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23/04/2020

Porto Alegre, 23 de abril de 2020                                              Ano 14 - N° 3.208

  Italac doou mil cestas básicas para famílias de Passo Fundo 

As empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) estão reforçando a corrente de solidariedade com a continuidade de doações de leite, cestas básicas e artigos de higiene às comunidades carentes e profissionais de saúde das cidades onde tem unidades em operação. Em Passo Fundo, a Italac realizou recentemente a entrega de mil cestas básicas para a prefeitura distribuir às famílias da cidade que desde 2009 abriga unidade do laticínio.

Além das cestas básicas, a Italac contribuiu com a doação de leite e alimentos para instituições de saúde locais e com apoio para a aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), além do repasse de recursos ao município para adquirir testes para diagnóstico de Covid-19. "Estamos somando e colaborando cada vez mais para que, juntos, possamos enfrentar esse momento de dificuldades", afirmou o assessor da diretoria da Italac, Felipe Freiria. (Imprensa Sindilat com informações da Italac)

Cooperativa Piá já doou 11 toneladas de lácteos para municípios do RS
Com a chegada da pandemia da Covid-19 no país, diversas empresas têm realizado iniciativas de responsabilidade solidariedade para amenizar os impactos provocados na vida da população. É o exemplo da Cooperativa Piá, de Nova Petrópolis. Até o momento, a empresa associada ao Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) já doou 11 toneladas de iogurtes, bebidas lácteas e leite para agentes de saúde localizados em Nova Petrópolis, Gramado, Picada Café, Feliz, Morro Reuter, Vila Flores e Marau.

Em Porto Alegre, por meio do Banco de Alimentos, foram entregues produtos lácteos para o Asilo Padre Cacique, Pão dos Pobres e Spaan. A ação da Piá foi uma forma de retribuir o trabalho prestado pelos agentes de saúde no combate ao coronavírus. Segundo o gerente de marketing da Piá, Tiago Haugg, novas doações estão previstas nas próximas semanas, atendendo às necessidades de cada unidade de saúde e entidades.  (Imprensa Sindilat com informações da Cooperativa Piá)

Lactalis do Brasil entrega 300 litros de álcool para prefeitura de Teutônia
Em tempo de pandemia, ações para beneficiar entidades, hospitais e famílias mais carentes têm ganhado espaço em todo país. Com fábricas em 19 municípios brasileiros, a Lactalis do Brasil, uma das empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), intensificou a doação de produtos para o município de Teutônia, onde mantém unidade em operação. Desta vez, a ação está contemplando os profissionais de saúde. Para a prefeitura foram encaminhados 300 litros de álcool 70% glicerinado para fortalecer o atendimento que vem sendo realizado pelas equipes de saúde no enfrentamento ao coronavírus. 

O álcool em gel, fundamental para a assepsia no combate à doença, foi doado também pela Lactalis também às outras 18 comunidades espalhadas pelo Brasil, onde o grupo mantém operações. "Também contribuímos com a entrega de alimentos em instituições de saúde de São Paulo, como o Hospital de Clínicas e a Santa Casa", afirma o diretor de comunicação externa da Lactalis, Guilherme Portella. (Imprensa Sindilat)
                   
Rabobank: Impactos do Covid-19 no consumidor brasileiro

A pandemia de coronavírus causou uma dor significativa ao consumidor brasileiro, com o desemprego aumentando e a renda declinando nos próximos meses. Além do choque inicial do período de bloqueio, em que supermercados e farmácias tiveram um bom desempenho, os hábitos dos consumidores devem mudar e se assemelhar a algumas das tendências observadas durante a última recessão em 2015-2016.
 
Choque inicial e maior impacto à frente
 
• Grande parte do país permanece no modo de isolamento social, sem clareza sobre quando e como essas medidas serão relaxadas ou levantadas. 
• Em 13 de abril, Santa Catarina se tornou o primeiro estado a anunciar a reabertura de alguns varejistas, restando restrições às escolas e shoppings.
• Supermercados e farmácias registraram maiores vendas em março e início de abril em âmbito nacional, com a Cielo, empresa de pagamentos eletrônicos, que registrou um aumento de 3% em março e um aumento de 4,7% na primeira semana de abril, em comparação com o mesmo período de 2019 .
• A Cielo também mostrou que as vendas no setor de serviços caíram 45% em março no Brasil, enquanto os bens duráveis caíram 33%. Na primeira semana de abril, os serviços caíram 73% e o turismo caiu 91%.
• Elo, outro grupo de pagamentos eletrônicos, registrou uma forte contração de 65% nas vendas em bares e restaurantes na última semana de março, enquanto a Cielo indicou que as vendas em bares e restaurantes diminuíram 71% na primeira semana de abril.
• As vendas on-line devem crescer significativamente este ano, com os supermercados registrando um aumento de 80% em março, de acordo com um relatório da ABComm.

Brasil defende revisão de barreiras comerciais e critica subsídios durante a pandemia

Em evento virtual do G20 com ministros da Agricultura, Tereza Cristina propõe "nova mentalidade" para combater escassez de alimentos no mundo 

Em videoconferência com ministros da Agricultura dos países do G20 para discutir o impacto do Coronavírus sobre o setor, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) alertou para a necessidade de rever neste momento barreiras comerciais injustificáveis e subsídios que premiam a ineficiência e podem afetar o abastecimento de alguns países.  
“O Covid-19 nos oferece a oportunidade de repensar nosso comportamento coletivo. Vamos vencer a luta contra o Covid-19 juntos e emergir dele com uma mentalidade para finalmente alcançar segurança alimentar global estável e meios de vida decentes para toda a humanidade”, disse a ministra, no evento virtual desta terça-feira (21). A posição do Brasil foi convergente com a de outros países como Estados Unidos, China, Alemanha e Emirados Árabes. 
Organizado pela presidência temporária do G20, a videoconferência teve como objetivo aprimorar a cooperação global e garantir o fluxo de produtos agrícolas para proteger a segurança e nutrição alimentar global durante a pandemia. Para a ministra, felizmente, a curto prazo, há comida suficiente para todos. Mas é preciso trabalhar os desafios de abastecimento mundial impostos pelo Covid-19.
Segundo Tereza Cristina, o Brasil é um parceiro confiável no fornecimento de alimentos e tem demonstrado capacidade para suprir as necessidades de mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. “Demonstramos por nossas ações que o Brasil é um parceiro confiável, responsável e solidário. Por reciprocidade, também queremos ter um forte compromisso do resto da comunidade internacional. A confiança é uma via de mão dupla: estabilidade e previsibilidade no lado da oferta exigem estabilidade e previsibilidade no lado da demanda”. 
Por isso, alertou a ministra na videoconferência do G20, as barreiras comerciais não devem ser levantadas apenas quando ocorrer uma calamidade, sempre que for conveniente para combater o medo da escassez de alimentos. “Abandonaremos a retórica, tomando medidas efetivas para realmente melhorar a subsistência dos mais vulneráveis? Ou admitiremos a armadilha de usar a pandemia como uma desculpa para manter os interesses paroquiais enraizados, através da perpetuação do protecionismo?”, disse a ministra.  
A ministra também criticou o uso de subsídios neste momento da crise, pois acabam criando uma concorrência desleal para países em desenvolvimento e afetam as condições de vida no campo. “O comércio agrícola justo permitiria a disseminação de melhores condições nas áreas rurais, onde a maior parte da pobreza do mundo está concentrada”. 
Para Tereza Cristina, o Brasil está preparado para fazer sua parte e se compromete não apenas como um dos protagonistas na produção agrícola mundial, mas também como defensor da transformação positiva em benefício das gerações futuras. 
A reunião virtual contou com a participação do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, e do diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Qu Dongyu. (MAPA)
 
                    
Com o aval do Senado, a inclusão de agricultores familiares entre os beneficiados pelo auxílio de R$ 600 do governo federal depende só da sanção presidencial. O projeto de lei já tinha sido avaliado, mas como a Câmara aprovou substitutivo, precisou ser apreciado novamente. Embora criada em razão da covid-19, a ajuda é esperança de renda também para produtores do RS afetados pela estiagem. (Zero Hora)
 
 

 

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