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03/06/2019

Porto Alegre, 03 de junho de 2019                                              Ano 13 - N° 2.992

   Mudanças nas INs 76 e 77 são tema de reunião em Santo Cristo
 
A cidade de Santo Cristo, região Noroeste do Rio Grande do Sul, é palco de mais um debate sobre adequação de produtores e indústrias de laticínios às Instruções Normativas (INs) 76 e 77, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As novas regras já estão em vigor, desde o último dia 30 de maio e alteram alguns artigos sobre a  forma de produção, coleta e armazenamento do leite cru. O evento ocorre no dia 13 de junho, às 13h, no Centro Cultural José Paulino Stein (Rua Dom Hermeto Pinheiro, 771). As inscrições são gratuitas, limitadas a 558 lugares e podem ser realizadas pelo link: https://bit.ly/2XaMg7Z.

A reunião tem o objetivo de mostrar que não é impossível a adequação às normativas que visam a qualidade do leite. Segundo o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, a ideia é que as pessoas saiam do evento sem dúvidas. "Por meio de dados, os especialistas mostram as vantagens para toda a cadeia produtiva do leite ao se adequarem às exigências", ressalta.

O encontro é promovido pela Superintendência Federal do Ministério da Agricultura no Estado (Mapa/RS), Secretaria da Agricultura, Sindilat, Apil, Famurs, Sistema Farsul, Fetag, Sistema Ocergs, Emater, Embrapa, Conseleite, Gadolando, Associação dos Criadores de Jersey, Fecoagro, Simvet, Unijuí, Fema, Setrem, Sintralog, AMGSR, CRMV/RS e Prefeitura Municipal de Santo Cristo. 

A programação inclui palestras sobre a Lei do Leite, aspectos de inspeção do leite que modificam a partir das INs 76 e 77 e sobre o Plano de Qualificação de Fornecedores de leite. O encontro contará ainda com depoimentos de produtores e integrantes da indústria sobre o Programa Mais Leite Saudável e com uma mesa redonda com especialistas da área, na qual os ouvintes poderão fazer perguntas ao vivo e via WhatsApp pelo número (51) 9 89091934. O evento terá transmissão simultânea por meio do Facebook do Sindilat (https://facebook.com/sindilatrs/). (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 
 
                 
 
Serafina Corrêa reúne pequenos produtores para discutir sobre o setor lácteo

O 1° Encontro de Bovinocultores de Leite, realizado na cidade de Serafina Corrêa, centro-oeste do Estado, reuniu aproximadamente 90 pessoas com o objetivo de discutir o cenário do leite na região e estimular produtores a não saírem da atividade leiteira. O evento, promovido pela Emater/RS-Ascar, contou com a participação de diversas entidades, entre elas, o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat),  a Cooperativa dos Produtores de Leite (Coperlate) e o Serviço Nacional De Aprendizagem Rural (Senar/RS) no painel que abriu o evento, na última quinta-feira (30), no Clube dos Motoristas do município.

As entidades apresentaram um resumo da situação do leite na região que, segundo o engenheiro agrônomo da Emater Leandro Ebert, é preocupante, dados os baixos índices de produtividade. "O leite vem perdendo importância nos últimos anos e as famílias acabam investindo em outras atividades", explica Ebert.

De acordo com o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a atividade leiteira é uma das que mais rentabilidade oferece por hectare. "O objetivo do painel foi mostrar que a partir de bons controles e acompanhamento é possível reverter a baixa produtividade", afirma Palharini, que aproveitou o evento para expor aos participantes algumas tendências do mercado internacional e doméstico. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 

Crédito: João Carlos Santos da Luz
 
 

Compartilhando o saber no agronegócio

A tecnologia potencializou a integração entre pessoas, agilizou a troca de dados e, por mais contestações que se possa fazer sobre a profundidade dessas relações, é preciso compreender que vivemos na era do compartilhamento, seja nas relações interpessoais ou profissionais.

No entanto, no ambiente corporativo, há um abismo quando se fala em compartilhamento de estratégias ou de pesquisas. Apesar de muitas empresas conviverem nos chamados coworkings, projetos, experiências e pesquisas seguem trancados a sete chaves. Isso porque o empresariado brasileiro ainda não internalizou o conceito tão difundido entre as novas gerações. Quando lidam com a concorrência, a maioria dos executivos ainda vê um rival voraz à frente sempre pronto para atacar seu mercado e uma fatia de seu lucro. Ledo engano.

Algumas das iniciativas mais exitosas no mundo estão atreladas ao ambiente cooperativo, onde grupos de empreendedores unem-se por um objetivo coletivo que, em alcançando o sucesso, logo adiante, elevará todos a patamar superior. O conceito não é novo e está expresso no estudo de equilíbrio proposto pelo matemático norte americano John Nash ainda nos anos 1940. Mas, se história e economia nos sinalizam que o bem de todos é o caminho para o sucesso individual, porque não exercitamos esse olhar colaborativo? A resposta repousa na crença de que, na era da informação, "o segredo ainda é a alma do negócio" e que dividi-lo pode ser ameaçador. E muitas vezes o é. Mas nem sempre.

Felizmente, muita gente vem pensando diferente. Recentemente, um grupo de 32 cooperativas gaúchas decidiu mostrar que conhecimento pode, sim, ser compartilhado. Para isso, criou a Rede Técnica Cooperativa (RTC), um centro de inteligência onde, técnicos trabalham para buscar soluções para dilemas coletivos. A expectativa é que a iniciativa renda frutos à produção agrícola gaúcha, uma vez que os cooperados envolvidos movimentam 50% da safra de grãos do Rio Grande do Sul.

Alinhando esse trabalho, a RTC promove nos dias 5, 6 e 7, em Gramado, sua primeira jornada técnica, um momento de reflexão e alinhamento para o futuro do agronegócio gaúcho. A meta é sinalizar quais as melhores formas de produzir mais, melhor, obter a máxima produtividade e rentabilidade com o mínimo impacto ambiental. As respostas não são simples nem surgirão em um passe de mágica. É preciso ter em mente é que a solução não chegará antes de trabalharmos duro. Um caminho que, sem dúvida, será bem mais curto se for percorrido de mãos dadas, integrando experiências de campo, pesquisa e investigação agrícola. E, mais do que isto, permitindo a aplicação e o acompanhamento dos resultados econômicos nas propriedades, o que assegura a manutenção dos produtores na atividade de forma competitiva e global. (Caio Vianna, Presidente da CCGL/Zero Hora)

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat/RS) promove amanhã, às 13h em Santa Maria reunião sobre as instruções normativas  nº 76 e nº 77, que entraram en vigor no dia 30 de maio. O evento tem como objetivo esclarecer dúvidas de produtores, indústrias e de prefeituras de cidades do interior sobre adequação às normas.
Local: auditório do Colégio Politécnico, na Av. Roraima, 1.000 em Santa Maria.
Inscrições podem ser feitas através do link https://bit.ly/2YLNAid (Jornal do Comércio)

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