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17/06/2026

Porto Alegre, 17 de junho de 2026                                                          Ano 20 - N° 4.653


Com novidades e ativações, Grupo Piracanjuba amplia presença na Naturaltech

Companhia fortalece atuação em categorias ligadas à nutrição funcional, suplementação e bem-estar.

O Grupo Piracanjuba amplia sua presença na Naturaltech 2026, maior feira de produtos naturais da América Latina, e leva ao evento, pela primeira vez de forma integrada, um portfólio mais amplo de marcas e produtos voltados aos segmentos de nutrição, bem-estar, saudabilidade e performance. Entre os dias 10 e 13 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo, a companhia apresentará lançamentos, degustações, ativações e experiências que reforçam sua estratégia de expansão em categorias ligadas à nutrição funcional e especializada. 

Com um estande de 120 m², o Grupo reunirá marcas como Emana, Piracanjuba ProForce, Almond Breeze e Piracanjuba Health & Nutrition, além de soluções voltadas à nutrição funcional, como a linha de leites especiais Piracanjuba e bebidas com prebióticos. Os visitantes poderão conhecer lançamentos, participar de ativações interativas e adquirir produtos em uma loja exclusiva instalada no espaço. 

“A Naturaltech é uma oportunidade estratégica para apresentarmos a evolução das nossas marcas e fortalecer a conexão com consumidores e profissionais que acompanham as principais tendências de nutrição e bem-estar. Estamos levando ao evento soluções que refletem as transformações do mercado e reforçam nosso compromisso com inovação e desenvolvimento de produtos para diferentes perfis de consumo”, destaca Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba. 

Entre os destaques da participação está o lançamento do whey protein isolado Emana, disponível nos sabores chocolate e baunilha. Com 26g de proteína por porção, formulação 100% whey isolado, fonte de BCAA e embalagem de 450g, o produto amplia a atuação da marca no segmento de suplementação. O espaço dedicado à Emana também contará com área para experimentação de produtos, bar de drinks funcionais e uma ativação de escalada, conectando os atributos de movimento, energia e bem-estar ao universo da marca. 

Piracanjuba ProForce também apresenta o seu novo picolé, desenvolvido em parceria com a Jundiá Sorvetes. O lançamento marca a entrada da marca no segmento de gelados proteicos e reúne no produto 10g de proteína, zero lactose e zero adição de açúcar, disponível em três sabores.  

O portfólio levado à feira também inclui a bebida proteica Piracanjuba ProForce com 23g de proteína, formulada com 4g de colágeno, 5g de BCAA, fonte de fibras e vitamina D. Com mais proteína do que carboidratos, o produto é zero lactose, sem adição de açúcares, rico em cálcio, baixo em gorduras e adoçado com stevia.  

Para complementar a experiência, os visitantes poderão participar de desafios em bicicleta e concorrer a brindes exclusivos da marca. 

A Almond Breeze apresenta sua primeira bebida proteica vegetal no Brasil, disponível nos sabores caramelo salgado e manga com maracujá. Produzida localmente pelo Grupo Piracanjuba, responsável pelo licenciamento da marca no país, a novidade oferece 15g de proteína vegetal por porção e amplia o portfólio com uma opção alinhada ao crescimento do consumo de produtos à base de plantas. 

Já a linha Piracanjuba +Prebio Quinoa, Linhaça e Chia ganha reforço com os novos sabores frutas roxas e morango. As bebidas, prontas para beber, combinam fibras prebióticas, quinoa, linhaça e chia em uma formulação zero lactose e sem adição de açúcares, complementando o portfólio que já conta com as versões banana e maçã com mamão. 

No segmento de nutrição especializada, a Piracanjuba Health & Nutrition apresenta Plura, fórmula desenvolvida para crianças de 1 a 3 anos, enriquecida com prebióticos, ômegas 3 e 6, vitaminas e minerais. A marca também leva à feira a linha Excellence Care, composta pelas fórmulas Vital Care, voltada ao público 50+; Glico Care, indicada para dietas com controle glicêmico; e Total Care, desenvolvida para dietas com restrição de açúcares e lactose e compatível com terapias baseadas em GLP-1. 

O estande também reunirá a linha de leites especiais Piracanjuba, incluindo as versões Zero Lactose, A2 e Piracanjuba Protein com 10g de proteína, evidenciando a diversidade de soluções que compõem o portfólio da companhia para diferentes momentos e necessidades de consumo. 

Encontro com nutricionistas 

O Grupo Piracanjuba também promoverá o Nutri Experience, encontro exclusivo que reunirá cerca de 60 nutricionistas no dia 9 de junho, véspera da abertura da Naturaltech. Realizado em São Paulo, o evento será uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com profissionais da área, promover a troca de conhecimento e apresentar, em primeira mão, os principais lançamentos do portfólio da companhia. 

A programação contará com palestras de especialistas reconhecidos no mercado. O professor e pesquisador Dr. Antônio Lancha abordará o tema “Performance, saciedade e microbiota: tendências atuais de consumo”, enquanto o nutricionista e mentor Daniel Coimbra conduzirá a palestra “Desconectar para descansar: o sono como chave para mais saúde, equilíbrio e presença”. 

O encontro também reunirá profissionais e influenciadores de destaque no universo da nutrição e do bem-estar, entre eles Alessandra Bahmad, Mayra Bittar, Alice Paiva, Lilian Coelho, Beatriz Campos Maia e Marcela de Paula. Além de participarem do Nutri Experience, Mayra Bittar e Daniel Coimbra também estarão presentes no estande do Grupo Piracanjuba durante a Naturaltech, ao lado do casal Manu e Matheus, do perfil We Love, fortalecendo as ações de relacionamento e a geração de conteúdo ao longo do evento. 

As informações são da Assessoria de Imprensa da Piracanjuba. 


GDT 406º registra queda no índice e recuo generalizado nos preços

O 406º leilão da Global Dairy Trade (GDT) registrou queda de 2,80% no GDT Price Index, indicando uma nova rodada de ajuste nas cotações internacionais dos lácteos.

O 406º leilão da Global Dairy Trade (GDT) registrou queda de 2,80% no GDT Price Index, com preço médio de USD 3.979/tonelada. O resultado indica uma nova rodada de ajuste nas cotações internacionais dos lácteos, interrompendo o movimento recente de recuperação e recolocando o mercado global em um ambiente mais pressionado no curto prazo. 

Gráfico 1: Preço médio leilão GDT

Fonte: Global Dairy Trade (GDT)

Nos leites em pó, o movimento foi novamente negativo. O leite em pó integral (LPI) foi negociado a USD 3.589/tonelada, com queda de 3,1%, enquanto o leite em pó desnatado (LPD) atingiu USD 3.368/tonelada, recuo de 3,6%. O comportamento reforça a perda de sustentação do segmento, que segue como principal referência de formação de preços no comércio internacional de lácteos. 

Gráfico 2. Preço médio LPI

Fonte: Global Dairy Trade (GDT)

Entre queijos e manteiga, o movimento foi predominantemente de queda. A muçarela recuou 5,0%, sendo negociada a USD 3.750/tonelada, enquanto o cheddar caiu 3,4%, para USD 4.471/tonelada. A manteiga foi negociada a USD 5.516/tonelada, com recuo de 3,8%, acompanhando o movimento de ajuste do grupo. A gordura anidra do leite apresentou variação mais moderada, sendo negociada a USD 6.601/tonelada, com queda de 1,0%. 

Tabela 1. Preço e variação do índice dos produtos negociados no leilão GDT em 16/06/2026 

Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2026.

Volume negociado recua em período sazonal de menor produção 

O volume negociado totalizou 12.922 toneladas, queda de 10% em relação ao leilão anterior e recuo de 15% na comparação anual. O movimento ocorre em um período de entressafra na Nova Zelândia, quando a produção de leite tende a ser naturalmente menor no hemisfério sul.

Ainda assim, o recuo simultâneo de preços e volumes indica um ambiente de menor intensidade nas negociações, com menor disposição de compra no mercado internacional.

Gráfico 3. Volumes negociados nos eventos do leilão GDT.

Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2026.

Impacto nos contratos futuros

Na NZX, os futuros de leite em pó integral (WMP) seguem indicando um movimento de ajuste nas expectativas para os próximos meses. Os contratos em todos os vencimentos acompanhados registraram recuo nas negociações mais recentes, com a curva sendo reposicionada para níveis inferiores em relação às rodadas anteriores.

Esse comportamento está relacionado à expectativa de aumento sazonal da produção de leite a partir dos próximos meses em países como Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos, o que tende a elevar a oferta no mercado internacional e contribui para a pressão sobre os contratos futuros. 

Gráfico 4. Contratos futuros de leite em pó integral (NZX Futures)

Fonte: NZX Futures, elaborado pelo MilkPoint Mercado, 2026.

E como os resultados do leilão GDT afetam o mercado brasileiro?

O resultado do GDT 406º indica um ambiente internacional mais pressionado para os preços dos lácteos, o que tende a reduzir a sustentação vinda do mercado externo para o mercado brasileiro no curto prazo.

No Brasil, os leites em pó seguem com comportamento mais estável nas últimas semanas, enquanto o queijo muçarela apresenta dinâmica mais volátil às negociações entre indústria e varejo. Nesse contexto, embora o cenário internacional exerça influência sobre o mercado brasileiro, os efeitos tendem a ocorrer de forma gradual, já que a formação de preços no curto prazo depende principalmente de fatores domésticos, como demanda, estoques e dinâmica de negociação. 

O câmbio segue como variável importante na transmissão desse movimento, influenciando a competitividade dos produtos importados e a intensidade dos efeitos do mercado internacional sobre o mercado brasileiro. (Milkpoint)

El Niño 2026: o que o aquecimento no Pacífico pode significar para a produção de leite no Brasil?

Uma análise de 25 anos de dados realizada pelo time de Inteligência de Mercado do MilkPoint sugere que a pergunta mais importante talvez não seja se haverá El Niño - e sim o que ele fará com a temperatura e as chuvas nas diferentes regiões produtoras do país.

Com até 96% de probabilidade de estar ativo durante o verão brasileiro de 2026/27, o El Niño já voltou ao radar de produtores, consultores e empresas do agronegócio. E não é para menos. Os modelos climáticos indicam que o fenômeno pode atingir intensidade forte, potencialmente a maior desde o episódio de 2015/16.
Mas uma análise de 25 anos de dados realizada pelo time de Inteligência de Mercado do MilkPoint sugere que a pergunta mais importante talvez não seja se haverá El Niño — e sim o que ele fará com a temperatura e as chuvas nas diferentes regiões produtoras do país. Essa distinção pode parecer sutil, mas muda completamente a forma de enxergar os riscos para a produção de leite.

Um fenômeno que nasce no Pacífico e chega ao cocho das vacas

O El Niño é uma das fases do ENSO (El Niño-Oscilação Sul), principal mecanismo de variabilidade climática do planeta. O fenômeno ocorre quando as águas do Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal por vários meses consecutivos, alterando a circulação atmosférica global e redistribuindo chuva e temperatura ao redor do mundo.

No Brasil, os efeitos são conhecidos. O Sul costuma receber mais precipitação, enquanto Nordeste, Centro-Oeste e parte do Norte enfrentam condições mais secas. Há, porém, uma característica que muitas vezes passa despercebida: durante episódios de El Niño, as temperaturas tendem a subir em todo o país.

E é justamente esse aumento generalizado do calor que ajuda a explicar por que a pecuária leiteira é uma das atividades mais sensíveis ao fenômeno.

Os sinais para 2026 são robustos. Segundo a NOAA, a probabilidade de ocorrência do El Niño alcança 82% já entre maio e julho e chega a 96% durante o verão brasileiro. A temperatura na subsuperfície do Pacífico registra anomalias próximas de +8°C — superiores às observadas antes do histórico evento de 1997 — e as projeções indicam pico de +1,7°C no Índice Oceânico Niño (ONI), colocando o episódio na categoria de El Niño forte.

Na prática, isso significa maior risco de seca no Nordeste, déficit hídrico em partes do Centro-Oeste e temperaturas mais elevadas em praticamente todo o território nacional. No Sul, embora a tendência seja de mais chuva, isso não necessariamente representa uma vantagem. A experiência recente mostra que eventos fortes podem trazer precipitações concentradas e extremas, como as enchentes históricas registradas no Rio Grande do Sul em 2024.

O que 25 anos de dados revelam sobre clima e produção?

Para entender como essas mudanças chegam ao campo, o estudo analisou um quarto de século de informações sobre clima, produtividade agrícola e captação de leite em todas as regiões brasileiras. A primeira conclusão desafia uma percepção bastante comum: o El Niño, sozinho, explica menos do que parece.

Quando os pesquisadores observaram apenas as fases do ENSO, alguns padrões ficaram evidentes. No Nordeste, praticamente todos os piores anos para a soja ocorreram sob influência do El Niño. No Sul, o comportamento foi inverso, com os piores resultados concentrados em anos de La Niña. Já no Centro-Oeste, a produtividade da soja em anos de El Niño ficou, em média, cerca de 300 kg por hectare abaixo da observada durante episódios de La Niña.

Mas a história mudou quando a análise ficou mais sofisticada…

Utilizando modelos estatísticos capazes de separar os efeitos do clima dos avanços acumulados em genética, tecnologia e manejo, os pesquisadores descobriram que, entre 25 combinações de culturas e regiões avaliadas, apenas duas apresentaram um efeito direto do El Niño estatisticamente consistente.

Na soja do Nordeste, cada aumento de 1°C no ONI esteve associado a uma redução média de 211 kg por hectare. No milho segunda safra do Sul, observou-se um ganho médio de 637 kg por hectare em anos de El Niño, embora acompanhado por elevada variabilidade.

Nas outras 23 combinações analisadas, o fenômeno praticamente desapareceu como explicação direta para os resultados observados.

O que surgiu com força foi outro fator: a chuva

No milho primeira safra do Sul, cada milímetro adicional de precipitação por mês esteve associado a um aumento médio de 21,8 kg por hectare. Na soja da mesma região, o ganho foi de 15 kg por hectare. No sorgo do Nordeste, a resposta chegou a 24 kg por hectare para cada milímetro adicional de chuva. A mensagem era clara: para os grãos, o El Niño importa principalmente porque altera a distribuição das chuvas.

Quando o assunto é leite, o calor pesa mais que a chuva

Se a precipitação aparece como protagonista para as lavouras, na pecuária leiteira a variável dominante é outra.

Ao analisar a captação mensal de leite entre 2001 e 2025, os pesquisadores encontraram um resultado que se repetiu em todas as regiões do país: o calor reduz a produção. Mais do que isso, esse foi o efeito mais consistente e estatisticamente robusto identificado em todo o estudo.

No Norte e no Nordeste, cada grau Celsius adicional esteve associado a quedas entre 7,2% e 7,4% na captação de leite. No Sul e no Sudeste, as perdas foram menores, mas ainda relevantes, ficando em torno de 2,5% e 2,2%, respectivamente.

A diferença está relacionada ao próprio ambiente onde os animais produzem. Em regiões mais quentes, os rebanhos já operam próximos do limite de estresse térmico. Quando a temperatura sobe um pouco mais, os impactos aparecem rapidamente: menor consumo de alimento, queda na produção de leite e pior desempenho reprodutivo.

O efeito direto do próprio El Niño sobre a captação foi identificado de forma consistente apenas no Nordeste, onde cada aumento de 1°C no ONI esteve associado a uma redução média de 2,7% na produção, normalmente percebida cerca de dois meses após o pico do fenômeno.

Nas demais regiões, a influência do ENSO se mistura a outros fatores, como disponibilidade de forragem, manejo nutricional, preços e condições climáticas locais.

Em outras palavras: o El Niño não chega diretamente ao tanque de leite. Ele passa primeiro pela chuva, pelas pastagens, pelos grãos, pelo conforto térmico dos animais e pelas decisões tomadas dentro da fazenda.

Um alerta que vai além de 2026

Talvez a descoberta mais importante do estudo não esteja relacionada ao próximo El Niño, mas ao cenário em que ele irá ocorrer. As séries históricas mostram que o aquecimento das temperaturas se intensificou de forma clara a partir de 2013. Ou seja, o fenômeno que se forma agora não encontra o mesmo ambiente climático observado duas ou três décadas atrás. Ele se sobrepõe a uma tendência já estabelecida de aumento das temperaturas, especialmente nas regiões mais vulneráveis ao estresse térmico.

Por isso, olhar apenas para o índice que mede o El Niño pode ser insuficiente. As fases do ENSO continuam sendo um importante sinalizador climático, mas são a temperatura e a precipitação observadas em cada região que determinam o comportamento das pastagens, dos grãos e da produção de leite. 

No fim das contas, essa é a principal mensagem deixada pelos dados de 25 anos analisados pelo MilkPoint: mais importante do que perguntar se 2026 será um ano de El Niño é entender como calor e chuva irão se comportar na sua região. Desta vez, um eventual El Niño de grande magnitude poderá atuar sobre uma base climática já mais quente, ampliando riscos em um cenário que, por si só, já se mostra mais desafiador do que no passado. Porque é nesse nível — e não no meio do Oceano Pacífico — que os impactos realmente aparecem para quem produz leite. (Milkpoint)


Jogo Rápido

SOJA/CEPEA: Ritmo intenso dos negócios eleva cotações no BR; maior oferta limita altas
Cepea, 15/06/2026 – As negociações de soja em grão seguem aquecidas no Brasil. Além da demanda externa, indústrias nacionais intensificaram as aquisições nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, a maior atratividade da soja brasileira também foi impulsionada pela depreciação do Real frente ao dólar. Por outro lado, a ampla oferta global limitou avanços mais expressivos nos preços. O USDA reajustou a estimativa de produção mundial de soja da safra 2025/26 para o recorde de 429,2 milhões de toneladas, volume 0,4% superior ao projetado anteriormente e 0,3% acima da temporada passada. Dentre os principais produtores, o Brasil deve colher 180 milhões de toneladas, segundo o USDA, ligeiramente abaixo das 180,25 milhões estimadas pela Conab. Na Argentina, a projeção foi elevada para 50 milhões de toneladas, 4,2% acima da estimativa de maio, embora ainda 2,2% inferior ao volume produzido na safra anterior. O Brasil segue como o principal exportador mundial de soja na safra 2025/26 (de out/25 a set/26), com embarques estimados pelo USDA em 115 milhões de toneladas. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)