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24/09/2020

 

Porto Alegre, 24 de setembro de 2020                                              Ano 14 - N° 3.312

Fecoagro RS reelege presidente

Eleição da diretoria para o período 2020/2023 foi nesta terça-feira (23)

Em assembleia realizada nesta terça-feira, 22 de setembro, na sede da CCGL em Cruz Alta (RS), a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) elegeu sua diretoria para o período 2020/2023. Por aclamação, o atual presidente, Paulo Pires, foi reconduzido ao cargo, tendo como vice Darci Hartmann, de Cruz Alta.

Natural de São Luiz Gonzaga (RS), o engenheiro agrônomo Paulo Pires, 59 anos, foi presidente da Coopatrigo, no mesmo município. Pires vai para seu terceiro mandato frente à entidade representativa das cooperativas agropecuárias gaúchas.

Confira a nominata:

Presidente: Paulo Pires
Vice-presidente: Darci Pedro Hartmann

Conselho de Administração
Região 1
Titular: Dirceu Bayer - Coolan (Teutônia)
Suplente: Jefferson Smaniotto - Piá (Nova Petrópolis)

Região 2
Titular: José Paulo Kraemer Salerno - Cotrisel (São Sepé)
Suplente: José Alberto Pacheco Ramos - CAAL (Alegrete)

Região 3
Titular: Caio Cezar Fernandez Vianna - CCGL (Cruz Alta)
Suplente: Eduino Wilkomm - Cotrirosa (Santa Rosa)

Região 4
Titular: Nei César Mânica - Cotrijal (Não-Me-Toque)
Suplente: Leocézar Nicolini - Cotriel (Espumoso)

Região 5
Titular: Orildo Germano Belegante - Coasa (Água Santa)
Suplente: Rodoaldo Posser - Cotapel (Tapejara)

Conselho Fiscal
Titulares
Germano Dowich - Cotripal (Panambi)
Gelson Bridi - Cotricampo (Campo Novo)
Celso Leomar Krug - Cotribá (Ibirubá)

Suplentes
José Luis Leite dos Santos - Coagrisol (Soledade)
Dercio Sturmer - Coagril (Chapada)
Élio Luiz Duarte Pacheco - Cotrifred (Frederico Westphalen)

                     

FAO defende ampliação do uso de selos de sustentabilidade

A FAO, agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação, recomendou que seja ampliado o uso de certificações voluntárias que atestam a sustentabilidade da produção agropecuária, em resposta à demandas dos consumidores.

A sugestão coincide com o aumento da pressão na Europa por novas certificações e “due diligence” nas importações de commodities do Brasil para evitar a entrada de produtos com suspeita de terem saído de áreas desmatadas ilegalmente.

A FAO nota, porém, que a proliferação de certificações é parte de uma conscientização sobre a questão ambiental não só nos países desenvolvidos, e que também há avanços nos emergentes e em desenvolvimento.

A harmonização de padrões e certificados de sustentabilidade entre os países pode facilitar sua aplicação nas cadeias globais de valor do setor agro-alimentar, diz a agência da ONU. E tudo isso pode encorajar investimentos.

Em relatório sobre os mercados de commodities agrícolas, a FAO também destacou que o comércio internacional agro-alimentar mais que dobrou de 1995 a 2018, chegando a US$ 1,5 trilhão. As exportações de países emergentes e em desenvolvimento representam mais de um terço do total, e para avançarem vão se apoiar também em certificações.

Desde 1995, o Brasil quase quadruplicou suas exportações em termos reais, com forte aumento de vendas de grãos, carnes e pescado, açúcar e cacau. Ao mesmo tempo, as importações brasileiras continuaram praticamente inalteradas.

O relatório estima que cerca de um terço das exportações globais agro-alimentares são feitas por cadeias globais de valor e atravessam fronteiras pelo menos duas vezes, com a matéria-prima inicialmente exportada para ser processada e esta, por sua vez, ser reexportada.

Nesse cenário, o Brasil continua com participação abaixo da média global nas cadeias de valor de produtos agrícolas e alimentos - significativamente abaixo de Gana, por exemplo. A maior parte do comércio brasileiro no setor é bilateral.

Conforme a FAO, participar das cadeias globais de valor permite a pequenos produtores reforçar sua produção e sua renda. Na média, e no curto prazo, um aumento de 10% nas cadeias de valor agrícolas poderá resultar em uma alta de 1,2% na produtividade do trabalho graças à difusão melhorada de tecnologias e conhecimento.

Um risco, contudo, é a emergência de cadeias globais de valor com requerimentos rígidos de qualidade dos alimentos e de segurança acabar por marginalizar pequenos produtores. A FAO destaca também a utilização de tecnologias digitais, que podem ajudar os mercados agrícolas a funcionar melhor. (As informações são do Valor Econômico)

 

UE – Captação sobe 2% nos 7 primeiros meses de 2020
Produção/UE – A captação de leite acumulada de janeiro a julho de 2020 cresceu 2% em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados do Observatório Lácteo da União Europeia (UE). Como pode ver no gráfico, a captação mês a mês em 2020 foi mantida durante todo o ano acima das dos meses precedentes.

Na Espanha, a captação entre janeiro e julho cresceu 2,2%, mas, em julho de 2020 ficou abaixo das captações de julho de 2019 e de 2018.

No próximo gráfico pode-se ver a evolução da captação de leite por países entre janeiro e julho de 2020. A grande maioria dos países aumentaram as entregas de leite. Os maiores percentuais foram registrados na Itália, Bélgica, Bulgária, República Checa, Malta e Chipre.
Entre os grandes produtores, cabe destacar o aumento de 3,8% na Irlanda, de 2,7% na Polônia e de 2,2% na Holanda. (Agrodigital – Tradução livre: Terra Viva)

 

Ministra defende discussão para a revisão do "Guia Alimentar"
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defendeu uma discussão aberta para a revisão do Guia Alimentar para a População Brasileira. Sem se posicionar contra ou a favor das críticas feitas na nota técnica da Pasta divulgada na imprensa na semana passada, ela disse que não quer contrariar a ciência e que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a releitura das publicações a cada cinco anos. O documento pedia alterações em orientações feitas na publicação quanto ao consumo de produtos de origem animal e à classificação feita para alimentos ultraprocessados. “Temos que discutir, sim. A hora que a discussão for aberta, todo mundo vai ter oportunidade de opinar. Ninguém quer contrariar o que a ciência está dizendo. A discussão é sempre salutar e não vejo porque não se pode discutir o assunto”, disse em entrevista à revista “Época” transmitida online. A ministra destacou que o tema está em debate em “quatro ou cinco” câmaras setoriais do ministério e que o documento com os pedidos de alterações será enviado ao Ministério da Saúde. “Vai ser mandado o documento para a Saúde que é quem decide, a gente só pode levar contribuições”. (As informações são do Valor Econômico)

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