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25/07/2019

Porto Alegre, 25 de julho de 2019                                              Ano 13 - N° 3.030

  CCGL investirá R$ 500 milhões no porto do Rio Grande 

A Cooperativa Central Gaúcha (CCGL), que opera os terminais Termasa e Tergrasa, investirá R$ 500 milhões em suas estruturas que estão localizadas dentro do complexo portuário em Rio Grande. Na tarde de ontem, representantes da companhia estiveram no Palácio Piratini, reunindo-se com o governador Eduardo Leite, para receber o aval do Estado que permitirá que os empresários deem andamento junto à União ao projeto. "Nosso papel é ser um facilitador para que os investimentos necessários para o crescimento do Rio Grande do Sul ocorram", destaca o governador, que esteve acompanhado do secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, e do superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima. 

A análise prévia do projeto ficou a cargo da superintendência. "Fizemos um estudo e entendemos que a proposta condiz com o ambiente logístico do porto do Rio Grande e com os planos estratégicos do governo", afirma Estima. Com a ampliação, a capacidade de escoamento de produtos agrícolas da CCGL será quadruplicada. Atualmente, o chamado fluxo de expedição é de 1,5 mil toneladas por hora e saltará para 6 mil toneladas por hora. A capacidade de armazenagem passará de 278 mil toneladas para 778 mil toneladas. O secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, comemora o andamento do processo, pois, segundo ele, terá impacto direto em toda a economia gaúcha. "A agricultura corresponde a 42% do nosso PIB. Investir em escoamento da produção, significa ampliação dos negócios e, consequentemente, crescimento econômico", ressaltou Covatti. O projeto prevê três anos para ser concluído, já que os navios seguirão operando durante a obra, e a expectativa é de se iniciar os trabalhos ainda neste ano. "Vamos enviar em seguida esse documento que faltava para a Secretaria Nacional dos Portos e, assim que derem o ok, vamos iniciar a obra imediatamente", adianta o presidente da CCGL, Caio Vianna. 

Considerada uma das maiores cooperativas do Brasil, a CCGL tem cerca de 171 mil produtores, estando presente em mais de 350 municípios gaúchos. Para desenvolver suas atividades com maior competitividade, os associados contam com apoio de suas unidades especializadas em tecnologias aplicadas na agropecuária, logística e laticínios. A entidade, com sede em Cruz Alta e composta por 31 cooperativas, é a operadora dos terminais Termasa e Tergrasa, responsáveis pelos serviços de recebimento, armazenagem e expedição de granéis agrícolas no porto do Rio Grande. Juntos, os terminais representam cerca de 14% das movimentações da soja nacional e 52% de todos os grãos do Rio Grande do Sul. (Jornal do Comércio)

                  

Conseleite/MS
A diretoria do Conseleite Mato Grosso do Sul reunida no dia 19 de julho de 2019, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de junho de 2019 e a projeção dos valores de referência para o leite a ser entregue no mês de julho de 2019. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor. (Terra Viva/Sistema Famasul)
 


 

Governo negocia tabela de frete com ‘taxa de lucro’ por caminhoneiros 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, propôs em reunião na terça-feira com entidades do setor produtivo, que pretende publicar novamente a tabela de frete desenvolvida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo — divulgada na semana passada e suspensa após decisão colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) — com o acréscimo de uma “taxa de lucro”, apurou o Valor. 

A ideia é que as taxas variem conforme o trecho percorrido e o setor. Pela proposta, que surgiu dos caminhoneiros autônomos, as empresas contratantes de frete fariam uma mediação com lideranças dos transportadores, em torno da ideia da taxa de lucro. Os embarcadores, de diferentes segmentos como combustíveis, bebidas, indústria e agronegócio, ficaram de responder se aceitam a taxa em uma próxima reunião a ser agendada para a semana que vem. Em uma nova reunião nesta quarta-feira, Tarcísio deve comunicar a lideranças dos caminhoneiros autônomos que o assunto foi proposto pelo governo às empresas e colher sugestões. A proposta, no entanto, não foi bem recebida à primeira vista por dirigentes de entidades empresariais que participaram da reunião, contrários ao tabelamento. “É uma ideia de difícil operação, mas temos que ver como vai ser negociado pelo governo”, diz uma fonte que participou da reunião de ontem. Há até um temor entre entidades de classe empresarial de que o imbróglio em torno do tabelamento de frete não seja resolvido e a tabela em vigor desde o ano passado seja mantida até o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF), marcado para 4 setembro. 

A Suprema Corte votará se considera ou não inconstitucional o tabelamento, a partir de três ações movidas por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI). No fim da semana passada, o governo chegou a publicar uma tabela encomendada à Esalq, que passou por um amplo debate por meio de audiências públicas realizadas em diversas cidades, e vinha sendo considerada mais equilibrada tanto por caminhoneiros quanto por embarcadores. O fato de a tabela trazer valores de frete até 50% menores no caso das cargas a granel, no entanto, desagradou os autônomos. Fora as negociações em torno da tabela, as empresas contratantes de frete ainda apoiam uma emenda na Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica, que prevê anistia das multas por descumprimento da tabela de frete até uma decisão do STF. A proposta foi incluída pelo relator na comissão especial da MP, o deputado ruralista Jerônimo Goergen (PP-RS). Seu parecer foi aprovado dessa forma pela comissão antes do recesso do Legislativo e ainda precisa passar pelos plenários de Câmara e Senado. (Valor Econômico) 

 

Projeções do Agronegócio 2018/2019-2028/2029 - PRELIMINAR 
“A produção de leite deverá crescer nos próximo 10 anos a uma taxa anual entre 2 e 2,8%. Essas taxas correspondem a passar de uma produção de 34,4 bilhões de litros em 2019 para valores entre 42 e 46,8 bilhões de litros no final do período das projeções. O crescimento de oferta será principalmente baseado em melhorias na gestão das fazendas e na produtividade dos animais e menos no número de vacas em lactação”. Essa foi a introdução do relatório Projeções do Agronegócio 2018/2019-2028/2029, - Capítulo: Leite - divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. CLIQUE AQUI para acessar. (MAPA)

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