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16/04/2015

O resultado do leilão GDT desta quarta-feira (15/04) apresentou queda de -3,6% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.620/tonelada.

O leite em pó integral teve queda de 4,3%, sendo cotado a US$ 2.446/tonelada. No acumulado dos últimos quatro leilões, o leite em pó integral caiu 25,2%, anulando o movimento de reação de preços ocorrido entre janeiro e fevereiro, que havia sido reflexo de projeções de uma menor oferta na Nova Zelândia devido às condições climáticas.

O leite em pó desnatado também apresentou queda em seus preços, de -7,8%, sendo cotado a US$ 2.253/tonelada. O queijo Cheddar teve variação positiva nos preços, finalizando o leilão a US$ 2.888/tonelada, aumento de 2,7%.

Gráfico 1. Histórico de preços do gDT

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Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

O volume comercializado apresentou aumento de 10,5% com relação ao último leilão, com 25.596 toneladas vendidas.

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16/04/2015

DSC 2587Sistemas embarcados eletrônicos de controle de vazão e coleta de amostras de leite cru começarão a ser testados graças ao acordo de cooperação técnica assinado nesta quinta-feira (16/04), em Capão do Leão, no Centro de Pesquisa Agropecuária de Clima Temperado, entre o Sindilat, Embrapa e Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios Ltda. (Cosulati).

As condições sob as quais o leite cru refrigerado, independentemente do seu tipo, deve ser coletado na propriedade rural e transportado a granel são fundamentais, principalmente à conservação de sua qualidade até a recepção em estabelecimento submetido a inspeção sanitária oficial. Os equipamentos de cinco empresas que tecnologia brasileira, portuguesa e alemã serão instalados nos caminhões da cooperativa para testes práticos.

Para o presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, é importante salientar que o maior controle de todo o processo desde a coleta de leite da propriedade rural até a chegada na indústria dará maior transparência e controle da rastreabilidade dos processos e qualidade dos produtos lácteos. Ele ressalta que o próximo passo será desonerar estes equipamentos para viabilizar a compra pelas cooperativas e indústrias, Entre as vantagens, salienta a eliminação de erros de medição como desnivelamento dos tanques, alteração física da régua, alteração dos pontos de apoio da régua, que provocam perdas significativas para a cadeia produtiva.

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15/04/2015

Não é apenas a chamada "agricultura empresarial" que pressiona o governo a antecipar o anúncio das condições de contratação de crédito rural na safra 2015/16, que começa em julho. A agricultura familiar também está ansiosa para saber o que Brasília lhe reserva para a novo ciclo, e se movimenta para tal.

Em encontro marcado para essa quarta-feira no Palácio do Planalto, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag) fará a sua parte: pedirá à presidente Dilma que os recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) sejam ampliados para R$ 30 bilhões. O jornal Valor Econômico apurou que a o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), responsável pelo Pronaf, vislumbra um volume mais conservador, de R$ 28 bilhões. Em 2014/15, foram R$ 24 bilhões.

Como no caso dos grandes, os pequenos agricultores também têm perdido o sono por causa da tendência de aumento dos juros que serão oferecidos pelo governo na concessão dos empréstimos para o segmento. O Ministério da Agricultura considera que a taxa média das linhas de crédito rural para a agricultura empresarial deverá subir para 8% ou 8,5% ao ano, ante o patamar de 6,5% de 2014/15. As taxas tanto do Plano Safra quanto do Pronaf são preferidos pelo mercado pois contam com juros equalizados pelo Tesouro - logo são menores que os juros livres, que não têm subsídios.

No caso da agricultura familiar, o MDA entende que as taxas de juros aplicadas em linhas para custeio e investimento para demandas menores de crédito poderão ser mantidas. É o caso de empréstimos pelo Pronaf que envolvem limites baixos de financiamento: até R$ 10 mil com juros de 1,5% ao ano e entre R$ 10 mil a R$ 30 mil com juros de 2% (ambos para custeio) e até R$ 10 mil para investimento a taxas de 1% ao ano. Os técnicos da Pasta em contato com a Fazenda dizem que essas taxas deverão permanecer.

Já para limites maiores de financiamento, o mais provável é que as linhas do Pronaf sofram a mesma alta de juros (de 2 a 2,5 pontos percentuais) que deverá atingir as opções do crédito rural empresarial: os empréstimos que superarem o total de R$ 30 mil (e até R$ 100 mil) para custeio poderão ter a taxa elevada de 3,5% para 5,5% ou 6%, e os que tiverem valor superior a R$ 100 mil (e até R$ 300 mil) para investimento (Pronaf Mais Alimentos) devem ter juros ampliados de 2% para 4,5% ou 5%.

O MilkPoint já citou o Pronaf como opção de crédito rural nessa matéria de março.

O Pronaf Mais Alimentos hoje figura entre as linhas com maior desembolso e financia maquinário agrícola a juros mais baixos que os praticados pelo mercado. "É provável que essa linha também não fuja do aumento de juros", revelou uma fonte do governo que participa das discussões em torno do programa.

Alberto Brochi, presidente da Contag, reconhece a realidade de ajuste fiscal proposto pelo governo e o ritmo mais lento da economia, mas diz que a entidade, aliada a outros movimentos sociais ligados ao campo, insistirão para que não só os recursos continuem aumentando como os juros fiquem exatamente onde estão.

"Queremos que a presidente Dilma negocie com o ministro Patrus Ananias [MDA] para que a agricultura familiar conte com R$ 30 bilhões no Pronaf. Vamos pedir para não aumentar juros nem para linhas de menor valor, nem para as de limite maior", destacou Brochi. Mas, antes de o governo encerrar as discussões sobre o Pronaf, primeiro precisará colocar um ponto final nas condições do novo Plano Safra da agricultura empresarial, que deverá ser anunciado até meados de maio. Na semana passada, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, André Nassar, adiantou que a Pasta trabalha para que o Plano conte com R$ 176 bilhões em recursos. Na temporada passada (2014/15), foram R$ 156 bilhões ¬ dos quais R$ 112 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 44,1 bilhões para os programas de investimento.

Nassar informou, ainda que a prioridade é de "no mínimo manter" o montante com juros subsidiados pelo Tesouro para custear a safra 2014/15 (R$ 89 bilhões). No total, os recursos com juros controlados somaram R$ 132,6 bilhões no atual Plano Safra, que terminará no próximo mês de junho. Entram na conta dos juros controlados os subsídios que o governo banca para que as taxas ofertadas no crédito rural sejam mais baixas. Entretanto, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já repetiu reiteradas vezes que o volume total de recursos destinados à equalização de juros deverá cair nos próximos anos. O jornal Valor Econômico apurou que o Tesouro gastou mais de R$ 10 bilhões para equalizar as taxas de juros do crédito rural no atual Plano Safra.

Entretanto, Nassar admitiu que só será possível alcançar os R$ 176 bilhões com cerca de R$ 20 bilhões em recursos a juros livres, que contam com recursos próprios de instituições como o Banco do Brasil ¬ líder no desembolso de crédito rural no país, com 64% do mercado. O BB liberou R$ 53 bilhões entre julho de 2014 e 27 de fevereiro deste ano ¬ uma alta de 12% frente aos R$ 47 bilhões registrados no mesmo intervalo da safra 2013/14.

O Banco do Brasil, entretanto, enfrenta um problema decorrente do atual cenário composto por juros altos, dólar valorizado e economia brasileira em ritmo desacelerado: insuficiência de recursos de depósito à vista e poupança rural, as tradicionais fontes de crédito rural, para liberar financiamento de pré¬-custeio para a safra, como disse ao jornal Valor Econômico seu vice¬-presidente de Agronegócio, Osmar Dias.

Segundo ele, a demanda atual por esse crédito é da ordem de R$ 7 bilhões e para atendê¬la o banco já está ofertando outra linha, com juros livres, embora a juros de 9,5% (maiores que os 6,5% do pré¬custeio com juros equalizados). Produtores rurais vêm reclamando de que o banco não está concedendo esses empréstimos, usados geralmente de abril a junho para custear a compra de insumos agrícolas.

A ministra Kátia Abreu, no entanto, informou terça-feira (14), ao sair do Ministério da Fazenda, acompanhada pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda), que ainda hoje serão anunciadas novas regras para garantir oferta de crédito para o pré¬-custeio. " O pré¬custeio será anunciado amanhã. Acabamos de decidir: serão R$ 7 bilhões pelo BB para agricultura geral [todos os portes de empresários] e mais R$ 2 bi pela Caixa que serão ofertados dentro do Pronamp [linhas de crédito para médios produtores] a juros menores". Ela não informou, porém, quais serão os juros. (Valor Econômico)

15/04/2015

financas empresariaisApós deixar uma reunião na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), entidade que tem criticado duramente o aumento de impostos do ajuste fiscal, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro, admitiu ontem a possibilidade de alterações que melhorem a competitividade da indústria nas medidas que tramitam no Congresso Nacional. “Há um espaço para mudanças que se coloca sempre na tramitação de muitas dessas medidas no Congresso Nacional.”

Monteiro comentou a reclamação do setor industrial de que este está sendo mais prejudicado pelo ajuste promovido pelo governo. “O melhor ajuste fiscal é aquele que impõe custos a todos. Quando um processo de ajuste só impõe custos a um setor, é porque ele está se dando de maneira inadequada”, disse.

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15/04/2015

O Curso SIPS Básico Online sobre Sistema Intensivo a Pasto com Suplementação está com inscrições abertas. O curso se inicia assim que é confirmada a inscrição. São 30 dias de vídeo-aulas ministradas pela Internet por Wagner Beskow, Ph.D., pesquisador/consultor e sócio-diretor da Transpondo, num total 42 horas. Beskow explica que o sistema intensivo a pasto com suplementação (SIPS) é fruto de 22 anos de pesquisa. “Até que chegássemos a uma metodologia que conseguisse equilibrar alta produtividade por vaca e por hectare, baixo custo por litro de leite produzido, alto resultado econômico líquido, bem estar animal e, sobretudo, satisfação de todos os envolvidos na produção, foram anos de erros e acertos”, revela. "Imagine partir do melhor conhecimento dos EUA e da Nova Zelândia e fazer algo nosso, para as nossas condições", explica o pesquisador.

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14/04/2015

leiteee2O Conselho Brasileiro de Qualidade de Leite (Cbql) estará realizando o “VI Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite”, no período de 23 a 25 de setembro, na cidade de Curitiba/PR, no Centro de Eventos Sistema Fiep. O evento discutirá temas relevantes à cadeia produtiva do leite, além de debater novas proposições buscando a melhoria da qualidade do leite, visualizando a situação atual e o futuro da atividade no Brasil. O Congresso contará com especialistas renomados em suas áreas de atuação, e será ponto de encontro de profissionais, criadores, estudantes de áreas afins, pesquisadores, empresários laticinistas e da indústria, de vários seguimentos envolvidos com a pecuária leiteira. (Sistema Ocepar)

14/04/2015

leiteee2Com as duas principais fábricas de vacinas contra febre aftosa paralisadas no país devido a "não conformidades" com as normas de biossegurança que definiu, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura decidiu suspender por um ano a vigência de algumas dessas regras, desagradando a empresas do segmento que têm unidades em operação.

Conforme a Instrução Normativa (IN) nº 4 da SDA, publicada ontem no "Diário Oficial da União", ficam suspensos por doze meses, prorrogáveis por igual período, alguns artigos e incisos da Instrução Normativa nº 5, de março de 2012, legislação que atualizou os parâmetros de biossegurança de fábricas de vacina contra o vírus.

Entre as medidas suspensas estão, por exemplo, a obrigatoriedade de que o tanque de efluentes esteja em uma área biocontida ou seja, com pressão atmosférica negativa para evitar o escape do vírus e a determinação de que o sistema de tratamento de ar seja em "duplo paralelo", evitando que um problema paralise a área. Também foram suspensas regras para o banho dos funcionários da área biocontida.

Na prática, a nova IN deverá permitir a retomada da produção de vacinas da mineira Vallée, responsável por cerca de 50% da produção nacional de vacinas contra aftosa. Outra possível beneficiada é a Merial, cuja unidade de Paulínia (SP) está parada há um ano. Controlada pela farmacêutica francesa Sanofi, a Merial respondia por 20% das vacinas contra aftosa produzidas no país até ser suspensa pelo Ministério da Agricultura para que pudesse se readequar à normativa de 2012.

Ricardo Pinto, diretor comercial da Vallée, elogiou a decisão do ministério, e afirmou ter sido pego de surpresa. "Acho que foi uma tentativa do ministério de deixar as empresas terem um tempo para fazer suas adaptações sem conspurcar a biossegurança e a manipulação do vírus", argumentou o executivo.

Na semana passada, a Vallée recebeu uma inspeção de fiscais do ministério para verificar se haviam sido realizadas as adequações pedidas desde que a unidade de Montes Claros (MG) foi lacrada, no início de 2014. Segundo Pinto, a empresa adequou seu tanque de efluentes, um dos problemas apontados pelo ministério, e ele já considerava a medida suficiente para que a fábrica fosse liberada. Apesar disso, ele reconhece que só completará as adequações no segundo semestre, quando equipamentos encomendados na Alemanha deverão chegar ao país.

Se a medida agradou a Vallée, do lado insatisfeito estão empresas que investiram dezenas de milhões para construir fábricas novas em consonância com as regras da IN nº 5, segundo fontes do segmento. Entre elas estão Innova (controlada por Hertape e Eurofarma) e a paulista Ourofino.

Do ponto de vista comercial, a paralisação das fábricas de Vallée e Merial abriu uma janela de oportunidade para que as empresas concorrentes, que operam com capacidade ociosa, ganhassem participação de mercado sobretudo na segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra aftosa, programada para novembro. O momento era considerado oportuno, pois por muitos anos o "excesso" de capacidade instalada dificultou a amortização do investimento nas fábricas.

Do ponto de vista sanitário, um executivo ouvido pelo Jornal Valor Econômico também questionou a suspensão das normas. Segundo ele, não se pode correr o risco de vazamento de vírus. Ele também defende que não havia qualquer risco de desabastecimento do mercado. (Valor Econômico)

14/04/2015

leiteee2A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), que participa de grupo de trabalho que trata a questão da garantia de procedência do leite gaúcho, informou que o grupo trabalha para o "regramento" da cadeia. Conforme o presidente da Comissão do Leite da Federação, Jorge Rodrigues, não se trata de criar legislações ou mudar as que já estão em vigência, mas normatizar o processo produtivo. "A lei já existe, com punição para quem comete crime. Nós estamos aqui preocupados em fazer um regramento, onde possamos ser reconhecidos, não apenas no mercado interno, mas também nos mais exigentes, como um produto de qualidade.”

Os trabalhos do grupo se iniciaram no Conselho Técnico Operacional para Pecuária de Leite do Fundesa no fim do ano passado e vêm evoluindo ao longo de 2015. O objetivo é encontrar soluções de segurança que garantam todo processo da cadeia produtiva até a chegada ao mercado consumidor. O leite do Rio Grande do Sul vem sendo marcado por sucessivas denúncias de fraudes, como adição de produtos estranhos ao leite, envolvendo principalmente a etapa de transporte da matéria-prima.

Para isso, um dos pontos mais importantes debatidos é o transporte do produto. Para o regramento da atividade, estão sendo realizados estudos de viabilidade, inclusive de equipamentos, com a participação do Conselho Técnico do Fundesa, Conseleite e técnicos da Secretaria da Agricultura do Estado.

Rodrigues explica que o trabalho é necessário para que as regras estipuladas sejam passíveis de execução e com plenas condições de fiscalização, além de atender à legislação e aos programas estadual e federal. “Não adianta estabelecermos regras e não termos como praticá-las e fiscalizá-las da forma correta. Na verdade nós estamos aqui tratando de aprimoramento”, completa.

Para o dirigente, a garantia de que os procedimentos serão efetivamente cumpridos e controlados confirmará a qualidade do produto. “De nada vale criarmos um programa maravilhoso no desenho se depois, na execução, terminarmos não cumprindo o regulamento proposto. Aí não haverá reconhecimento dessa qualidade”, conclui. (Portal DBO e da Assessoria de Comunicação FARSUL)

14/04/2015

5454O Workshop ABLV & G-100 “Sobre Avaliação de Riscos”, a ser realizado na Universidade de Passo Fundo no dia 28 de abril, das 14h às 18h, debaterá sobre a origem, coleta, análise e seleção da matéria-prima, desde a fonte primária até a plataforma da indústria” leiteira. As inscrições estão abertas até o próximo dia 24 e podem ser feitas no link a seguir:

http://bancogeral.com.br/workshops-ablv-g100

Em breve, esse workshop também será realizado em São Paulo, Goiânia, Belo Horizonte e Garanhuns (PE). Promovido pela ABLV (Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida) e G100 (Associação Brasileira de Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios), com patrocínio da SIG e apoio do SINDILAT/RS. (ComEfeito Comunicação Estatégica)

leiteee2A política definida Conaprole terça-feira um ajustamento do preço pago ao agricultor março. Esta é uma baixa média de 4% por quilo sólido em relação a fevereiro, o presidente da cooperativa, Álvaro Ambrois, informou a Bolsa Tempo programa de rádio Rural.

O conjunto inclui um aumento do suplemento de "fundo de estabilização" e caindo bônus Verão. Assim, para 3,87% de gordura e 3,36% de proteína, os produtores médios Conaprole receber $ 127,68 por quilo de sólidos ($ 9,23 / litro).

Ambrois explicou que eles estão usando o fundo de estabilização para amortecer este baixo preço que não reflete o que está acontecendo no mercado externo. "Ele está tendo tempo para reverter essa situação", disse ele.

Ele confirmou que, neste momento, é cortar o comércio com a Venezuela, mas disse que "não é diferente do que aconteceu em outras oportunidades."

Inserção no mundo e melhorar a renda para diferentes mercados é essencial para a leiteria local, disse Ambois. (Blasina and Associates)