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17/02/2021

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 17 de fevereiro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.404


GDT – Global Dairy Trade

Fonte: GDT – Adaptado Sindilat/RS


Exportação/UR 

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional do Leite (Inale), com base nos dados da alfândega, as exportações uruguaias de produtos lácteos em janeiro e totalizaram US$ 59 milhões, o que representa baixa de 2% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Este resultado foi decorrente da menor remessa de queijos, leite em pó integral, a preços estáveis, enquanto que a manteiga e o leite em pó desnatado aumentaram o faturamento com o crescimento dos volumes.

De acordo com o boletim mensal do Uruguai XXI – que apresenta um valor de exportação diferente US$ 67 milhões em janeiro (+14% interanual) – houve maior venda para a China e o Brasil. A diferença em relação a janeiro de 2020, foi um grande aumento nas compras provenientes de Cuba, no valor de US$ 17 milhões.

No mês de janeiro os produtos que registraram melhores faturamento foram: manteiga (+251%, US$ 3,3 milhões) e leite em pó desnatado (+24%, com US$ 4,4 milhões), enquanto que os valores do leite em pó integral (-3%, US% 39,3 milhões) e dos queijos (-17%, US$ 8,4 milhões) caíram em relação ao valor de janeiro de 2020.

No entanto, se compararmos as cotações de janeiro de 2021 com o mês de dezembro de 2020 houve melhoras: manteiga (+9%, US$ 3.622/tonelada), seguida pelo leite em pó integral (+3%, US$ 3.165/tonelada) e leite em pó desnatado (+2%, US$ 2.752/tonelada). Do outro lado, o preço da tonelada de queijo caiu 8%, ficando na média de US$ 3.774/tonelada, segundo o Inale, mesmo que o preço médio dos queijos na Oceania tenha aumentado 6%, situando-se em US$ 4.063/tonelada. (Fonte: Tardaguila - Tradução livre: Terra Viva)

 

 

Leite/América do Sul

Nas principais bacias leiteiras e zonas agrícolas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai as condições de tempo trazem as típicas temperaturas elevadas do verão e muita umidade, causando desconforto para os animais.

Chuvas moderadas continuam ajudando na umidade do solo para o crescimento do milho e da soja. A produção de leite caiu. Os processadores recebem menores volumes de leite. Há relatos de que o leite cru viaja para os locais mais próximos. Alguns produtores de leite preferem mandar seus rebanhos para o abate.

A procura por manteiga continua firme, assim como a procura de cremes para fabricantes de sorvetes e sobremesas congeladas. As escolas continuam fechadas. 

A demanda por leite e produtos lácteos é vigorosa. No Cone Sul da América do Sul, os preços de exportação do leite em pó integral (WMP) varia de alto a moderado. Em várias bolsas de mercadoria, alguns compradores pagam preços maiores. No entanto, as atividades comerciais permanecem sazonalmente lentas.

De um modo geral, os preços atuais refletem a tendência de alta no mercado regional de manteiga e dos mercados globais da proteína. A produção de WMP é reduzida nesta época do ano. Nas fazendas, a produção de leite é menor. Os pedidos de WMP dentro e fora do Mercosul são menores, no momento. (Fonte: Usda – Tradução Livre: Terra Viva)


Jogo Rápido

CNA e Apex promovem seminário sobre oportunidades e parcerias na China
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove, no próximo dia 22, um seminário de capacitação para vendas com o tema “Oportunidades e parcerias no mercado da China”, das 9h às 10h30. O encontro virtual faz parte do projeto Agro.BR, iniciativa que tem como foco a internacionalização do agronegócio brasileiro, buscando auxiliar empresários rurais e aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio mundial de produtos do agro. O evento terá o apoio da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (InvestSP). “O principal objetivo é apresentar aos empresários rurais participantes do Agro.BR algumas dicas práticas para negociar com compradores chineses diante de oportunidades comerciais atuais e tendências de consumo”, afirmou o assessor técnico de Relações Internacionais da CNA, Rafael Gratão. A programação prevê apresentações sobre acesso ao mercado chinês e relações comerciais com o Brasil, aspectos gerais sobre a China, negociação com um comprador chinês (simulações) e tendências de e-commerce. As palestras serão ministradas por representantes do escritório da CNA e da InvestSP em Shanghai. As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de fevereiro aqui. (CNA)
 

 

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