Porto Alegre, 15 de maio de 2018                                              Ano 12 - N° 2.735

 

Conseleite/PR
A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 15 de Maio de 2018 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Abril de 2018 e a projeção dos valores de referência para o mês de Maio 2018, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes. 

 
Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada "Leite Padrão", se refere ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 500 mil células somáticas/ml e 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Maio de 2018 é de R$ 2,1449/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite/PR)  
  
 
GDT
 
 
O mercado chinês de lácteos crescerá 6,6% até 2022

Lácteos/China - O mercado chinês de lácteos está previsto crescer 6,6% até 2022, com aumentos consistentes nas vendas de iogurte e queijos, de acordo com uma nova pesquisa da Mintel. Desde 2014 as vendas no varejo de iogurte aumentaram 20%, na China, e entre 2015 e 2017 o queijo teve taxa de crescimento entre 15% e 25%.
A nova pesquisa publicada sobre os dados do ano passado prevê que a China ultrapassará os Estados Unidos como o maior mercado de laticínios do mundo até 2022. Apesar do crescimento consistente das vendas de iogurte e queijo, os dados da Mintel mostram que o consumo per capita continuará baixo para os principais produtos lácteos quando comparado com outros países. Por exemplo, o consumo per capita de leite na China é de 14,3 litros, quando no Japão são 36,8 litros e nos Estados Unidos 51,7 litros. O consumo per capita de iogurte na China é de 3,43 quilos, nos Estados Unidos 4,92 quilos e no Japão 9,66 quilos. Finalmente, os chineses consomem 0,02 quilos de queijo por ano, enquanto que os japoneses comem 1,46 quilos e nos Estados Unidos chega a 6,89 quilos por pessoa.

Summer Chen, analista de alimentos e bebidas da Mintel, disse: "O consumo de lácteos na China continua muito baixo quando comparado com o Japão, onde os consumidores têm dieta tradicional similar à da China. A pesquisa da Mintel mostra que o crescimento do mercado de lácteos da China será puxado pelo aumento do consumo, a expansão do consumo de ocasião, pelo valor agregado dado que o preço do leite cru irá também aumentar, e de consumidores procurando por opções Premium. Quando olhamos especificamente o mercado de iogurte, graças à recente onda de iogurte orgânico, a categoria lidera não apenas o mercado de lácteos da China, mas, é líder entre todos os alimentos e bebidas".

Quando se trata de produtos lácteos, fatores relacionados à saúde são as principais áreas que os consumidores da China estão dispostos a pagar mais. Entre os quatro principais lácteos (incluindo leite, iogurte, manteiga e queijo), o leite e o iogurte são percebidos pelo consumidor como saudáveis e mais nutritivos (51% e 48%, respectivamente), ajudam a melhorar a imunidade (49% e 44%, respectivamente), e também bom para as crianças (51% e 49%, respectivamente), e para idosos (46% e 37%,m respectivamente). Os dados da Mintel dizem que o consumidor chinês urbano prefere produtos lácteos de grandes marcas (65%) e nacionais (59%). Mas ao mesmo tempo o comportamento diante das marcas nacionais esteja dividido - 44% acreditam que sejam confiáveis, enquanto que 36% não acreditam nas fontes locais de leite. Efetivamente, no entanto, mais consumidores preferem produtos lácteos importados (43%) do que os domésticos (34%). Mesmo entre aqueles que confiam em fornecedores locais de leite, 32% preferem produtos lácteos importados. Summer Chen acrescenta: "Quando observamos a luta entre os lácteos domésticos e importados, parece que o consumidor chinês urbano está recuperando a confiança nos produtos com leite de origem doméstica, mas, ainda assim, continuam preferindo opções importadas. Para chamar a atenção dos consumidores, marcas domésticas precisam fortalecer a oferta em outras áreas, e unir a imagem da marca a produtos Premium, apresentar benefícios adicionais para a saúde e destacar sabores inovadores para competir com marcas importadas". (FoodBev - Tradução livre: www.terraviva.com.br)
 

Produção de leite das 5 principais regiões exportadoras cresceu 2,1% comparado a fevereiro de 2017
A produção de leite das cinco principais regiões exportadoras, que incluem União Europeia (UE-28), Argentina, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos em fevereiro, aumentou 2,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com uma média de entregas de 800 milhões de litros por dia, segundo a Agriculture and Horticulture Development Board (AHDB). Estas cinco regiões representam mais de 65% da produção mundial de leite e cerca de 80% das exportações mundiais de produtos lácteos. O clima desfavorável desacelerou o crescimento da produção média diária na UE-28, mas mesmo assim, o aumento foi de 4% e 6% em relação ao ano anterior (desde setembro). A maioria das principais regiões produtoras registrou um aumento interanual na produção, com exceção da Nova Zelândia, que registrou queda nas entregas de 2,3%. De acordo com um relatório do Rabobank, os preços do leite ao produtor foram reduzidos na maioria das regiões exportadoras e teriam caído em até 15% em algumas áreas desde o início de 2018. O crescimento da oferta de leite está superando a demanda de importações e isso pode continuar acontecendo no segundo trimestre. Como resultado, o aumento nos preços mundiais de commodities seria limitado e poderia causar alguma pressão de queda nos preços. Do lado positivo dos preços mundiais, os importadores poderiam começar a acelerar as compras para obter cobertura de estoque de curto prazo, com expectativa de uma mudança no saldo na segunda metade de 2018. (As informações são do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

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