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16/11/2020

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 16 de novembro de 2020                                                  Ano 14 - N° 3.347


Associados do Sindilat têm desconto no Dairy Vision

Os associados do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) têm direito a 10% de desconto para o Dairy Vision 2020, evento global organizado pelo Agripoint desde 2015. O seminário, que neste ano ocorre em formato virtual, reunirá mais de 30 palestrantes das mais diversas nacionalidades para expor o cenário do setor lácteo em âmbito mundial, tendo como pano de fundo as experiências e desafios impostos pela pandemia da Covid-19. O evento acontece de 01 a 04 de dezembro. Além disso, os usuários que se cadastrarem para receber a newsletter do sindicato via whatsapp até o dia 23 de novembro estarão concorrendo a um ingresso gratuito para participar das palestras.

Temas atuais, de um futuro próximo e outras pautas que vão além da rotina do setor nos dias de hoje vão fazer parte da programação, entre eles, a disrupção nos negócios, blockchain e inovação aberta serão abordados por especialistas e por empresas que, na prática, estão mudando seus negócios a partir dessas tecnologias.

Desafios diários com essas novas tecnologia que chegam rapidamente se juntam a temas recorrentes que precisam sempre da atenção de especialistas da área: novos canais de venda, sustentabilidade e demandas do consumidor estarão na pauta de debates do Dairy Vision, considerado um dos principais fóruns globais de tendência para o mercado de lácteos. Desde a sua primeira edição, o evento busca levar entendimento sobre o cenário de negócios para auxiliar gestores e empresas na tomada de decisões.

As palestras em inglês serão legendadas para português; as palestras em português e espanhol serão legendadas para inglês. Além disso, as sessões de perguntas e respostas receberão legendas automáticas em tempo real. Os participantes poderão acompanhar discussões ao vivo ou assistir as palestras e seus conteúdos em um outro momento.

Associado: Clique aqui e inscreva-se com desconto.

Cadastre-se na Newsletter via whatsapp, clicando aqui e concorra a uma inscrição.

Assessoria de imprensa Sindilat/RS


Governo estuda novos mecanismos para baratear importação de milho

Diretor da Conab diz que a redução de impostos como PIS, Confins e ainda tarifas marítimas podem ser adotadas na importação de milho

Entidades agropecuárias do Rio Grande do Sul estão solicitando apoio do governo para redução de custos na pecuária leiteira. Entre as reivindicações, está a realização de leilões Pep e Pepro, como alternativa para aumentar a oferta de milho e assim diminuir o custo com a ração utilizada na atividade.

Sérgio de Zen, diretor de política agrícola e informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), afirma que a ministra da Agricultura Tereza Cristina já solicitou a adoção de medidas que beneficiem os produtores. Entre as alternativas, estaria a redução de impostos como PIS, Confins e ainda tarifas marítimas.

“Nesse primeiro momento temos que avaliar quais tarifas tornam o produto importado mais caro, e o que elas representam no preço final do produto, para então definir como ficaria a isenção e o que ela significa em termos de redução de custos. Já estamos atuando em uma linha de estudos sobre isso”, afirma de Zen.

Ainda segundo o diretor da Conab, o estudo ainda não foi encaminhado para aprovação do ministério da Economia, pois, segundo ele, ainda é preciso muito embasamento técnico para justificar a isenção de impostos diante do quadro fiscal complicado que o Brasil apresenta.

Sérgio de Zen acrescenta que os estoques públicos não são capazes de atender a demanda do mercado interno e que todo esse cenário de escassez do milho tem relação com a desvalorização do real perante o dólar. “A falta do grão no mercado também é levada pela boa oportunidade que o produtor viu diante do câmbio mais valorizado. Isso levou a um desequilíbrio na oferta que foi vista em todo o mundo e não há como o Estado intervir”, pontua. (Canal Rural)

Leite pede manutenção das alíquotas de ICMS à ALRS

Governador encaminhou os projetos em regime de urgência

Na sexta-feira passada, o governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa (ALRS) 11 projetos de lei, sendo um deles com o propósito de as atuais alíquotas do ICMS majoradas desde o governo de José Ivo Sartori (MDB, 2015-2018).

Em 2016, passaram a valer as alíquotas de elevadas de 17% para 18% (geral) e de 25% para 30% em setores que mais geram arrecadação, de combustíveis, energia a telecomunicações, cumprindo aprovação da AL feita em fim de 2015, a pedido do governador na época. O objetivo é evitar uma perda estimada de R$ 2,85 bilhões em arrecadação, sendo R$ 850 milhões destinados às prefeituras.

Os percentuais vigorariam até dezembro de 2018, quando foram renovados para os dois primeiros anos do governo Leite (2019 e 2020). Este ano, portanto, o prazo se encerra e a cobrança voltará ao patamar normal no próximo ano, a menos que os parlamentares aprovem mais uma vez a prorrogação.

Na justificativa do pacote de medidas, em nota divulgada no site no começo da noite, o governo alega que as propostas buscam equilíbrio fiscal e modernização da gestão pública. Em setembro passado, o governador Eduardo Leite retirou projetos que mexiam na estrutura tributária, incluindo aumentos e revisão de isenções.
Dos projetos, 11 têm pedido de regime de urgência e terão 30 dias para apreciação e votação em plenário, já que as sessões ordinárias do parlamento encerram em 22 de dezembro. Entre as medidas estão propostas de mudança do ICMS, reestruturação de secretarias e revisão de taxas.

Segundo o Piratini, o pacote “avança nas reformas que vêm sendo feitas desde o início de 2019”. De acordo com o Executivo, as propostas visam a manutenção da receita do Estado para 2021, a limitação de gastos públicos e a atualização da administração estadual. (Jornal do Comércio)


Jogo Rápido
Revista aborda tecnologias no setor lácteo
Em 2020, a tecnologia se mostrou extremamente importante para a população que teve que se adaptar e driblar os efeitos causados pela pandemia. E no setor lácteo isso não foi diferente. Para revelar como os laticínios estão se adequando às novas tecnologias, a edição de setembro/outubro da revista Indústria de Laticínios exibe matérias e entrevistas com empresas focadas em sistemas de gestão e especialistas na área. São 88 páginas de conteúdo e informação sobre o segmento. A revista aborda, na matéria de capa, tecnologias em máquinas, equipamentos, embalagens e refrigeração para as indústrias de laticínios e exibe, ainda, conteúdos sobre oportunidades no mercado de laticínios, leite A2A2, aspectos tecnológicos e sensoriais dos prebióticos em produtos lácteos e outros assuntos nas demais páginas. Além disso, a publicação traz entrevista com diversos especialistas. Entre eles, Sávio Cruz, universitário recém-formado em Veterinária, que desenvolve iniciativas de promoção a tecnologia e inovação no campo, e David Garcia Penof, coordenador do curso de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia, que discorre sobre como as empresas brasileiras estão trabalhando na implantação da Indústria 4.0. Para ficar por dentro de todo o conteúdo acesse o PDF. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)


 

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