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25/08/2020

 

Porto Alegre, 25 de agosto de 2020                                              Ano 14 - N° 3.292

Mapa aprova a lista de usuários prévios não impedidos de usar nomes protegidos como Indicação Geográfica

Foi publicado, hoje, no Diário Oficial da União a PORTARIA Nº 2, DE 24 DE AGOSTO DE 2020 que aprova a lista de usuários prévios não impedidos de usar nomes protegidos como Indicação Geográfica, nos termos do Acordo de Associação Mercosul-União Europeia.

No caso dos queijos, os nomes protegidos são: Parmesão, Reggianito, Fontina, Gruyère, Queso Manchego, Grappamiel, Grana, Gorgonzola e cada um possui uma data de corte específica. Entre as bebidas estão Genebra e Steinhaeger.

As pessoas físicas ou jurídicas, que já utilizavam esses nomes até uma data de corte negociada, poderão continuar fazendo uso comercial dos nomes, por serem considerados usuários prévios.

Na portaria também encontra-se o resultado da consulta pública realizada nos termos da Portaria nº 1, de 08 de julho de 2020.
O MAPA aceitará recurso ao resultado da portaria até o dia 01/09/2020, mediante envio de documentação comprobatória completa no e-mail: tnt.sri@agricultura.gov.br  Acesse aqui a lista de usuários na PORTARIA Nº 2, DE 24 DE AGOSTO DE 2020. (Terra Viva / DOU)
           

Leite tem alta de 3,83% no RS
O valor de referência do leite no Rio Grande do Sul atingiu R$ 1,5082 no mês de agosto, 3,83% acima do consolidado de julho (R$ 1,4526). O valor segue tendência nacional de alta e é o mais elevado da série histórica do Conseleite/RS. Segundo dados apresentados nesta terça-feira (25/08), o que se verifica neste momento é um aumento de demanda e importações desfavorecidas pelo câmbio valorizado. O queijo mussarela destacou-se com recuperação de preço, principalmente, em função de mudanças nos hábitos de consumo. “O mercado está aquecido. Nos últimos 14 anos, nunca atingimos esse valor, o que é compreensível no momento atual. A dúvida agora é se essa valorização terá seguimento ao longo do ano”, pontuou o professor da UPF e responsável  pelo levantamento do Conseleite, Marco Antonio Montoya.

Segundo o presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, o cenário é de valorização do leite e de reconhecimento do trabalho no campo, uma vez que o produtor também vem recebendo mais por litro. “É um momento justo para o setor em função de nossos custos”, completou o vice-presidente do Conseleite, Alexandre Guerra.  Ele citou que, apesar de estarmos em plena safra, as indústrias estão trabalhando com estoques menores, o que garante maior giro  e melhor operação. “O setor lácteo está passando pelo seu pico de produção e captação, e o preço está em um patamar adequado que reflete o cenário e o auxílio-emergencial concedido pelo governo”, salientou Guerra. 

Rizzo alertou que, com o aumento do preço do leite, acende-se uma luz amarela em relação à retomada da atratividade das importações.  Apesar da valorização cambial, as aquisições externas voltam a ser uma opção de oferta, o que já se verifica nos números da balança comercial de lácteos nos meses de julho e agosto. “É algo que deixa o setor em alerta”, ponderou o presidente. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)

Fundesa-RS tem nova composição
Foi aprovada e formalizada na sexta-feira (21), em assembleia extraordinária, o ingresso de duas novas entidades no Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul. 

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS e a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça passam a fazer parte do fundo. A adesão das novas entidades, que já vinha sendo discutida há alguns meses, tem objetivo de contribuir para o fortalecimento do fundo. 

Conforme o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, cada vez mais os fundos privados vêm ganhando relevância frente ao cenário de avanço sanitário em todo o país. “Com o ingresso dos novos participantes, o Fundesa segue com o desafio de manter a celeridade nas ações, a credibilidade junto aos órgãos oficiais e com a transparência na gestão de recursos”.

O presidente da FecoAgro-RS, Paulo Pires destacou que “entrar para o Fundesa era uma demanda das próprias cooperativas e representa orgulho para a entidade”. Já o presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, o ingresso no Fundo “representa motivo de júbilo e responsabilidade já que cada vez mais sua missão ganha importância diante do avanço de status sanitário do Rio Grande do Sul”.

A partir de agora, os Conselhos Técnicos Operacionais do Fundesa, responsáveis pela elaboração e sugestão de projetos nas quatro cadeias produtivas que compõem o fundo, ganham a participação de representantes das duas entidades. 

A necessidade de reforço do Fundesa, mencionada em todos os encontros relacionados à retirada da vacinação contra a febre aftosa será a primeira pauta da nova composição dos Conselhos Técnicos Operacionais. Os grupos têm até o dia 30 de setembro para reavaliar critérios existentes, redimensionar a necessidade de recursos e apresentar sugestões para garantir o aumento da arrecadação do fundo.

Sobre o Fundesa: O Fundesa, criado em 2005, tem a missão de propor e apoiar o desenvolvimento de ações de defesa sanitária animal, além de garantir agilidade e rapidez na intervenção em casos de eventos sanitários e posterior indenização dos produtores. O fundo é composto agora por dez entidades: Federação da Agricultura do RS, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS, Sindicato das Indústrias de Carnes do RS, Sindicato das Indústrias de Suínos do RS, Sindicato da Indústria de Laticínios, Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas, Associação Gaúcha de Avicultura, Associação dos Criadores de Suínos do RS, Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS e Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça. (FUNDESA)
                

 
RS reforça vigilância e aumenta a fiscalização 
No Rio Grande do Sul, o chefe da Divisão de Fiscalização e Defesa Sanitária Animal do Estado, Fernando Groff, avisa que não há previsão de que o Estado faça o mesmo, fornecendo os chips para rastreio dos animais. Mas Groff pondera que o rastreamento não é fundamental nesse processo. Outras medidas, porém, estão em fase final de implantação, e são consideradas essenciais. Groff cita o reforço na vigilância rural por meio do programa Sentinela, com aumento da fiscalização e maior uso de georreferenciamento. Também há um processo aberto para contratação terceirizada de 150 auxiliares administrativos para o setor e foram adquiridas 72 camionetes para melhorar a estrutura de defesa sanitária. Outras 28 unidades ainda serão fornecidas pela União. (Jornal do Comércio)
 

 

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