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Seminário do setor lácteo debaterá fatores, como o Lina, que podem interferir na qualidade da matéria-prima

LINA            A discussão de fatores que podem interferir na qualidade do leite, com ênfase no Lina (leite instável não ácido), será tema de seminário promovido pelo Sindilat, Embrapa e Ministério da Agricultura, dia 16 de abril, na Estação Experimental Terras Baixas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Capão do Leão, município vizinho a Pelotas.
            O leite Lina, como é chamado, vem sendo largamente estudado por pesquisadores da Embrapa. Trata-se de uma síndrome principalmente causada por estresse alimentar nas épocas de mudanças de pastagens de verão/inverno e vice versa. 
           Por causa do estresse alimentar, os animais produzem leite com alterações físico-químicas como acidez, o que impede o produto de ser recebido pelas indústrias por não atender aos padrões legais. O produto acaba descartado e não chega ao mercado. A síndrome causa prejuízo para produtores e indústria.
            O seminário será coordenado pela doutora Maira B. Zanela, uma das principais autoridades no assunto no país. Ela será palestrante ao lado dos especialistas Maria Edi R. Ribeiro e Jorge Schafhäuser Jr, também da Embrapa, e da veterinária Letícia de Albuquerque Vieira Cappiello, consultora de Qualidade do Sindilat. 
           Estão previstas palestras sobre o Panorama atual da qualidade do leite, Qualidade do leite e fatores que influenciam na qualidade, Leite instável não ácido (Lina) - Etiologia, diagnóstico e estratégias de controle; e A influência da nutrição na composição do leite. Haverá debate e visita ao Lableite e orientações para a coleta de amostras.
             O evento, dirigido a técnicos de instituições parceiras do Projeto Protambo e de laticínios associados ao Sindilat, também promoverá a troca de experiências e integração entre os técnicos e os pesquisadores da Embrapa.
          A qualidade do leite a ser levado ao mercado é uma prioridade para o Sindilat. “O foco da indústria é qualidade e eficiência. Trabalhamos para ter toda a segurança desde o produtor até a indústria”, diz o presidente do sindicato, Alexandre Guerra. Nesse contexto, ele cita como pontos importantes a sanidade, a assistência técnica aos produtores, a rastreabilidade, o rigor nos testes laboratoriais, o trabalho conjunto com o Mapa, Secretaria da Agricultura e entidades representativas do setor, a atualização de normas regulatórias e técnicas, entre outros.
 
             Mais informações sobre o seminário pelo email sindilat@sindilat.com.br e fone 51 3211-1111  (ComEfeito Comunicação Estratégica) 

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