Pular para o conteúdo

24/04/2019

Porto Alegre, 24 de abril de 2019                                              Ano 13 - N° 2.965

   Emater/RS-Ascar tem nova Diretoria

Em Sessão Ordinária Conjunta e Sessão Extraordinária Conjunta, os representantes dos órgãos e entidades que integram o Conselho Técnico Administrativo (CTA) da Emater/RS e o Conselho Administrativo (Conad) da Ascar aprovaram, por aclamação, os nomes da nova Diretoria da Emater/RS e Superintendência da Ascar, composta pelo presidente e superintendente geral Geraldo Sandri, pelo diretor e superintendente administrativo Vanderlan Vasconselos, e pelo diretor e superintendente técnico, Alencar Paulo Rugeri.

As sessões foram na tarde desta quarta-feira (17/04), auditório da FEE, em Porto Alegre, quando também aprovaram o Balanço Patrimonial e as demonstrações financeiras da Emater/RS e da Ascar, bem como o Relatório de Atividades, relativos ao exercício de 2018.

Em seu discurso de posse, Sandri saudou o momento como de grande relevância em sua vida, parabenizou a diretoria anterior, ressaltando que a Emater/RS-Ascar é uma “fantástica, importante e decisiva Instituição para o agronegócio do Rio Grande do Sul, valorizada e representada por seus funcionários”. O novo presidente prometeu “dar continuidade e fazer ajustes, conforme as condições financeiras, técnicas e intelectuais que os governos nos impõem, fortalecendo parcerias com os empregados e com empresas públicas e privadas”. Ao avaliar os desafios, se disse honrado e feliz, “confiante que juntos, diretoria, empregados e Governo, faremos um grande trabalho”.

CURRÍCULOS
Geraldo Sandri é formado em Administração, com Pós-Graduação em Finanças pela Universidade de Caxias do Sul, possui Mestrado em Administração, com foco em Liderança pela Ufrgs, e MBA em Gestão Empresarial em Agronegócios pela Unijuí. Atuou durante 30 anos no Banco do Brasil, sendo 15 anos como administrador de agências. Em todas as agências, atuou no agronegócio, com ênfase nos financiamentos rurais, seguro agrícola e desenvolvimento rural sustentável. Também liderou diversos projetos ligados à formação esportiva, cultural e comunitária e em clubes e associações. Até então atuava como professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis na Faculdade de São Marcos.

Vanderlan Vasconselos é advogado, técnico em Contabilidade e gestor público há 32 anos, tendo exercido as funções de vereador, foi duas vezes prefeito de Esteio, sete vezes suplente de deputados estaduais, superintendente de Portos e Hidrovias do RS, coordenador da credenciadora MCP (Microsoft Certified Professional), de desenvolvimento de softwares e hardware junto às escolas, que colocou o RS de quarta para a primeira posição, e por três anos foi diretor administrativo da Ceasa.
 
Alencar Paulo Rugeri, extensionista da Emater/RS-Ascar há 19 anos, é engenheiro agrônomo pela Universidade Estadual de Santa Catarina, mestre em Agronomia, em Sistema de Produção Agrícola Familiar, pela UFPel. Trabalhou no Escritório da Emater/RS-Ascar em Erval Seco, no Gabinete da Reforma Agrária e Cooperativismo do Governo do Estado, foi assessor das diretorias Administrativa e Técnica da Emater/RS-Ascar, de junho a dezembro de 2010 foi diretor técnico e desde 2011 atuou como assistente técnico estadual em Culturas. (Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar) 
 
                 
 

Conseleite/MG 

Após a definição de toda a metodologia e validação dos dados pela Câmara Técnica, os resultados preliminares do valor de referência do leite no estado foram apresentados ao Conselho do Conseleite MG. A previsão é que este primeiro valor de referência do leite seja divulgado em maio.

Roberto Simões - Presidente do Sistema FAEMG: “Foram obtidas todas as informações que faltavam, os dados foram aprovados pela Câmara Técnica e, a partir da próxima reunião, teremos ferramentas prontas para publicar os valores para o estado.”
 
João Lúcio Carneiro - Presidente do Silemg - “Os trabalhos foram muito bem conduzidos pela equipe técnica, tanto dos produtores quanto das indústrias, com a coordenação da universidade. Estamos no rumo certo para divulgar o valor de referência.”
 
Isabela Chenna Perez - Assessora de diretoria da Ocemg: “O estudo é muito rico e detalhado. Estamos nos preparando para disseminar a informação consciente do valor de referência. Ela é importante para que o produtor continue na busca pela melhoria da qualidade.” (Faemg)

Preços/Uruguai 

Em fevereiro o preço recebido pela indústria, em dólares, caiu 16%, uma combinação da queda no preço de exportação (-17%) e no mercado interno (-6%) em relação ao ano passado. Já o preço ao produtor caiu 13%, segundo dados divulgados pelos Instituto Nacional do Leite (Inale). 

O preço no mercado interno inclui os de leite fluido, iogurte, queijos (fundidos, comuns e ralados), gelados, doce de leite, cremes, leite em pó e manteiga. “Se compararmos os preços recebidos em fevereiro de 2019, com os de dezembro do ano passado, observamos que, em dólares, a indústria recebeu pelo leite exportado (em equivalente litro de leite) o mesmo valor, mas, sofreu queda de 13%, no mercado interno”, destacou o Inale. 

“O preço ao produtor, em dólares, em fevereiro, se manteve, quando comparado com dezembro de 2018”, acrescentou.

Segundo o Inale, “o preço de venda do leite pela indústria, em fevereiro de 2019, comparado com dezembro de 2018, observa-se queda 3% em dólares e de 2% em pesos. Nesse mesmo período o preço recebido pelo produtor se manteve, em dólares, e melhorou em pesos”.

Por outro lado, a participação do preço ao produtor em relação ao preço da indústria, em média, nos últimos meses, até fevereiro, chegou ao mínimo, desde fevereiro de 2018. Ou seja, a participação do preço do produtor foi 54% do preço a indústria. Em fevereiro de 2018 a relação foi de 51%.

A situação econômica e financeira dos produtores de leite é “crítica” e de acordo com a Conaprole, está sendo feito “todo o esforço possível”, para transferir “o máximo”, das elevações internacionais ao produtor, disse o diretor da cooperativa, Alejandro Pérez.

De acordo com Pérez, em fevereiro, dos 1800 produtores da cooperativa, existiam 400 no vermelho, o dobro da média histórica. “Os produtores podem ter certeza, estamos avaliando, dia a dia, quando é possível reajustar o preço”, assegurou.

Existe a certeza de que as contas dos produtores não são favoráveis, mas, afirma que com uma correção no valor do litro de leite “não se soluciona tudo”, dado que produzir no Uruguai “não resulta em uma vantagem competitiva” e “está afetando os produtores”. (El País – Tradução livre: Terra Viva) 

Preço/MS
Nos três primeiros meses do ano, o preço do litro do leite em Mato Grosso do Sul subiu, aproximadamente, 14% em relação ao mesmo período de 2018. Entre janeiro e março do ano passado, o valor do litro não passou dos R$ 0,95, enquanto este ano o custo do produto já chegou a R$ 1,03. Os dados são do Conseleite MS - Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite em Mato Grosso do Sul, divulgados pela equipe técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal - Iagro -, a produção de leite em Mato Grosso do Sul caiu 13,27% nos dois primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período de 2018. Conforme os dados divulgados pelo Mapa, foram 35,7 milhões de litros de leite neste ano, enquanto 41,2 milhões foram captados em 2018. (Famasul)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *