u00e3o.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do M\u00f3dulo de Tecnologia de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC), apurado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua, do IBGE, durante visitas do quarto trimestre.<\/p>\n<p>O levantamento tem como base mais recente a compara\u00e7\u00e3o entre 2019 e 2021, porque o estudo n\u00e3o foi realizado durante o ano de 2020 em raz\u00e3o da pandemia de coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>Em n\u00fameros absolutos, 3,947 milh\u00f5es dos 4,337 milh\u00f5es de lares ga\u00fachos tinham acesso \u00e0 internet em 2021. Em 2019, eram 3,654 milh\u00f5es dentre 4,250 milh\u00f5es de resid\u00eancias, segundo o IBGE.<\/p>\n<p>Olhando o recorte por n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios, pessoas com Ensino Fundamental incompleto (29%) e com Ensino M\u00e9dio completo (26,5%) t\u00eam destaque dentro do levantamento.<\/p>\n<p>Celular<br \/>\nA pesquisa aponta que o celular era o principal dispositivo de acesso \u00e0 internet em casa, sendo utilizado em 99,5% dos domic\u00edlios. Como uma resid\u00eancia pode contar com mais de um dispositivo, o computador ocupa a segunda posi\u00e7\u00e3o, sendo utilizado em 54,4% dos domic\u00edlios ga\u00fachos no ano passado (mesmo em queda desde de 2016). J\u00e1 a TV mostra avan\u00e7o como dispositivo para acesso \u00e0 rede no Estado, marcando presen\u00e7a em 51,3% dos lares.<\/p>\n<p>A parcela de domic\u00edlios e moradores ga\u00fachos que n\u00e3o utiliza internet recuou de 14%, em 2019, para 9% no \u00faltimo ano. Dentro desse grupo, 33,3% dos moradores afirmam que o principal motivo para n\u00e3o contar com o servi\u00e7o \u00e9 que \"nenhum morador sabia usar a internet\".<\/p>\n<p>O percentual de domic\u00edlios com televis\u00e3o apresenta retra\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul desde 2018. Em 2017, 98,4% dos lares ga\u00fachos tinham TV. Esse n\u00famero caiu para 98,1% em 2018, 98% em 2019 e ficou em 97,5% em 2021. A fatia de domic\u00edlios com acesso a servi\u00e7o de televis\u00e3o por assinatura tamb\u00e9m recuou no per\u00edodo, de 39%, em 2019, para 32,4% em 2021.<\/p>\n<p>Usu\u00e1rios<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o ao acesso individual no pa\u00eds, a pesquisa aponta que em 2021, 84,7% das pessoas de 10 anos ou mais no Brasil, o equivalente a 155,7 milh\u00f5es de habitantes, acessaram a internet. Esse percentual cresce desde 2016, quando 66,1% da popula\u00e7\u00e3o nessa faixa et\u00e1ria utilizou a rede.<\/p>\n<p>Os \u00edndices de pessoas que acessaram a internet no Norte (76,3%) e no Nordeste (78,1%) do pa\u00eds permaneceram inferiores aos alcan\u00e7ados nas demais regi\u00f5es, apesar de o aumento, entre 2019 e 2021, ter sido maior nessas grandes regi\u00f5es (6,3 e 8,1 pontos percentuais, respectivamente). No Brasil, 85,6% das mulheres usaram a internet no ano passado, um pouco acima do percentual apresentado pelos homens (83,7%).<\/p>\n<p>Em 2021, na popula\u00e7\u00e3o de 10 anos ou mais que usou a internet, o meio de acesso indicado pelo maior n\u00famero de pessoas foi o telefone celular (98,8%), seguido, em menor medida, pela televis\u00e3o (45,1%), o microcomputador (41,9%) e o tablet (9,3%). O mesmo cen\u00e1rio foi observado em rela\u00e7\u00e3o aos domic\u00edlios: entre 2019 e 2021, houve aumento do uso da televis\u00e3o para acessar a internet e redu\u00e7\u00e3o do uso do microcomputador e do tablet. Foi a primeira vez que a televis\u00e3o superou o computador como meio de acesso \u00e0 internet. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROL\u00d3GICO No 37\/2022 \u2013 SEAPDR <\/strong><\/em><br \/>\n<em>A pr\u00f3xima semana dever\u00e1 ter volumes expressivos de chuva RS. Na sexta-feira (23) e s\u00e1bado (24), o ingresso de ar seco e frio vai manter o tempo firme, com decl\u00ednio das temperaturas e possibilidade de geadas isoladas. No domingo (25), o tempo seco vai seguir predominando e a entrada de uma massa de ar quente favorecer\u00e1 o aumento da temperatura. Na segunda (26) e ter\u00e7a-feira (27), o deslocamento de uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o vai provocar chuva, com possibilidade de temporais isolados. Na quarta-feira (28), o ingresso de ar seco manter\u00e1 o tempo firme e as temperaturas amenas em todas as regi\u00f5es. Os volumes previstos dever\u00e3o oscilar entre 15 e 35 mm na maioria dos munic\u00edpios do RS. Na Zona Sul, Serra do Sudeste, Litoral, Regi\u00e3o Metropolitana e Serra do Nordeste os valores esperados poder\u00e3o superar 50 mm. <a href=\"http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\">Clique aqui e acesse os Boletins oficiais sobre clima e culturas elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural, Emater-RS e Irga.<\/a> O documento conta com uma avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas da semana anterior, situa\u00e7\u00e3o atualizada das culturas do per\u00edodo e a previs\u00e3o meteorol\u00f3gica para a semana seguinte. (SEAPDR) <\/em><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de setembro de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.748 CONSELEITE \u2013 SANTA CATARINA RESOLU\u00c7\u00c3O N\u00ba 09\/2022 A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 23 de Setembro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/09\/23\/23-09-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/09\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-10305","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10305","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10305"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10305\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10309,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10305\/revisions\/10309"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10305"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10305"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10305"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}