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crianças e leiteIndústria láctea tenta acompanhar a evolução de um mercado que se diversifica muito rapidamente Atualmente, o Brasil é um país que consome mais leite do que consegue produzir. Em pouco mais de meia década, o consumo no país cresceu 25%, passando de 142 litros/ano por habitante em 2008 para 178 litros/ano por ano em 2014. Para as empresas que querem aproveitar este mercado em crescimento, é importante acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor, elaborando, a partir daí, suas estratégias e medidas para manutenção da competitividade.  O contexto favorável ao mercado lácteo envolve diversos fatores, apontados no relatório do Sistema de Inteligência Setorial do Sebrae - Consumidor de produtos lácteos - características e comportamento. Entre eles, o aumento populacional e de renda per capita, a grande demanda da classe C e a segmentação do setor - com produtos de melhor qualidade e mais diversificados, voltados para diferentes públicos, como idosos, crianças, esportistas e outros.  Esse documento apresenta algumas tendências de mercado e indica como planejar e traçar estratégias para aproveitar oportunidades e maximizar resultados. O mercado de lácteos possui diferentes nichos que precisam ser atendidos.

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Em seu discurso nesta terça-feira, 6, durante a solenidade de transmissão de cargo de secretário de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, afirmou que uma de suas prioridades será a construção de uma agenda positiva para o setor lácteo gaúcho para mostrar a qualidade dos produtos aqui produzidos, bem como a importância do aumento de consumo de leite e seus derivados. A solenidade ocorreu no pátio da Secretaria da Agricultura com a presença de mais de quinhentas pessoas entre autoridades, produtores rurais, políticos e imprensa. A transmissão de cargo foi prestigiada pelo presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, o vice-presidente, Raul Amaral e o secretário Executivo Darlan Palharini. Após a cerimônia, Guerra agendou uma reunião como o novo secretário para tratar de uma agenda de trabalho para o setor lácteo. Polo disse que sua gestão será baseada no diálogo com todos os setores, com espírito de solidariedade para enfrentar as dificuldades econômicas do Estado. Acrescentou que a agricultura é um dos pilares da economia brasileira.

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KATIA ABREUUm novo planejamento para o setor de defesa agropecuária deverá ajudar o agronegócio brasileiro a ampliar suas exportações, avaliou nesta segunda-feira a nova ministra da Agricultura, Kátia Abreu, em seu discurso de posse. Nos últimos anos, a escassez de recursos tem dificultado o trabalho dos fiscais agropecuários, responsáveis por garantir a qualidade de produtos brasileiros fundamentais para o resultado da balança comercial brasileira, especialmente carnes e grãos. "A efetivação do planejamento de defesa agropecuária vai consolidar nossa participação nos mercados nos quais já estamos e também facilitar o acesso a outros mercados. Ampliar o comércio exterior vai ajudar o Brasil a crescer", disse Kátia, ao receber o cargo de seu antecessor, Neri Geller.

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O vento forte registrado no Interior trouxe estragos pontuais à produção gaúcha. Em Porto Lucena, houve problemas de acamamento em algumas lavouras. O agricultor Maiki Santimon, 22 anos, enviou imagem (abaixo) de como ficou uma área de cerca de cinco hectares da propriedade no município, onde cultiva milho para silagem.  Também houve casas destelhadas e uma plantação de verduras destruída – relata Maiki, em relação à situação em Porto Lucena.  Estragos que, no entanto, foram localizados em algumas regiões, segundo Cláudio de Jesus, presidente da Associação dos Produtores de Milho do Estado (Apromilho-RS).  A colheita do grão no Rio Grande do Sul, que deve somar 5,1 milhões de toneladas, segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento, já começou. Deve ganhar maior intensidade a partir do dia 16, quando será realizada a cerimônia oficial de abertura, em Horizontina. (Zero Hora) 

beneficios do leite para o organismoCom estimativas de aumento próximo a 10%, a produção brasileira de leite atingiu patamares recordes no primeiro e no segundo semestre de 2014. Apesar da estiagem prolongada, as margens positivas da primeira metade do ano incentivaram investimentos em produção, de acordo com relatório divulgado pelo Rabobank na quinta-feira (29/1). O banco holandês informa que a desaceleração da demanda ocorrida em parte em função do baixo crescimento econômico provocou o excesso de oferta no mercado interno. Como resultado, houve queda nas cotações ao longo de toda a cadeia. O preço pago ao produtor sofreu expressivos reajustes nos últimos dois meses de 2014 e encerrou o ano 11% com valores abaixo dos registrados ao final de 2013.

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Esgota-se no dia 31 de janeiro o prazo para o recolhimento da contribuição sindical. As guias de recolhimento podem ser emitidas a partir do site do Sindilat (www.sindilat.com.br), iniciando-se o procedimento pelo ícone CONTRIBUIÇÃO SINDICAL, com as seguintes etapas: 
 
1 – Digitar o CNPJ da Empresa;
2 – Digitar o CNPJ do SINDILAT/RS (92.956.101/0001-59) ou o Código Sindical (88607);
3 – Selecionar “Sind. Ind. Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul”; 
4 – Informar o Capital Social da Empresa e do Estabelecimento;
5 – Emissão de Guia e Impressão (o próprio sistema calcula o valor a ser pago). 
 
A contribuição sindical é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e calculada proporcionalmente ao capital registrado, conforme tabela elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).  O Sindilat coloca-se à disposição para esclarecer eventuais dúvidas, pelos telefones (51) 3211 1111 e (51) 3028 1529. (ComEfeito Comunicação Estratégica)