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26/09/2019

Porto Alegre, 26 de setembro de 2019                                              Ano 13 - N° 3.074

 Apex-Brasil já opera na Fiergs

Porto Alegre passa a contar com escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para a Região Sul. A inauguração, na sede da Fiergs, ocorreu ontem, em um Plenário Mercosul lotado para ouvir as perspectivas que se desenham no mercado internacional. O ato é resultado de entendimento entre a agência, a Fiergs e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), que facilitará o acesso dos empresários aos serviços de promoção de exportações, internacionalização e atração de investimentos estrangeiros oferecidos pelo órgão. 

Conforme o presidente da Apex, Sergio Segovia, o escritório atenderá empresas gaúchas, de Santa Catarina e do Paraná. Em 20 minutos de explanação, ele apresentou à plateia as novas diretrizes e o papel da instituição na exportação e investimentos. “Para nós, é um marco estabelecido, na perspectiva de aumentar a capilaridade das nossas iniciativas e atuar regionalmente. Estar aqui é garantir a aproximação com a Região Sul, onde estão a quarta, a quinta e a sétima maiores economias do país”, disse. “A partir de Porto Alegre, poderemos acompanhar de modo mais próximo, não só nossos clientes e parceiros, mas outros atores privados e públicos aqui localizados, com os quais poderemos fortalecer nossa economia”. 

O titular da Sedetur, Ruy Irigaray, disse estar otimista com a possibilidade de levar a indústria para as feiras internacionais de 150 postos diplomáticos mundiais. O presidente da Fiergs, Gilberto Petry, citou o prazo “entre estar aqui e inaugurar foram 30 dias”, o que é um sinal de que “as coisas estão andando”. (Correio do Povo)

Avança PL da Liberdade Econômica

Inspirado na lei sancionada recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro, o projeto que cria os Direitos da Liberdade Econômica no Rio Grande do Sul recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. 

O documento foi entregue ontem pelo relator, deputado Sérgio Turra (PP). Junto com o relatório, Turra apresentou pedido de prioridade para que o parecer seja votado na próxima sessão da comissão, marcada para terça-feira. Como a tendência é de aprovação, o projeto estará apto a ser votado no plenário, caso haja acordo entre os líderes partidários. O autor do texto, Rodrigo Lorenzoni (DEM), quer aprová-lo até novembro. 

O parecer foi entregue na reunião da subcomissão encarregada de levar os termos da legislação para os municípios, relatada por Ernani Polo (PP). Com apoio da Famurs, o órgão formulará uma sugestão de texto-base para ser apresentado nas câmaras municipais. (Zero Hora)

EUA e Japão assinam novo acordo comercial que abrange até US$ 7bi: queijo em pauta

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, assinaram nesta quarta-feira um acordo comercial entre os dois países, com abertura de mercados e redução de tarifas.

Trump afirmou que a abertura comercial favorecerá produtos americanos em até US$ 7 bilhões, principalmente alimentos e produtos agrícolas.

“As tarifas serão significativamente menores ou zeradas no Japão”, disse o presidente americano, citando carne de vaca, carne de porco, trigo, milho, queijo e vinho, entre outros.

Já os EUA vão ajustar tarifas a produtos japoneses em alguns tipos de maquinário, turbinas, bicicletas e instrumentos musicais.

A cerimônia de assinatura aconteceu nos bastidores da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Esta é a primeira fase de um acordo comercial mais amplo, explicou Trump. Cálculos indicam que o acordo completo poderá representar uma corrente de até US$ 40 bilhões. (As informações são do Valor Econômico)

Kantar: categorias práticas e indulgentes crescem, porém, consumo ainda apresenta recuo

O cenário econômico se mostra mais favorável com queda dos índices de desemprego e resultados positivos do varejo. Porém, o consumo ainda apresenta recuo. Os últimos três meses terminados em julho apresentaram recuperação na frequência de compra comparado ao trimestre anterior, período que registrou a maior queda na série histórica desde 2016. O levantamento Consumer Thermometer da Kantar, multinacional de painéis de consumo, aponta 2% de aumento na frequência de compra das categorias de consumo massivo (FMCG) dentro do lar entre maio e julho deste ano. 

Apesar da redução do volume de unidades continuar sendo realidade em todas as classes sociais do País, no longo prazo, os grupos DE apresentam uma pequena melhora em relação ao meses iniciais de 2019.

Além disso, o último trimestre registrou também índices positivos em algumas regiões. A  Grande São Paulo (+1,1%), interior de São Paulo (+1,2%) e Leste e interior do Rio de Janeiro (+1,1%) contabilizaram crescimento em relação ao período anterior. Em contrapartida, as regiões Centro-Oeste e Grande Rio de Janeiro não mostraram sinais de retomada e viram os índices de volume de compra caírem ainda mais.

"O consumo no Brasil ainda se encontra em recuo. Neste cenário de retração e incertezas, o shopper está sempre tentando equilibrar o orçamento e faz escolhas conscientes que lhe permitam incluir categorias de conveniência, praticidade e indulgência no carrinho de compras", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

Nesta análise, a cesta de perecíveis é a única a apresentar performance positiva nos últimos 7 meses versus o mesmo período do ano anterior. As categorias de sorvete e leite fermentado se destacam, estando entre as que mais ganharam novos lares nos últimos períodos, entregando conveniência, praticidade e indulgência.

Considerando os canais que o consumidor brasileiro elege na hora das compras, o atacarejo não para de crescer e continua avançando mais 3,8 ponto de penetração no ano móvel. As vendas em autosserviço também acumularam alta de 2,0% nos últimos 7 meses. (As informações são da Kantar) 

É falsa informação de que caixa indica leite com mais química
Um vídeo que circula no WhatsApp e nas redes sociais tem gerado preocupação de consumidores. Nas imagens, um homem que não se identifica faz graves acusações sobre o processo de fabricação e as embalagens do leite longa vida, o popular "leite de caixa". Segundo o homem, o tipo de marcação no fundo da caixa indicaria que o leite foi reprocessado. Ou seja, o leite teria voltado para a fábrica, onde teria passado por mais processos químicos que fariam com que durasse mais. No entanto, a informação é falsa. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem. (TV Jornal/SBT)

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