Porto Alegre, 19 de abril de 2018                                              Ano 12 - N° 2.718/

 

  Mudança na curva de inflação do Agro
 
Depois de 14 meses em queda, os índices de inflação do agronegócio, medidos pela Federação da Agricultura do Estado (Farsul), registraram alta no acumulado de 12 meses. Na comparação de março com fevereiro, o aumento nos preços recebidos foi de 5,83%. O maior crescimento foi do milho, 13%. A valorização reflete redução na safra argentina e perspectiva de escassez no mercado interno, aponta o economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz. (Zero Hora)
 
  
 
 
Cosalfa discute status regional
 
Os próximos passos para tornar a América do Sul zona livre de febre aftosa sem vacinação serão discutidos hoje e amanhã na 45ª Reunião da Comissão Sul-Americana para a Luta contraaFebre Aftosa (Cosalfa), em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. O encontro vai avaliar o trabalho feito na Colômbia, após registro de focos da doença em julho de 2017 e neste mês. 
 
O Rio Grande do Sul terá cinco representantes na reunião, sendo quatro técnicos da Seapi e um da Superintendência Regional do Ministério da Agricultura. (Correio do Povo)
 
 
EUA: Rabobank prevê que demanda de lácteos se recuperará na segunda metade do ano
 
A demanda por produtos lácteos, principalmente por queijos, manteiga e produtos lácteos premium, deve se recuperar no segundo semestre de 2018 nos EUA, projetou o Rabobank em seu relatório trimestral sobre o mercado de lácteos. "O crescimento econômico mais forte deverá vir principalmente da mudança da política fiscal, o que se traduz em uma demanda mais forte por produtos lácteos por meio do aumento das vendas no food service e no varejo", disseram os economistas do Rabobank.
 
Eles projetaram que os preços do leite Classe III se recuperação para US$ 32,85 por 100 quilos no terceiro trimestre, com relação ao valor de US$ 30,20 por 100 quilos em abril, maio e junho. O Rabobank previu que os preços do leite Classe III ficarão em média em US$ 35,65 por 100 quilos no quarto trimestre. 
 
Os preços do leite Classe IV também subirão acima de US$ 30,86 por 100 quilos no terceiro trimestre e para mais de US$ 31,97 por 100 quilos no quarto trimestre do ano.
 
Os estoques ainda estão altos, no entanto. O Rabobank observa que os estoques de leite em pó desnatado permanecem altos, em 154.000 toneladas. Isso é 50% mais alto do que há um ano, e o nível mais alto desde 2005, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) removeu o produto do mercado por meio do programa de apoio ao setor de lácteos. Os estoques de manteiga nos EUA também estão alguns pontos percentuais mais altos do que há um ano, e o estoque total de queijos aumentou 7%.
 
O Rabobank observa que as importações de produtos lácteos dos EUA caíram, seguindo uma tendência que começou em 2017. “Essa tendência se manteve em 2018, com as importações ficando para trás em janeiro de 2017, em todos os níveis”, diz. O motivo? A disponibilidade doméstica suficiente e os prêmios de preço internacional ‘tornaram a escolha local fácil’”.
 
“Olhando para o futuro, as exportações dos EUA em 2018 continuarão competitivas, com os preços [dos EUA] geralmente ficando abaixo dos níveis internacionais e um dólar persistentemente fraco”, disse o Rabobank. “Em resumo, o excedente exportável dos EUA deve aumentar em mais de 8%, ou 450.000 toneladas, durante o primeiro semestre de 2018”, disse o banco. "No entanto, a perspectiva otimista de demanda doméstica, em conjunto com a desaceleração da produção de leite com relação ao ano anterior, poderia reduzir a disponibilidade de excedente exportável durante o segundo semestre de 2018”. (As informações são do www.milkbusiness.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)
 
 

Marcelo Melchior é o novo presidente da Nestlé no Brasil
A Nestlé está trocando o comando no Brasil. Juan Carlos Marroquín, que presidiu as operações nos últimos seis anos, vai para o México como chairman, com foco em questões estratégicas. Em seu lugar assume o brasileiro Marcelo Melchior, que trabalha na Nestlé há cerca de 20 anos. Seu último posto foi justamente no México. Segundo a revista “Forbes”, Melchior ajudou a melhorar a rentabilidade da Nestlé no México. Ele vendeu os negócios de produtos refrigerados para a Lala, de sorvetes a Hérdez e de bebidas líquidas para a Jumex. Além disso, a Nestlé México, sob gestão do executivo brasileiro, fechou uma aliança com a Comisión Mexicana de Restaurantes, o que permitiu abrir 150 cafeterias Nescafé. (As informações são do jornal Valor Econômico)

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