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As indústrias gaúchas ganharam, nesta segunda-feira (15/4), uma aliada junto ao poder Legislativo do Estado: a Frente Parlamentar da Industria Gaúcha. Proposta pelo deputado estadual Fábio Branco, a ideia foi oficialmente lançada em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre.

Além de Branco, o evento contou com as presenças do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Estado, Ruy Irigaray, do presidente da Fiergs, Gilberto Petry e do vice-presidente da Fiergs e coordenador do grupo de Política Industrial da federação, Carlos Alexandre Geyer.

O secretário executivo do Sindicato das Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, que prestigiou o evento, destaca que a iniciativa é positiva e que a expectativa é de que os deputados consigam resolver os gargalos da produção industrial. “Até então, só tínhamos um grupo assim na Câmara Federal. A missão desta nossa frente parlamentar é muito grande. Temos questões sérias a resolver como carga tributária elevada, falta de infraestrutura nas estradas e de energia elétrica no campo, por exemplo”, cita.

Palharini também aposta na interlocução do grupo nos pleitos do setor leiteiro junto ao governo federal e na pluralidade de partidos em sua composição. “É muito importante que essa frente possa contar com todos os partidos”, diz. A participação será aberta a todos os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado. Os trabalhos começarão em breve segundo declaração do deputado Fábio Branco. "Vamos abrir o convite para quem quiser participar e começar a planejar como será nosso trabalho a partir de agora", completa.

As novas diretrizes do Grupo de Trabalho de Proteína Animal do Rio Grande do Sul para este ano começaram a ser traçadas na manhã desta quinta-feira (12), durante reunião que aconteceu na sede do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) com representantes do governo do Estado e entidades da cadeia produtiva de proteína animal.

O vice-presidente do BRDE,Luiz Corrêa Noronha, destacou a importância do grupo e o empenho dos representantes do governo em seguir discutindo e fomentando soluções para os gargalos da produção de proteína animal no Estado. Representando a indústria láctea gaúcha, o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, afirmou que cada cadeia ligada ao segmento de proteína animal apresenta demandas específicas "No setor dos lácteos, uma das principais demandas refere-se às instruções normativas (IN) 76 E 77", exemplificou,referindo-se às novas normas do Ministério da Agricultura para o setor leiteiro do país. Segundo o dirigente, é necessário que o grupo priorize as demandas que englobam todas as cadeias e as organize em blocos.

Todas as entidades que representam o setor da proteína animal no Rio Grande do Sul, juntamente com o setor público, confirmaram a necessidade de reavaliar os eixos de trabalho que foram estabelecidos durante a gestão do ex-governador José Ivo Sartori. A partir desse diagnóstico, serão traçadas novas estratégias para combater os gargalos que pesam sobre os agentes envolvidos na cadeia produtiva.

Foto: Camila Silva

O Pub do Queijo, espaço gastronômico que já se consagrou na Expointer, é uma das novidades da Feira da Loucura por Sapatos de 2019, que começa nesta quinta-feira (04/4) e vai até dia 14, em Novo Hamburgo (RS). A atração é promoção do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) que, em conjunto com o 10ª Festival de Cervejas Artesanais, chega nos pavilhões da Fenac para agregar sabor ao espaço gastronômico do local. 
 
O carro-chefe dessa edição do PUB é o queijo coalho no palito, que terá um forno especial para assar 30 palitos por vez. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, afirma que promover o espaço na Fenac é uma forma de se aproximar de outros eventos que venham a ocorrer na feira e um preparativo importante para a Expointer. “O queijo é ideal para a harmonização com cervejas e chopes, ainda mais artesanais. Estamos indo para criar um conceito e colher experiências”, afirma. Além do queijo coalho no palito, também serão preparadas tábuas com queijos especiais. 
 
Segundo a gerente de comunicação da Fenac, Kitty Schmitt, são esperadas 100 mil pessoas durante os 11 dias de evento, que vem se consolidando não só como uma feira do setor calçadista, mas como entretenimento. “O público vem cada vez mais preparado para aproveitar o espaço gastronômico”, diz. No local, haverá atrações musicais todos os dias, para promover momentos de happy hour. A feira abre todos os dias às 10h e encerra suas atividades às 21h.
 
Crédito: Jantroyka/ iStock

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS) estuda ações para levar ao campo conhecimento e esclarecimento sobre o que preconizam as novas instruções normativas do Ministério da Agricultura (Mapa) para garantir a qualidade do leite, as INs 76 e 77. A primeira delas será a realização de seminários e debates nas principais regiões produtoras de leite do Rio Grande do Sul, como Passo Fundo, Lajeado, Ijuí, Santa Rosa, Erechim e Pelotas.

A decisão atende à orientação do próprio Mapa, exposta na última reunião da Câmara Setorial do Leite. De acordo com o presidente do Sindilat-RS, Alexandre Guerra, a intenção é que os produtores possam tirar suas dúvidas e as normas possam ser operacionalizadas a pleno. “Em abril, voltaremos ao Ministério da Agricultura para alinhar a execução destes seminários”, revela. A reunião, prevista para a segunda quinzena de abril, poderá contar com dois representantes por indústria associada ao sindicato.

O assunto foi abordado na reunião de associados do Sindilat, realizada nesta quarta-feira (27/03), em Porto Alegre. Na ocasião, o grupo também tratou sobre a competitividade do setor e ações de marketing para fomentar o consumo do leite.

Foto: Letícia Breda

O mês de março está sendo marcado pela estabilidade no preço do leite padrão produzido no Rio Grande do Sul. Segundo indexador projetado para este mês pelo Conseleite, o valor de referência ao produtor é de 1,1365, pouco abaixo do preço consolidado em fevereiro/2019 (1,1366). Os dados foram apresentados nesta terça-feira (26), pelos integrantes do Conseleite, durante reunião na Casa da Emater, na Expoagro Afubra, em Rio Pardo.

“Vemos um início de ano com cotações mais estáveis e acredito que esse cenário deve perdurar nos próximos meses”, afirmou o professor da UPF, Marco Antonio Montoya. Para este mês, o levantamento apresentado pelo Conseleite indica uma valorização de 0,84% no UHT no confronto com março/2018, indicador que sobe para 22,54% no caso do leite em pó. “Estamos em um período de manutenção do preço do leite e, ao mesmo tempo, ingressamos em uma época de baixa captação no Estado que vai se estender até abril”, destaca o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. Para o presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, os próximos 30 dias devem indicar o cenário mais consolidado do comportamento do mercado após um período com cinco meses de queda seguido pela alta de fevereiro e, agora, diante do cenário de estabilidade de preços.

O setor ainda debateu a necessidade de adequação dos produtores às INs 76 e 77, que entram em vigor ao final do mês de maio. De acordo com Guerra, a cadeia leiteira também está atenta e na expectativa quanto à prometida sobretaxação ao leite em pó da União Europeia.

Tabela 1: Valores Finais da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ – Fevereirode2018.

Matéria-prima Valores Projetados Fevereiro/18 Valores Finais

Fevereiro/18

Diferença

(Final – projetado)

I –Maior valor de referência 1,2813 1,3070 0,0257
II – Preço de referência IN 621 1,1142 1,1366 0,0223
III – Menor valor de referência 1,0028 1,0229 0,0201

 

Tabela 2: Valores Projetados da Matéria-Prima (Leite) de Referência1IN 62, em R$ –Marçode 2018.

Matéria-prima Março*/18
I –Maior valor de referência 1,3069
II – Preço de referência IN 62 1,1365
III – Menor valor de referência 1,0228

A Embrapa Gado de Leite está aproveitando a Expodireto Cotrijal para divulgar e ampliar o alcance do desafio tecnológico Ideas for Milk entre os estudantes de zootecnia, veterinária, agronomia e das escolas agrícolas. Idealizado para aproximar as tecnologias do sistema 4.0 do campo, o concurso que já teve três edições terá a próxima no segundo semestre deste ano.

O analista do núcleo sul da Embrapa Gado de Leite, que recebeu um grupo de jovens alunos nesta quinta-feira (14/3) na feira, Rogério Dereti, explicou aos jovens o que é o desafio e sua importância para os produtores e para a cadeia leiteira como um todo. O grupo conheceu também cinco startups e as agritechs vencedoras das últimas edições do concurso, que, inclusive ele, já estão fechando negócios no evento. “As equipes participantes do Ideias for Milk têm um professor orientador, trazem ideias ou protótipos das tecnologias e propõem modelos de negócio para melhorar a rentabilidade do produtor de leite”, explica.

Agtechs vencedoras Ideas for Milk 2018 que estão na Expodireto

Primeiro lugar 2018– O empreendedor e zootecnista Cristian Martins da OnFarm, de Pirassununga (SP), desenvolveu um kit de tecnologia para identificar as principais bactérias causadoras da mastite. A agtech apresentou as ferramentas que permitem a detecção da doença na própria fazenda e com diagnóstico em 24 horas: o SmartKit, com todos os materiais necessários para a aplicação dos testes; o SmartLab, uma espécie de cabine portátil; e o OnFarmApp, aplicativo de gestão que controla todas as etapas da análise.

Segundo lugar 2018 - A gaúcha Cowmed (Santa Maria/RS) idealizou uma coleira com chip capaz de medir os principais parâmetros comportamentais dos animais (tempo de ruminação ou ócio, de forma individual e coletivamente). Os dados são enviados para um servidor virtual e capturados pelo sistema de Inteligência Artificial denominado VIC. A ferramenta analisa os animais e faz alertas aos produtores sobre períodos importantes, como cio, melhor momento para a inseminação, doenças e outras alterações no rebanho.

Terceiro lugar 2018 - A Z2S Sistemas Automáticos, pré-incubada da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade de Passo Fundo (UPF), apresentou um sistema automático de limpeza de ordenhadeiras canalizadas. A solução possui três sistemas que podem ser usados individualmente ou integrados. Com alguns toques, a limpeza é realizada de forma automática e inclui controle e monitoramento de temperatura e dosagem dos produtos químicos. A solução reduz consideravelmente a Contagem de Bacteriana Total do leite, algo que pode ser visualizado nas análises do leite cru antes e pós uso do sistema.

Terceiro Lugar 2017 – Proposta de uma ordenhadeira móvel que tem um conceito construtivo para a sala de ordenha e sala de leite, em módulo tipo container, que chega pronto na propriedade, dispensando outras obras. O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro agrícola Andrew Jones, da AJAGRO.

Foto: Catarine Mattiazzi

A 15ª edição do Fórum Estadual do Leite, realizado na manhã desta quarta-feira (13), na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, começou com clima de otimismo e esperança após o discurso do secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Covatti Filho. Os integrantes da cadeia produtiva leiteira, que lotaram o auditório central do Parque de Exposições, escutaram o compromisso e o engajamento do secretário, que saiu em defesa das demandas do setor com o Mercosul, da ampliação do uso de forrageiras pelos produtores e com relação ao fim do subsídio sobre a energia elétrica utilizada pelos produtores rurais. “Conversamos com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que nos sinalizou que o subsídio será mantido e prorrogado por um ano. Após esse prazo, serão feitas algumas adequações”, afirmou o representante do executivo gaúcho no evento.

As mudanças no cenário produtivo do leite dos últimos anos e a necessidade de implementação de tecnologias de produção para que os pequenos produtores não sejam engolidos pelos grandes, e para que consigam produzir para multinacionais, norteou a manhã de palestras no Fórum Estadual do Leite. O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, foi o responsável por abordar esse novo tempo para o setor leiteiro, comparando a cadeia produtiva do passado com a que pode se transformar a partir do uso da Tecnologia da Informação (TI), dos jovens e suas ideias criativas e de grandes players que já perceberam a importância da cadeia produtiva do leite, a exemplo de Microsoft, Cisco, IBM, TOTVS, entre outras gigantes.

Chefe geral Embrapa gado de leite, Paulo do Carmo Martins, em fala durante o evento

“É essencial que haja uma adequação às novas demandas dos clientes. Não podemos nos acomodar”, destacou Martins, ao apontar que o mundo atual é o do compartilhamento – de conhecimentos, de produtos e de serviços. “O novo mundo e a nova economia mudaram a lógica da produção”, frisou, chamando a atenção para a transformação que se avizinha também ao setor do leite. Citou o Ideas for Milk, desafio de startups que vem ao longo dos anos destacando grandes inovações voltadas exclusivamente ao setor leiteiro. “O mundo digital veio para resolver grande parte dos nossos problemas”, afirmou Martins.

O economista da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, lembrou que o setor, em 2017, pagou fortemente pelo ‘preço’ da crise, quando em apenas um ano foram perdidas conquistas equivalentes a oito anos em termos de consumo. “Estamos, porém, na terceira posição na produção mundial e não figuramos entre os maiores importadores, nem exportadores”, afirmou o economista. No período 2000-2017, destacou Carvalho, o Brasil foi o país que apresentou o segundo maior crescimento em produção do mundo. “Crescemos 65% e só perdemos para a Nova Zelândia”, afirmou. Metade desse crescimento ocorreu nos estados da Região Sul (35,7%). De acordo com Carvalho, a área agricultável do Brasil equivale ao território de 33 países do continente europeu. Esse fato demonstra que a produção agrícola e pecuária do país ainda tem muito a crescer, mas é preciso ampliar a eficiência para melhorar a competitividade.

O economista da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho

Uma das idealizadoras do movimento #bebamaisleite, Ana Paula Menegatti, falou sobre as ações realizadas pelo Brasil em prol da conscientização de crianças e adultos sobre os benefícios da ingestão de leite. Para isso, por meio de parcerias com indústrias, ela e a sócia Flávia Fontes utilizam diversas ferramentas que vão desde eventos próprios até promoção de palestras e debates com celebridades que também apreciam a bebida, além de médicos e especialistas na área.

Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, as palestras do Fórum Estadual do Leite evidenciaram a necessidade de adoção de atitudes rápidas e concretas por parte do setor para seja possível melhorar a competitividade da cadeia produtiva. “Isso é fundamental para que possamos continuar neste mercado competitivo e globalizado”, disse, chamando a atenção para a necessidade de que a produtividade por animal seja ampliada. Como consequência, pontua Guerra, os custos de logística e de operação reduzem, permitem uma readequação da indústria e possibilitam que o país deixe de ser importador para se tornar uma nação exportadora de lácteos. “Temos muito trabalho a ser feito e esses desafios devem ser encarados como oportunidades”.

O Fórum Estadual do Leite é uma promoção da Cotrijal e da CCGL, com apoio do Sindilat, da Sementes Adriana e do Senar/RS.

Fotos: Thaise Teixeira

O trabalho das indústrias de laticínios foi reconhecido pelos consumidores gaúchos na pesquisa Marcas de Quem Decide, promovida pelo Jornal do Comércio e realizada pela Qualidata. Os entrevistados indicaram nas categorias Produtos lácteos e queijos aquelas marcas mais lembradas e preferidas. Em ambas as categorias, as empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Cooperativa Santa Clara, Piá e Elegê ficaram entre as cinco primeiras. O resultado foi divulgado no dia 12/03 (terça-feira), no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

Assim como no ano passado, a Cooperativa Santa Clara liderou o segmento de produtos lácteos, com 27% dos votos, como a marca preferida dos gaúchos, o que representa um crescimento de 3,3 pontos percentuais em relação à pesquisa do ano passado, quando obteve 23,7% dos votos. A Piá ficou em segundo lugar, com 21,3% dos votos. A Elegê se manteve em terceiro lugar com 9,8% da preferência dos entrevistados, o que representa um crescimento de 3,0 pontos percentuais em comparação à pesquisa de 2018. A Santa Clara também foi a marca mais lembrada pelos gaúchos com 26,4% dos votos, seguida da Piá, com 19,0%, e da Elegê, com 10,3%.

Assim como no segmento de produtos lácteos, a Santa Clara dominou a categoria dos queijos tanto como marca mais lembrada quanto preferida dos gaúchos. Ao todo, 46,3% dos entrevistados apontaram a Cooperativa de Carlos Barbosa como a mais lembrada e 38,5% têm a marca como sua preferida. A RAR se manteve em segundo lugar em lembrança e preferência, totalizando 4,0% e 6,3% dos votos, respectivamente. A Elegê assumiu o terceiro lugar de marca mais lembrada, com 2,3% dos votos, e a Piá de marca preferia com 3,4% dos votos. No ano passado, a colocação havia sido dominada pela marca Santa Rosa. A Santa Clara também se destacou na categoria Cooperativa, obtendo o segundo lugar como marca mais lembrada com 6,3% dos votos e terceiro lugar como marca preferida com 5,7% dos votos. A 21° edição da pesquisa ouviu 348 gestores em 47 municípios gaúchos, entre novembro de 2018 e janeiro de 2019.

Crédito: Camila Silva

No ano em que completa 50 anos de sua fundação, o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) integra, pela primeira vez, a lista das cinco marcas mais lembradas e preferidas na categoria Sindicato Patronal, da pesquisa Marcas de Quem Decide. Promovida pelo Jornal do Comércio e realizada pela Qualidata, a pesquisa visa a premiação das empresas e entidades que são referências em seus setores. O resultado foi divulgado nessa terça-feira (12/03), no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.  

Presente no evento, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra considera que o reconhecimento está diretamente ligado ao trabalho inovador, ético e diferenciado realizado por cada associado. Se hoje, o Sindicato está em evidência os associados têm um papel fundamental nesse processo. Além disso, Guerra destaca as atividades promovidas pelo Sindilat. "As ações desenvolvidas pelo sindicato como assessor dos interesses do setor junto aos governos federal e estadual, os eventos para promover o setor, como os fóruns estaduais, contribuem para esse reconhecimento".

Entre as ações, o presidente do Sindilat cita a Leiteria/Pub do Queijo, projeto realizado pelo Sindilat durante a Expointer também foi destaque entre as realizações da Entidade. Destaca ainda o posicionamento do Sindicato na greve dos caminheiros em 2018. "Fomos pioneiros no pedido de desbloqueio das estradas", recorda.

Projetando 2019, Guerra considera que o Sindicato será ainda mais atuante, uma vez que mudança de governo gera alterações de legislação. "Ainda está em aberta a retirada da taxa de antidumping para o leite em pó da União Europeia e a Nova Zelândia; as instruções normativas (INs) 76 e 77 entrarão em vigor em maio; e a obrigatoriedade das embalagens de produtos lácteos destacarem o teor de sal e açúcar contidos estão entre os temas que serão acompanhados de perto pelo Sindicato", alerta.

 

Crédito: Camila Silva

A vigésima edição de uma das mais tradicionais feiras do agronegócio brasileiro e gaúcho, a Expodireto Cotrijal, abriu os portões nesta segunda-feira (11/3), em Não-Me-Toque. Com a presença do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do governador do Estado, Eduardo Leite, do secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Covatti Filho, e do presidente da Cotrijal, Nei Mânica, dentre outras autoridades, a cerimônia foi marcada pelo orgulho do trabalho gaúcho no campo. “Nossa política de governo está alicerçada em três pontos: redução da burocracia, dos custos logísticos e da carga tributária”, afirmou Leite. O Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) esteve representado por Darci Hartmann.

Embora os representantes do governo federal não tenham anunciado a tão esperada suplementação de crédito para o Moderfrota, os representantes do presidente Jair Bolsonaro não afastaram essa possibilidade. “Nosso governo tem o compromisso com as senhoras e os senhores responsáveis por parte significativa do PIB do país e, particularmente, 40% do nosso Estado”, destacou Mourão, que também é gaúcho. Tereza Cristina afirmou que há grandes desafios a serem superados. “Venceremos todos. A agricultura brasileira é moderna, está na frente, e não tem páreo para nós no mundo”, disse.

 Após a abertura da Expodireto Cotrijal e acompanhados da ministra da Agricultura Tereza Cristina, Leite e Covatti Filho inauguraram o pavilhão da Agricultura Familiar na feira. O espaço abriga 186 empreendimentos, oferecendo aos visitantes a diversidade de produção das agroindústrias gaúchas, além de artesanato, plantas e flores. “Assim como na Expointer, o Pavilhão da Agricultura Familiar na Expodireto é uma vitrine incrível da agroindústria, que cada vez mais amplia suas linhas de produtos, sempre com qualidade e um sabor incomparável”, disse o secretário Covatti Filho.

A Expodireto Cotrijal estende-se até a próxima sexta-feira (15/3). A expectativa é receber 250 mil visitantes de mais de 70 países na área que conta com 534 expositores.

Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini