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O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou hoje as instruções normativas 76 e 77, que modernizam o sistema de controle da qualidade do leite no Brasil. A IN 76 traz os regulamentos técnicos para identidade e qualidade do leite cru, do leite pasteurizado e do leite pasteurizado tipo A. A IN 77 estabelece novos critérios e procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial, revogando as INs 62/11, 07/16 e 31/18. Ambas entram em vigor em 180 dias.

De acordo com o secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, as principais mudanças trazidas pelas instruções normativas são relacionadas à educação continuada no campo e aos controles de qualidade em toda a cadeia produtiva. “As normas tornam a legislação mais rigorosa, fazem parte da evolução desde a IN 51 em termos de rigidez e devem valer por muito tempo”, afirma.

A maioria dos itens contemplados atendem a indústria. No entanto, alguns atendem parcialmente, como, por exemplo, a temperatura de 7ºC para recebimento do leite cru na plataforma. “Este índice era de 10ºC. Na consulta pública, estava em 7ºC. Pedimos que ficasse em 9ºC, mas isso só foi permitido em casos excepcionais”, explica a consultora de Qualidade do Sindilat, Letícia Vieira. A contagem bacteriana total do leite cru refrigerado, que deve apresentar limite máximo para de 900 UFC/ml, é um dos pontos que desagradou a iniciativa privada. Segundo Letícia, durante o período de contribuições, a indústria solicitou a realização de um número factível para produtores e indústria, já que o publicado não é compatível com a realidade.

O Sindilat deverá reunir-se com as indústrias nos próximos dias para discutir que medidas poderão ser tomadas de modo a tornar as INs mais factíveis de serem cumpridas. “A maioria das mudanças ocorrerá mesmo é no campo”, pontua Letícia.

Foto: Romeolu / Istock

Consolidado na agenda de premiações do agronegócio gaúcho, o ‘Prêmio  Destaques 2018’ promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) divulgou nesta terça-feira (27/11), a relação dos vencedores desta edição. A distinção consagra as personalidades que mais se destacaram no setor ao longo do ano.  São pessoas reconhecidas pela atuação em prol do desenvolvimento do agronegócio gaúcho e brasileiro nas seguintes categorias: Agronegócio Nacional; Agronegócio Estadual; Liderança Política; Personalidade; Servidor Público; Setor Público; Inovação; Pesquisa; Responsabilidade Social e Industrial.

Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, os nomes escolhidos representam com maestria o setor do agronegócio brasileiro “É um reconhecimento para os profissionais e empresas da área que, através do seu campo de atuação, fomentam iniciativas para ampliar o desenvolvimento do campo”, ressalta. 

Os vencedores serão premiados durante evento de fim de ano do Sindilat, no dia 12 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre (RS).

 

Confira a lista dos Destaques 2018:

 

Agronegócio Nacional

Luis Carlos Heinze

 

Agronegócio Estadual

Antonio Cettolin

 

Liderança Política

Onyx Lorenzoni

 

Personalidade

Roberto Tavares

 

Servidor Público

Karla Pivato 

 

Setor Público

Bernardo Todeschini (Ministério da Agricultura)

 

Inovação

Lactalis

 

Pesquisa

Tetra Pak

 

Responsabilidade Social  

Colégio Teutônia

 

Industrial

Rasip 

 

Foto: Premiação dos Destaques do ano de 2017 Crédito: Dudu Leal 

Evitar o estresse térmico dos animais durante essa época do ano é essencial para manter a rentabilidade e evitar prejuízos nas propriedades. Informar os produtores sobre as condições adequadas nas quais as vacas devem ser mantidas para que não venham a sofrer com esse desconforto, foi um dos objetivos do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) nesta quinta-feira (22/11) durante o 7º Fórum Itinerante do Leite, realizado no Ginásio da Sociedade Esportiva e Recreativa (SER) Gaúcho, em Teutônia (RS). O evento, que reuniu cerca de 600 pessoas, ocorreu paralelamente à 12° edição do Fórum Tecnológico do Leite, organizado pelo Colégio Teutônia, em Teutônia.

O estresse térmico impacta a produção e a reprodução das vacas leiteiras devido à redução na ingestão de matéria seca. De acordo com a médica veterinária e pesquisadora da Embrapa, Lígia Pegoraro, que palestrou sobre impactos do estresse térmico na reprodução dos animais, é de extrema importância que o produtor busque se precaver quanto ao desconforto e insira em sua propriedade ações que viabilizem o bem-estar do rebanho. “Nossa preocupação é fazer com que as vacas tenham as melhores condições possíveis para manifestar todo seu potencial fisiológico tanto na reprodução quando na produção de leite”, afirma. De acordo com ela, o trabalhador rural deve minimizar os efeitos do calor com sombra natural – no caso de animais a pasto – e com ventilação – no caso de exemplares em confinamento.

De acordo com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, é de extrema importância que os produtores busquem, cada dia mais, a eficiência de suas propriedades afim de incentivar a competitividade e ampliar as exportações de leite. "É essencial que os produtores trabalhem o conforto térmico dentro de suas propriedades, além de inserir outras medidas efetivas que garantam a melhor qualidade de seu leite e retorno econômico mais efetivo", diz. Neste sentido, de acordo com Guerra, é essencial que debates - como os realizados no Fórum Itinerante do Leite, que informam sobre ações para o melhoramento da rentabilidade e eficiência-, sejam realizados. Guerra ainda ressaltou que os produtores devem fazer a gestão de sua produção de forma profissional controlando suas despesas e aplicando as técnicas repassadas no evento com relação à qualidade do leite.

Na ocasião, ainda foram apresentadas aos produtores os principais fatores que impactam na qualidade da produção leiteira, a metodologia utilizada para calcular o preço referente do leite, além de formas de gerenciamento das propriedades. Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o evento cumpre a missão de levar aos trabalhadores rurais informações de ponta para que possam aplicar em suas atividades diárias. “Os debates que realizamos durante o Fórum visam levar aos produtores qualificação para profissionalizar seus sistemas de produção e conseqüentemente aumentar sua renda”, diz. O evento também reuniu produtores durante a tarde em quatro oficinas técnicas: Eficiência Energética e Energia Alternativa Aplicada na Propriedade; Balanceamento de Dietas para Vacas Leiteiras em Lactação; Reprodução e Controle de Doenças Reprodutivas e Panorama da Tuberculose e Brucelose no Vale do Taquari. O 7ª Fórum Itinerante do Leite foi realizado pelo Sindilat, Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Emater, Fundesa, Fetag, Farsul e Colégio Teutônia com patrocínio do BRDE.

Tecnologia no campo
Buscando efetivar o trabalho de gestão das propriedades, um pequeno grupo de trabalhadores rurais do município de Fagundes Varela (RS) inseriu a tecnologia em seu dia a dia através de um aplicativo desenvolvido junto a Emater. O GT Leite, que foi apresentado durante o Fórum Itinerante do Leite, surgiu ha cerca de um ano a partir da assistência técnica dada por Leandro Ebert, extensionista rural da Emater, às famílias da região. Percebendo que as visitas diárias nas fazendas não eram suficientes para manter os produtores informados, Ebert criou o aplicativo onde, ao fim do mês, os produtores inserem as informações de suas notas fiscais e, posteriormente, recebem um relatório de suas atividades com apontamentos indicando onde devem mudar. "Vimos que os produtores tem dificuldade de criar o hábito da anotação de gastos e da elaboração de planilhas e isso afetava na lucratividade dentro das propriedades", diz Ebert.

A produtora Ivania Binda, de Fagundes Varela, aprendeu a utilizar o notebook e o celular para inserir o aplicativo de gestão nas suas atividades. "Viver o agora e não o passado", comenta ela. Desde que o mesmo foi implantado, as perdas dentro da propriedade diminuíram e houve ganhos na qualidade de leite e na produtividade. "A primeira vez que ele fez as contas nós nos apavoramos com o que gastamos", afirma. Para Ivania é necessário que os trabalhadores rurais estejam em constante evolução uma vez que o desenvolvimento da tecnologia não para. "Vale à pena investir", ressalta.

Texto e fotos: Leticia Szczesny

Secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini: "O evento cumpre a missão de levar aos trabalhadores rurais informações de ponta para que possam aplicar em suas atividades diárias"
Presidente do Sindilat, Alexandre Guerra: "É essencial que debates - como os realizados no Fórum Itinerante do Leite, sejam realizados"
 

As indústrias gaúchas de leite estão mobilizadas para participar, nesta quinta-feira (22/11), do 7º Fórum Itinerante do Leite, que será realizado a partir das 8h30min no Ginásio da Sociedade Esportiva e Recreativa (SER) Gaúcho, em Teutônia (RS). A programação do evento e a necessidade de unir produtores e indústrias em prol do desenvolvimento da cadeia foi tema da reunião de associados do Sindilat realizada na tarde de hoje (20/11), em Porto Alegre. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, informou que o evento debaterá novas ferramentas tecnológicas que auxiliam na gestão e rentabilidade das propriedades leiteiras. Também haverá oficinas sobre eficiência energética, balanceamento de dietas para vacas leiteiras e controle de doenças reprodutivas. “Esperamos que a programação atenda à necessidade da região porque foi construída a partir das demandas das empresas e dos produtores locais”. O evento será transmitido ao vivo pelo Facebook.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, salientou a importância do Fórum Itinerante do Leite como um encontro para debater as melhorias e desenvolvimento do produtor e da indústria. “Precisamos mobilizar as equipes técnicas das empresas para entrar no debate”, conclamou. O 7ª Fórum Itinerante do Leite é uma promoção do Sindilat, Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Emater, Fundesa, Fetag, Farsul e Colégio Teutônia e tem o patrocínio do BRDE. Em paralelo, ocorrerá o Fórum Tecnológico do Leite, evento do Colégio Teutônia com a participação da Emater, Fetag e as cooperativas Languiru, Certel e Sicredi.

Durante a reunião desta terça-feira, Palharini ainda relatou recente visita técnica realizada à Embrapa Gado Leiteiro, em Juiz de Fora (MG), onde conferiu as inovações e projetos de pesquisa, como o uso de novos equipamentos e controle do carrapato. Palharini disse que alinhou com o diretor da Embrapa, Paulo Martins, para que seja feita apresentação das ações da entidade para as indústrias gaúchas em evento técnico que será realizado pelo Sindilat, em Porto Alegre (RS), no dia 12 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael.

Foto: Carolina Jardine

O valor de referência do leite no Rio Grande do Sul em novembro ficou em R$ 1,0920, o que representa queda de 5,44% em relação ao valor consolidado do mês de outubro (R$ 1,1548). Os dados foram divulgados na reunião do Conseleite, realizada na sede da Fecoagro, em Porto Alegre (RS). Segundo o professor da UPF, Eduardo Finamore, a redução reflete baixa dos preços de diversos derivados, principalmente do leite condensado (-11,84%) e do leite UHT (-9,66%). A diminuição só não foi maior devido ao leite em pó, que teve redução de apenas 0,38%. Apesar de estarem em queda, ressalta ele, os valores nominais obtidos em 2018 para os principais produtos do mix (leite UHT, leite em pó, requeijão, queijo prato e iogurte, por exemplo) são os maiores da série histórica do Conseleite, que compara valores desde 2006. “Considerando a correção da inflação, o preço de referência no acumulado de 2018 está 14,39% maior do que o praticado no mesmo período de 2017”, complementa Finamore.

Apesar da tendência de queda, explica o economista, a questão essencial é qual será o ponto de inflexão da curva do leite uma vez que os próximos meses são, tradicionalmente, de queda de consumo em função do período de férias. O presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, alertou que, no campo, os produtores estão sentindo queda maior do que os números indicados pelo Conseleite. “Essa instabilidade é terrível para o produtor e para a indústria. Como o produtor vai investir para motivar e deixar a juventude no campo desse jeito?”, questionou.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, argumenta que é preciso entender que o setor industrial está pressionado pelo varejo e que os preços estão todos em queda. “O setor precisa ganhar competitividade, mas a indústria não tem como absolver a redução sem reportar parte dela ao produtor. É a regra do mercado”.

 

Tabela 1: Valores Finais da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ – Outubro de 2018

Matéria-prima Valores Projetados Outubro/18 Valores Finais

Outubro /18

Diferença

(Final – projetado)

I – Maior valor de referência 1,3122 1,3280 0,0159
II – Valor de referência IN 621 1,1410 1,1548 0,0138
III – Menor valor de referência 1,0269 1,0393 0,0124

(1)    Valor para o leite “posto na propriedade” o que significa que o frete não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência IN 62 está incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural

 

Tabela 2: Valores Projetados da Matéria-Prima (Leite) de Referência1 IN 62, em R$ – Novembro de 2018.

 

Matéria-prima Novembro*/18
I – Maior valor de referência 1,2558
II – Valor de referência IN 62 1,0920
III – Menor valor de referência 0,9828

 

Foto: Carolina Jardine

Reunida na tarde desta segunda-feira (19/11), na sede do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), em Porto Alegre (RS), a Comissão Julgadora do 4º Prêmio Sindilat de Jornalismo compilou os resultados e anunciou os finalistas das quatro categorias para 2018 (Impresso, Eletrônico, Online e Foto). Neste ano, foram 56 trabalhos inscritos, recorde desde que o mérito foi criado em 2015. Segundo o presidente da comissão, o jornalista e diretor cultural da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Antônio Goulart, chamou atenção a qualidade dos trabalhos apresentados, principalmente nas categorias Impresso e Eletrônico. “Nos surpreendeu por obras importantes de veículos técnicos da área do leite. Levo uma impressão muito positiva desta minha estreia no Prêmio Sindilat de Jornalismo”, pontuou o dirigente, que, pela primeira vez, é escalado pela associação para avaliar as reportagens. E completou: “Todos os trabalhos estão de parabéns”. A Comissão Julgadora do 4º Prêmio Sindilat de Jornalismo foi composta pelos jornalistas Laura Rocha (Sindicato dos Jornalistas do RS), Antônio Goulart (ARI), Itamar Aguiar (Arfoc), Gerson Raugust (Farsul), Luiz Fernando Boaz (Fetag) e Carolina Jardine (Sindilat).

O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, pontuou a importância da premiação para reconhecer profissionais que têm um dia-a-dia atribulado e que, mesmo assim, buscam um olhar diferenciado em reportagens profundas e que ajudam o produtor e o próprio setor e enxergarem além. “Muitas matérias que lemos na imprensa especializada nos fazem pensar sobre nosso cotidiano, sem falar naquelas que ajudam o setor a difundir novas tecnologia de Sul a Norte do país”, ressaltou o executivo.

Os grandes vencedores serão anunciados em jantar de fim de ano do Sindilat, que será realizado no dia 12 de dezembro no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Além dos troféus, o primeiro colocado de cada categoria receberá um IPhone.

FINALISTAS DO 4º PRÊMIO SINDILAT DE JORNALISMO

IMPRESSO

Carlos Guimarães Filho / Revista Boletim Informativo – Reportagem: Mercado Internacional na mira do leite sulista

Cristiano Vieira / Revista Press Agrobusiness – Reportagem: Renda baixa com o tarro cheio

Fernando Soares / Zero Hora – Reportagem: Soberanas da produtividade

ELETRÔNICO

Alessandra Bergmann / SBT – Reportagem: Pesquisa muda lei sobre colostro

Bruna Essig / Canal Rural - Reportagem: Censo Agropecuário - Há cada vez mais mulheres na produção rural

Juliano Zarembski e equipe / Band TV – Reportagem: Aumenta o consumo de leite de ovelha no Brasil

ONLINE

Danton Júnior / Correio do Povo – Reportagem: Novos Tempos do Leite

Fernando Soares /Pioneiro – Reportagem: O robô tira o leite

Giseli Furlani / Destaque Rural - Reportagem: Tecnologia avançada na produção leiteira

FOTO

Alina Souza / Correio do Povo

Leandro Augusto Hamester / Jornal Informativo Languiru

Lidiane Mallmann / O Informativo do Vale

 

Na foto: Comissão Julgadora

Crédito: Carolina Jardine

O 4° Prêmio Sindilat de Jornalismo encerrou seu período de inscrições com um número recorde de projetos protocolados. Ao todo, foram apresentados 56 trabalhos e, entre as quatro categorias que serão contempladas na premiação, o destaque ficou com o jornalismo impresso, com 18 trabalhos inscritos. O reconhecimento do Sindilat será concedido aos jornalistas que atuam nos meios impresso, eletrônico, online e fotografia.

Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o prêmio reconhece o trabalho dos profissionais que desenvolvem suas reportagens com o cuidado de reproduzir a realidade do campo. O tema desta edição aborda os aspectos relacionados ao setor lácteo, seu desenvolvimento tecnológico, avanços, novos produtos e os desafios enfrentados.

Formada por representantes do Sindilat, Farsul, Fetag, Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Sindicato dos Jornalistas e Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do RS (ARFOC), a comissão julgadora divulgará os finalistas até o dia 19 de novembro. Os primeiros colocados de cada categoria receberão um troféu e um iPhone. Já os segundos e terceiros premiados receberão um troféu. A premiação ocorrerá no dia 12 de dezembro, no hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre/RS, durante as festividades de final de ano do Sindilat.

Personalidades do Agronegócio também serão reconhecidos

No mesmo evento serão conhecidos os vencedores do Prêmio Destaques 2018. A distinção é tradicionalmente concedida a pessoas que atuam no desenvolvimento do agronegócio gaúcho e brasileiro. Serão premiadas personalidades nas seguintes categorias: Agronegócio Nacional; Agronegócio Estadual; Liderança Política; Personalidade; Servidor Público; Setor Público; Inovação; Pesquisa; Responsabilidade Social e Industrial. Os nomes dos indicados serão divulgados em breve.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, afirma que a premiação busca contemplar pessoas que trabalham com pesquisas, investem em melhorando visando ampliar a qualidade dos produtos e que contribuem para o desenvolvimento do setor em suas áreas de atuação. Ele destaca ainda a relevância das premiações no cenário gaúcho. “Os prêmios Sindilat de Jornalismo e Destaques 2018 consolidam-se na agenda do agronegócio gaúcho como um reconhecimento essencial para quem faz do jornalismo e da pesquisa um caminho para o desenvolvimento do campo”, destacou Guerra.

 

Foto: Freepik / Divulgação 

No mês de novembro, o município de Teutônia, no Vale do Taquari (RS), concentrará as discussões sobre a cadeia produtiva do leite no Estado. A cidade sediará, no dia 22 de novembro, o 7º Fórum Itinerante do Leite, evento promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), que ocorrerá paralelamente a 12° edição do Fórum Tecnológico do Leite, tradicional encontro organizado pelo Colégio Teutônia. Os eventos são complementares e iniciam-se às 7h30min com café da manhã de recepção. Haverá almoço e transporte gratuitos.

Por meio de palestras e oficinas, o Fórum Tecnológico do Leite pretende discutir o uso de tecnologias aplicadas na produção leiteria que visem ampliar a renda dos produtores. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, será o mediador da oficina 'Panorama da Tuberculose e Brucelose no Vale do Taquari.' Segundo Palharini, o objetivo é levar informação de ponta ao produtor rural e explorar as potencialidades da região que concentra uma das bacias leiteiras mais expressivas do Estado.

O Fórum Itinerante do Leite e o Fórum Tecnológico do Leite ocorrerão no dia 22 de novembro, no Ginásio da Sociedade Esportiva e Recreativa (SER) Gaúcho e no Colégio Teutônia, respectivamente. Para Márcio Mugge, coordenador do Fórum Tecnológico, os dois eventos têm o mesmo foco, que é o de levar aos produtores conhecimento relacionado à gestão, qualidade, produtividade, tendências, tecnologias, sanidade, entre outros. “São eventos que se conectam. Um, por ser itinerante, traz a percepção do contexto mais abrangente e, o outro, por sempre acontecer em Teutônia, identifica as características do ambiente onde está inserido,” afirmou.

Entre os destaques da programação estão os painéis sobre o uso de novas tecnologias para qualificar o dia a dia no campo e ferramentas de inteligência para profissionalizar a gestão dos tambos. A agenda ainda apresentará aos produtores da região o trabalho realizado pelo Conseleite, painel em que se pretende explicar a metodologia de cálculo do valor de referência para o litro de leite divulgado todos os meses no Rio Grande do Sul. “Queremos mostrar aos produtores como utilizar as informações disponíveis para profissionalizar seus sistemas de produção, elevar renda e competitividade”, elencou o secretário-executivo do Sindilat.

Além do debate mediado por Palharini, ocorrerão outras três oficinas técnicas: Eficiência Energética e Energia Alternativa Aplicada na Propriedade; Balanceamento de Dietas para Vacas Leiteiras em Lactação e Reprodução e Controle de Doenças Reprodutivas. Para finalizar o encontro, haverá um happy hour com degustação de produtos lácteos e Concurso de Leite em Metro, disputa tradicional na região que premia os amantes do leite.

O Fórum Tecnológico do Leite é uma realização do Colégio Teutônia com a participação da Emater, Fetag e as cooperativas Languiru, Certel e Sicredi. O 7ª Fórum Itinerante do Leite é uma promoção do Sindilat, Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Emater, Fundesa, Fetag, Farsul e Colégio Teutônia e tem o patrocínio do BRDE.

As inscrições podem ser realizadas através do link www.colegioteutonia.com.br/forumdoleite/

Foto: ddukang/Istock

As conquistas, avanços e uma projeção do que será o futuro da cadeia produtiva do leite serão os temas que o Sindicato das Indústrias de Laticínios e produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) levará para o Ideas For Milk, evento que começa nesta terça-feira (6) em Juiz de Fora (MG), com coordenação da Embrapa Gado de Leite. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, e o secretário-executivo, Darlan Palharini, são os convidados para palestrar em painéis no dia 6 de novembro.

Uma das grandes bandeiras do Sindilat e que será trabalhada com mais intensidade daqui para a frente será divulgada no evento, que é a exportação de produtos lácteos. “Para isso, vamos destacar a necessidade de trabalharmos juntos com os três estados da Região Sul em um plano de erradicação de brucelose e tuberculose, pensando numa política de Estado de no mínimo 10 anos”, pontua Palharini. Segundo ele, esse será o grande diferencial sanitário da região que será decisiva para a ampliação do mercado interno e externo de lácteos e que agregará valor aos produtos com a certificação. “Podemos deixar como legado para o Rio Grande do Sul essa iniciativa encabeçada pelo Sindilat e suas empresas associadas”, afirma o dirigente. O presidente Alexandre Guerra, também da diretoria da Cooperativa Santa Clara, vai apresentar aos participantes do Ideas For Milk a história de sucesso da mais antiga cooperativa de laticínios do Brasil, que hoje possui 5.500 associados de 125 municípios gaúchos e um mix que chega a 340 produtos.

Idealizado pela Embrapa Gado do Leite, o Ideas for Milk chega à sua terceira edição e tem o Sindilat como um dos patrocinadores da iniciativa que visa fomentar soluções inovadoras para a cadeia produtiva do leite. O projeto será dividido em dois grandes eventos: Vacathon e Desafio das Startups. O Vacathon acontecerá de 6 a 10 de novembro, na sede Juiz de Fora. Nos primeiros dois dias de evento, as 17 equipes formadas cada uma por seis estudantes de diferentes universidades brasileiras terão dois dias de aprendizado em imersão nos processos relacionados à produção de leite.

No primeiro dia (6), as equipes visitarão todo o processo industrial junto ao Instituto de Laticínios Cândido Torres, oportunidade em que acompanharão a produção de diversos tipos de derivados e ver de perto quais possíveis problemas podem ser solucionados com o uso da tecnologia. Na quarta-feira (7), vão conhecer os detalhes de uma propriedade rural da Embrapa Gado de Leite, na cidade de Coronel Pacheco (MG). Manejo, nutrição, sanidade, ordenha e gestão da propriedade serão explorados ao máximo pelos grupos participantes. Na quinta-feira (8), empresas de tecnologia como Microsoft, Cisco e IBM vão mostrar aos universitários as ferramentas de TI que podem ser utilizadas em soluções para a cadeia do leite.

Na sequência, o grupo participará de uma maratona de programação onde irão explorar dados abertos de pesquisas realizadas pela Embrapa Gado Leite para desenvolver projetos de software ou hardware. Além de desenvolver ideias para o setor, o objetivo é aproximar os estudantes da cadeia produtiva por meio de imersão nas diferenças áreas da produção de leite. O desafio das equipes começa logo após o fim das apresentações das empresas: a duração vai das 12h de quinta-feira (8) até às 8h do sábado (10). Cada equipe terá 4 minutos para apresentar a solução desenvolvida, e os trabalhos serão julgados por uma turma multidisciplinar. Serão premiadas três soluções, com troféus, de 1º, 2º e 3º lugar. “A cadeia produtiva do leite é a única que consegue reunir, dentro de uma mesma proposta, profissionais de diversas áreas como agronomia, zootecnia, medicina veterinária e tecnologia, além da indústria, produtores e entidades”, pontua Paulo do Carmo Martins, diretor da Embrapa Gado de Leite e um dos idealizadores do Ideas for Mik. Martins destaca que o evento é uma porta aberta para o surgimento de soluções digitais para serem aplicadas na cadeia produtiva do leite. “O resultado desse esforço é fazer com que o setor se torne mais produtivo e gere mais renda a todos que atuam na atividade”, reforça o diretor da Embrapa.

Desafio das Startups – A programação do Ideas for Milk prossegue no dia 30 de novembro, que será dedicado exclusivamente ao empreendedorismo. O Desafio das Startups do Agronegócio do Leite acontecerá no Cubo Itaú, em São Paulo/SP. A competição nacional incentiva empreendedores a desenvolver projetos que promovam a eficiência no setor leiteiro. As ideias podem ser de modelo de negócio, produto, processo ou serviço, baseadas em software web. As disputas devem promover a eficiência no setor lácteo.

O projeto Ideas for Milk é uma realização da Embrapa Gado de Leite idealizado em conjunto com empresas públicas e privadas que buscam o desenvolvimento do ecossistema voltado para as agTechs, ou seja, criar ambiente que vise estimular o surgimento de startups que se dedicam ao agronegócio. Por isso, a iniciativa reúne diversas instituições.

Mais informações no site.

A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) elegeu na última semana os componentes da diretoria para a gestão 2019/2021. O 42º pleito conduziu o médico veterinário Gedeão Pereira à presidência da federação, em uma eleição que contou com a adesão de grande parte dos 137 sindicatos filiados.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, destacou que o agronegócio gaúcho precisa de líderes fortes e dispostos a enfrentar os problemas que freiam o desenvolvimento do Estado, como os gargalos logísticos e de mercado. “Desejo sucesso ao novo presidente da Farsul com a certeza de que o desenvolvimento da bacia leiteira estará entre suas bandeiras”, afirmou Guerra.

Médico veterinário formado pela Universidade Federal de Santa Maria, Gedeão é produtor rural, com passagem pela diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Hereford e Braford e presidência do Sindicato/Associação Rural de Bagé. Presidiu a Comissão de Assuntos Fundiários da Farsul, onde, também, foi vice-presidente por quatro mandatos e vice-presidente da CNA. Preside a Federação, desde dezembro de 2017, após o falecimento de Carlos Sperotto. Pela mesma razão, é presidente do Sebrae/RS e vice-presidente do Fundesa. É o responsável pelas negociações de comércio exterior da CNA e presidente do Fórum Mercosul da Carne.

Diretoria – Gestão 2019/2021

Gedeão Silveira Pereira - Presidente

Elmar Konrad - 1º Vice-Presidente

Carlos Roberto Simm - Diretor Vice-Presidente

Cesar Luiz Tagliari Vieira - Diretor Vice-Presidente

Fábio Avancini Rodrigues - Diretor Vice-Presidente

Hamilton Guterres Jardim - Diretor Vice-Presidente

José Aurélio Saldanha Silveira - Diretor Vice-Presidente

Luiz Carlos Nemitz - Diretor Vice-Presidente

Sérgio Renato de Freitas - Diretor Vice-Presidente

Tarso Francisco Pires Teixeira- Diretor Vice-Presidente

Viriato João Jung Vargas - Diretor Vice-Presidente

Francisco Lineu Schardong - 1º Diretor-Administrativo

Paulo Ricardo de Souza Dias - 2º Diretor-Administrativo

José Alcindo de Souza Ávila - 1º Diretor-Financeiro

Domingos Antonio Velho Lopes - 2º Diretor-Financeiro

Claudio Gilberto Duarte - Diretor-Suplente

Fernando Hernandez Cunha - Diretor-Suplente

Fernando Rechsteiner - Diretor-Suplente

Hermes Ribeiro de Souza Filho - Diretor-Suplente

Jair Dutra Rodrigues - Diretor-Suplente

Jefferson Holleben Camozzato - Diretor-Suplente

João Geraldo Bosa - Diretor-Suplente

Marco Antonio dos Santos - Diretor-Suplente

Maria Tereza Scherer Mendes - Diretor-Suplente

Yara Bento Pereira Suñe - Diretor-Suplente

Ayrton Oliveira Marçal - Conselho Fiscal Titular

Jorge Luiz Dutra dos Santos - Conselho Fiscal Titular

Paulo Roberto Vargas - Conselho Fiscal Titular

Adão Fernando Portinho Carpes - Conselho Fiscal Suplente

Antônio Carlos Cassol Conselho Fiscal Suplente Três de Maio

Marilia Lazzarotto Terra Lopes - Conselho Fiscal Suplente

Gedeão Silveira Pereira- Del.Representante na CNA Efetivo

Elmar Konrad - Del.Representante na CNA Suplente

Foto: Gerson Raugust